Tag Archives: Anãs brancas

Hubble encontra pistas de um planeta de segunda geração

Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema da anã branca HS 0209+0832. A elevada abundância de nióbio sugere que o planeta se formou a partir de material expelido pela estrela durante a sua morte, em vez de ter nascido com ela, oferecendo pistas sobre uma possível segunda geração de sistemas planetários.

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O Sistema Solar tem uma nova esperança de vida e é mil milhões de vezes mais curta

Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que se pensava, devido às perdas irregulares de massa do Sol durante a sua evolução para anã branca. Cerca de 90% das simulações indicam a destruição ou dispersão dos planetas gigantes nos primeiros três mil milhões de anos após essa transformação.

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NGC 362D: duas descobertas que batem recordes lançam luz sobre a evolução dos pulsares de milissegundo

Astrónomos descobriram no sistema binário NGC 362D a mais jovem anã branca conhecida num sistema com um pulsar de milissegundo. A estrela, ainda numa fase anterior à de uma anã branca plenamente formada, parece também estar rodeada por material residual do processo de transferência de matéria que acelerou a rotação do pulsar.

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Estrelas mortas na nossa vizinhança cósmica: cientistas descobrem quatro anãs brancas escondidas mesmo debaixo do nosso nariz

Foram identificadas quatro anãs brancas ocultas em sistemas binários a menos de 65 anos-luz da Terra, incluindo a nona mais próxima do Sol. Escondidas pelo brilho das suas companheiras anãs vermelhas, estas “estrelas mortas” passaram despercebidas durante décadas. A descoberta mostra que a nossa vizinhança cósmica ainda guarda surpresas e sugere que poderão existir mais sistemas semelhantes por encontrar.

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Webb estuda como um planeta sobreviveu à morte da sua estrela

O Telescópio Espacial James Webb estudou um raro sistema onde um planeta sobreviveu à morte da sua estrela, agora uma anã branca. As observações revelam como o planeta resistiu à fase de gigante vermelha e como a sua órbita evoluiu. A descoberta oferece uma possível antevisão do destino do Sistema Solar dentro de milhares de milhões de anos.

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XRISM resolve o mistério com 50 anos de uma estrela famosa

Observações de alta precisão do telescópio espacial XRISM revelaram que os raios X invulgares da estrela Gamma Cassiopeiae são gerados por uma anã branca invisível que consome material da estrela principal. Esta descoberta resolve um mistério de 50 anos e confirma um tipo de sistema binário há muito previsto.

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Astrónomos surpreendidos por onda de choque misteriosa em torno de estrela morta

O gás e a poeira ejetados pelas estrelas podem, nas condições certas, colidir com o meio circundante e criar uma onda de choque. Com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os astrónomos capturaram imagens de uma onda de choque em torno de uma estrela morta - uma descoberta que os deixou intrigados. Segundo todos os mecanismos conhecidos, a pequena estrela morta RXJ0528+2838 não deveria ter este tipo de estrutura em seu redor. A descoberta, tão enigmática quanto impressionante, desafia a nossa compreensão de como as estrelas já mortas interagem com o meio que as rodeia.

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Cientistas observam, pela primeira vez, a região mais interior de um “polar intermédio”

A cerca de 200 anos-luz da Terra, o núcleo de uma estrela morta está, como que numa dança cósmica macabra, a girar à volta de uma estrela maior. A estrela morta é um tipo de anã branca que exerce um poderoso campo magnético à medida que puxa o material da estrela maior para um rodopiante disco de acreção. O par em espiral é o que se chama um "polar intermédio" - um tipo de sistema estelar que emite um padrão complexo de radiação intensa, incluindo raios X, à medida que o gás da estrela maior cai sobre a outra.

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Hubble observa uma anã branca a devorar um pedaço de um objeto semelhante a Plutão

Na nossa vizinhança estelar próxima, uma estrela "queimada" está a petiscar um fragmento de um objeto semelhante a Plutão. Com a sua capacidade única no ultravioleta, só o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA conseguiu identificar que esta refeição está a ter lugar.

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