Um estudo recente revela que a Lua pode ainda estar geologicamente ativa. Investigadores identificaram 266 pequenas cristas, até agora desconhecidas, no lado oculto da Lua, que parecem ter sido formadas nos últimos 200 milhões de anos - um período relativamente recente da história lunar. Estas descobertas sugerem que a atividade tectónica na Lua continuou até mais recentemente do que se pensava, desafiando a ideia de que a Lua está geologicamente dormente há milhares de milhões de anos.
Ler Mais »A estrela mais rápida da Via Láctea orbita tão perto do nosso buraco negro supermassivo que sente a sua rotação
Astrónomos descobriram a estrela S301, a mais rápida conhecida na Via Láctea, orbitando o buraco neg…
Hubble e Gaia desvendam o mistério de uma fusão nos primeiros anos da Via Láctea
Há cerca de 12 mil milhões de anos, uma galáxia anã conhecida como LKH (à esquerda) colidiu com uma …
A passagem da sonda Hera por Marte ajudou num estudo sobre um impacto na lua Deimos
Um novo estudo, apoiado por imagens captadas pela sonda Hera da ESA durante a passagem por Marte, re…
“Impressões digitais” químicas revelam as histórias ocultas de estrelas massivas
Um novo método permite reconstruir a história de estrelas massivas através da sua composição química…
Os ingredientes para a formação planetária surgiram muito mais cedo do que se pensava
Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochoso…
Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos intere…
Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea
O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da es…
Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia
Pela primeira vez, graças ao telescópio James Webb, foram detetados três buracos negros supermassivo…
Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão
Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de…
Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a a…
Os “pequenos pontos vermelhos” podem ser estrelas gigantes pulsantes que criaram buracos negros no início do Universo
Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no U…
Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
Astrónomos observaram uma rara supernova durante as suas primeiras horas de evolução, obtendo uma vi…
Mercúrio tem cinturas de radiação temporárias
Cientistas descobriram que Mercúrio possui cinturas de radiação temporárias, contrariando a ideia de…
IXPE poderá ter comprovado uma teoria com 90 anos
O telescópio espacial IXPE da NASA poderá ter obtido a primeira evidência direta da birrefringência …
O asteroide (44) Nisa pode ser o primeiro corpo celeste conhecido com três lóbulos
Astrónomos descobriram que o asteroide (44) Nisa poderá ser o primeiro corpo conhecido com três lóbu…
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Amostra do asteroide Bennu revela uma mistura de ingredientes para a vida
Num conjunto de artigos científicos publicados na passada quarta-feira nas revistas Nature e Nature Astronomy, cientistas da NASA e de outras instituições partilharam os resultados das primeiras análises pormenorizadas dos minerais e moléculas das amostras de Bennu, que a OSIRIS-REx entregou à Terra em 2023.
Ler Mais »Confirmada a existência de uma super-Terra na zona habitável de uma estrela próxima semelhante ao Sol
O IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) e a ULL (Universidad de La Laguna) confirmaram a descoberta de uma super-Terra a orbitar na zona habitável de HD 20794, uma estrela próxima semelhante ao Sol. Esta descoberta, resultado de mais de duas décadas de observações, abre uma janela para futuros estudos de atmosferas planetárias semelhantes à da Terra.
Ler Mais »Estudo do Chandra revela que os buracos negros podem “cozinhar” por eles próprios
Os astrónomos deram um passo crucial para demonstrar que os buracos negros mais massivos do Universo podem criar as suas próprias refeições. Dados do Observatório de raios X Chandra da NASA e do VLT (Very Large Telescope) fornecem novas evidências de que as erupções dos buracos negros podem ajudar a arrefecer gás para se alimentarem.
Ler Mais »Webb observa a formação e expansão de conchas de poeira rica em carbono
Há muito que os astrónomos tentam descobrir como é que elementos como o carbono, que é essencial para a vida, se distribuem pelo Universo. Agora, o Telescópio Espacial James Webb da NASA examinou com mais pormenor uma fonte contínua de poeira rica em carbono na nossa Galáxia: Wolf-Rayet 140, um sistema de duas estrelas massivas que seguem uma órbita estreita e alongada.
Ler Mais »Astrónomos espantados: enigmáticas rajadas de rádio parecem ser oriundas de estrelas de neutrões
Há alguns anos, os astrónomos descobriram que o Universo está continuamente a ser trespassado por flashes curtos mas muito brilhantes de ondas rádio. Estas denominadas FRBs (Fast Radio Bursts, em português "rajadas rápidas de rádio") duram apenas cerca de 1 milissegundo, mas nesse curto espaço de tempo produzem mais energia do que o Sol produz num mês.
Ler Mais »Os desafios para a vida em planetas que orbitam estrelas anãs vermelhas
Os planetas à volta de outras estrelas têm de estar preparados para condições climáticas espaciais extremas, de acordo com um novo estudo do Observatório de raios X Chandra da NASA e do XMM-Newton da ESA que examinou os efeitos dos raios X em potenciais planetas à volta do tipo mais comum de estrelas.
Ler Mais »Ventos supersónicos extremos medidos num planeta para lá do nosso Sistema Solar
Os astrónomos descobriram ventos extremamente fortes a fustigar o equador de WASP-127b, um exoplaneta gigante. Com velocidades de até 33.000 km/h, os ventos constituem a corrente de jato mais rápida do seu tipo alguma vez medida num planeta.
Ler Mais »Revelando as propriedades de uma galáxia primordial de há 13,4 mil milhões de anos
Uma equipa internacional liderada por investigadores do NAOJ (National Astronomical Observatory of Japan) detetou com sucesso a emissão de várias transições atómicas de uma galáxia primordial muito distante, batendo recordes anteriores para a deteção mais longínqua destes elementos.
Ler Mais »Transformando a tensão de Hubble numa crise
O Universo parece mesmo estar a expandir-se rapidamente. Demasiado depressa, até. Uma nova medição confirma o que resultados anteriores - e muito debatidos - tinham mostrado: o Universo está a expandir-se mais rapidamente do que o previsto pelos modelos teóricos e mais rapidamente do que o que pode ser explicado pela nossa compreensão atual da física.
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Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
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A passagem da sonda Hera por Marte ajudou num estudo sobre um impacto na lua Deimos
Um novo estudo, apoiado por imagens captadas pela sonda Hera da ESA durante a passagem por Marte, revela que Deimos foi moldado por um único impacto violento de asteroide. O choque criou a sua grande depressão no polo sul e cobriu a lua com regolito, explicando o seu aspeto liso.
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Os ingredientes para a formação planetária surgiram muito mais cedo do que se pensava
Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.
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Deteção de nova “exolua” desafia definições cósmicas
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Detetada a primeira atmosfera num exoplaneta rochoso situado na zona habitável
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Estes exoplanetas próximos são pequenos, estranhos e totalmente inabitáveis
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Descoberto o planeta mais ténue alguma vez observado a partir da Terra, após mais de 10 anos a “brincar às escondidas”
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O buraco negro da Via Láctea foi o “grito de nascimento” da radioastronomia
A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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Novo estudo diz que os processos não biológicos não explicam totalmente a matéria orgânica de Marte
Um estudo publicado na revista Astrobiology concluiu que os processos não biológicos conhecidos não explicam totalmente a abundância de substâncias orgânicas detetadas em amostras de rochas marcianas pelo rover Curiosity. Os investigadores combinaram dados, modelos e experiências em laboratório e consideram razoável a hipótese de que vida antiga possa ter contribuído para esses materiais orgânicos, embora sejam necessárias mais investigações.
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O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.
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Os “pequenos pontos vermelhos” podem ser estrelas gigantes pulsantes que criaram buracos negros no início do Universo
Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no Universo primordial poderão ser estrelas supermassivas, com cerca de 100 mil vezes a massa do Sol. Pulsações violentas dessas estrelas criariam as densas conchas de gás observadas e, no fim, poderiam colapsar diretamente, formando as sementes dos primeiros buracos negros supermassivos.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























