Tag Archives: Exoplaneta

Missão TESS revela os planetas mais “inchados” já descobertos

A missão TESS da NASA descobriu os dois exoplanetas mais “fofos” alguma vez observados: TOI-791 b e TOI-791 c. Apesar de terem dimensões semelhantes às de Júpiter, são tão pouco densos que são mais leves do que algodão doce. Este raro par de "superinchados" poderá ajudar os astrónomos a compreender como os gigantes gasosos se formam e evoluem.

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Euclid capta o coração repleto de estrelas da Via Láctea

A maior e mais detalhada fotografia alguma vez tirada do centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, foi revelada pela missão Euclid da ESA. Com mais de 60 milhões de estrelas, esta imagem abre caminho para que os cientistas confirmem a existência de qualquer exoplaneta encontrado nesta região e meçam a sua massa através de pequenas variações na luz das estrelas ao longo do tempo.

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O famoso “Planeta Rosa” esconde uma surpresa salgada

O Telescópio Webb analisou o famoso exoplaneta GJ 504 b, conhecido como "Planeta Rosa", e descobriu algo inesperado: nuvens de sal na sua atmosfera. Este mundo contém também vapor de água, metano, dióxido de carbono e amoníaco. A descoberta ajuda a explicar as observações do planeta e poderá melhorar os modelos atmosféricos de exoplanetas frios. Os astrónomos continuam sem saber ao certo se GJ 504 b é um planeta gigante ou uma anã castanha.

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Detetadas variações de temperatura no exoplaneta WASP-121 b

Com o Telescópio James Webb, astrónomos detetaram variações atmosféricas acentuadas entre o lado da manhã e o da noite no exoplaneta ultraquente WASP-121 b. Ventos fortes transportam calor para a zona do anoitecer, expandindo a atmosfera e destruindo moléculas de água devido às temperaturas extremas.

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Ventos estranhos fornecem as pistas mais convincentes obtidas até à data de atividade magnética em exoplanetas

Astrónomos usaram o Very Large Telescope do ESO para medir ventos em sete exoplanetas gigantes extremamente quentes. Descobriram que, ao contrário do esperado, os planetas mais quentes apresentam ventos mais lentos, o que sugere a presença de fortes campos magnéticos. Trata-se da evidência mais convincente até agora de atividade magnética em exoplanetas, um fator importante para compreender a sua atmosfera e potencial habitabilidade.

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Anãs vermelhas detetadas a “engolir” planetas semelhantes à Terra

Foram encontrados fortes indícios de que algumas estrelas anãs vermelhas "engolem" planetas rochosos semelhantes à Terra durante a formação dos seus sistemas. A pista foi a presença anormal de lítio em seis estrelas, um elemento que deveria ter sido destruído no seu interior. Os dados sugerem que estas estrelas absorveram entre três e dez massas terrestres de material planetário.

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“Pesando” planetas recém-formados através das suas “impressões digitais” de poeira

Astrónomos da Universidade de Warwick desenvolveram um método para estimar a massa de planetas recém-formados através dos anéis de poeira que os rodeiam. Ao analisar a posição e o brilho desses anéis, conseguem inferir a presença e o tamanho de planetas ainda invisíveis aos telescópios, abrindo novas possibilidades para estudar a formação de sistemas planetários.

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A atmosfera de um planeta do tamanho de Saturno, mas com temperaturas moderadas, contém metano

O Telescópio James Webb foi utilizado para analisar, pela primeira vez e em detalhe, a atmosfera de TOI-199 b, um raro gigante gasoso do tamanho de Saturno mas com temperaturas relativamente moderadas, próximas das registadas nos locais mais quentes da Terra. Descobriram uma atmosfera rica em metano, com possíveis vestígios de amoníaco e dióxido de carbono, fornecendo pistas importantes sobre a formação e evolução de planetas gigantes.

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Astrónomos “dissipam a neblina” das atmosferas de exoplanetas com um novo método de deteção de nuvens

Astrónomos da Universidade Johns Hopkins desenvolveram um novo método para detetar e separar o efeito das nuvens nas atmosferas de exoplanetas. Aplicado ao gigante gasoso WASP-94A b com o Telescópio James Webb, revelou um ciclo diário em que nuvens de silicatos se formam de manhã e desaparecem ao entardecer, permitindo medir com muito maior precisão a composição atmosférica do planeta.

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Identificados os exoplanetas com maior período orbital entre os que transitam estrelas jovens

Uma colaboração internacional de astrónomos descobriu dois exoplanetas gigantes em órbitas invulgarmente longas em torno da jovem estrela HD 114082, que tem apenas 15 milhões de anos. O mais interior demora cerca de 225 dias a completar uma órbita e o outro cerca de 314 dias.

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