Miguel Montes

Hubble mostra que a formação estelar na Galáxia de Andrómeda está a abrandar

Dados do telescópio Hubble revelam que a formação de estrelas na galáxia de Andrómeda está a abrandar há 500 milhões de anos, com uma queda acentuada nos últimos 40 milhões. Esta desaceleração, concentrada num anel de formação estelar, pode ter sido influenciada por uma interação com a galáxia satélite M32.

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O Webb explora a árvore genealógica dos pequenos pontos vermelhos

Astrónomos usaram os telescópios James Webb e Hubble para estudar a galáxia espiral Saguaro, descobrindo que os misteriosos pequenos pontos vermelhos correspondem a uma fase temporária de buracos negros supermassivos hiperativos, cuja galáxia hospedeira fica invisível a grandes distâncias devido a limitações de observação.

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O oceano oculto de Europa poderá ser mais difícil de alcançar do que os cientistas pensavam

Um novo estudo sugere que o oceano subterrâneo de Europa poderá estar muito mais isolado da superfície do que se pensava. Simulações indicam que a água ascendente congela rapidamente nas fendas do gelo, tornando improvável a ligação direta entre o oceano profundo e reservatórios superficiais. Esta conclusão poderá influenciar futuras missões na procura de sinais de habitabilidade.

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Deteção de nova “exolua” desafia definições cósmicas

Astrónomos encontraram fortes indícios do que poderá ser a primeira exolua alguma vez detetada. O objeto, com massa pelo menos igual à de Júpiter, orbita uma anã castanha que, por sua vez, orbita uma estrela. Esta configuração invulgar desafia as definições tradicionais de planeta, lua e estrela, podendo obrigar a repensar a classificação destes corpos celestes.

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Ginástica cósmica: como a nossa Via Láctea sofreu, outrora, uma reviravolta dramática

Simulações computacionais sugerem que a Via Láctea sofreu uma rotação de mais de 90° há cerca de 10 mil milhões de anos, após uma colisão frontal com a galáxia anã Gaia-Salsicha-Encélado. Esta “cambalhota” galáctica poderá explicar a lenta rotação do halo estelar e revelar um novo capítulo na formação da nossa Galáxia.

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Detetada a primeira atmosfera num exoplaneta rochoso situado na zona habitável

Astrónomos detetaram, pela primeira vez, uma atmosfera em torno de um planeta rochoso situado na zona habitável da sua estrela. O exoplaneta LHS 1140 b, a 48 anos-luz da Terra, conserva uma atmosfera rica em hélio, reforçando a possibilidade de existirem mundos semelhantes à Terra capazes de manter condições favoráveis à vida.

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