Investigadores analisaram uma base de dados global de 500.000 marcas estranhas que ocorrem em encostas marcianas íngremes, concluindo que são mais provavelmente causadas por processos secos do que por fluxos líquidos.
Ler Mais »A estrela mais rápida da Via Láctea orbita tão perto do nosso buraco negro supermassivo que sente a sua rotação
Astrónomos descobriram a estrela S301, a mais rápida conhecida na Via Láctea, orbitando o buraco neg…
Hubble e Gaia desvendam o mistério de uma fusão nos primeiros anos da Via Láctea
Há cerca de 12 mil milhões de anos, uma galáxia anã conhecida como LKH (à esquerda) colidiu com uma …
A passagem da sonda Hera por Marte ajudou num estudo sobre um impacto na lua Deimos
Um novo estudo, apoiado por imagens captadas pela sonda Hera da ESA durante a passagem por Marte, re…
“Impressões digitais” químicas revelam as histórias ocultas de estrelas massivas
Um novo método permite reconstruir a história de estrelas massivas através da sua composição química…
Os ingredientes para a formação planetária surgiram muito mais cedo do que se pensava
Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochoso…
Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos intere…
Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea
O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da es…
Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia
Pela primeira vez, graças ao telescópio James Webb, foram detetados três buracos negros supermassivo…
Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão
Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de…
Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a a…
Os “pequenos pontos vermelhos” podem ser estrelas gigantes pulsantes que criaram buracos negros no início do Universo
Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no U…
Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
Astrónomos observaram uma rara supernova durante as suas primeiras horas de evolução, obtendo uma vi…
Mercúrio tem cinturas de radiação temporárias
Cientistas descobriram que Mercúrio possui cinturas de radiação temporárias, contrariando a ideia de…
IXPE poderá ter comprovado uma teoria com 90 anos
O telescópio espacial IXPE da NASA poderá ter obtido a primeira evidência direta da birrefringência …
O asteroide (44) Nisa pode ser o primeiro corpo celeste conhecido com três lóbulos
Astrónomos descobriram que o asteroide (44) Nisa poderá ser o primeiro corpo conhecido com três lóbu…
Notícias mais recentes
Júpiter tinha anteriormente o dobro do seu tamanho atual e um campo magnético muito mais forte
Compreender a evolução inicial de Júpiter ajuda a iluminar a história mais abrangente de como o nosso Sistema Solar desenvolveu a sua estrutura distinta. A gravidade de Júpiter, frequentemente designada como o "arquiteto" do nosso Sistema Solar, desempenhou um papel fundamental na definição das trajetórias orbitais dos outros planetas e ao esculpir o disco de gás e poeira a partir do qual se formaram.
Ler Mais »Primeiras auroras observadas a partir da superfície de Marte
No dia 15 de março de 2024, perto do pico do atual ciclo solar, o Sol produziu uma erupção e uma ejeção de massa coronal (EMC), uma explosão massiva de gás e energia magnética que transporta consigo grandes quantidades de partículas energéticas solares. Esta atividade solar deu origem a auroras espantosas em todo o Sistema Solar, incluindo em Marte, onde o rover Perseverance da NASA fez história ao detetá-las pela primeira vez a partir da superfície de outro planeta.
Ler Mais »Missão Magellan revela possível atividade tectónica em Vénus
De acordo com uma nova investigação baseada em dados recolhidos há mais de 30 anos pela missão Magellan da NASA, vastas características quase circulares na superfície de Vénus podem revelar que o planeta tem tectónica em curso.
Ler Mais »Webb identifica água gelada num sistema estelar jovem
Estará a água gelada dispersa em sistemas à volta de outras estrelas? Os astrónomos há muito que esperam que sim, em parte com base em anteriores deteções da sua forma gasosa, vapor de água, e na sua presença no nosso próprio Sistema Solar.
Ler Mais »Webb revela novos detalhes e mistérios na aurora de Júpiter
O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA captou novos pormenores das auroras no maior planeta do nosso Sistema Solar. As luzes dançantes observadas em Júpiter são centenas de vezes mais brilhantes do que as observadas na Terra. Com a sensibilidade avançada do Webb, os astrónomos estudaram estes fenómenos para melhor compreender a magnetosfera de Júpiter.
Ler Mais »Astrónomos detetam convecção de nuvens perto dos lagos de Titã
Recorrendo ao Observatório W. M. Keck em Maunakea, na ilha do Hawaii, astrónomos encontraram, pela primeira vez, evidências de convecção de nuvens no hemisfério norte de Titã, lua de Saturno.
Ler Mais »O Hubble localiza um enorme buraco negro errante
À espreita a 600 milhões de anos-luz de distância, nas profundezas escuras entre as estrelas, encontra-se um monstro invisível que engole qualquer estrela que se desloque na sua direção. O buraco negro traiçoeiro revelou a sua presença num evento de perturbação de marés (com a sigla inglesa "TDE", "tidal disruption event") recentemente identificado, em que uma estrela infeliz foi despedaçada e engolida por uma espetacular explosão de radiação.
Ler Mais »Proba-3 atinge objetivo de voar em formação precisa
A missão Proba-3 da ESA atingiu o seu ambicioso objetivo quando as suas duas naves espaciais, a 'Coronagraph' e a 'Occulter', voaram a 150 metros de distância em formação perfeita, simulando uma única nave espacial gigante.
Ler Mais »Webb levanta o véu a um tipo de exoplaneta comum mas misterioso
Embora não orbitem em torno do nosso Sol, os sub-Neptunos são o tipo mais comum de exoplanetas - ou planeta para lá do nosso Sistema Solar - observados na nossa Galáxia. Estes planetas gasosos mais pequenos que os nossos gigantes estão envoltos em mistério... e muitas vezes, em muita neblina. Agora, ao observar o exoplaneta TOI-421 b, o Telescópio Espacial James Webb da NASA está a ajudar os cientistas a compreender os sub-Neptunos de uma forma que não era possível antes do lançamento do telescópio.
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Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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Eclipse solar de 12 de agosto: o que precisa de saber
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SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
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A passagem da sonda Hera por Marte ajudou num estudo sobre um impacto na lua Deimos
Um novo estudo, apoiado por imagens captadas pela sonda Hera da ESA durante a passagem por Marte, revela que Deimos foi moldado por um único impacto violento de asteroide. O choque criou a sua grande depressão no polo sul e cobriu a lua com regolito, explicando o seu aspeto liso.
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Os ingredientes para a formação planetária surgiram muito mais cedo do que se pensava
Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.
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Deteção de nova “exolua” desafia definições cósmicas
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Detetada a primeira atmosfera num exoplaneta rochoso situado na zona habitável
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Estes exoplanetas próximos são pequenos, estranhos e totalmente inabitáveis
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Descoberto o planeta mais ténue alguma vez observado a partir da Terra, após mais de 10 anos a “brincar às escondidas”
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O buraco negro da Via Láctea foi o “grito de nascimento” da radioastronomia
A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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Novo estudo diz que os processos não biológicos não explicam totalmente a matéria orgânica de Marte
Um estudo publicado na revista Astrobiology concluiu que os processos não biológicos conhecidos não explicam totalmente a abundância de substâncias orgânicas detetadas em amostras de rochas marcianas pelo rover Curiosity. Os investigadores combinaram dados, modelos e experiências em laboratório e consideram razoável a hipótese de que vida antiga possa ter contribuído para esses materiais orgânicos, embora sejam necessárias mais investigações.
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O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.
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Os “pequenos pontos vermelhos” podem ser estrelas gigantes pulsantes que criaram buracos negros no início do Universo
Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no Universo primordial poderão ser estrelas supermassivas, com cerca de 100 mil vezes a massa do Sol. Pulsações violentas dessas estrelas criariam as densas conchas de gás observadas e, no fim, poderiam colapsar diretamente, formando as sementes dos primeiros buracos negros supermassivos.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























