Cosmologia

A astronomia num quadro geral – nas maiores escalas. Desde os mistérios da matéria escura e energia escura até à vasta teia cósmica e cosmologia moderna. As origens e evolução do Universo, desde o Big Bang até ao presente.

Estudo revela “braço de ferro” cósmico por trás das listras do Pulsar do Caranguejo

Um estudo liderado por um físico da Universidade do Kansas pode explicar o misterioso padrão de "riscas zebra" nas ondas de rádio do Pulsar do Caranguejo, observado há quase duas décadas. O fenómeno resulta de um "braço de ferro" entre gravidade e plasma: a gravidade foca as ondas enquanto o plasma as dispersa, criando padrões de interferência que produzem as bandas brilhantes e escuras observadas.

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Hubble, Euclid e Subaru descobrem uma “galáxia escura”

O Telescópio Espacial Hubble, em conjunto com o observatório Euclid e o telescópio Subaru, identificou uma das galáxias mais ténues conhecidas, chamada CDG-2. Este objecto, localizado no enxame galáctico de Perseu, é dominado por matéria escura e contém apenas algumas estrelas que brilham com a luz de 1 milhão de sóis, tendo sido detetado através dos seus enxames globulares.

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Os físicos julgam ter observado a explosão de um buraco negro primordial – e isso pode explicar (quase) tudo

Físicos propuseram que um neutrino extremamente energético detetado em 2023 pela Colaboração KM3NeT pode ter tido origem na explosão de um teórico buraco negro primordial, que evapora via radiação Hawking no fim da sua vida. O modelo com “carga escura” explica a energia observada e pode ajudar a revelar a natureza da matéria escura e novas partículas fundamentais.

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Telescópio Webb descobre, no início do Universo, uma colisão de galáxias que ninguém esperava

Utilizando observações do Telescópio Espacial James Webb, investigadores identificaram um evento de fusão em curso com pelo menos cinco galáxias cerca de 800 milhões de anos após o Big Bang, juntamente com evidências de que a colisão estava a redistribuir elementos pesados para além das próprias galáxias.

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1400 objetos peculiares encontrados no arquivo do Hubble

Astrónomos usaram inteligência artificial para analisar quase 100 milhões de imagens do arquivo do Telescópio Espacial Hubble, encontrando cerca de 1400 objetos anómalos, mais de 800 nunca antes documentados. As descobertas incluem galáxias em fusão, lentes gravitacionais e formas invulgares, e várias dúzias de objetos que não se encaixam nas classificações atuais, demonstrando o potencial da IA na exploração de dados astronómicos.

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Estamos mais perto de resolver a tensão de Hubble

Uma equipa de cientistas propõe que campos magnéticos primordiais, presentes desde o início do Universo, podem ter acelerado a recombinação e alterado o fundo cósmico de micro-ondas, mudando a forma como se calcula a constante de Hubble. As simulações detalhadas com supercomputadores, combinadas com dados do Hubble, Planck e outros telescópios, mostram que a ideia é compatível com os testes atuais e pode ajudar a resolver a tensão de Hubble e a origem dos campos magnéticos cósmicos.

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Uma explicação alternativa para os Pequenos Pontos Vermelhos

Utilizando dados do Telescópio Espacial James Webb da NASA, astrónomos do Centro de Astrofísica | Harvard & Smithsonian revelaram que os objetos distantes mais misteriosos do Universo, conhecidos como Pequenos Pontos Vermelhos (ou LRDs, sigla inglesa para "Little Red Dots"), podem na realidade ser estrelas gigantescas e de vida curta. As descobertas oferecem um vislumbre direto de como os primeiros buracos negros supermassivos do Universo podem ter sido formados, marcando um avanço na compreensão dos cientistas sobre o cosmos primitivo.

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Cloud-9: o primeiro de um novo tipo de objeto

Uma equipa, utilizando o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA, examinou um novo tipo de objeto astronómico - uma nuvem de matéria escura, sem estrelas e rica em gás, que é considerada uma "relíquia" ou um resquício da formação galáctica inicial. Apelidada de "Cloud-9", esta é a primeira deteção confirmada de um objeto deste tipo no Universo.

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SPHEREx conclui o primeiro mapa cósmico como nenhum outro

Lançado em março, o telescópio espacial SPHEREx da NASA completou o seu primeiro mapa infravermelho de todo o céu em 102 cores. Embora não sejam visíveis ao olho humano, estes 102 comprimentos de onda de luz infravermelha são predominantes no cosmos e a observação de todo o céu, desta forma, permite aos cientistas responder a grandes questões.

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