{"id":9317,"date":"2026-09-29T06:34:46","date_gmt":"2026-09-29T05:34:46","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9317"},"modified":"2026-09-29T06:34:49","modified_gmt":"2026-09-29T05:34:49","slug":"telescopio-webb-descobre-que-as-primeiras-galaxias-ja-estavam-a-espalhar-elementos-pesados-pelo-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/09\/29\/telescopio-webb-descobre-que-as-primeiras-galaxias-ja-estavam-a-espalhar-elementos-pesados-pelo-universo\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Webb descobre que as primeiras gal\u00e1xias j\u00e1 estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ed47a85d6b78.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ed47a85d6b78-1024x640.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9318\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ed47a85d6b78-1024x640.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ed47a85d6b78-300x188.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ed47a85d6b78-768x480.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ed47a85d6b78.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Visualiza\u00e7\u00e3o art\u00edstica de uma gal\u00e1xia primitiva e do ambiente gasoso que a rodeia. As estruturas alaranjadas representam g\u00e1s enriquecido em metais que est\u00e1 a ser expelido da gal\u00e1xia, ilustrando como as gal\u00e1xias jovens come\u00e7aram a dispersar elementos pesados para os seus arredores nos primeiros 500 milh\u00f5es de anos do Universo. A visualiza\u00e7\u00e3o baseia-se em dados da simula\u00e7\u00e3o cosmol\u00f3gica FIRE-2, dispon\u00edveis ao p\u00fablico, e n\u00e3o \u00e9 uma imagem direta obtida por telesc\u00f3pio.<br>Cr\u00e9dito: Yongda Zhu<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o Universo ainda estava na sua inf\u00e2ncia &#8211; apenas 500 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, ou cerca de 3% da sua idade atual -, algumas das primeiras estrelas e gal\u00e1xias j\u00e1 se tinham formado. H\u00e1 muito que os astr\u00f3nomos previam que grande parte do g\u00e1s que rodeava estas jovens gal\u00e1xias devia ter permanecido bastante puro, composto principalmente por hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, os ingredientes primordiais dispon\u00edveis no cosmos rec\u00e9m-nascido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com um estudo publicado por astr\u00f3nomos da Universidade do Arizona na revista Nature Astronomy, este quadro provavelmente n\u00e3o est\u00e1 correto. Em vez disso, as gal\u00e1xias j\u00e1 estavam a espalhar elementos pesados, como o oxig\u00e9nio e o carbono, pelo cosmos muito mais cedo do que os astr\u00f3nomos esperavam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Observ\u00e1mos que os elementos pesados escaparam das gal\u00e1xias muito, muito cedo no tempo c\u00f3smico&#8221;, afirmou Yongda Zhu, primeiro autor do artigo cient\u00edfico e investigador p\u00f3s-doc no Departamento de Astronomia e no Observat\u00f3rio Steward da Universidade do Arizona. &#8220;As gal\u00e1xias n\u00e3o s\u00f3 estavam a produzir estes elementos, como tamb\u00e9m os estavam a dispersar, possivelmente semeando outras gal\u00e1xias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como o Universo obteve os seus elementos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No in\u00edcio do Universo, o cosmos quase n\u00e3o continha nada al\u00e9m de hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, os dois elementos mais simples que ocupam o topo da tabela peri\u00f3dica. Com o tempo, a gravidade atraiu nuvens destes elementos simples, formando estrelas, onde as imensas press\u00f5es e temperaturas no seu interior permitiram que a fus\u00e3o nuclear e outras rea\u00e7\u00f5es criassem elementos mais complexos e pesados, como o carbono e o oxig\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando as estrelas se esgotavam ou terminavam a sua vida como supernovas, lan\u00e7avam esses elementos pesados para o espa\u00e7o, onde se tornavam os blocos de constru\u00e7\u00e3o para futuras gera\u00e7\u00f5es de estrelas, planetas e, em \u00faltima an\u00e1lise, vida. At\u00e9 mesmo o carbono nos nossos corpos e o oxig\u00e9nio que respiramos foram forjados em gera\u00e7\u00f5es anteriores de estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, at\u00e9 agora, n\u00e3o era claro como e quando os elementos mais pesados eram transportados das primeiras gal\u00e1xias para o Universo circundante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um olhar sobre as primeiras gal\u00e1xias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o de Zhu centrou-se em tr\u00eas gal\u00e1xias primitivas cuja luz viajou durante mais de 13 mil milh\u00f5es de anos, mostrando-as tal como eram cerca de 500 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, durante um per\u00edodo c\u00f3smico conhecido como \u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o. Naquela altura, as primeiras gera\u00e7\u00f5es de estrelas e gal\u00e1xias estavam a transformar o Universo primitivo ao ionizar o g\u00e1s hidrog\u00e9nio entre elas. Este processo, durante o qual os eletr\u00f5es foram separados dos seus n\u00facleos de hidrog\u00e9nio, p\u00f4s gradualmente fim \u00e0 &#8220;idade das trevas&#8221; c\u00f3smica, permitindo que a luz ultravioleta viajasse mais livremente pelo Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Utiliz\u00e1mos as pr\u00f3prias gal\u00e1xias como fontes de luz de fundo&#8221;, afirmou Zhu. &#8220;\u00c0 medida que a luz das gal\u00e1xias viajava em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra, atravessava o g\u00e1s circundante, e conseguimos analisar os padr\u00f5es de absor\u00e7\u00e3o da luz para detetar elementos espec\u00edficos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es destas gal\u00e1xias antigas s\u00f3 foram poss\u00edveis gra\u00e7as \u00e0s capacidades infravermelhas do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, que permitiu aos investigadores observar as gal\u00e1xias tal como se apresentavam h\u00e1 cerca de 13 mil milh\u00f5es de anos. As quase 30 horas de exposi\u00e7\u00e3o proporcionaram luz suficiente para detetar t\u00e9nues padr\u00f5es de absor\u00e7\u00e3o nos espetros destas gal\u00e1xias distantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo de uma noite, Zhu analisou manualmente os espetros do Webb dispon\u00edveis ao p\u00fablico, provenientes de centenas de gal\u00e1xias, e identificou tr\u00eas com padr\u00f5es de absor\u00e7\u00e3o que indicavam a presen\u00e7a de elementos pesados, incluindo carbono, oxig\u00e9nio e sil\u00edcio. As linhas de absor\u00e7\u00e3o apresentavam um &#8220;desvio para o azul&#8221; em rela\u00e7\u00e3o ao desvio para o vermelho das gal\u00e1xias, indicando que o g\u00e1s se deslocava para fora das gal\u00e1xias, transportando oxig\u00e9nio, carbono e outros elementos pesados para o espa\u00e7o intergal\u00e1ctico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As &#8220;impress\u00f5es digitais&#8221; qu\u00edmicas destas gal\u00e1xias jovens assemelhavam-se muito \u00e0s das gal\u00e1xias evolu\u00eddas milhares de milh\u00f5es de anos mais tarde, fornecendo evid\u00eancias de que, mesmo no amanhecer c\u00f3smico, as gal\u00e1xias j\u00e1 estavam a produzir e a espalhar elementos pesados pelo espa\u00e7o \u00e0 sua volta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensemos nestes elementos, que tiveram origem nas estrelas das gal\u00e1xias, como corante alimentar deitado num copo de \u00e1gua&#8221;, disse Zhu. &#8220;A cor come\u00e7a a espalhar-se pela \u00e1gua e, de forma semelhante, estes elementos pesados das gal\u00e1xias primitivas come\u00e7aram a escapar para o espa\u00e7o e a &#8216;enriquecer&#8217; o que as rodeava&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ciclo dos bari\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O processo atrav\u00e9s do qual as gal\u00e1xias trocam mat\u00e9ria \u00e9 conhecido como ciclo dos bari\u00f5es. \u00c9 uma das raz\u00f5es pelas quais as gal\u00e1xias n\u00e3o s\u00e3o sistemas isolados, mas sim partes interligadas de um ecossistema gal\u00e1ctico mais vasto. A mat\u00e9ria produzida por uma gera\u00e7\u00e3o de estrelas pode ser reciclada e redistribu\u00edda atrav\u00e9s deste ecossistema gal\u00e1ctico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta do ciclo de bari\u00f5es primitivo pode tamb\u00e9m ajudar a explicar por que raz\u00e3o os astr\u00f3nomos t\u00eam tido dificuldade em encontrar a primeira gera\u00e7\u00e3o de estrelas, conhecidas como estrelas da Popula\u00e7\u00e3o III. Pensa-se que estas estrelas tenham sido as primeiras a formar-se a partir de g\u00e1s primitivo contendo apenas hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, antes de os elementos mais pesados terem sido produzidos e dispersos pelo Universo. Se as gal\u00e1xias j\u00e1 estavam a enriquecer os seus arredores apenas 500 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, o g\u00e1s verdadeiramente pristino &#8211; e as estrelas da Popula\u00e7\u00e3o III que se formaram a partir dele &#8211; podem simplesmente n\u00e3o ter existido durante tempo suficiente para serem observadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se come\u00e7armos com gelado de baunilha puro, mas misturarmos granulado pouco depois, n\u00e3o demorar\u00e1 muito at\u00e9 que j\u00e1 n\u00e3o seja poss\u00edvel encontrar gelado de baunilha puro e simples&#8221;, afirmou Zhu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.arizona.edu\/news\/jwst-finds-early-galaxies-were-already-seeding-universe-heavy-elements\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Universidade do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-026-02988-2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reionization\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas da Popula\u00e7\u00e3o III:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_population#Population_III_stars\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00f5es do James Webb mostram que algumas das primeiras gal\u00e1xias j\u00e1 libertavam elementos pesados, como carbono e oxig\u00e9nio, para o espa\u00e7o apenas 500 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. A descoberta indica que o enriquecimento qu\u00edmico do Universo come\u00e7ou muito cedo, podendo explicar a dificuldade em encontrar estrelas da primeira gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9318,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62,60,16,1],"tags":[1758,110,387,1713],"class_list":["post-9317","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-cosmologia","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-estrelas-da-populacao-iii","tag-galaxias","tag-jwst","tag-populacao-estelar"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9317","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9317"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9317\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9319,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9317\/revisions\/9319"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9318"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9317"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9317"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9317"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}