Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que se pensava, devido às perdas irregulares de massa do Sol durante a sua evolução para anã branca. Cerca de 90% das simulações indicam a destruição ou dispersão dos planetas gigantes nos primeiros três mil milhões de anos após essa transformação.
Ler Mais »Telescópio Webb estuda colisões gigantescas que moldam os sistemas planetários
Observações do Telescópio James Webb revelaram novas pistas sobre as colisões violentas que marcaram a formação dos planetas rochosos. Num estudo de 21 discos extremos de detritos, cerca de um-terço são ricos em sílica, sugerindo impactos altamente energéticos entre corpos com dimensões semelhantes às de Marte.
Ler Mais »Desde o início que o Sistema Solar preferiu, para formar os seus primeiros corpos, fogo ao gelo
Um estudo da Universidade de Yale indica que, no primeiro milhão de anos do Sistema Solar, os primeiros planetesimais foram formados sobretudo a partir de côndrulos - pequenas esferas de rocha aquecida - em vez de poeira fria, rica em gelo e em compostos orgânicos. Os primeiros corpos exteriores continham 83% a 92% de côndrulos, revelando uma seleção de materiais desde muito cedo.
Ler Mais »“Impressões digitais” no interior do Sol podem revelar se este alguma vez engoliu um planeta
Um novo estudo sugere que o Sol poderá ter engolido uma super-Terra com 5 a 10 vezes a massa da Terra cedo na sua história. A assimilação desse planeta poderá ter deixado alterações químicas e estruturais no interior solar, incluindo a baixa abundância de lítio, que ainda hoje poderiam ser detetadas através da heliossismologia.
Ler Mais »Novos cenários para a formação da Lua
Novas simulações mostram que a temperatura e a resistência dos materiais da Terra e de Theia influenciaram decisivamente a formação da Lua após o impacto gigante. Dependendo do estado térmico dos dois corpos, a Lua poderá ter-se formado quase intacta em poucas horas ou a partir de um disco de detritos, oferecendo novas pistas sobre a época do impacto.
Ler Mais »Uma nova forma como a Terra poderá ter recebido os elementos necessários à vida
Cientistas descobriram que a Terra poderá ter recebido os elementos essenciais para a vida - como fósforo e azoto - principalmente do Sistema Solar interior, e não de regiões mais distantes, como se pensava. O estudo sugere ainda que a formação e a migração de Júpiter ajudou a distribuir esses ingredientes pelo jovem Sistema Solar, contribuindo para tornar a Terra habitável.
Ler Mais »NASA desliga um instrumento da Voyager 1 para manter a sonda em funcionamento
A NASA desligou um dos instrumentos científicos da sonda Voyager 1 para poupar energia, já que a sua fonte nuclear está a enfraquecer com o tempo. Esta medida faz parte de uma estratégia gradual para prolongar a missão, permitindo que pelo menos alguns instrumentos continuem a funcionar e a recolher dados no espaço interestelar durante mais alguns anos.
Ler Mais »A Terra formou-se a partir de blocos de construção locais
Um novo estudo da ETH Zurique indica que a Terra se formou quase exclusivamente a partir de material do Sistema Solar interior, contrariando a ideia de contribuições significativas vindas de além de Júpiter. A análise isotópica sugere que água e outros elementos voláteis já existiam localmente durante a formação do planeta.
Ler Mais »Theia e o planeta Terra eram vizinhos
Há cerca de 4,5 mil milhões de anos teve lugar o acontecimento mais marcante da história do nosso planeta: um enorme corpo celeste chamado Theia colidiu com a jovem Terra. O modo como a colisão se desenrolou e o que aconteceu exatamente depois ainda não foi determinado de forma conclusiva. O que é certo, no entanto, é que o tamanho, a composição e a órbita da Terra mudaram como resultado - e que o impacto marcou o nascimento da nossa companheira constante no espaço, a Lua.
Ler Mais »Cientistas planetários ligam o nascimento de Júpiter à zona de formação da Terra
Uma nova investigação sugere que o planeta gigante Júpiter remodelou o Sistema Solar primitivo de forma dramática, criando anéis e divisões que, em última análise, explicam um dos enigmas mais antigos da ciência planetária: porque é que muitos meteoritos primitivos se formaram milhões de anos depois dos primeiros corpos sólidos.
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