Tag Archives: Observatório W. M. Keck

Não há duas sem três: descoberta outra galáxia sem matéria escura

Astrónomos da Universidade de Yale descobriram uma terceira galáxia praticamente sem matéria escura, chamada NGC 1052-DF9. Mais surpreendente ainda, ela está alinhada com outras duas galáxias semelhantes (DF2 e DF4), formando uma fila cósmica inédita. A descoberta sugere que estas galáxias nasceram num violento choque entre galáxias, que separou a matéria normal da matéria escura, fornecendo novas pistas sobre a sua verdadeira natureza.

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Determinando a idade de uma anã castanha através de minúsculas pulsações estelares

O Observatório W. M. Keck foi utilizado para estudar o sistema HR 7672 e determinar com precisão a idade da estrela (~2,3 mil milhões de anos) e da sua anã castanha companheira. Esta medição fornece um "relógio" raro que permite testar e melhorar modelos sobre a evolução e arrefecimento destes objetos intermédios.

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Um núcleo galáctico ativo cujo brilho está a desvanecer a um ritmo extraordinariamente elevado

Os astrónomos observaram uma galáxia distante cujo núcleo ativo (buraco negro supermassivo) diminuiu drasticamente o seu brilho, cerca de 50 vezes, indicando uma rápida redução no fluxo de matéria que o alimenta. Este “desligar” raro ajuda a compreender como estes núcleos evoluem e podem tornar-se inativos.

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A rotação distingue os planetas gigantes das “estrelas falhadas”

Um estudo liderado pela Universidade Northwestern revelou que a velocidade de rotação distingue planetas gigantes de anãs castanhas ("estrelas falhadas"), que são difíceis de diferenciar. Os planetas giram muito mais depressa, enquanto as anãs castanhas são travadas por campos magnéticos. Esta diferença sugere processos de formação distintos e fornece uma nova ferramenta para classificar estes objetos semelhantes.

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Um sistema de anéis gigantes, em torno de um objeto subestelar, provocou um raro eclipse de 9 meses da sua estrela hospedeira

Uma equipa internacional identificou a causa de um longo e raro eclipse de nove meses da estrela ASASSN-24fw, a ~3 000 anos-luz, provocado pela passagem de um objeto subestelar com um enorme sistema de anéis, possivelmente uma anã castanha com mais de três vezes a massa de Júpiter. Os anéis estendem-se cerca de 0,17 UA, bloqueando quase totalmente a luz da estrela.

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O que é que está a alimentar estes misteriosos e brilhantes clarões azuis? Os astrónomos encontraram uma pista

Entre os fenómenos cósmicos mais intrigantes descobertos nas últimas décadas encontram-se breves e muito brilhantes clarões de luz azul e ultravioleta que desvanecem gradualmente, deixando para trás ténues emissões de raios X e rádio. Com pouco mais de uma dúzia de surtos descobertos até agora, os astrónomos têm debatido se estes são produzidos por um tipo invulgar de supernova ou por gás interestelar que cai num buraco negro. A análise do surto mais brilhante até à data, descoberto no ano passado, mostra que não se trata de nenhuma destas situações.

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Um buraco negro devora uma estrela: missões descobrem surto recorde

Os astrónomos têm estado a analisar uma série de dados provenientes de satélites da NASA e de outras instalações, enquanto tentam descobrir o responsável por uma extraordinária explosão cósmica descoberta no dia 2 de julho. O evento foi um GRB ("gamma-ray burst"; em português "surto de raios gama"), a classe mais poderosa de explosões cósmicas. Mas enquanto a maioria dos GRBs dura apenas um minuto, este prolongou-se durante dias.

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A maior e mais distante erupção de um buraco negro

As estrelas mais massivas do Universo estão destinadas a explodir como supernovas brilhantes antes de colapsarem em buracos negros. No entanto, uma estrela enorme parece nunca ter cumprido o seu destino; em jeito de ironia, a estrela aproximou-se demasiado de um buraco negro gigantesco, que a engoliu, desfazendo-a em pedaços.

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Descoberta uma anã castanha em órbita de uma anã vermelha

Uma equipa internacional de astrónomos, utilizando os poderes combinados de observatórios espaciais e terrestres, incluindo o Observatório W. M. Keck e o Telescópio Subaru em Maunakea, no Hawaii, descobriram uma anã castanha companheira em órbita de uma estrela anã vermelha próxima, fornecendo uma visão fundamental sobre o modo como as estrelas e os planetas se formam.

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A galáxia “Infinity” e um novo buraco negro

Uma equipa de investigadores descobriu um objeto no espaço a que chamam galáxia "Infinity" - duas galáxias que recentemente colidiram e que, juntas, se assemelham ao símbolo do infinito. E no centro da "Infinity", embebido numa nuvem de gás, dizem, está um buraco negro supermassivo.

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