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  Deteção de nova "exolua" desafia definições cósmicas
24 de julho de 2026

Astrónomos encontraram fortes indícios do que poderá ser a primeira exolua alguma vez detetada. O objeto, com massa pelo menos igual à de Júpiter, orbita uma anã castanha que, por sua vez, orbita uma estrela. Esta configuração invulgar desafia as definições tradicionais de planeta, lua e estrela, podendo obrigar a repensar a classificação destes corpos celestes.
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  O perfil de temperatura da subsuperfície de Io
24 de julho de 2026

A sonda Juno da NASA elaborou o mapa térmico mais detalhado de Io, a lua mais vulcanicamente ativa do Sistema Solar. As medições revelam que o calor interno está distribuído de forma desigual, fornecendo novas pistas sobre a forma como as forças de maré de Júpiter alimentam o intenso vulcanismo deste mundo extremo.
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  Ginástica cósmica: como a nossa Via Láctea sofreu, outrora, uma reviravolta dramática
24 de julho de 2026

Simulações computacionais sugerem que a Via Láctea sofreu uma rotação de mais de 90° há cerca de 10 mil milhões de anos, após uma colisão frontal com a galáxia anã Gaia-Salsicha-Encélado. Esta “cambalhota” galáctica poderá explicar a lenta rotação do halo estelar e revelar um novo capítulo na formação da nossa Galáxia.
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  Detetada a primeira atmosfera num exoplaneta rochoso situado na zona habitável
21 de julho de 2026

Astrónomos detetaram, pela primeira vez, uma atmosfera em torno de um planeta rochoso situado na zona habitável da sua estrela. O exoplaneta LHS 1140 b, a 48 anos-luz da Terra, conserva uma atmosfera rica em hélio, reforçando a possibilidade de existirem mundos semelhantes à Terra capazes de manter condições favoráveis à vida.
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  Estudo revela que um asteroide próximo da Terra é, na verdade, um cometa
21 de julho de 2026

Um estudo da NASA revelou que o objeto próximo da Terra 1998 SH2, tido como um asteroide, é afinal um cometa ativo. A sua trajetória sofre desvios causados pela libertação de gases, o que permitiu aos astrónomos detetar uma ténue cauda recorrendo a potentes telescópios terrestres.
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  Estes exoplanetas próximos são pequenos, estranhos e totalmente inabitáveis
21 de julho de 2026

Os cientistas concluíram que os quatro pequenos planetas que orbitam a Estrela de Barnard são mundos estranhos e inóspitos - têm interiores ricos em períclase, quase sem água, e perderam provavelmente as suas atmosferas devido à intensa radiação da estrela, tornando-os totalmente inabitáveis.
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  Descoberto o planeta mais ténue alguma vez observado a partir da Terra, após mais de 10 anos a "brincar às escondidas"
17 de julho de 2026

Astrónomos descobriram Beta Pictoris d, o exoplaneta mais ténue alguma vez fotografado diretamente a partir da Terra. Com apenas 2,4 massas de Júpiter, esteve escondido durante mais de uma década em imagens de arquivo do Very Large Telescope. A descoberta demonstra o enorme potencial dos arquivos astronómicos para revelar novos mundos.
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  Hubble descobre o primeiro dos buracos negros "desaparecidos" de um enxame globular
17 de julho de 2026

Recorrendo a dados dos telescópios Hubble e James Webb, os astrónomos descobriram o primeiro buraco negro de massa estelar no enxame globular Omega Centauri. O objeto, batizado oMEGACat BH-2, orbita uma estrela visível a cada 94 anos, ajudando a compreender a evolução e formação destes misteriosos corpos celestes.
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Arquivo de notícias
 
  IMAGEM DO MÊS  
  O Remanescente de Supernova da Nebulosa da Sereia
Crédito: aquisição de dados - Sy Ming Wong; processamento - Guangyan Gao; texto - Cecilia Chirenti (Centro de Voos Espaciais Goddard da NASAUMCPCRESST II)
 
     
 
Poderia a Pequena Sereia transformar-se em poeira estelar em vez de espuma do mar? Nesta bela nebulosa, parece que sim. A imagem em destaque mostra a Nebulosa da Sereia, também conhecida como Nebulosa do Peixe Betta, que faz parte do Remanescente de Supernova G296.5+10.0. A cor azul aqui visível tem origem no oxigénio duplamente ionizado (OIII), enquanto o vermelho intenso é emitido pelo gás hidrogénio. Com uma distância estimada em vários milhares de anos-luz de distância e uma idade de cerca de 10.000 anos, esta nebulosa formou-se quando uma estrela massiva explodiu como uma supernova. Deixou para trás um pulsar peculiar, uma jovem estrela de neutrões silenciosa no rádio que gira cerca de duas vezes por segundo. As estrelas brilhantes vistas na imagem não estão associadas à nebulosa. O pulsar pode ser detetado em raios X, mas até ao momento não há uma deteção confirmada no ótico. Como resultado, o próprio pulsar não é visível nesta imagem.
 
     
 
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  O SOL AGORA
(cortesia Solar and Heliospheric Observatory)
 
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