O maior fotomosaico da Galáxia de Andrómeda, compilado a partir de observações do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA, revela centenas de milhões de estrelas. Foram necessários mais de 10 anos para recolher dados para este retrato colorido da nossa galáxia vizinha e foi criado a partir de mais de 600 exposições.
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Astrónomos descobriram a estrela S301, a mais rápida conhecida na Via Láctea, orbitando o buraco neg…
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Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de…
Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a a…
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Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no U…
Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
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Cientistas descobriram que Mercúrio possui cinturas de radiação temporárias, contrariando a ideia de…
IXPE poderá ter comprovado uma teoria com 90 anos
O telescópio espacial IXPE da NASA poderá ter obtido a primeira evidência direta da birrefringência …
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Astrónomos descobriram que o asteroide (44) Nisa poderá ser o primeiro corpo conhecido com três lóbu…
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Super-Terra vs. Super-Neptuno? O vencedor é o Super-Vénus!
Novos dados observacionais do Telescópio Espacial James Webb e modelos de simulação confirmaram a existência de um novo tipo de planeta, diferente de tudo o que existe no Sistema Solar. Este facto fornece mais uma peça do puzzle para compreender como os planetas e os sistemas planetários se formam.
Ler Mais »A descoberta de três minúsculas galáxias que mais parecem “cidades fantasma”
Ao combinar dados dos levantamentos do legado DESI (Dark Energy Spectroscopic Instrument) e do telescópio Gemini South, os astrónomos investigaram três galáxias anãs ultrafracas que residem numa região do espaço isolada da influência ambiental de objetos maiores.
Ler Mais »Gaia termina as suas observações científicas
O observatório espacial Gaia da ESA completou a fase de varrimento do céu, acumulando mais de três biliões de observações de cerca de dois mil milhões de estrelas e outros objetos ao longo da última década, a fim de revolucionar a visão da nossa Galáxia natal e da vizinhança cósmica.
Ler Mais »Classe recém-descoberta de galáxias pode indicar um crescimento precoce dos buracos negros
Uma equipa de astrónomos compilou recentemente uma das maiores amostras de LRDs (sigla inglesa de "little red dots", "pequenos pontos vermelhos" em português) até à data, quase todos existentes nos primeiros 1,5 mil milhões de anos após o Big Bang. Descobriram que uma grande fração dos LRDs da sua amostra apresentava sinais de conter buracos negros supermassivos em crescimento.
Ler Mais »Estudo ajuda a determinar quantos buracos negros estão escondidos
Vários telescópios da NASA ajudaram recentemente os cientistas a procurar buracos negros supermassivos - aqueles que são milhares de milhões de vezes mais massivos do que o Sol. O novo levantamento é único, porque é tão provável encontrar buracos negros massivos que estão escondidos atrás de nuvens espessas de gás e poeira como aqueles que não estão.
Ler Mais »Físicos explicam as características invulgares de uma corrente estelar
Físicos propuseram uma solução para um enigma de longa data que envolve a corrente estelar GD-1, uma das correntes mais bem estudadas no interior do halo galáctico da Via Láctea, conhecida pela sua estrutura longa e fina e pelas suas características invulgares.
Ler Mais »Ciência cidadã revela informações sobre Júpiter
Um trabalho de colaboração entre astrónomos amadores e profissionais ajudou a resolver um mal-entendido de longa data acerca da composição das nuvens de Júpiter. Em vez de serem formadas por amoníaco gelado - a opinião convencional - parece agora que são provavelmente compostas por hidrossulfeto de amónio misturado com "smog".
Ler Mais »Uma nebulosa planetária destruiu o seu sistema solar
Uma equipa internacional de investigadores descobriu uma nebulosa planetária que destruiu o seu próprio sistema planetário, conservando os fragmentos restantes sob a forma de poeira em órbita da sua estrela central.
Ler Mais »Foram observadas estrelas individuais no “Arco do Dragão”
Utilizando o Telescópio Espacial James Webb, investigadores observaram uma galáxia a cerca de 6,5 mil milhões de anos-luz da Terra. Nesta galáxia distante, a equipa identificou 44 estrelas individuais, tornadas visíveis graças a um efeito conhecido como lente gravitacional e ao elevado poder de recolha de luz do Webb.
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Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.
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O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.
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Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no Universo primordial poderão ser estrelas supermassivas, com cerca de 100 mil vezes a massa do Sol. Pulsações violentas dessas estrelas criariam as densas conchas de gás observadas e, no fim, poderiam colapsar diretamente, formando as sementes dos primeiros buracos negros supermassivos.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























