Tag Archives: VLT

Mais velho que o Sol: astrónomos descobrem novas pistas para a origem do cometa interestelar 3I/ATLAS

Astrónomos utilizaram o Very Large Telescope do ESO para analisar, pela primeira vez, a composição química do cometa interestelar 3I/ATLAS. Os resultados indicam que se formou na periferia de uma estrela antiga, pobre em elementos pesados, sendo provavelmente muito mais velho do que o Sol. A descoberta oferece uma rara oportunidade para estudar um sistema planetário primordial de outra estrela.

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Hubble mostra como uma galáxia primitiva está a transformar a sua vizinhança

Astrónomos usaram o Telescópio Espacial Hubble para observar a galáxia MXDFz4.4, vista apenas 1,4 mil milhões de anos após o Big Bang. A intensa radiação ultravioleta das suas estrelas jovens conseguiu dissipar o nevoeiro de hidrogénio que preenchia o Universo primitivo, fornecendo uma das melhores evidências de como as primeiras galáxias contribuíram para tornar o cosmos transparente durante a Era da Reionização.

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Ventos estranhos fornecem as pistas mais convincentes obtidas até à data de atividade magnética em exoplanetas

Astrónomos usaram o Very Large Telescope do ESO para medir ventos em sete exoplanetas gigantes extremamente quentes. Descobriram que, ao contrário do esperado, os planetas mais quentes apresentam ventos mais lentos, o que sugere a presença de fortes campos magnéticos. Trata-se da evidência mais convincente até agora de atividade magnética em exoplanetas, um fator importante para compreender a sua atmosfera e potencial habitabilidade.

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Um sistema solar em construção? Encontrados dois planetas a formarem-se num disco em torno duma estrela jovem

Astrónomos observaram dois planetas gigantes em formação no disco de gás e poeira da jovem estrela WISPIT 2, usando o VLT do ESO. O sistema apresenta anéis e lacunas típicos de formação planetária e poderá assemelhar-se a um Sistema Solar primitivo, ajudando a compreender como nascem sistemas planetários.

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Uma nova super-Terra num sistema planetário próximo

Uma equipa internacional liderada pelo IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) descobriu uma nova super-Terra no sistema da estrela HD 176986, a ~91 anos-luz de distância. Este planeta, designado HD 176986 d, tem uma massa mínima de cerca de 7 vezes a da Terra e orbita a estrela a cada 61,4 dias, aumentando o número total de planetas conhecidos neste sistema.

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Astrónomos surpreendidos por onda de choque misteriosa em torno de estrela morta

O gás e a poeira ejetados pelas estrelas podem, nas condições certas, colidir com o meio circundante e criar uma onda de choque. Com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os astrónomos capturaram imagens de uma onda de choque em torno de uma estrela morta - uma descoberta que os deixou intrigados. Segundo todos os mecanismos conhecidos, a pequena estrela morta RXJ0528+2838 não deveria ter este tipo de estrutura em seu redor. A descoberta, tão enigmática quanto impressionante, desafia a nossa compreensão de como as estrelas já mortas interagem com o meio que as rodeia.

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Webb mostra 4 conchas de poeira a “espiralar” Apep, limita órbita longa

O Telescópio Espacial James Webb captou algo inédito: uma imagem nítida, no infravermelho médio, de um sistema com quatro espirais serpenteantes de poeira, uma a expandir-se para além da outra, exatamente com o mesmo padrão. Estas conchas foram emitidas nos últimos 700 anos por duas estrelas Wolf-Rayet envelhecidas num sistema conhecido como Apep, uma homenagem ao deus egípcio do caos.

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Forma única da explosão de uma estrela revelada apenas um dia após a deteção

Observações muito rápidas levadas a cabo com o VLT (Very Large Telescope) do ESO revelaram a morte explosiva de uma estrela quando a explosão irrompia da superfície da estrela. Pela primeira vez, os astrónomos revelaram a forma da explosão na sua fugaz fase inicial. Esta fase inicial já não teria sido possível observar no dia a seguir e ajuda-nos a responder a uma série de questões sobre como é que as estrelas massivas explodem, transformando-se em supernovas.

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Seis mil milhões de toneladas por segundo: descoberto planeta errante que cresce a um ritmo recorde

Os astrónomos identificaram um enorme "surto de crescimento" num planeta errante. Ao contrário dos planetas do nosso Sistema Solar, estes objetos não orbitam estrelas, flutuando livremente por si mesmos. As novas observações, levadas a cabo com o VLT (Very Large Telescope) do ESO, revelam que este planeta flutuante está a consumir gás e poeira do meio que o rodeia a uma taxa de seis mil milhões de toneladas por segundo.

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