O Telescópio Espacial Fermi detetou raios gama provenientes de supernovas extremamente energéticas, ajudando a identificar a sua fonte de energia. Os dados indicam que estas explosões são alimentadas por magnetares - estrelas de neutrões com campos magnéticos intensíssimos - capazes de injetar enormes quantidades de energia no material expelido pela supernova.
Ler Mais »Astrónomos descobrem a galáxia quimicamente mais primitiva do Universo jovem
Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos caracterizaram LAP1-B, a galáxia quimicamente mais primitiva já detetada no início do Universo. Com cerca de 13 mil milhões de anos, possui um teor de oxigénio de apenas 1/240 do solar, sendo considerada uma "antecessora" das galáxias fósseis perto da Via Láctea.
Ler Mais »As ondas gravitacionais revelam os segredos dos maiores buracos negros
Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff sugere que os maiores buracos negros do Universo não nascem diretamente de estrelas em colapso, mas resultam de fusões sucessivas em enxames estelares extremamente densos. Dados de ondas gravitacionais revelam uma população distinta de buracos negros massivos com rotações caóticas, compatíveis com estas colisões violentas.
Ler Mais »Chandra e Webb “ligam” os pequenos pontos vermelhos
Os astrónomos combinaram dados dos telescópios espaciais Chandra e James Webb para estudar os misteriosos "pequenos pontos vermelhos", objetos muito distantes no Universo primitivo. A deteção de raios X num deles, o que não acontece nos outros, sugere que são buracos negros supermassivos em crescimento, numa fase inicial envolta em gás denso.
Ler Mais »As “primas pequenas” da Via Láctea podem conter pistas do Universo primitivo
Um estudo mostra que galáxias anãs ultrafracas, satélites da Via Láctea, funcionam como "fósseis" do Universo primitivo. Simulações indicam que as suas propriedades atuais dependem fortemente das condições iniciais, como radiação e formação estelar, permitindo inferir como era o Universo nos seus primeiros milhões de anos.
Ler Mais »Colaboração global atinge uma precisão de 1% no ritmo de expansão do Universo local
Uma colaboração internacional obteve a medição mais precisa do ritmo de expansão do Universo local (constante de Hubble), cerca de 73,5 km/s/Mpc. O valor continua incompatível com estimativas do Universo primitivo, reforçando a “tensão de Hubble” e sugerindo uma possível nova física além dos modelos atuais.
Ler Mais »Será que foi detetado o primeiro par íntimo de buracos negros supermassivos?
Astrónomos observaram dois jatos de partículas no núcleo de uma galáxia. Poderá ser uma evidência direta de um par muito íntimo de buracos negros massivos. O sistema, prestes a fundir-se, confirma previsões teóricas e ajuda a compreender a fase final da fusão destes objetos extremos.
Ler Mais »Novo método revela uma expansão mais lenta na nossa vizinhança cósmica
Dois estudos analisaram o movimento de grupos próximos de galáxias, os grupos Centaurus A e M81, usando um novo método que combina a gravidade interna desses sistemas com o ritmo de expansão do Universo. Os resultados indicam que o Universo local pode estar a expandir-se mais lentamente do que as estimativas anteriores, aproximando as medições locais das observações do Universo primordial e ajudando a esclarecer a chamada "tensão de Hubble".
Ler Mais »Astrónomos observam o nascimento de um magnetar numa supernova superluminosa
Astrónomos observaram pela primeira vez o nascimento de um magnetar, uma estrela de neutrões extremamente magnetizada e em rápida rotação, durante uma supernova superluminosa a cerca de mil milhões de anos-luz. O fenómeno confirma uma teoria proposta em 2010: a energia libertada por estes magnetares recém-formados alimenta algumas das explosões estelares mais brilhantes do Universo, produzindo padrões característicos na luz da supernova.
Ler Mais »Qual é a idade do Universo? As estrelas mais antigas dão-nos uma pista
Astrónomos do Instituto Leibniz de Astrofísica de Potsdam e da Universidade de Bolonha estimaram a idade do Universo analisando algumas das estrelas mais antigas da Via Láctea com dados da missão Gaia. A partir de cerca de 100 estrelas muito antigas, calcularam uma idade provável de 13,6 mil milhões de anos, fornecendo um novo método para estudar a chamada “tensão de Hubble” no que toca ao ritmo de expansão do Universo.
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