{"id":9355,"date":"2026-10-13T06:37:34","date_gmt":"2026-10-13T05:37:34","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9355"},"modified":"2026-10-13T06:37:35","modified_gmt":"2026-10-13T05:37:35","slug":"webb-mede-a-distancia-ate-a-frb-mais-distante-sugerindo-a-sua-origem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/10\/13\/webb-mede-a-distancia-ate-a-frb-mais-distante-sugerindo-a-sua-origem\/","title":{"rendered":"Webb mede a dist\u00e2ncia at\u00e9 \u00e0 FRB mais distante, sugerindo a sua origem"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2621a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"892\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/c73b3024bfe7-1024x892.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9356\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/c73b3024bfe7-1024x892.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/c73b3024bfe7-300x261.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/c73b3024bfe7-768x669.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/c73b3024bfe7.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA conseguiu detetar a gal\u00e1xia hospedeira da rajada r\u00e1pida de r\u00e1dio denominada FRB 20240304B, cuja localiza\u00e7\u00e3o \u00e9 indicada pela cruz branca. Descobriram que se trata de uma pequena gal\u00e1xia an\u00e3 que est\u00e1 ativamente a formar estrelas. Ver <a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2621d.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a> a imagem sem a inser\u00e7\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, T. Nanayakkara (USYD); processamento de imagem &#8211; J. DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Descobertas pela primeira vez em 2007, as rajadas r\u00e1pidas de r\u00e1dio (FRBs, em ingl\u00eas &#8220;Fast Radio Bursts&#8221;) s\u00e3o enigm\u00e1ticos flashes de emiss\u00e3o de r\u00e1dio, com dura\u00e7\u00e3o de milissegundos, provenientes do Universo distante. A sua origem continua a ser incerta, sobretudo porque a maioria \u00e9 observada apenas uma vez e nunca mais volta a ser vista. Os astr\u00f3nomos, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, identificaram a gal\u00e1xia hospedeira da FRB mais distante observada at\u00e9 \u00e0 data. A sua descoberta tem implica\u00e7\u00f5es quanto ao tipo de evento energ\u00e9tico que cria estes flashes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Que fen\u00f3meno misterioso \u00e9 capaz de criar uma explos\u00e3o de ondas de r\u00e1dio com a dura\u00e7\u00e3o de um mil\u00e9simo de segundo, t\u00e3o poderosa que a conseguimos detetar a milhares de milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia? A origem desses eventos, conhecidos como FRBs, continua a ser incerta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma FRB recentemente descoberta cont\u00e9m uma pista. Sendo a mais distante encontrada at\u00e9 \u00e0 data, a sua gal\u00e1xia hospedeira revelou-se surpreendentemente pequena e jovem. Isto sugere que existe pouco intervalo de tempo entre o momento em que as gal\u00e1xias formam estrelas e o momento em que se tornam capazes de gerar FRBs. Tal indica que as FRBs s\u00e3o provavelmente causadas por jovens estrelas de neutr\u00f5es conhecidas como magnetares. Apenas o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb foi capaz de detetar e caracterizar a gal\u00e1xia hospedeira, determinando tanto a sua dist\u00e2ncia como o seu tamanho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que torna as rajadas r\u00e1pidas de r\u00e1dio interessantes \u00e9 o facto de n\u00e3o sabermos o que as gera. Temos teorias sobre quais os objetos que as produzem, mas n\u00e3o temos provas conclusivas&#8221;, afirmou Manisha Caleb, da Universidade de Sydney, na Austr\u00e1lia, autora principal do estudo publicado na revista Science.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa do MeerTRAP (Meer [more] TRAnsients and Pulsars) utilizou o telesc\u00f3pio MeerKAT para detetar a rajada a 4 de mar\u00e7o de 2024, o que levou \u00e0 sua designa\u00e7\u00e3o como FRB 20240304B. Os dados de r\u00e1dio desta explos\u00e3o sugeriram que se tratava de um fen\u00f3meno extremamente distante, possivelmente o mais distante observado at\u00e9 \u00e0 data. Para confirmar essa dist\u00e2ncia, por\u00e9m, os astr\u00f3nomos precisariam de estudar a sua gal\u00e1xia hospedeira. Embora soubessem a localiza\u00e7\u00e3o da FRB com grande precis\u00e3o, os maiores telesc\u00f3pios terrestres do mundo n\u00e3o conseguiam observar qualquer gal\u00e1xia naquele ponto do c\u00e9u. Consequentemente, a equipa recorreu ao telesc\u00f3pio Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb detetou uma gal\u00e1xia na localiza\u00e7\u00e3o correta, e o seu instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) forneceu uma medi\u00e7\u00e3o precisa do desvio para o vermelho da gal\u00e1xia: 2,148, correspondendo a um momento apenas 3 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. A grande maioria das FRBs detetadas at\u00e9 \u00e0 data ocorreu milhares de milh\u00f5es de anos mais tarde na hist\u00f3ria c\u00f3smica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa descobriu que a gal\u00e1xia hospedeira da FRB 20240304B n\u00e3o era t\u00edpica das outras gal\u00e1xias com FRBs. A maioria das gal\u00e1xias com FRBs s\u00e3o gal\u00e1xias massivas com forma\u00e7\u00e3o estelar, mas a gal\u00e1xia que encontraram tinha uma massa 1000 vezes inferior \u00e0 esperada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pens\u00e1vamos que seria uma gal\u00e1xia grande e bem formada, com muitas estrelas, mas, em vez disso, era uma pequena gal\u00e1xia an\u00e3, embora estivesse ativamente a formar estrelas&#8221;, afirmou Caleb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A hospedeira destaca-se em toda a amostra de gal\u00e1xias de que dispomos. E n\u00e3o era, de forma alguma, o que esper\u00e1vamos&#8221;, afirmou Ben Stappers, da Universidade de Manchester, no Reino Unido, um dos coautores do artigo cient\u00edfico. &#8220;Esta combina\u00e7\u00e3o entre o projeto MeerTRAP, no telesc\u00f3pio MeerKAT, para descobrir e localizar estas explos\u00f5es distantes, e o Webb para estudar as suas gal\u00e1xias hospedeiras, \u00e9 muito empolgante&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2621b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/f8b025ae0baf.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os astr\u00f3nomos, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, conseguiram estudar a gal\u00e1xia hospedeira da rajada r\u00e1pida de r\u00e1dio (FRB) mais distante conhecida. Ao detetarem a luz emitida pelo oxig\u00e9nio e pelo azoto, conseguiram determinar o desvio para o vermelho cosmol\u00f3gico da gal\u00e1xia, confirmando assim que a FRB ocorreu apenas 3 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, J. Olmsted (STScI); ci\u00eancia &#8211; M. Caleb (SIfA)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gal\u00e1xia existia no auge do &#8220;meio-dia c\u00f3smico&#8221; &#8211; um per\u00edodo na hist\u00f3ria do Universo em que a forma\u00e7\u00e3o estelar estava no seu pico. O ritmo de forma\u00e7\u00e3o estelar da gal\u00e1xia sugeria que a maioria das suas estrelas se poderia ter formado em apenas 30 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto tem implica\u00e7\u00f5es importantes para a origem das rajadas r\u00e1pidas de r\u00e1dio. Uma teoria sugere que as FRBs podem ter origem na fus\u00e3o de duas estrelas de neutr\u00f5es. No entanto, espera-se que o processo em que estrelas de neutr\u00f5es se aproximam gradualmente at\u00e9 colidirem demore milhares de milh\u00f5es de anos. Consequentemente, seria de esperar que as FRBs estivessem associadas a gal\u00e1xias mais antigas, contendo popula\u00e7\u00f5es estelares mais evolu\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma segunda teoria prop\u00f5e que uma FRB possa ter origem numa \u00fanica estrela de neutr\u00f5es jovem e altamente magn\u00e9tica, conhecida como magnetar, atrav\u00e9s de um mecanismo semelhante aos &#8220;sismos estelares&#8221;. Nesse caso, assim que uma estrela massiva explodir como supernova e deixar para tr\u00e1s um magnetar, uma FRB poder\u00e1 ocorrer de forma relativamente r\u00e1pida, sem grande atraso. Como resultado, seria de esperar que as FRBs fossem tamb\u00e9m encontradas em gal\u00e1xias mais jovens, como a que acolhe FRB 20240304B.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso trabalho sugere que \u00e9 muito improv\u00e1vel que esta FRB tenha sido produzida por uma fus\u00e3o&#8221;, afirmou Caleb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os nossos resultados demonstram ainda a incr\u00edvel capacidade do Webb, que nos permite ultrapassar os limites do que era anteriormente poss\u00edvel&#8221;, afirmou o coautor Themiya Nanayakkara, da Universidade de Sydney, na Austr\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de ser um recorde, a nova FRB permitiu \u00e0 equipa aprender mais sobre os milhares de milh\u00f5es de anos-luz de espa\u00e7o aparentemente vazio entre a explos\u00e3o e a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Uma rajada r\u00e1pida de r\u00e1dio \u00e9 quase como uma lanterna c\u00f3smica. Ilumina tudo ao longo do seu percurso. Transporta uma marca de tudo aquilo por onde passa, pelo que \u00e9 poss\u00edvel utiliz\u00e1-la para rastrear a &#8216;teia c\u00f3smica&#8217; &#8211; a mat\u00e9ria e as estruturas, de outra forma invis\u00edveis, que encontra pelo caminho&#8221;, afirmou o coautor J. Xavier Prochaska, da Universidade da Calif\u00f3rnia, em Santa Cruz, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa encontrou a marca de duas estruturas c\u00f3smicas no sinal da FRB &#8211; um enxame de gal\u00e1xias at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido com um desvio para o vermelho de 0,3 (a cerca de 3,5 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra) e o vizinho Enxame de Virgem, que se situa a cerca de 54 milh\u00f5es de anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No futuro, a equipa est\u00e1 entusiasmada com a possibilidade de descobrir FRBs mais distantes. Estima-se que o telesc\u00f3pio MeerKAT possa ser capaz de detetar e localizar v\u00e1rias FRBs por ano com um desvio para o vermelho superior a 1,0, o que significa que existiam a mais de metade do caminho at\u00e9 ao in\u00edcio do Universo. \u00c0 medida que outras novas instala\u00e7\u00f5es e instrumentos radiotelesc\u00f3picos forem entrando em funcionamento, esse ritmo de descobertas poder\u00e1 aumentar. O Telesc\u00f3pio Webb ser\u00e1 essencial para caracterizar essas distantes gal\u00e1xias hospedeiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2621\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/webb-measures-distance-to-farthest-fast-radio-burst-suggesting-origin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.manchester.ac.uk\/about\/news\/uk-astronomers-help-reveal-host-galaxy-of-most-distant-fast-radio-burst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Universidade de Manchester (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.ucsc.edu\/2026\/10\/jwst-farthest-frb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Cruz (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/observatoiredeparis.psl.eu\/identification-of-the-host.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio de Paris (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sarao.ac.za\/news\/south-africas-meerkat-combines-with-nasas-webb-to-pinpoint-the-most-distant-cosmic-fast-radio-burst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ SARAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.adz2675\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2508.01648\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FRB (Fast Radio Burst, em portugu\u00eas &#8220;rajada r\u00e1pida de r\u00e1dio&#8221;):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Fast_radio_burst\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Magnetar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetar\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MeerKAT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sarao.ac.za\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">SARAO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MeerKAT\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio James Webb permitiu identificar a gal\u00e1xia que acolhe a mais distante rajada r\u00e1pida de r\u00e1dio conhecida, ocorrida apenas 3 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. A gal\u00e1xia \u00e9 uma an\u00e3, mil vezes menos massiva do que o esperado, e a sua juventude sugere que estas emiss\u00f5es poder\u00e3o ter origem em estrelas de neutr\u00f5es altamente magnetizadas, conhecidas como magnetares.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9356,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1],"tags":[313,573,2186,387,282,638],"class_list":["post-9355","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-estrelas-de-neutroes","tag-frb","tag-frb-20240304b","tag-jwst","tag-magnetares","tag-meerkat"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9355","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9355"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9355\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9357,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9355\/revisions\/9357"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9356"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9355"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9355"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9355"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}