{"id":9333,"date":"2026-10-02T06:28:34","date_gmt":"2026-10-02T05:28:34","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9333"},"modified":"2026-10-02T06:28:35","modified_gmt":"2026-10-02T05:28:35","slug":"mmx-a-missao-que-vai-trazer-para-a-terra-pedacos-de-uma-lua-de-marte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/10\/02\/mmx-a-missao-que-vai-trazer-para-a-terra-pedacos-de-uma-lua-de-marte\/","title":{"rendered":"MMX: a miss\u00e3o que vai trazer para a Terra peda\u00e7os de uma lua de Marte"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/s3-ap-northeast-1.amazonaws.com\/jaxa-jda\/http_root\/photo\/P100015590\/3f3b24e52ceeb0da0bb1cd11a018eefa.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/ea9d6c05e11d-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9335\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/ea9d6c05e11d-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/ea9d6c05e11d-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/ea9d6c05e11d-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/ea9d6c05e11d-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/ea9d6c05e11d.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o da aproxima\u00e7\u00e3o da nave espacial MMX ao sistema de Marte.<br>Cr\u00e9dito: JAXA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentro de poucas semanas, partir\u00e1 da Terra uma sonda japonesa com um destino pouco habitual: n\u00e3o Marte, mas uma das suas pequenas luas. A miss\u00e3o MMX (Martian Moons eXploration), liderada pela JAXA (Japan Aerospace Exploration Agency), pretende estudar de perto as duas luas marcianas, aterrar em Fobos e, pela primeira vez, recolher material para o trazer de volta \u00e0 Terra. O lan\u00e7amento est\u00e1 atualmente previsto para 19 de outubro de 2026 \u00e0s 20:41 (hora portuguesa), a bordo de um foguet\u00e3o H3, a partir do Centro Espacial de Tanegashima, no Jap\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 invulgar dedicar uma miss\u00e3o t\u00e3o ambiciosa a dois corpos com apenas alguns quil\u00f3metros de di\u00e2metro, tendo um muito maior &#8220;logo ali ao lado&#8221;. Mas as luas Fobos e Deimos escondem uma quest\u00e3o que h\u00e1 d\u00e9cadas intriga os cientistas: qual a origem dos sat\u00e9lites naturais de Marte?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das possibilidades \u00e9 que sejam remanescentes de material produzido por uma enorme colis\u00e3o ocorrida quando Marte ainda estava a formar-se. Neste cen\u00e1rio, o impacto de outro corpo com o Planeta Vermelho teria lan\u00e7ado material para o espa\u00e7o, que posteriormente se agregou e deu origem \u00e0s duas luas. Outra hip\u00f3tese \u00e9 que Fobos e Deimos sejam, na realidade, asteroides formados noutra regi\u00e3o do Sistema Solar e posteriormente capturados pela gravidade de Marte. Determinar qual destas duas possibilidades \u00e9 a correta permite compreender melhor n\u00e3o s\u00f3 a hist\u00f3ria de Marte, mas tamb\u00e9m os processos que contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o dos planetas do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 precisamente aqui que entra a MMX. A miss\u00e3o foi desenvolvida pela JAXA, aproveitando a experi\u00eancia adquirida pelas miss\u00f5es Hayabusa e Hayabusa2, que pousaram em pequenos corpos do Sistema Solar e trouxeram amostras para a Terra. Mas, desta vez, o desafio \u00e9 consideravelmente maior: a sonda ter\u00e1 de viajar at\u00e9 ao sistema marciano, operar nas proximidades de Fobos, pousar na sua superf\u00edcie, recolher amostras e fazer depois o caminho de regresso. O projeto envolve ainda importantes parceiros internacionais: a NASA, o CNES (Centre National d&#8217;\u00c9tudes Spatiales), o DLR (Deutsches Zentrum f\u00fcr Luft- und Raumfahrt, o Centro Aeroespacial Alem\u00e3o) e a ESA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A colabora\u00e7\u00e3o internacional est\u00e1 presente em v\u00e1rias partes da miss\u00e3o. A NASA fornece, entre outros elementos, o instrumento MEGANE (Mars-moon Exploration with GAmma rays and NEutrons), destinado a determinar a composi\u00e7\u00e3o elementar de Fobos, e o sistema pneum\u00e1tico de recolha de amostras P-Sampler. O CNES participa no desenvolvimento do espetr\u00f3metro infravermelho MIRS (MMX InfraRed Spectrometer) e, juntamente com o DLR, desenvolve o pequeno rover Idefix. A ESA contribui para o sistema de comunica\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o profundo e para o apoio atrav\u00e9s da sua rede de esta\u00e7\u00f5es terrestres Estrack.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"MMX mission \u2013 The journey to the Martian moon Phobos\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-a0e8AKOWg0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vez lan\u00e7ada, a MMX dever\u00e1 passar aproximadamente um ano em viagem at\u00e9 ao sistema de Marte, chegando em 2027. A sonda come\u00e7ar\u00e1 ent\u00e3o uma fase de observa\u00e7\u00e3o detalhada de Fobos. Em vez de simplesmente orbitar a lua como um sat\u00e9lite convencional, utilizar\u00e1 uma chamada \u00f3rbita quasi-sat\u00e9lite, concebida para permitir opera\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas e controladas em torno de Fobos. Esta fase ser\u00e1 fundamental para conhecer o terreno e determinar exatamente onde dever\u00e1 ser recolhida a amostra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os instrumentos cient\u00edficos da MMX permitir\u00e3o estudar n\u00e3o apenas a forma e a superf\u00edcie das luas, mas tamb\u00e9m a sua composi\u00e7\u00e3o, estrutura interna, gravidade e ambiente espacial. C\u00e2maras como a TENGOO (TElescopic Nadir imager for GeOmOrphology) e a OROCHI (Optical RadiOmeter composed of CHromatic Imagers) v\u00e3o observar a superf\u00edcie com diferentes n\u00edveis de detalhe e em v\u00e1rios comprimentos de onda. O instrumento LIDAR (Light Detection and Ranging) utilizar\u00e1 um laser para medir a topografia, enquanto o MIRS observar\u00e1 no infravermelho pr\u00f3ximo, procurando, entre outros elementos, minerais hidratados, subst\u00e2ncias relacionadas com \u00e1gua e poss\u00edveis materiais org\u00e2nicos. O MEGANE, por sua vez, analisar\u00e1 os raios gama e neutr\u00f5es produzidos na superf\u00edcie de Fobos para determinar a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas observa\u00e7\u00f5es s\u00e3o particularmente importantes porque Fobos n\u00e3o parece ser um corpo completamente uniforme. Diferentes regi\u00f5es da sua superf\u00edcie apresentam caracter\u00edsticas distintas, pelo que a escolha do local de amostragem ter\u00e1 de ser feita com grande cuidado. Os instrumentos da sonda ser\u00e3o utilizados para identificar uma regi\u00e3o que seja simultaneamente cientificamente interessante e suficientemente segura para a aproxima\u00e7\u00e3o e recolha do material.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes da pr\u00f3pria MMX tentar pousar, entrar\u00e1 em a\u00e7\u00e3o o Idefix, um rover de apenas cerca de 25 quilogramas desenvolvido pelo CNES e pelo DLR. A gravidade de Fobos \u00e9 t\u00e3o baixa que, na superf\u00edcie da lua, o ve\u00edculo ter\u00e1 um peso equivalente a apenas cerca de 15 gramas na Terra. O Idefix foi concebido precisamente para funcionar nessas condi\u00e7\u00f5es extremas, deslocando-se sobre quatro rodas e estudando as propriedades f\u00edsicas do reg\u00f3lito. Os seus resultados dever\u00e3o ajudar a caracterizar o terreno e a reduzir os riscos associados \u00e0 aterragem da sonda e \u00e0 recolha das amostras.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.dlr.de\/en\/research-and-transfer\/projects-and-missions\/mmx\/artists-impression-of-the-mmx-rover\/@@images\/image-1920-47710395ac8025c2873d9b20bc647f33.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/060266103372.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem art\u00edstica do rover da miss\u00e3o MMX, o Idefix. no seu destino. Depois de ter sido libertado pela nave-m\u00e3e (ao fundo) e de ter ca\u00eddo na superf\u00edcie de Fobos, o rover Idefix endireitou-se e ligou-se. Agora est\u00e1 pronto para explorar a lua marciana.<br>Cr\u00e9dito: DLR<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Chegar\u00e1 ent\u00e3o o momento central da miss\u00e3o: recolher material de Fobos. A MMX ter\u00e1 dois sistemas de amostragem. O C-Sampler foi concebido para penetrar cerca de dois cent\u00edmetros no solo e recolher material \u00e0 subsuperf\u00edcie, enquanto o P-Sampler utiliza g\u00e1s pressurizado para levantar part\u00edculas da superf\u00edcie. A combina\u00e7\u00e3o dos dois m\u00e9todos dever\u00e1 permitir a recupera\u00e7\u00e3o duma amostra representativa, com uma massa prevista de mais de 10 gramas. Depois de recolhido, o material ser\u00e1 cuidadosamente acondicionado numa c\u00e1psula de retorno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A explora\u00e7\u00e3o do sistema marciano dever\u00e1 prolongar-se entre 2027 e 2030. Durante este per\u00edodo, a MMX n\u00e3o ficar\u00e1 limitada a Fobos: depois das opera\u00e7\u00f5es junto da lua maior e da recolha das amostras, a sonda realizar\u00e1 observa\u00e7\u00f5es de Deimos, o mais distante e menos estudado dos dois sat\u00e9lites. A miss\u00e3o permitir\u00e1 assim comparar diretamente os dois corpos e investigar a evolu\u00e7\u00e3o conjunta do sistema de Marte. Ao mesmo tempo, ser\u00e3o estudados a atmosfera de Marte e o ambiente espacial pr\u00f3ximo do planeta, com o objetivo de compreender melhor processos relacionados com a evolu\u00e7\u00e3o e perda da atmosfera marciana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2030, conclu\u00edda a fase de explora\u00e7\u00e3o, a MMX dever\u00e1 abandonar o sistema de Marte e iniciar a viagem de regresso \u00e0 Terra. Essa viagem demorar\u00e1 aproximadamente um ano. Em 2031, a c\u00e1psula contendo as amostras ser\u00e1 libertada da sonda e entrar\u00e1 na atmosfera terrestre. A c\u00e1psula dever\u00e1 ser recuperada na Austr\u00e1lia e posteriormente transportada para o Jap\u00e3o, onde as amostras ser\u00e3o extra\u00eddas e preparadas para estudo em laborat\u00f3rios especializados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O verdadeiro valor da MMX estar\u00e1 precisamente nesse regresso. Observa\u00e7\u00f5es \u00e0 dist\u00e2ncia podem revelar a composi\u00e7\u00e3o de uma superf\u00edcie, mas uma amostra permite fazer an\u00e1lises muito mais precisas e utilizar instrumentos demasiado grandes ou sofisticados para serem enviados numa miss\u00e3o espacial. Ao estudar diretamente amostras de Fobos, os investigadores poder\u00e3o procurar a assinatura qu\u00edmica e mineral\u00f3gica que permita determinar a origem da lua &#8211; e, com ela, obter novas pistas sobre a pr\u00f3pria forma\u00e7\u00e3o de Marte e dos planetas do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas a miss\u00e3o ter\u00e1 tamb\u00e9m uma dimens\u00e3o tecnol\u00f3gica. A JAXA pretende demonstrar t\u00e9cnicas para realizar viagens de ida e volta \u00e0 regi\u00e3o de Marte, alcan\u00e7ar e operar na superf\u00edcie de uma pequena lua e efetuar recolhas de amostras em condi\u00e7\u00f5es de gravidade extremamente reduzida. Estas capacidades poder\u00e3o ser importantes para futuras miss\u00f5es rob\u00f3ticas de explora\u00e7\u00e3o do Sistema Solar e, a mais longo prazo, para a prepara\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es humanas no espa\u00e7o profundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, quando a MMX partir rumo \u00e0s duas pequenas luas de Marte, estar\u00e1 a tentar responder a uma pergunta muito antiga com uma estrat\u00e9gia bastante simples na sua ess\u00eancia: ir at\u00e9 l\u00e1, observar, recolher e trazer para casa. Se tudo correr como planeado, em 2031 os cientistas ter\u00e3o finalmente nas m\u00e3os os primeiros fragmentos de um corpo proveniente do sistema de Marte &#8211; e talvez, nesses poucos gramas de material, estejam escondidas algumas das respostas acerca da origem das luas do Planeta Vermelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.dlr.de\/en\/latest\/news\/2026\/off-to-the-moons-of-mars-mmx-mission-and-idefix-rover-ready-for-launch\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ DLR (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MMX (Martian Moons eXploration):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.mmx.jaxa.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">JAXA<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/mmx\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.dlr.de\/en\/research-and-transfer\/projects-and-missions\/mmx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">DLR<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/MMX_factsheet\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/jaxa.jp\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/x.com\/mmx_jaxa_jp\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rede social X<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/mmx_jaxa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Martian_Moons_Exploration\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Idefix_(rover)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rover Idefix (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fobos:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mars\/moons\/phobos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Phobos_%28moon%29\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Deimos:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mars\/moons\/deimos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Deimos_(moon)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marte:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_(planet)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/nineplanets.org\/mars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Nine Planets<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A miss\u00e3o MMX da JAXA est\u00e1 pronta para ser lan\u00e7ada rumo a Marte no dia 19 de outubro de 2026. Transportando tamb\u00e9m o rover Idefix, a sonda aterrar\u00e1 em Fobos em 2029 para recolher as primeiras amostras do sistema marciano, prometendo esclarecer a misteriosa origem destas luas.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9335,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,16],"tags":[417,251,4,724,2181],"class_list":["post-9333","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-deimos","tag-fobos","tag-marte","tag-mmx","tag-rover-idefix"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9333","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9333"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9333\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9336,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9333\/revisions\/9336"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9335"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9333"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9333"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9333"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}