Astrónomos usaram o Telescópio Espacial Hubble para observar a galáxia MXDFz4.4, vista apenas 1,4 mil milhões de anos após o Big Bang. A intensa radiação ultravioleta das suas estrelas jovens conseguiu dissipar o nevoeiro de hidrogénio que preenchia o Universo primitivo, fornecendo uma das melhores evidências de como as primeiras galáxias contribuíram para tornar o cosmos transparente durante a Era da Reionização.
Ler Mais »Webb e Hubble revelam uma relíquia da formação da nossa Galáxia
Observações dos telescópios espaciais Webb e Hubble revelaram que o objeto Terzan 5 não é um enxame globular comum, mas um raro "fragmento fóssil" da formação inicial da Via Láctea. O sistema contém quatro gerações distintas de estrelas, preservando um registo único dos primeiros estágios de formação da nossa Galáxia.
Ler Mais »Webb encontra as evidências mais fortes até à data da existência de uma “estrela-buraco negro”
Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos obtiveram o espetro mais detalhado de um Pequeno ponto Vermelho, GLIMPSE-17775. Os dados fornecem a evidência mais forte até à data de que estes objetos misteriosos do início do Universo são buracos negros supermassivos envoltos num denso casulo de gás.
Ler Mais »Cientistas surpreendidos por descobrir uma “lacuna” de luminosidade num antigo enxame globular
Cientistas do STScI (Space Telescope Science Institute) descobriram, pela primeira vez, uma "lacuna" de brilho entre anãs vermelhas num enxame globular muito antigo, usando dados do telescópio espacial Euclid. Esta lacuna, já observada em estrelas próximas pela missão Gaia, fornece pistas sobre processos que ocorrem no interior das estrelas e ajuda a testar modelos da sua evolução.
Ler Mais »Detetada a primeira inversão de rotação de um pequeno cometa
O Telescópio Espacial Hubble observou, pela primeira vez, um pequeno cometa a inverter o sentido de rotação. A mudança foi causada por jatos irregulares de gás libertados pelo aquecimento solar, que atuam como "propulsores". Este comportamento extremo pode tornar o cometa instável e levar à sua destruição.
Ler Mais »O Hubble volta a observar a Nebulosa do Caranguejo para acompanhar 25 anos de expansão
O Telescópio Espacial Hubble voltou a observar a Nebulosa do Caranguejo, remanescente de uma supernova registada em 1054, revelando com grande detalhe a sua evolução ao longo de 25 anos. As imagens mostram a expansão rápida dos seus filamentos e ajudam a compreender melhor a dinâmica deste objeto cósmico.
Ler Mais »O Hubble capta, inesperadamente, um cometa a fragmentar-se
O Telescópio Espacial Hubble captou, por acaso, o cometa C/2025 K1 (ATLAS) a desintegrar-se em vários fragmentos, apenas dias após a sua maior aproximação do Sol. Imagens obtidas ao longo de três dias mostram o núcleo a dividir-se e os pedaços a afastarem-se. Esta observação rara oferece uma visão inédita do interior e da fragilidade dos cometas de longo período.
Ler Mais »Estranha explosão cósmica, causada pela colisão de galáxias, lança luz sobre elementos pesados
Foi identificada uma explosão cósmica invulgar, associada a galáxias em colisão, e localizada numa galáxia muito ténue dentro de um grupo de galáxias a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz. O fenómeno é provavelmente causado pela fusão de duas estrelas de neutrões, produzindo uma explosão de raios gama e criando elementos pesados como ouro e platina. Este eventou ajuda a compreender a origem destes elementos pesados no Universo.
Ler Mais »Webb localiza antiga estrela que explodiu como supernova
O Telescópio Espacial James Webb localizou, pela primeira vez, a estrela progenitora de uma supernova detetada em 2025 (designada SN 2025pht) na galáxia espiral NGC 1637. As imagens de arquivo obtidas pelo Hubble e pelo Webb mostram uma supergigante vermelha muito poeirenta no local onde a supernova agora brilha, explicando porque é que estrelas assim eram normalmente invisíveis a observatórios anteriores.
Ler Mais »Hubble, Euclid e Subaru descobrem uma “galáxia escura”
O Telescópio Espacial Hubble, em conjunto com o observatório Euclid e o telescópio Subaru, identificou uma das galáxias mais ténues conhecidas, chamada CDG-2. Este objecto, localizado no enxame galáctico de Perseu, é dominado por matéria escura e contém apenas algumas estrelas que brilham com a luz de 1 milhão de sóis, tendo sido detetado através dos seus enxames globulares.
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