Em Mercúrio, as temperaturas variam entre os 430º C durante o dia e os -170º C durante a noite - a maior diferença de qualquer planeta do Sistema Solar. Investigações recentes revelaram que estas flutuações de temperatura afetam a crosta e o manto rochoso do planeta até profundidades consideráveis. Novos mapas globais da espessura da crosta mostram uma porosidade rochosa invulgarmente elevada.
Ler Mais »Rochas lunares ajudam os cientistas a determinar o período de cristalização da Lua
Cientistas da Universidade de Chicago analisaram amostras de rochas lunares das missões Apollo e determinaram que a Lua solidificou há aproximadamente 4,43 mil milhões de anos. Esta descoberta fornece uma data precisa para a formação da Lua e sugere que a Terra se tornou habitável pouco depois desse período.
Ler Mais »Características semelhantes a trincheiras na lua de Úrano, Ariel, podem ser janelas para o seu interior
Um novo estudo sugere que os sulcos na lua Ariel de Úrano podem ser centros de propagação, semelhantes aos do fundo oceânico da Terra. A análise de imagens da Voyager 2 indica que estas estruturas podem trazer material do interior para a superfície, possivelmente revelando um oceano subsuperficial. Esta descoberta destaca a necessidade de futuras missões para melhor explorar Ariel.
Ler Mais »Ceres: os blocos de construção da vida vieram do espaço
O material orgânico encontrado em algumas áreas da superfície do planeta anão Ceres é provavelmente de origem exógena. Asteroides impactantes da cintura externa podem tê-lo trazido consigo.
Ler Mais »InSight descobre que os sismos provocados por meteoroides em Marte “vão mais fundo” do que se pensava
Os meteoroides que colidem com Marte produzem sinais sísmicos que podem alcançar uma profundidade maior do que se pensava anteriormente. Esta é a conclusão de um par de novos artigos científicos que comparam dados de sismos marcianos recolhidos pelo módulo InSight da NASA com crateras de impacto detetadas pela MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) da mesma agência espacial.
Ler Mais »A Lua não está tão “geologicamente morta” como se pensava, revela um novo estudo
Um estudo recente revela que a Lua pode ainda estar geologicamente ativa. Investigadores identificaram 266 pequenas cristas, até agora desconhecidas, no lado oculto da Lua, que parecem ter sido formadas nos últimos 200 milhões de anos - um período relativamente recente da história lunar. Estas descobertas sugerem que a atividade tectónica na Lua continuou até mais recentemente do que se pensava, desafiando a ideia de que a Lua está geologicamente dormente há milhares de milhões de anos.
Ler Mais »Amostra do asteroide Bennu revela uma mistura de ingredientes para a vida
Num conjunto de artigos científicos publicados na passada quarta-feira nas revistas Nature e Nature Astronomy, cientistas da NASA e de outras instituições partilharam os resultados das primeiras análises pormenorizadas dos minerais e moléculas das amostras de Bennu, que a OSIRIS-REx entregou à Terra em 2023.
Ler Mais »Ciência cidadã revela informações sobre Júpiter
Um trabalho de colaboração entre astrónomos amadores e profissionais ajudou a resolver um mal-entendido de longa data acerca da composição das nuvens de Júpiter. Em vez de serem formadas por amoníaco gelado - a opinião convencional - parece agora que são provavelmente compostas por hidrossulfeto de amónio misturado com "smog".
Ler Mais »Recém-descoberto mecanismo de “beijo e captura” explica a formação de Plutão e da sua maior lua
Há milhares de milhões de anos, nos confins gelados do nosso Sistema Solar, dois mundos gelados colidiram. Em vez de se destruírem mutuamente numa catástrofe cósmica, giraram juntos como um boneco de neve celestial, separando-se finalmente, mas permanecendo para sempre ligados em órbita. Foi assim que Plutão e a sua maior lua, Caronte, tiveram origem, de acordo com um novo estudo da Universidade do Arizona que desafia décadas de pressupostos científicos.
Ler Mais »Descobrindo os “rastos” de um centauro: cientistas examinam um híbrido único entre asteroide e cometa
Representação artística de um centauro ativo como Quíron. As diferentes cores na cabeleira indicam composições variadas de gás, gelo e poeira. Crédito: William Gonzalez Sierra Embora o nosso Sistema Solar tenha milhares de milhões de anos, só recentemente passámos a conhecer melhor um dos seus habitantes mais dinâmicos e cativantes, …
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