{"id":9352,"date":"2026-10-09T06:37:48","date_gmt":"2026-10-09T05:37:48","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9352"},"modified":"2026-10-09T06:37:48","modified_gmt":"2026-10-09T05:37:48","slug":"hubble-encontra-pistas-de-um-planeta-de-segunda-geracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/10\/09\/hubble-encontra-pistas-de-um-planeta-de-segunda-geracao\/","title":{"rendered":"Hubble encontra pistas de um planeta de segunda gera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2613a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/fc993b8b5ac7-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9353\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/fc993b8b5ac7-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/fc993b8b5ac7-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/fc993b8b5ac7-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/fc993b8b5ac7.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o apresenta uma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para as abund\u00e2ncias qu\u00edmicas invulgares que o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA detetou no sistema HS 0209+0832: um planeta de segunda gera\u00e7\u00e3o em \u00f3rbita de uma an\u00e3 branca.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma investiga\u00e7\u00e3o meticulosa levada a cabo por astr\u00f3nomos resolveu um caso em aberto no arquivo de dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA. Num estudo publicado na passada segunda-feira na revista Nature Astronomy, os investigadores relatam ter descoberto uma pista qu\u00edmica surpreendente que indica que a an\u00e3 branca HS 0209+0832 poder\u00e1 albergar um planeta de segunda gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s brancas s\u00e3o os n\u00facleos remanescentes de estrelas de baixa massa que esgotaram todo o seu combust\u00edvel nuclear e que perderam a sua camada exterior de g\u00e1s e poeira para o espa\u00e7o. Um planeta de segunda gera\u00e7\u00e3o \u00e9 um mundo que se forma em torno do remanescente estelar a partir do material que este expeliu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Em vez de a fase de an\u00e3 branca ser uma esp\u00e9cie de ep\u00edlogo na hist\u00f3ria de uma estrela e dos seus planetas, esta investiga\u00e7\u00e3o aponta para que os sistemas que conhecemos sejam apenas o primeiro cap\u00edtulo de uma hist\u00f3ria potencialmente muito mais longa, com o aparecimento de algumas novas personagens. \u00c9 uma perspetiva realmente empolgante a explorar&#8221;, afirmou Jamie Williams, astr\u00f3nomo e autor principal, doutorando na Universidade de Warwick, no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Terra e os outros planetas do nosso Sistema Solar s\u00e3o planetas de primeira gera\u00e7\u00e3o, que se formam a partir do material remanescente do nascimento de uma estrela.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/hubble\/releases\/2026\/10\/STScI-01M3CHMXXDAPRY7D9RW017N188.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/fa313e942280.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica, n\u00e3o \u00e0 escala, imagina a evolu\u00e7\u00e3o de uma estrela semelhante ao Sol (1) para uma gigante vermelha em fase de envelhecimento (2) e, posteriormente, para uma pequena e brilhante an\u00e3 branca rodeada por um disco formado pelas suas camadas exteriores expelidas (3), a partir do qual se forma um planeta de segunda gera\u00e7\u00e3o (4).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que o Hubble nos est\u00e1 a mostrar neste sistema de an\u00e3 branca \u00e9 algo que nunca t\u00ednhamos visto antes: uma elevada abund\u00e2ncia do elemento ni\u00f3bio, cuja assinatura qu\u00edmica me era desconhecida quando a encontrei pela primeira vez nos dados de arquivo&#8221;, afirmou Williams.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o Hubble observou a estrela pela primeira vez, em 1999, os dados continham cerca de 100 caracter\u00edsticas qu\u00edmicas que n\u00e3o puderam ser identificadas. Williams voltou a esses registos, munido de uma base de dados qu\u00edmica atualizada, e descobriu que o ni\u00f3bio correspondia a muitas dessas caracter\u00edsticas misteriosas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Williams explicou que, embora o ni\u00f3bio exista no nosso Sistema Solar e tenha m\u00faltiplas utiliza\u00e7\u00f5es na Terra, incluindo em joalharia e em dispositivos de imagiologia m\u00e9dica, a quantidade que o Hubble encontrou no sistema HS 0209+0832 aponta para um planeta que se esteja a formar n\u00e3o a partir do nascimento de uma estrela, mas a partir do material ejetado quando esta morre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O ni\u00f3bio e outros elementos mais pesados que o ferro s\u00e3o astronomicamente especiais porque, ao contr\u00e1rio de muitos elementos comuns, n\u00e3o s\u00e3o formados nos n\u00facleos das estrelas por fus\u00e3o termonuclear&#8221;, afirmou Nicholas Stone, astrof\u00edsico te\u00f3rico da Universidade de Wisconsin-Madison e membro da equipa de investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Em vez disso, estes elementos pesados s\u00f3 podem ser sintetizados nas condi\u00e7\u00f5es ex\u00f3ticas que surgem brevemente no interior de estrelas moribundas. A presen\u00e7a de ni\u00f3bio \u00e9 um ind\u00edcio destas agonias da &#8216;morte&#8217; e da expuls\u00e3o das &#8216;entranhas&#8217; da estrela moribunda para o espa\u00e7o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa teoriza que, depois de a estrela ter ejetado este material quimicamente enriquecido, parte dele coalesceu, dando origem a um planeta gigante gasoso. O restante material ejetado dispersou-se h\u00e1 muito tempo, mas o planeta permanece.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando o Jamie me perguntou sobre o ni\u00f3bio em rela\u00e7\u00e3o a este estudo, fiquei verdadeiramente pasmado, pois esse elemento n\u00e3o tinha sido detetado em nenhuma outra an\u00e3 branca analisada at\u00e9 \u00e0 data. Assim que percebemos que ele estava l\u00e1, tudo fez sentido&#8221;, afirmou o astr\u00f3nomo e coautor do estudo Boris Gaensicke, tamb\u00e9m da Universidade de Warwick.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/hubble\/releases\/2026\/10\/STScI-01M3CDRP9BQC6RAB1BYK903W93.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/ade0e54d7d60.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O espetro captado pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA revela a abund\u00e2ncia invulgar de certos elementos detetados no sistema HS 0209+0832. As quedas indicam os pontos em que o ni\u00f3bio, o n\u00edquel e o c\u00e1lcio est\u00e3o a absorver luz, pelo que chegou menos luz dessa parte do espetro ao Hubble.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o confirmou as observa\u00e7\u00f5es do Hubble com dados da miss\u00e3o FUSE (Far Ultraviolet Spectroscopic Explorer) da NASA, j\u00e1 desativada, que tamb\u00e9m revelou fortes ind\u00edcios de ni\u00f3bio no sistema HS 0209+0832.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA tamb\u00e9m observou a an\u00e3 branca durante quatro meses, o que lhe permitiu detetar varia\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas de brilho que indicam que um planeta orbita a uma dist\u00e2ncia de cerca de 6 milh\u00f5es de quil\u00f3metros, muito mais perto do que Merc\u00fario orbita o Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o estima que o planeta candidato seja um gigante gasoso com aproximadamente o tamanho de J\u00fapiter, que est\u00e1 a perder atmosfera rapidamente. Como a an\u00e3 branca \u00e9 relativamente nova, ainda est\u00e1 muito quente e provavelmente est\u00e1 a bombardear este planeta com energia que arranca o seu material exterior. Isto poder\u00e1 fazer com que o planeta tenha uma cauda de material semelhante \u00e0 de um cometa, que formaria um disco em torno da an\u00e3 branca e cairia de volta \u00e0 sua superf\u00edcie, levando o Hubble a detetar o ni\u00f3bio ao estudar a estrela. Apesar desta perda de massa, Williams afirmou que o planeta provavelmente n\u00e3o \u00e9 um sinal passageiro no radar c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se o planeta de segunda gera\u00e7\u00e3o existir, penso que \u00e9 prov\u00e1vel que sobreviva. Eventualmente, a an\u00e3 branca arrefecer\u00e1 e passar\u00e1 a manter uma temperatura constante, com o planeta na sua zona habit\u00e1vel est\u00e1vel durante milh\u00f5es de anos&#8221;, afirmou Williams.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Williams acrescentou que ainda h\u00e1 muito trabalho a fazer para compreender este tipo de sistemas &#8211; como se formam os planetas de segunda gera\u00e7\u00e3o, qu\u00e3o comuns ou raros s\u00e3o e como evoluem em \u00f3rbita em torno de uma estrela &#8220;morta&#8221;. Ele vai utilizar o Hubble para explorar estas quest\u00f5es durante os pr\u00f3ximos anos, na esperan\u00e7a de reunir dados e estat\u00edsticas substanciais sobre estes novos tipos de corpos celestes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Penso que esta investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 um exemplo importante do facto de que a descoberta cient\u00edfica n\u00e3o \u00e9 um caminho linear&#8221;, afirmou Gaensicke. &#8220;Muitas vezes, \u00e9 necess\u00e1rio aquele momento m\u00e1gico em que as pessoas discutem as grandes quest\u00f5es que lhes ocupam a mente para perceberem que, juntas, podem encontrar respostas inesperadas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Dying Star Creates Brand New Planet\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6MfKBeIN3Ic?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/suspected-second-generation-planet-solves-nasa-hubble-cold-case\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2613\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/news\/pressreleases\/the-phoenix-planet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Universidade de Warwick (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-026-02983-7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HS 0209+0832 b:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/voparis-exoplanet-new.obspm.fr\/catalog\/hs_0209_0832_b--10865\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3 branca:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/science\/objects\/dwarfs2.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><br>Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FUSE (Far Ultraviolet Spectroscopic Explorer):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/fuse\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/fuse.pha.jhu.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade Johns Hopkins<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Far_Ultraviolet_Spectroscopic_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados de arquivo do Hubble revelaram ind\u00edcios de um poss\u00edvel planeta de segunda gera\u00e7\u00e3o no sistema da an\u00e3 branca HS 0209+0832. A elevada abund\u00e2ncia de ni\u00f3bio sugere que o planeta se formou a partir de material expelido pela estrela durante a sua morte, em vez de ter nascido com ela, oferecendo pistas sobre uma poss\u00edvel segunda gera\u00e7\u00e3o de sistemas planet\u00e1rios.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9353,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[310,147,1360,2185,150,309],"class_list":["post-9352","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-anas-brancas","tag-exoplaneta","tag-fuse","tag-hs-02090832-b","tag-hubble","tag-tess"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9352","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9352"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9352\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9354,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9352\/revisions\/9354"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9353"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9352"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9352"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9352"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}