O observatório de raios X Chandra revelou 84 fontes de raios X "hipersuaves" em seis galáxias, uma classe de objetos até agora desconhecida, que emite raios X de baixa energia e intensa radiação ultravioleta. Poderão ser sistemas binários com uma anã branca, estrela de neutrões ou buraco negro, ajudando a compreender as supernovas de Tipo Ia e a ionização do gás interestelar.
Ler Mais »Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
Astrónomos observaram uma rara supernova durante as suas primeiras horas de evolução, obtendo uma visão sem precedentes dos instantes finais de uma estrela massiva. As observações revelam detalhes da violenta ejeção de matéria e da interação da onda de choque com o material em redor da estrela, ajudando a compreender melhor como estas explosões se iniciam e evoluem.
Ler Mais »O Webb explora a árvore genealógica dos pequenos pontos vermelhos
Astrónomos usaram os telescópios James Webb e Hubble para estudar a galáxia espiral Saguaro, descobrindo que os misteriosos pequenos pontos vermelhos correspondem a uma fase temporária de buracos negros supermassivos hiperativos, cuja galáxia hospedeira fica invisível a grandes distâncias devido a limitações de observação.
Ler Mais »Chandra e XMM-Newton revêem distância até aos braços espirais exteriores da Via Láctea
Os telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton da ESA, e Chandra da NASA, mapearam os braços espirais exteriores da nossa Via Láctea medindo os ecos de raios X de três explosões cósmicas distantes, refletidos pela poeira galáctica. Os resultados revelam que dois destes braços espirais estão até 10% mais distantes do que se pensava.
Ler Mais »Chandra descobre um possível remanescente de supernova no Centro Galáctico
Observações dos telescópios espaciais Chandra e XMM-Newton revelaram um possível remanescente de supernova perto do centro da Via Láctea, uma das regiões mais complexas da nossa Galáxia. Se a descoberta for confirmada, será um dos remanescentes de supernova mais próximos do buraco negro supermassivo Sagitário A*. Os dados sugerem que a explosão ocorreu há pelo menos 1700 anos e que a sua onda de choque continua a expandir-se através do meio interestelar.
Ler Mais »ALMA finalmente apanha o buraco negro da Via Láctea a “respirar”
Astrónomos utilizaram o observatório ALMA para obter o mapa mais detalhado de sempre do gás frio em torno de Sagitário A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. Descobriram finalmente evidências diretas de um vento quente emitido pelo buraco negro, que escavou uma enorme cavidade cónica no gás circundante. A descoberta resolve um mistério com mais de 50 anos e mostra como mesmo um buraco negro relativamente calmo continua a influenciar o ambiente à sua volta.
Ler Mais »Este tranquilo enxame galáctico esconde um passado muito mais violento
Novas observações do observatório Chandra revelaram que o enxame de galáxias Abell 2029, antes considerado extremamente calmo, teve um passado turbulento. Os dados mostram sinais de uma colisão com outro enxame há cerca de 4 mil milhões de anos, criando enormes estruturas em espiral no gás quente que preenche o enxame.
Ler Mais »As estrelas jovens perdem brilho nos raios X com uma rapidez surpreendente
Recorrendo ao observatório Chandra, astrónomos descobriram que estrelas jovens semelhantes ao Sol perdem o brilho em raios X muito mais rapidamente do que se pensava. Este “apaziguamento” ocorre devido à menor eficiência dos seus campos magnéticos e pode favorecer a habitabilidade, já que menos radiação intensa preserva melhor as atmosferas dos planetas.
Ler Mais »Chandra e Webb “ligam” os pequenos pontos vermelhos
Os astrónomos combinaram dados dos telescópios espaciais Chandra e James Webb para estudar os misteriosos "pequenos pontos vermelhos", objetos muito distantes no Universo primitivo. A deteção de raios X num deles, o que não acontece nos outros, sugere que são buracos negros supermassivos em crescimento, numa fase inicial envolta em gás denso.
Ler Mais »Estranha explosão cósmica, causada pela colisão de galáxias, lança luz sobre elementos pesados
Foi identificada uma explosão cósmica invulgar, associada a galáxias em colisão, e localizada numa galáxia muito ténue dentro de um grupo de galáxias a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz. O fenómeno é provavelmente causado pela fusão de duas estrelas de neutrões, produzindo uma explosão de raios gama e criando elementos pesados como ouro e platina. Este eventou ajuda a compreender a origem destes elementos pesados no Universo.
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