O Telescópio Espacial Fermi detetou raios gama provenientes de supernovas extremamente energéticas, ajudando a identificar a sua fonte de energia. Os dados indicam que estas explosões são alimentadas por magnetares - estrelas de neutrões com campos magnéticos intensíssimos - capazes de injetar enormes quantidades de energia no material expelido pela supernova.
Ler Mais »Voluntários duplicam a população conhecida de anãs castanhas
Voluntários do projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9 ajudaram a descobrir mais de 3000 novas anãs castanhas em dez anos, duplicando praticamente o número conhecido destes objetos celestes. As descobertas já revelaram tipos raros e ajudam a compreender melhor a estrutura e evolução da nossa Galáxia.
Ler Mais »As ondas gravitacionais revelam os segredos dos maiores buracos negros
Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff sugere que os maiores buracos negros do Universo não nascem diretamente de estrelas em colapso, mas resultam de fusões sucessivas em enxames estelares extremamente densos. Dados de ondas gravitacionais revelam uma população distinta de buracos negros massivos com rotações caóticas, compatíveis com estas colisões violentas.
Ler Mais »Eclipses estelares lançam luz sobre possíveis novos mundos
O satélite TESS foi utilizado para identificar 27 candidatos a exoplanetas em sistemas binários, analisando variações no momento dos eclipses entre estrelas. O método dos astrónomos permite detetar planetas invisíveis às técnicas tradicionais de trânsito e poderá revelar muitos novos mundos em sistemas com "dois sóis".
Ler Mais »As estrelas jovens perdem brilho nos raios X com uma rapidez surpreendente
Recorrendo ao observatório Chandra, astrónomos descobriram que estrelas jovens semelhantes ao Sol perdem o brilho em raios X muito mais rapidamente do que se pensava. Este “apaziguamento” ocorre devido à menor eficiência dos seus campos magnéticos e pode favorecer a habitabilidade, já que menos radiação intensa preserva melhor as atmosferas dos planetas.
Ler Mais »Porque é que as estrelas diminuem ou aumentam a sua rotação antes de morrerem
Investigadores da Universidade de Quioto descobriram novos detalhes sobre como as estrelas alteram a sua rotação antes de morrer. O estudo mostra que podem tanto abrandar como acelerar, dependendo de processos internos e perda de massa, ajudando a explicar fases finais da evolução estelar e fenómenos observados.
Ler Mais »Desvendando o mistério da massa das jovens estrelas de Oríon
Astrónomos usaram radiotelescópios para medir com grande precisão a massa de estrelas jovens na região de Oríon, algo antes difícil devido ao gás e poeira envolventes. Os resultados revelam discrepâncias com modelos teóricos e ajudam a melhorar a compreensão da formação e evolução estelar.
Ler Mais »Determinando a idade de uma anã castanha através de minúsculas pulsações estelares
O Observatório W. M. Keck foi utilizado para estudar o sistema HR 7672 e determinar com precisão a idade da estrela (~2,3 mil milhões de anos) e da sua anã castanha companheira. Esta medição fornece um "relógio" raro que permite testar e melhorar modelos sobre a evolução e arrefecimento destes objetos intermédios.
Ler Mais »A maioria dos pares de estrelas nascem como gémeas cósmicas
Um estudo com observações ALMA de estrelas muito jovens indica que a maioria dos pares próximos de estrelas nasce junta no mesmo disco de gás e poeira, em vez de se formar separadamente e aproximar-se depois. Estas "gémeas cósmicas" resultam da fragmentação do disco e ajudam a explicar a formação de sistemas planetários.
Ler Mais »Descoberta a estrela mais pristina do Universo conhecido
Astrónomos estudaram o exoplaneta TOI-5205 b, um gigante gasoso do tamanho de Júpiter que orbita uma estrela anã vermelha muito pequena, algo considerado improvável. Observações com o telescópio Webb visam analisar a sua atmosfera e origem, desafiando os modelos atuais de formação planetária.
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