O buraco negro supermassivo da nossa Galáxia é famoso por ser um dos mais fracos do Universo. Os resultados de um novo telescópio espacial mostram que pode nem sempre ter sido esse o caso. Sagitário A*, localizado no centro da Via Láctea, parece ter-se inflamado dramaticamente algures nas últimas centenas de anos, de acordo com as emissões de raios X observadas pelo telescópio espacial XRISM.
Ler Mais »Astrónomos usam o Webb para revelar a turbulenta juventude da Via Láctea através de gémeas galácticas
A maneira como as galáxias reúnem as suas estrelas e crescem ao longo de milhares de milhões de anos continua a ser uma das questões centrais da astronomia. Resultados recentes do Telescópio Espacial James Webb, incluindo informações de galáxias surpreendentemente massivas e evoluídas no Universo primitivo, só vieram aprofundar o mistério. Compreender como a nossa Galáxia, a Via Láctea, foi construída ao longo do tempo, é uma peça crucial deste mais vasto puzzle cósmico.
Ler Mais »Após quase 100 anos, os cientistas podem ter detetado matéria escura
No início da década de 1930, o astrónomo suíço Fritz Zwicky observou galáxias no espaço a moverem-se mais rapidamente do que a sua massa deveria permitir, o que o levou a inferir a presença de um "andaime" invisível - a matéria escura - que mantém as galáxias coesas. Quase 100 anos depois, o Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA poderá ter fornecido evidências diretas da existência de matéria escura, permitindo que a matéria invisível tenha sido "vista" pela primeira vez.
Ler Mais »Telescópio Espacial Roman pode obter novas “ondas” de informação sobre estrelas da Via Láctea
Uma equipa de investigadores confirmou que as estrelas "soam" claramente numa tonalidade que se harmonizará muito bem com os objetivos científicos e com as capacidades do próximo Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA.
Ler Mais »Uma nova e ampla visão rádio da Via Láctea
Esta nova e espetacular imagem capta a vista do hemisfério sul da nossa Galáxia, a Via Láctea, revelando-a através de uma vasta gama de comprimentos de onda rádio, ou "cores" da luz rádio. Esta imagem oferece aos astrónomos novas formas de explorar o nascimento, a evolução e a morte das estrelas na nossa Galáxia.
Ler Mais »Brilho misterioso na Via Láctea pode ser uma evidência de matéria escura
Investigadores identificaram o que poderá ser uma pista convincente na caça em curso para provar a existência da matéria escura. Um misterioso brilho difuso de raios gama perto do centro da Via Láctea tem deixado os investigadores perplexos durante décadas, enquanto tentam discernir se a luz provém de partículas de matéria escura em colisão ou de estrelas de neutrões em rápida rotação.
Ler Mais »Gaia descobre uma grande onda na nossa Galáxia
A nossa Galáxia, a Via Láctea, nunca está parada: gira e oscila. E agora, dados do telescópio espacial Gaia da ESA revelam que a nossa Galáxia também tem uma onda gigante que ondula do seu centro para fora.
Ler Mais »As estrelas massivas preferem viver em pares mesmo em galáxias com baixa metalicidade
Estrelas massivas em galáxias pobres em metais têm frequentemente parceiras próximas, tal como as estrelas massivas da nossa Via Láctea, rica em metais. Os astrónomos utilizaram o VLT (Very Large Telescope) no Chile para monitorizar a velocidade de estrelas massivas na Pequena Nuvem de Magalhães.
Ler Mais »Como uma colisão de buracos negros pode explicar as estrelas S da Via Láctea
Uma nova investigação mostra que uma colisão passada entre o buraco negro central da Via Láctea e um buraco negro mais pequeno poderia explicar a dinâmica das estrelas S, um grupo de estrelas que orbitam precariamente perto do buraco negro supermassivo da nossa Galáxia.
Ler Mais »Hubble e Gaia revisitam o destino da nossa Galáxia
Os astrónomos utilizaram mais de uma década de dados do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA para reexaminar a previsão de longa data de que a Via Láctea irá colidir com a Galáxia de Andrómeda daqui a cerca de 4,5 mil milhões de anos. Descobriram que, com base nos últimos dados observacionais do Hubble e do Gaia, há apenas 50% de hipóteses de as duas galáxias colidirem nos próximos 10 mil milhões de anos.
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