Tag Archives: Anãs brancas

XRISM resolve o mistério com 50 anos de uma estrela famosa

Observações de alta precisão do telescópio espacial XRISM revelaram que os raios X invulgares da estrela Gamma Cassiopeiae são gerados por uma anã branca invisível que consome material da estrela principal. Esta descoberta resolve um mistério de 50 anos e confirma um tipo de sistema binário há muito previsto.

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Astrónomos surpreendidos por onda de choque misteriosa em torno de estrela morta

O gás e a poeira ejetados pelas estrelas podem, nas condições certas, colidir com o meio circundante e criar uma onda de choque. Com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os astrónomos capturaram imagens de uma onda de choque em torno de uma estrela morta - uma descoberta que os deixou intrigados. Segundo todos os mecanismos conhecidos, a pequena estrela morta RXJ0528+2838 não deveria ter este tipo de estrutura em seu redor. A descoberta, tão enigmática quanto impressionante, desafia a nossa compreensão de como as estrelas já mortas interagem com o meio que as rodeia.

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Cientistas observam, pela primeira vez, a região mais interior de um “polar intermédio”

A cerca de 200 anos-luz da Terra, o núcleo de uma estrela morta está, como que numa dança cósmica macabra, a girar à volta de uma estrela maior. A estrela morta é um tipo de anã branca que exerce um poderoso campo magnético à medida que puxa o material da estrela maior para um rodopiante disco de acreção. O par em espiral é o que se chama um "polar intermédio" - um tipo de sistema estelar que emite um padrão complexo de radiação intensa, incluindo raios X, à medida que o gás da estrela maior cai sobre a outra.

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Hubble observa uma anã branca a devorar um pedaço de um objeto semelhante a Plutão

Na nossa vizinhança estelar próxima, uma estrela "queimada" está a petiscar um fragmento de um objeto semelhante a Plutão. Com a sua capacidade única no ultravioleta, só o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA conseguiu identificar que esta refeição está a ter lugar.

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Luz ultravioleta revela as consequências de uma rara colisão de estrelas

Astrónomos obtiveram evidências convincentes de que uma anã branca próxima é, de facto, o remanescente da fusão de duas estrelas - uma descoberta estelar rara revelada através de observações ultravioletas, pelo Telescópio Espacial Hubble, do carbono na atmosfera quente da estrela.

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Alguns pares estelares “explosivos” são formados com a ajuda de uma terceira estrela

Quando as anãs brancas - os remanescentes quentes de estrelas como o nosso Sol - são orbitadas de perto por outra estrela, por vezes roubam massa à sua companheira. A matéria roubada acumula-se na superfície da anã branca, desencadeando erupções chamadas "novas".

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Dupla detonação: nova imagem mostra os remanescentes de uma estrela destruída por um par de explosões

Pela primeira vez, os astrónomos obtiveram evidências visuais de que uma estrela encontrou o seu fim ao detonar duas vezes. Ao estudarem os remanescentes com centenas de anos da supernova SNR 0509-67.5, com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os cientistas encontraram padrões que confirmam que a estrela que lhe deu origem sofreu um par de explosões.

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Astrónomos descobrem um par de estrelas condenadas à nossa porta cósmica

Astrónomos da Universidade de Warwick descobriram um sistema estelar binário compacto, de massa elevada e extremamente raro, a apenas 150 anos-luz de distância. Estas duas estrelas estão em rota de colisão para explodir como uma supernova do Tipo Ia, aparecendo 10 vezes mais brilhante do que a Lua no céu noturno.

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