Astrónomos descobriram Andromeda XXXVI, uma das galáxias satélite mais ténues alguma vez encontradas em torno da galáxia de Andrómeda. Com cerca de 12,5 mil milhões de anos e muito pobre em elementos pesados, esta "galáxia fóssil" preserva vestígios do Universo primitivo e poderá ajudar a testar os modelos de formação de galáxias e de matéria escura.
Ler Mais »GTC descobre a “impressão digital química” das primeiras estrelas do Universo numa galáxia vizinha
O Gran Telescopio de Canarias detetou, na galáxia relíquia NGC 1277, possíveis traços químicos das primeiras estrelas do Universo. Como esta galáxia permaneceu quase inalterada durante milhares de milhões de anos, funciona como uma “cápsula do tempo” cósmica. A descoberta poderá permitir estudar as primeiras gerações de estrelas sem recorrer apenas às galáxias mais distantes e primitivas.
Ler Mais »Um núcleo galáctico ativo cujo brilho está a desvanecer a um ritmo extraordinariamente elevado
Os astrónomos observaram uma galáxia distante cujo núcleo ativo (buraco negro supermassivo) diminuiu drasticamente o seu brilho, cerca de 50 vezes, indicando uma rápida redução no fluxo de matéria que o alimenta. Este “desligar” raro ajuda a compreender como estes núcleos evoluem e podem tornar-se inativos.
Ler Mais »Uma equipa de astrónomos apresenta um novo método para detetar supernovas horas após a explosão
As supernovas são enormes explosões que marcam a fase final da vida de uma estrela. Por serem repentinas e imprevisíveis, foram durante muito tempo difíceis de estudar, mas, hoje em dia, graças aos levantamentos de alta cadência, os astrónomos podem descobrir supernovas quase diariamente.
Ler Mais »Uma explosão provocada por um buraco negro a engolir uma estrela
Recriação da explosão identificada como CSS161010, na qual um pequeno buraco negro engole uma estrela. Crédito: Gabriel Pérez (IAC) Uma equipa científica internacional, liderada pelo IEEC (Institut d’Estudis Espacials de Catalunya) e pelo ICE-CSIC (Institut de Ciències de l’Espai – Consejo Superior de Investigaciones Científicas), conseguiu detetar uma explosão cósmica …
Ler Mais »Uma estrela com “duas faces”
Pela primeira vez, no que toca às anãs brancas, os astrónomos descobriram que pelo menos um membro desta família cósmica tem duas faces. Um dos lados de uma anã branca é composto por hidrogénio, enquanto o outro é composto por hélio. “A superfície da anã branca muda completamente de um …
Ler Mais »Resolvido um problema antigo sobre a medição da composição química do Universo
Uma investigação levada a cabo por uma equipa científica da Universidade de Heidelberg, do IAC (Instituto de Astrofísica das Canárias) e da UNAM (Universidade Nacional Autónoma do México) permitiu-lhes resolver a discrepância de abundância, um enigma com mais de 80 anos, acerca da composição química do Universo. Os investigadores descobriram …
Ler Mais »Os astrónomos revelam a maior explosão cósmica jamais vista
Impressão de artista da acreção de um buraco negro.Crédito: John A. Paice Uma equipa de astrónomos liderada por investigadores da Universidade de Southampton descobriu a maior explosão cósmica jamais testemunhada. A explosão é mais de 10 vezes mais brilhante do que qualquer supernova conhecida. A investigação foi publicada na revista …
Ler Mais »Telescópios ajudam a descobrir as origens de GRBs “náufragos”
Uma série de explosões de raios-gama (ou em inglês GRB – gamma-ray burst) aparecem como flashes solitários altamente energéticos longe de qualquer casa galáctica óbvia, levantando questões sobre as suas verdadeiras origens e distâncias. Utilizando dados de alguns dos telescópios mais poderosos da Terra e no espaço, incluindo o Observatório …
Ler Mais »Astrónomos observam uma potencial inversão magnética em torno de buraco negro supermassivo
Esta ilustração mostra o disco de acreção, a coroa (redemoinhos pálidos e cónicos acima do disco) e o buraco negro supermassivo da galáxia activa 1ES 1927+654 antes da sua recente erupção.Crédito: NASA/Universidade Estatal de Sonoma, Aurore Simonnet Uma explosão rara e enigmática de uma galáxia a 236 milhões de anos-luz …
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