A NASA anunciou que o rover Perseverance completou as primeiras deslocações em Marte planeadas por inteligência artificial, realizadas a 8 e 10 de dezembro de 2025. Em vez de humanos traçarem a rota, um modelo de IA gerou automaticamente o trajeto seguro sobre o terreno acidentado da cratera Jezero. Este avanço poderá tornar futuras explorações mais autónomas e eficientes, reduzindo a dependência do planeamento manual.
Ler Mais »Webb olha mais para trás no tempo
O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA superou-se mais uma vez, cumprindo a sua promessa de empurrar os limites do Universo observável para mais perto da aurora cósmica com a confirmação de uma galáxia brilhante que existiu 280 milhões de anos após o Big Bang.
Ler Mais »Uma Terra gelada?
Uma equipa internacional identificou o candidato a exoplaneta HD 137010 b, um mundo rochoso um pouco maior que a Terra à volta de uma estrela parecida com o Sol, a ~146 anos-luz. Pode ter um período orbital semelhante ao da Terra e estar na orla exterior da zona habitável. Contudo, recebe pouca luz e calor, podendo ter temperaturas muito baixas, exigindo observações futuras para confirmar a sua natureza.
Ler Mais »1400 objetos peculiares encontrados no arquivo do Hubble
Astrónomos usaram inteligência artificial para analisar quase 100 milhões de imagens do arquivo do Telescópio Espacial Hubble, encontrando cerca de 1400 objetos anómalos, mais de 800 nunca antes documentados. As descobertas incluem galáxias em fusão, lentes gravitacionais e formas invulgares, e várias dúzias de objetos que não se encaixam nas classificações atuais, demonstrando o potencial da IA na exploração de dados astronómicos.
Ler Mais »Hubble descobre o segredo das estrelas que desafiam a velhice
Algumas estrelas parecem desafiar o próprio tempo. Aninhadas em enxames estelares antigos, são mais azuladas e mais luminosas do que as suas vizinhas, parecendo muito mais jovens do que a sua verdadeira idade. Conhecidas como "blue stragglers" (ou, em português, estrelas retardatárias azuis), estas estrelas bizarras têm intrigado os astrónomos há mais de 70 anos. Agora, novos resultados obtidos com o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA estão finalmente a revelar como estas estrelas "eternamente jovens" surgem e porque é que prosperam em vizinhanças cósmicas mais calmas.
Ler Mais »Modelo de inteligência artificial que encontrou 370 exoplanetas analisa agora os dados do TESS
A NASA desenvolveu o ExoMiner++, um modelo de IA de código aberto para analisar dados das missões Kepler e TESS. Após validar 370 exoplanetas, a ferramenta identificou recentemente 7000 novos candidatos. Esta iniciativa de "ciência aberta" acelera a descoberta de mundos distantes e permite a colaboração global na investigação espacial.
Ler Mais »O buraco negro da Via Láctea esconde um passado explosivo
O buraco negro supermassivo da nossa Galáxia é famoso por ser um dos mais fracos do Universo. Os resultados de um novo telescópio espacial mostram que pode nem sempre ter sido esse o caso. Sagitário A*, localizado no centro da Via Láctea, parece ter-se inflamado dramaticamente algures nas últimas centenas de anos, de acordo com as emissões de raios X observadas pelo telescópio espacial XRISM.
Ler Mais »O Webb oferece um olhar sem precedentes sobre o coração da Galáxia do Compasso
A Galáxia do Compasso, uma galáxia a cerca de 13 milhões de anos-luz de distância, contém um buraco negro supermassivo ativo que continua a influenciar a sua evolução. Pensava-se que a maior fonte de luz infravermelha da região mais próxima do buraco negro eram os fluxos de matéria superaquecida que eram projetados para fora. Agora, novas observações do Telescópio Espacial James Webb da NASA, vistas aqui com uma nova imagem do Telescópio Espacial Hubble da NASA, fornecem evidências que invertem esta ideia, sugerindo que a maior parte do material quente e poeirento está, de facto, a alimentar o buraco negro central.
Ler Mais »Satélite Pandora e CubeSats vão explorar exoplanetas e mais além
Uma nova nave espacial da NASA, denominada Pandora, já está a caminho para estudar as atmosferas de exoplanetas (ou mundos para além do nosso Sistema Solar) e das suas estrelas. Ao mesmo tempo, foram também lançados os satélites BlackCAT (Black Hole Coded Aperture Telescope) e SPARCS (Star-Planet Activity Research CubeSat), com o tamanho de caixas de sapatos.
Ler Mais »Uma explicação alternativa para os Pequenos Pontos Vermelhos
Utilizando dados do Telescópio Espacial James Webb da NASA, astrónomos do Centro de Astrofísica | Harvard & Smithsonian revelaram que os objetos distantes mais misteriosos do Universo, conhecidos como Pequenos Pontos Vermelhos (ou LRDs, sigla inglesa para "Little Red Dots"), podem na realidade ser estrelas gigantescas e de vida curta. As descobertas oferecem um vislumbre direto de como os primeiros buracos negros supermassivos do Universo podem ter sido formados, marcando um avanço na compreensão dos cientistas sobre o cosmos primitivo.
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