Tag Archives: Anã castanha

Astrónomos observam uma estrela a devorar lentamente uma anã castanha, a 300 anos-luz de distância

Astrónomos observaram pela primeira vez uma estrela de baixa massa a retirar lentamente matéria de uma anã castanha. No sistema ZTF J0440+2325, a cerca de 300 anos-luz, os dois objetos orbitam-se a cada 87 minutos. A transferência de matéria ocorre de forma estável e poderá prolongar-se durante milhares de milhões de anos.

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Cientistas descobrem como descodificar as condições meteorológicas em mundos distantes

Observações do Telescópio Espacial James Webb revelaram como funciona o "tempo" na atmosfera da anã castanha SIMP 0136, a cerca de 20 anos-luz. A maior parte das variações observadas deve-se a dois processos: mudanças de temperatura e da estrutura vertical das nuvens. Os dados revelam três estados meteorológicos recorrentes à medida que o objeto gira.

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Deteção de nova “exolua” desafia definições cósmicas

Astrónomos encontraram fortes indícios do que poderá ser a primeira exolua alguma vez detetada. O objeto, com massa pelo menos igual à de Júpiter, orbita uma anã castanha que, por sua vez, orbita uma estrela. Esta configuração invulgar desafia as definições tradicionais de planeta, lua e estrela, podendo obrigar a repensar a classificação destes corpos celestes.

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Voluntários duplicam a população conhecida de anãs castanhas

Voluntários do projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9 ajudaram a descobrir mais de 3000 novas anãs castanhas em dez anos, duplicando praticamente o número conhecido destes objetos celestes. As descobertas já revelaram tipos raros e ajudam a compreender melhor a estrutura e evolução da nossa Galáxia.

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Determinando a idade de uma anã castanha através de minúsculas pulsações estelares

O Observatório W. M. Keck foi utilizado para estudar o sistema HR 7672 e determinar com precisão a idade da estrela (~2,3 mil milhões de anos) e da sua anã castanha companheira. Esta medição fornece um "relógio" raro que permite testar e melhorar modelos sobre a evolução e arrefecimento destes objetos intermédios.

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A rotação distingue os planetas gigantes das “estrelas falhadas”

Um estudo liderado pela Universidade Northwestern revelou que a velocidade de rotação distingue planetas gigantes de anãs castanhas ("estrelas falhadas"), que são difíceis de diferenciar. Os planetas giram muito mais depressa, enquanto as anãs castanhas são travadas por campos magnéticos. Esta diferença sugere processos de formação distintos e fornece uma nova ferramenta para classificar estes objetos semelhantes.

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Como duas anãs castanhas ténues se juntaram para brilhar intensamente

Foi descoberto, por astrónomos do Caltech, um sistema raro de duas anãs castanhas íntimas, onde uma está a transferir matéria para a outra, criando um ponto quente brilhante. Observado pelo ZTF (Zwicky Transient Facility), o sistema varia de brilho a cada ~57 minutos. Este processo poderá levar à fusão das duas ou à ignição de uma delas, formando uma nova estrela.

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Um sistema de anéis gigantes, em torno de um objeto subestelar, provocou um raro eclipse de 9 meses da sua estrela hospedeira

Uma equipa internacional identificou a causa de um longo e raro eclipse de nove meses da estrela ASASSN-24fw, a ~3 000 anos-luz, provocado pela passagem de um objeto subestelar com um enorme sistema de anéis, possivelmente uma anã castanha com mais de três vezes a massa de Júpiter. Os anéis estendem-se cerca de 0,17 UA, bloqueando quase totalmente a luz da estrela.

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Equipa mapeia a “meteorologia” numa anã castanha próxima com um detalhe sem precedentes

Investigadores da Universidade McGill e de instituições colaboradoras mapearam as características atmosféricas de uma anã castanha de massa planetária, um tipo de objeto celeste que não é nem uma estrela nem um planeta, existindo numa categoria intermédia.

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Descoberta uma anã castanha em órbita de uma anã vermelha

Uma equipa internacional de astrónomos, utilizando os poderes combinados de observatórios espaciais e terrestres, incluindo o Observatório W. M. Keck e o Telescópio Subaru em Maunakea, no Hawaii, descobriram uma anã castanha companheira em órbita de uma estrela anã vermelha próxima, fornecendo uma visão fundamental sobre o modo como as estrelas e os planetas se formam.

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