Tag Archives: Gaia

Missão TESS descobre sistema planetário por via que lhe é inédita

Pela primeira vez, a missão TESS da NASA descobriu um planeta através de microlentes gravitacionais, em vez do método habitual dos trânsitos. O planeta Gaia23bra b é um "super-Júpiter" que orbita longe da sua estrela. A descoberta demonstra que os dados do TESS podem revelar muitos outros planetas antes considerados impossíveis de detetar com esta missão.

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Chandra e XMM-Newton revêem distância até aos braços espirais exteriores da Via Láctea

Os telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton da ESA, e Chandra da NASA, mapearam os braços espirais exteriores da nossa Via Láctea medindo os ecos de raios X de três explosões cósmicas distantes, refletidos pela poeira galáctica. Os resultados revelam que dois destes braços espirais estão até 10% mais distantes do que se pensava.

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As órbitas dos cometas de longo período refletem a passagem próxima da estrela HD 7977

Um novo estudo sugere que a passagem da estrela HD 7977, há cerca de 2,5 milhões de anos, perturbou a Nuvem de Oort e desencadeou uma chuva de cometas de longo período que ainda hoje afeta o Sistema Solar. Se confirmado, o fenómeno poderá duplicar o número de cometas observados e obrigar a rever as estimativas da população da Nuvem de Oort.

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Cientistas surpreendidos por descobrir uma “lacuna” de luminosidade num antigo enxame globular

Cientistas do STScI (Space Telescope Science Institute) descobriram, pela primeira vez, uma "lacuna" de brilho entre anãs vermelhas num enxame globular muito antigo, usando dados do telescópio espacial Euclid. Esta lacuna, já observada em estrelas próximas pela missão Gaia, fornece pistas sobre processos que ocorrem no interior das estrelas e ajuda a testar modelos da sua evolução.

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As estrelas jovens perdem brilho nos raios X com uma rapidez surpreendente

Recorrendo ao observatório Chandra, astrónomos descobriram que estrelas jovens semelhantes ao Sol perdem o brilho em raios X muito mais rapidamente do que se pensava. Este “apaziguamento” ocorre devido à menor eficiência dos seus campos magnéticos e pode favorecer a habitabilidade, já que menos radiação intensa preserva melhor as atmosferas dos planetas.

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Astrónomos revelam sistema multiplanetário em constante mudança

Astrónomos da Universidade do Novo México descobriram um sistema planetário invulgar (TOI-201) com três corpos - uma super-Terra, um "Júpiter morno" e uma anã castanha - cujas órbitas mudam ao longo do tempo. Este comportamento raro permite observar, em tempo real, a evolução dinâmica de sistemas planetários.

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Os melhores locais para procurar vida extraterrestre: cientistas identificam 45 mundos semelhantes à Terra

Os astrónomos identificaram 45 exoplanetas rochosos com maior potencial para albergar vida, localizados na zona habitável das suas estrelas, onde pode existir água líquida. Usando dados da missão Gaia e do arquivo de exoplanetas da NASA, a equipa refinou a busca por mundos semelhantes à Terra, criando uma lista prioritária para futuras observações e missões de procura de vida extraterrestre.

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O Sol não está sozinho – escapou do Centro Galáctico juntamente com as suas “gémeas”

Astrónomos analisaram milhares de “gémeas solares” - estrelas muito semelhantes ao Sol - usando dados do satélite Gaia. Descobriram que o Sol provavelmente nasceu muito mais perto do centro da Via Láctea e que esta população migrou para mais longe há cerca de 4 a 6 mil milhões de anos. A migração ajuda a explicar a evolução da estrutura em barra do centro da Galáxia.

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Qual é a idade do Universo? As estrelas mais antigas dão-nos uma pista

Astrónomos do Instituto Leibniz de Astrofísica de Potsdam e da Universidade de Bolonha estimaram a idade do Universo analisando algumas das estrelas mais antigas da Via Láctea com dados da missão Gaia. A partir de cerca de 100 estrelas muito antigas, calcularam uma idade provável de 13,6 mil milhões de anos, fornecendo um novo método para estudar a chamada “tensão de Hubble” no que toca ao ritmo de expansão do Universo.

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Estudo identifica 400 enxames binários na Via Láctea

As estrelas formam-se normalmente em enxames, enxames estes que também se podem formar aos pares ou em grupos. Os enxames binários são definidos como pares de enxames abertos estreitamente associados tanto em termos de posição como de cinemática. Fornecem informações sobre o modo como as estrelas se formam dentro de nuvens moleculares gigantes, tornando-os indicadores importantes da formação estelar e da evolução dos enxames.

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