O XMM-Newton da ESA está a desempenhar um papel crucial na investigação das mais longas e mais energéticas erupções de raios X observadas de um buraco negro recentemente desperto. A observação deste estranho comportamento em tempo real fornece uma oportunidade única para aprender mais sobre estes poderosos eventos e sobre o misterioso comportamento dos buracos negros massivos.
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Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão
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Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a a…
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Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no U…
Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
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O asteroide (44) Nisa pode ser o primeiro corpo celeste conhecido com três lóbulos
Astrónomos descobriram que o asteroide (44) Nisa poderá ser o primeiro corpo conhecido com três lóbu…
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Investigação sugere que a Pequena Nuvem de Magalhães pode estar a ser despedaçada
Uma equipa revelou novas informações sobre o movimento de estrelas massivas na Pequena Nuvem de Magalhães (PNM), uma pequena galáxia vizinha da Via Láctea. As suas descobertas sugerem que a atração gravitacional da Grande Nuvem de Magalhães (GNM), a companheira maior da PNM, pode estar a "rasgar" a mais pequena.
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Uma equipa internacional de astrónomos, utilizando o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA, efetuou novas medições do ritmo de rotação interior de Úrano com uma técnica inovadora, atingindo um nível de precisão 1000 vezes superior ao das estimativas anteriores.
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O asteroide 2024 YR4, um objeto próximo da Terra com cerca de 60 metros de diâmetro, tem sido alvo de estudos astronómicos recentes devido ao seu potencial risco de impacto e às suas características físicas únicas.
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E se passarmos décadas a construir telescópios avançados para procurar vida noutros planetas e ficarmos de mãos a abanar? Um estudo recente abordou esta questão, explorando o que podemos aprender sobre a vida no Universo - mesmo que não detetemos sinais de vida ou habitabilidade.
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Foi detetada pela primeira vez uma enorme onda de vento solar que comprimiu a bolha protetora de Júpiter. Cientistas da Universidade de Reading, no Reino Unido, descobriram um evento de vento solar de 2017 que atingiu Júpiter e comprimiu a sua magnetosfera - uma bolha protetora criada pelo campo magnético de um planeta.
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Um investigador da Universidade do Estado do Michigan, nos EUA, observou raios X provenientes de um buraco negro utilizando o telescópio de raios X Chandra da NASA.
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O planeta gigante gelado Úrano, que viaja à volta do Sol de lado, é um mundo estranho e misterioso. Agora, num estudo sem precedentes que se estende por duas décadas, investigadores que utilizam o Telescópio Espacial Hubble da NASA descobriram novas informações sobre a composição e dinâmica atmosférica do planeta.
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Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























