{"id":9245,"date":"2026-08-28T06:24:02","date_gmt":"2026-08-28T05:24:02","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9245"},"modified":"2026-08-28T06:24:03","modified_gmt":"2026-08-28T05:24:03","slug":"fisicos-reconstituem-a-colisao-que-deu-origem-a-um-buraco-negro-em-fuga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/08\/28\/fisicos-reconstituem-a-colisao-que-deu-origem-a-um-buraco-negro-em-fuga\/","title":{"rendered":"F\u00edsicos reconstituem a colis\u00e3o que deu origem a um buraco negro em fuga"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.ucsb.edu\/sites\/default\/files\/styles\/large_2340x1212\/public\/2026-08\/Runaway-black-hole-illustration-cropped-NASA.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"559\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/4ce9840030ef-1024x559.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9246\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/4ce9840030ef-1024x559.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/4ce9840030ef-300x164.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/4ce9840030ef-768x419.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/4ce9840030ef.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O buraco negro supermassivo errante comprime o g\u00e1s pelo caminho, formando um longo &#8220;rasto&#8221; de estrelas jovens e azuis. Este fen\u00f3meno invulgar ocorreu quando o Universo tinha aproximadamente metade da sua idade atual.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em setembro de 2022, os astr\u00f3nomos repararam numa caracter\u00edstica intrigante numa imagem de uma gal\u00e1xia situada a cerca de 7,5 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra. Uma linha fina que se estendia por mais de 202.000 anos-luz apontava diretamente para longe do centro da gal\u00e1xia. A sua extremidade dianteira era um ponto n\u00e3o resolvido, sem estrelas detet\u00e1veis, que se afastava a uma velocidade de quase 1000 quil\u00f3metros por segundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas que a avistaram interpretaram a caracter\u00edstica como um buraco negro supermassivo a atravessar o espa\u00e7o intergal\u00e1ctico, desencadeando a forma\u00e7\u00e3o de estrelas no seu rasto. Agora, investigadores da Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Barbara e da Universidade do Texas em Austin publicaram um artigo cient\u00edfico acerca do violento evento que poder\u00e1 ter lan\u00e7ado este gigante para fora da sua gal\u00e1xia hospedeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas, publicadas na revista Physical Review Letters, constituem o primeiro relato de uma classe de fus\u00f5es de buracos negros prevista pela relatividade geral e v\u00e3o ajudar os cientistas a prepararem-se para a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de observat\u00f3rios de ondas gravitacionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma colis\u00e3o espetacular<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fus\u00e3o de buracos negros produz fortes ondas gravitacionais \u00e0 medida que os objetos massivos distorcem o espa\u00e7o-tempo e espiralam um em dire\u00e7\u00e3o ao outro. Se o sistema estiver desequilibrado, estas ondas podem gerar um impulso suficiente para lan\u00e7ar o buraco negro rec\u00e9m-formado e de maiores dimens\u00f5es numa trajet\u00f3ria totalmente diferente, &#8220;como o recuo de um canh\u00e3o disparado&#8221;, afirmou o coautor Tejaswi Venumadhav, professor associado do Departamento de F\u00edsica da UCSB.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores de um artigo cient\u00edfico anterior tinham batizado o buraco negro que observaram de RBH-1. E, depois de analisarem a situa\u00e7\u00e3o, propuseram que este se estava a dirigir para o espa\u00e7o intergal\u00e1ctico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Venumadhav e os seus coautores retomaram o trabalho onde os seus colegas o tinham deixado, trabalhando de forma retrospetiva, tal como detetives forenses que reconstroem um acidente a partir dos destro\u00e7os e dos rastos de pneus. Simularam centenas de milhares de pares hipot\u00e9ticos de buracos negros, calcularam o recuo que cada um teria produzido e mantiveram apenas aqueles que correspondiam \u00e0 velocidade de RBH-1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As simula\u00e7\u00f5es revelaram que os buracos negros originais teriam tamanhos semelhantes, com um a ter, no m\u00e1ximo, seis vezes a massa do outro. Dito isto, mesmo o recuo resultante de uma grande fus\u00e3o teria atingido um m\u00e1ximo de cerca de 200 km\/s, muito aqu\u00e9m dos vertiginosos 1000 km\/s que os astr\u00f3nomos tinham observado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os dois buracos negros tinham de estar a girar depressa&#8221;, explicou o autor principal, Tousif Islam, investigador de p\u00f3s-doutoramento no KITP (Kavli Institute for Theoretical Physics) da UCSB. &#8220;E os seus eixos tinham de estar desalinhados&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores calcularam que o mais massivo dos dois devia estar a girar a 70\u201375% do m\u00e1ximo permitido pela relatividade geral, com a sua rota\u00e7\u00e3o inclinada e com um efeito de precess\u00e3o semelhante a um pi\u00e3o a oscilar. &#8220;Inicialmente, fiquei surpreendido com o qu\u00e3o extremo isto soa&#8221;, disse Venumadhav, &#8220;mas depois percebi que provavelmente tinha de ser assim para ter produzido a dram\u00e1tica caracter\u00edstica vis\u00edvel nos telesc\u00f3pios&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta configura\u00e7\u00e3o espetacular revela-nos mais sobre a gal\u00e1xia onde estes buracos negros habitavam. Ou ser\u00e1 que devemos dizer &#8220;gal\u00e1xias&#8221;?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O panorama geral<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros enormes parecem ter-se formado numa fase relativamente precoce da hist\u00f3ria do cosmos. Mas quando os progenitores de RBH-1 se encontraram, h\u00e1 mais de 7,5 mil milh\u00f5es de anos, os buracos negros supermassivos vizinhos j\u00e1 se teriam consolidado, deixando um \u00fanico gigante no centro de cada gal\u00e1xia. Assim, este par n\u00e3o se teria encontrado a menos que as pr\u00f3prias gal\u00e1xias onde se encontravam tivessem colidido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E com base nas rota\u00e7\u00f5es dos buracos negros iniciais, Islam, Venumadhav e o coautor Digvijay Wadekar, da Universidade do Texas em Austin, conclu\u00edram que a rota\u00e7\u00e3o destas gal\u00e1xias provavelmente tamb\u00e9m estava desalinhada. Calcularam ainda a rela\u00e7\u00e3o de massas, descobrindo que a gal\u00e1xia maior era, no m\u00e1ximo, quatro vezes maior do que a menor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gal\u00e1xia resultante, designada GX no artigo cient\u00edfico, ainda apresenta alguns sinais da sua perturba\u00e7\u00e3o anterior. &#8220;N\u00e3o parece ter-se estabilizado a 100%&#8221;, afirmou Islam, &#8220;mas j\u00e1 se estabilizou bastante&#8221;. Quando os dois buracos negros se fundiram, GX j\u00e1 se tinha reagrupado num todo relativamente coeso ao longo de 70 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/f37f340c63e3.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/f37f340c63e3.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Inicialmente, os cientistas descartaram essa linha como um artefacto de imagem das c\u00e2maras do Hubble. No entanto, observa\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas posteriores revelaram que se trata de uma cadeia de estrelas azuis jovens com 200.000 anos-luz de comprimento, que aponta para a gal\u00e1xia no canto superior direito.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Pieter van Dokkum (Yale); processamento da imagem &#8211; Joseph DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Olhando para o futuro, olhando para o passado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo surgiu de colabora\u00e7\u00f5es realizadas no \u00e2mbito de um programa de longo prazo no KITP. &#8220;Benefici\u00e1mos do contacto com astr\u00f3nomos de todo o mundo que para l\u00e1 se tinham deslocado para participar&#8221;, afirmou Islam. Os resultados ir\u00e3o agora orientar trabalhos futuros na interface entre a astrof\u00edsica das ondas gravitacionais e as fus\u00f5es de gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A relatividade geral prev\u00ea que 5 a 10% destas fus\u00f5es deveriam dar ao buraco negro resultante um grande impulso, mas esta \u00e9 a primeira vez que os cientistas observam um objeto que se enquadra nessa descri\u00e7\u00e3o. Os astr\u00f3nomos s\u00f3 reconheceram RBH-1 como um destes buracos negros fugitivos porque deram seguimento \u00e0 observa\u00e7\u00e3o inicial do Hubble, em 2022, com o novo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, em 2025. &#8220;Antes, n\u00e3o disp\u00fanhamos da tecnologia&#8221;, afirmou Islam. &#8220;Agora que temos o JWST, esperamos que esta seja a primeira de muitas observa\u00e7\u00f5es deste tipo&#8221;. E isso \u00e9 importante para futuras linhas de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros podem ter muitos tamanhos diferentes, mas dividem-se principalmente em dois grupos principais: os buracos negros supermassivos t\u00eam uma massa milh\u00f5es a milhares de milh\u00f5es de vezes superior \u00e0 do Sol, e normalmente existe apenas um por gal\u00e1xia. Por outro lado, os buracos negros de massa estelar, muito mais numerosos, t\u00eam apenas 20 a 30 vezes a massa do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os observat\u00f3rios de ondas gravitacionais, como o LIGO e o Virgo, conseguem captar os sinais que os buracos negros mais pequenos produzem quando se fundem. &#8220;Mas quando os buracos negros supermassivos se fundem, emitem numa frequ\u00eancia muito mais baixa&#8221;, explicou Islam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Est\u00e3o em curso esfor\u00e7os para construir um observat\u00f3rio de ondas gravitacionais em \u00f3rbita, denominado LISA, que ser\u00e1 suficientemente grande para captar estes canais de baixa frequ\u00eancia. A observa\u00e7\u00e3o de mais destes objetos em movimento r\u00e1pido, resultantes de fus\u00f5es de buracos negros supermassivos, com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, proporcionar\u00e1 aos cientistas uma melhor compreens\u00e3o destes fen\u00f3menos. &#8220;Isto estabelece uma liga\u00e7\u00e3o entre o que os telesc\u00f3pios veem e o que o LISA ir\u00e1 ouvir&#8221;, disse Venumadhav.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.ucsb.edu\/2026\/022754\/physicists-reconstruct-collision-launched-runaway-black-hole\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Barbara (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/journals.aps.org\/prl\/abstract\/10.1103\/fm3n-sy3f\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Physical Review Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2601.18986\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/latest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">GraceDB (Gravitational Wave Candidate Event Database)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_detection\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais \u2013 Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o \u2013 Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127286\/gravitational-wave-detectors-how-they-work\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Detetores: como funcionam \u2013 Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127329\/gravitational-wave-sources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">As fontes de ondas gravitacionais \u2013 Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4GbWfNHtHRg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O que \u00e9 uma onda gravitacional (YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos reconstru\u00edram a colis\u00e3o que ter\u00e1 expulso da sua gal\u00e1xia um buraco negro supermassivo, que atravessa o espa\u00e7o a quase 1000 km\/s, deixando atr\u00e1s de si uma &#8220;cauda&#8221; de estrelas jovens com 200.000 anos-luz. As simula\u00e7\u00f5es indicam que resultou da fus\u00e3o de dois buracos negros com rota\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e desalinhadas.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9246,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,62,16,1],"tags":[192,150,387,445,2164],"class_list":["post-9245","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-cosmologia","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-buraco-negro","tag-hubble","tag-jwst","tag-ondas-gravitacionais","tag-rbh-1"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9245","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9245"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9245\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9247,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9245\/revisions\/9247"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9246"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9245"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9245"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9245"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}