Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados, como carbono e oxigénio, para o espaço apenas 500 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta indica que o enriquecimento químico do Universo começou muito cedo, podendo explicar a dificuldade em encontrar estrelas da primeira geração.
Ler Mais »Estrelas “ocultas” tornam as primeiras galáxias muito mais massivas do que se pensava anteriormente
Recorrendo ao Telescópio James Webb, astrónomos da Universidade de Leiden descobriram que as primeiras galáxias massivas contêm muito mais estrelas pequenas e fracas do que se supunha. Esta população oculta revela que estas galáxias primitivas eram significativamente mais massivas - até quatro vezes mais -, desafiando os modelos de evolução do Universo.
Ler Mais »Cientistas observam, pela primeira vez, uma galáxia medusa distante
Astrónomos da Universidade de Waterloo observaram pela primeira vez uma galáxia medusa tão distante, a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz, usando dados do Telescópio Espacial James Webb. A galáxia tem tentáculos de gás criados por pressão dinâmica no enxame galáctico, e estrelas jovens formam-se nessas caudas. O achado desafia ideias sobre como as galáxias evoluíram no Universo jovem.
Ler Mais »Os astrónomos podem ter acabado de encontrar um dos elos que faltavam na evolução das galáxias
Uma equipa de 48 astrónomos de 14 países, liderada pela Universidade de Massachusetts Amherst, descobriu uma população de galáxias empoeiradas e formadoras de estrelas que se formaram apenas mil milhões de anos após o Big Bang. Estas galáxias podem representar um “elo perdido” na evolução galáctica, ligando tipos diferentes e desafiando modelos atuais do Universo.
Ler Mais »Telescópio Webb descobre, no início do Universo, uma colisão de galáxias que ninguém esperava
Utilizando observações do Telescópio Espacial James Webb, investigadores identificaram um evento de fusão em curso com pelo menos cinco galáxias cerca de 800 milhões de anos após o Big Bang, juntamente com evidências de que a colisão estava a redistribuir elementos pesados para além das próprias galáxias.
Ler Mais »1400 objetos peculiares encontrados no arquivo do Hubble
Astrónomos usaram inteligência artificial para analisar quase 100 milhões de imagens do arquivo do Telescópio Espacial Hubble, encontrando cerca de 1400 objetos anómalos, mais de 800 nunca antes documentados. As descobertas incluem galáxias em fusão, lentes gravitacionais e formas invulgares, e várias dúzias de objetos que não se encaixam nas classificações atuais, demonstrando o potencial da IA na exploração de dados astronómicos.
Ler Mais »Galáxias “desorganizadas”, no Universo jovem, tiveram dificuldade em estabelecer-se
Recorrendo ao Telescópio Espacial James Webb, astrónomos captaram o olhar mais detalhado de sempre sobre o modo como as galáxias se formaram apenas algumas centenas de milhões de anos após o Big Bang - e descobriram que eram muito mais caóticas e desorganizadas do que as que vemos atualmente.
Ler Mais »O buraco negro mais antigo do Universo: um monstro no início dos tempos
Uma equipa internacional de astrónomos identificou o buraco negro mais distante alguma vez confirmado. O buraco negro e a galáxia que lhe serve de casa, CAPERS-LRD-z9, estão presentes 500 milhões de anos após o Big Bang. Isto coloca-o 13,3 mil milhões de anos no passado, quando o nosso Universo tinha apenas 3% da sua idade atual. Como tal, constitui uma oportunidade única para estudar a estrutura e a evolução deste período enigmático.
Ler Mais »Webb investiga as origens estruturais das galáxias de disco
As atuais galáxias de disco contêm frequentemente um disco exterior espesso e repleto de estrelas e um disco fino e incorporado de estrelas. Por exemplo, o disco espesso da nossa Galáxia, a Via Láctea, tem cerca de 3000 anos-luz de altura e o seu disco fino tem cerca de 1000 anos-luz de espessura.
Ler Mais »“Os modelos estavam certos”: astrónomos descobrem matéria “em falta”
Os astrónomos descobriram um enorme filamento de gás quente que liga quatro enxames de galáxias. Com uma massa 10 vezes maior que a da nossa Galáxia, o filamento poderá conter alguma da matéria "em falta" no Universo, resolvendo um mistério de décadas.
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