Uma equipa internacional utilizou o Telescópio Espacial James Webb para observar nuvens gigantes de hélio a escaparem do exoplaneta WASP-107 b. A sua análise, publicada na revista Nature Astronomy, fornece pistas valiosas para compreender este fenómeno de fuga atmosférica, que influencia a evolução dos exoplanetas e molda algumas das suas características.
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Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema d…
Astrónomos observam uma estrela a devorar lentamente uma anã castanha, a 300 anos-luz de distância
Astrónomos observaram pela primeira vez uma estrela de baixa massa a retirar lentamente matéria de u…
Cocktail cósmico: ALMA revela metanol exótico em torno de estrelas jovens
Observações do ALMA revelaram, pela primeira vez no espaço, metanol totalmente deuterado, uma forma …
O Sistema Solar tem uma nova esperança de vida e é mil milhões de vezes mais curta
Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que s…
Novo estudo reacende uma questão controversa: a Terra e Marte tiveram origens diferentes
Um novo estudo sugere que a Terra e Marte se formaram de maneiras diferentes. A análise da composiçã…
Telescópio Webb estuda colisões gigantescas que moldam os sistemas planetários
Observações do Telescópio James Webb revelaram novas pistas sobre as colisões violentas que marcaram…
MMX: a missão que vai trazer para a Terra pedaços de uma lua de Marte
A missão MMX da JAXA está pronta para ser lançada rumo a Marte no dia 19 de outubro de 2026. Transpo…
NGC 362D: duas descobertas que batem recordes lançam luz sobre a evolução dos pulsares de milissegundo
Astrónomos descobriram no sistema binário NGC 362D a mais jovem anã branca conhecida num sistema com…
Descartada a existência de planetas gigantes num sistema binário próximo
Uma análise de um século de observações do sistema binário 70 Ophiuchi, a 16 anos-luz, não encontrou…
A primeira imagem completa de formação planetária em ação
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram, pela primeira vez, o gás a interagir diretamente com …
Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data
Astrónomos encontraram indícios de uma atmosfera em HD 3167 b, uma super-Terra rochosa situada a 154…
Telescópio Webb descobre que as primeiras galáxias já estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo
Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados…
Um exoplaneta “rebelde” que orbita na direção oposta à da sua estrela
O exoplaneta GJ 3090 b, um sub-Neptuno com cerca de 4,5 massas terrestres, apresenta uma órbita fort…
Resolvido um mistério acerca da formação do asteroide Bennu
Novas análises de amostras do asteroide Bennu revelam que o seu corpo progenitor se formou há cerca …
NASA monitoriza o peso da Terra, determina o centro de massa
A distribuição sazonal de água, gelo e ar faz oscilar o centro de massa da Terra em relação ao seu c…
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Estudo identifica 400 enxames binários na Via Láctea
As estrelas formam-se normalmente em enxames, enxames estes que também se podem formar aos pares ou em grupos. Os enxames binários são definidos como pares de enxames abertos estreitamente associados tanto em termos de posição como de cinemática. Fornecem informações sobre o modo como as estrelas se formam dentro de nuvens moleculares gigantes, tornando-os indicadores importantes da formação estelar e da evolução dos enxames.
Ler Mais »Cientistas observam, pela primeira vez, a região mais interior de um “polar intermédio”
A cerca de 200 anos-luz da Terra, o núcleo de uma estrela morta está, como que numa dança cósmica macabra, a girar à volta de uma estrela maior. A estrela morta é um tipo de anã branca que exerce um poderoso campo magnético à medida que puxa o material da estrela maior para um rodopiante disco de acreção. O par em espiral é o que se chama um "polar intermédio" - um tipo de sistema estelar que emite um padrão complexo de radiação intensa, incluindo raios X, à medida que o gás da estrela maior cai sobre a outra.
Ler Mais »Após quase 100 anos, os cientistas podem ter detetado matéria escura
No início da década de 1930, o astrónomo suíço Fritz Zwicky observou galáxias no espaço a moverem-se mais rapidamente do que a sua massa deveria permitir, o que o levou a inferir a presença de um "andaime" invisível - a matéria escura - que mantém as galáxias coesas. Quase 100 anos depois, o Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA poderá ter fornecido evidências diretas da existência de matéria escura, permitindo que a matéria invisível tenha sido "vista" pela primeira vez.
Ler Mais »Astrónomos descodificam o passado secreto de uma estrela
Astrónomos do Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii desvendaram o passado turbulento de uma gigante vermelha distante, escutando a sua "canção" celeste. Variações subtis no brilho da estrela sugerem que, potencialmente e em tempos, colidiu e fundiu-se com outra estrela, um evento explosivo que a deixou a girar rapidamente. Atualmente, orbita um buraco negro silencioso no sistema Gaia BH2.
Ler Mais »Primeira deteção de descargas elétricas em Marte
Pela primeira vez, foram registadas descargas elétricas nas tempestades e redemoinhos de poeira - conhecidos como diabos de poeira - que varrem a superfície de Marte. Captados pelo microfone do instrumento SuperCam a bordo do rover Perseverance da NASA, os sinais representam uma descoberta importante com implicações imediatas para a nossa compreensão da química atmosférica, do clima e da habitabilidade de Marte, bem como para as futuras missões robóticas e tripuladas.
Ler Mais »Theia e o planeta Terra eram vizinhos
Há cerca de 4,5 mil milhões de anos teve lugar o acontecimento mais marcante da história do nosso planeta: um enorme corpo celeste chamado Theia colidiu com a jovem Terra. O modo como a colisão se desenrolou e o que aconteceu exatamente depois ainda não foi determinado de forma conclusiva. O que é certo, no entanto, é que o tamanho, a composição e a órbita da Terra mudaram como resultado - e que o impacto marcou o nascimento da nossa companheira constante no espaço, a Lua.
Ler Mais »Telescópio Espacial Roman pode obter novas “ondas” de informação sobre estrelas da Via Láctea
Uma equipa de investigadores confirmou que as estrelas "soam" claramente numa tonalidade que se harmonizará muito bem com os objetivos científicos e com as capacidades do próximo Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA.
Ler Mais »Webb deteta um buraco negro supermassivo “guloso” no Universo primitivo
Investigadores, recorrendo ao Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, confirmaram a existência de um buraco negro supermassivo em crescimento ativo no interior de uma galáxia, apenas 570 milhões de anos após o Big Bang. Fazendo parte de uma classe de galáxias pequenas e muito distantes que têm mistificado os astrónomos, CANUCS-LRD-z8.6 representa uma peça vital deste puzzle e desafia as teorias existentes sobre a formação de galáxias e buracos negros no Universo primitivo. A descoberta liga os primeiros buracos negros aos quasares luminosos que observamos atualmente.
Ler Mais »Webb mostra 4 conchas de poeira a “espiralar” Apep, limita órbita longa
O Telescópio Espacial James Webb captou algo inédito: uma imagem nítida, no infravermelho médio, de um sistema com quatro espirais serpenteantes de poeira, uma a expandir-se para além da outra, exatamente com o mesmo padrão. Estas conchas foram emitidas nos últimos 700 anos por duas estrelas Wolf-Rayet envelhecidas num sistema conhecido como Apep, uma homenagem ao deus egípcio do caos.
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Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
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Hubble encontra pistas de um planeta de segunda geração
Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema da anã branca HS 0209+0832. A elevada abundância de nióbio sugere que o planeta se formou a partir de material expelido pela estrela durante a sua morte, em vez de ter nascido com ela, oferecendo pistas sobre uma possível segunda geração de sistemas planetários.
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Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que se pensava, devido às perdas irregulares de massa do Sol durante a sua evolução para anã branca. Cerca de 90% das simulações indicam a destruição ou dispersão dos planetas gigantes nos primeiros três mil milhões de anos após essa transformação.
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O buraco negro da Via Láctea foi o “grito de nascimento” da radioastronomia
A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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Data da primeira maratona revista
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NASA conclui que micróbios associados ao ser humano podem sobreviver no polo sul da Lua
Um estudo da NASA concluiu que alguns microrganismos terrestres transportados inadvertidamente por astronautas poderão sobreviver em zonas permanentemente à sombra do polo sul da Lua. A descoberta reforça a necessidade de controlar a contaminação biológica, que poderá dificultar a distinção entre material lunar autóctone e organismos trazidos da Terra - uma preocupação que se estende a Marte.
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Novo estudo diz que os processos não biológicos não explicam totalmente a matéria orgânica de Marte
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Investigação sugere que a vida pode sobreviver sob a superfície de Marte e de algumas luas graças aos raios cósmicos
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Como nasceram os primeiros buracos negros supermassivos do Universo
Novas simulações mostram que buracos negros supermassivos podem ter nascido de sementes extraordinariamente grandes em grupos densos de galáxias no Universo primitivo. A intensa radiação ultravioleta impediu a fragmentação das nuvens de gás, favorecendo o colapso direto em estrelas supermassivas e, depois, em buracos negros. O modelo também explica os misteriosos "Pequenos Pontos Vermelhos".
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Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados, como carbono e oxigénio, para o espaço apenas 500 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta indica que o enriquecimento químico do Universo começou muito cedo, podendo explicar a dificuldade em encontrar estrelas da primeira geração.
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