{"id":9239,"date":"2026-08-25T06:21:52","date_gmt":"2026-08-25T05:21:52","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9239"},"modified":"2026-08-25T06:21:53","modified_gmt":"2026-08-25T05:21:53","slug":"nasa-conclui-que-microbios-associados-ao-ser-humano-podem-sobreviver-no-polo-sul-da-lua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/08\/25\/nasa-conclui-que-microbios-associados-ao-ser-humano-podem-sobreviver-no-polo-sul-da-lua\/","title":{"rendered":"NASA conclui que micr\u00f3bios associados ao ser humano podem sobreviver no polo sul da Lua"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/620335543a26.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/620335543a26-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9240\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/620335543a26-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/620335543a26-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/620335543a26-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/620335543a26-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/620335543a26.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem foi captada por um astronauta da miss\u00e3o Artemis II a partir da c\u00e1psula Orion, em abril de 2026, enquanto a nave espacial passava pela Lua e regressava ao longo de 10 dias. A Lua, de cor cinzenta-acastanhada e repleta de crateras, domina o enquadramento contra o fundo escuro do espa\u00e7o, com a Terra, num crescente parcialmente iluminado, a p\u00f4r-se por tr\u00e1s da sua extremidade superior esquerda.<br>Cr\u00e9dito: NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cientistas da NASA dizem que alguns dos micr\u00f3bios da Terra que possam vir a viajar para o espa\u00e7o com os exploradores humanos talvez consigam sobreviver nos recantos e fendas \u00e0 sombra da regi\u00e3o do polo sul da Lua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Publicadas dia 19 de agosto na revista Science Advances, estas descobertas destacam a necessidade de compreender melhor a persist\u00eancia microbiana em ambientes lunares extremos. \u00c0 medida que os seres humanos estabelecem uma presen\u00e7a permanente na Lua, poder\u00e1 tornar-se dif\u00edcil distinguir a qu\u00edmica lunar ancestral da contamina\u00e7\u00e3o trazida pelos astronautas visitantes. A preocupa\u00e7\u00e3o estende-se para al\u00e9m da Lua e chega at\u00e9 Marte, afirmam os cientistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os seres humanos s\u00e3o exploradores por natureza e, com eles, v\u00eam as suas vozes, as suas mem\u00f3rias\u2026 e os seus micr\u00f3bios&#8221;, afirmou Prabal Saxena, cientista planet\u00e1rio que liderou o estudo no Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA, em Greenbelt, Maryland, EUA. &#8220;Para alguns cientistas, incluindo eu pr\u00f3prio, essa realidade pode ser inquietante. Mas tamb\u00e9m cria uma oportunidade para transformar uma situa\u00e7\u00e3o imperfeita numa experi\u00eancia \u00fatil&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 inevit\u00e1vel levar micr\u00f3bios connosco: os seres humanos t\u00eam, em m\u00e9dia, 1 milh\u00e3o de bact\u00e9rias a viver em cada \u00e1rea de pele do tamanho das pequenas borrachas na outra extremidade de um l\u00e1pis, por exemplo. Estas bact\u00e9rias escapam pelos fatos espaciais e pelos habitats. Embora os autores do artigo cient\u00edfico se preocupem com a possibilidade de a contamina\u00e7\u00e3o interferir na procura de pistas qu\u00edmicas de geologia ou biologia antigas, defendem tamb\u00e9m que a Lua deve ser utilizada como um laborat\u00f3rio natural. Nas \u00e1reas \u00e0 sombra em torno do polo sul, os cientistas podiam testar cuidadosamente os limites reais da sobreviv\u00eancia microbiana num ambiente que n\u00e3o pode ser facilmente reproduzido na Terra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video aligncenter\"><video controls src=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/cds\/svs\/a000000\/a004700\/a004770\/apollo_to_south_pole_2160p30.mp4\"><\/video><figcaption class=\"wp-element-caption\">O programa Apollo levou seis pares de astronautas \u00e0 Lua entre 1969 e 1972. Todos os seis locais de aterragem situam-se perto do equador lunar. Nesta visualiza\u00e7\u00e3o, os locais das miss\u00f5es Apollo s\u00e3o comparados com o polo sul, uma \u00e1rea com enorme potencial para futuras explora\u00e7\u00f5es. O tempo passa \u00e0 medida que nos aproximamos da cratera Shackleton, no polo sul, revelando condi\u00e7\u00f5es de ilumina\u00e7\u00e3o bastante diferentes das que se verificam perto do equador. Enquanto muitas crateras permanecem permanentemente \u00e0 sombra, algumas montanhas e cordilheiras pr\u00f3ximas est\u00e3o sob luz solar constante, tornando-as candidatas atraentes para a energia solar e a habita\u00e7\u00e3o a longo prazo.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Ernie Wright<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores afirmam que antes de qualquer investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica na superf\u00edcie poder ter lugar, os cientistas precisam de uma medi\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia dos contaminantes que os humanos trazem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Precisamos de compreender o que l\u00e1 estava antes de n\u00f3s, porque quando formos a Marte \u00e0 procura de sinais de vida para al\u00e9m do nosso planeta, vamos querer ter a certeza de que n\u00e3o se trata de coisas que n\u00f3s lev\u00e1mos&#8221;, afirmou Andrew Needham, coautor do artigo cient\u00edfico, do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA e cientista respons\u00e1vel pelo controlo de contamina\u00e7\u00e3o do programa Artemis para amostras lunares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com procedimentos rigorosos de esteriliza\u00e7\u00e3o, alguns organismos revelam-se obstinadamente resistentes. Um bom exemplo \u00e9 o fungo Aspergillus niger, que prospera em locais quentes e h\u00famidos, como casas de banho dom\u00e9sticas e sistemas de aquecimento, ventila\u00e7\u00e3o e ar condicionado. Os astronautas recolheram amostras deste fungo no interior da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional, e as experi\u00eancias demonstram que o fungo tamb\u00e9m consegue sobreviver no exterior da esta\u00e7\u00e3o. O Aspergillus niger foi um dos cinco micr\u00f3bios, incluindo bact\u00e9rias e fungos, selecionados para este estudo devido \u00e0 sua conhecida resist\u00eancia em ambientes de voos espaciais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Aaron Regberg, geomicrobiologista do Centro Espacial Johnson da NASA em Houston, o facto de os micr\u00f3bios terem sobrevivido no exterior da esta\u00e7\u00e3o espacial surpreendeu os cientistas. Estas esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00e3o normalmente consideradas &#8220;extrem\u00f3filos&#8221; capazes de suportar condi\u00e7\u00f5es adversas, como o v\u00e1cuo do espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Eu teria esperado que estes micr\u00f3bios n\u00e3o tivessem resistido&#8221;, afirmou Regberg, que estuda as bact\u00e9rias da esta\u00e7\u00e3o espacial e foi coautor do artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/7f0338ad45c6.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/7f0338ad45c6.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A astronauta da NASA, Kate Rubins, no dia 14 de outubro de 2016, a recolher micr\u00f3bios no M\u00f3dulo de Experi\u00eancias Japon\u00eas a bordo da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional.<br>Cr\u00e9dito: JAXA\/Takuya Onishi<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele salientou que a NASA costuma submeter as naves espaciais rob\u00f3ticas a temperaturas superiores a 200\u00ba C para reduzir o n\u00famero de organismos vivos nelas presentes. Mas isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel com os astronautas, pelo que as preocupa\u00e7\u00f5es com a contamina\u00e7\u00e3o assumem um novo significado na explora\u00e7\u00e3o tripulada do ambiente do polo sul da Lua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para se ter uma ideia mais clara de onde os micr\u00f3bios poder\u00e3o sobreviver, \u00e9 necess\u00e1rio compreender como a luz solar se comporta nos polos. Neste estudo, &#8220;sobreviv\u00eancia&#8221; significa que o micr\u00f3bio consegue manter-se vivo durante, pelo menos, um dia terrestre, o que n\u00e3o implica que consiga crescer e reproduzir-se.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como a Lua tem uma inclina\u00e7\u00e3o muito pequena do seu eixo, a vista a partir dos seus polos \u00e9 a de um Sol que parece pairar logo acima do horizonte, ro\u00e7ando a superf\u00edcie como uma lanterna pousada sobre uma mesa. Consequentemente, partes elevadas da superf\u00edcie, incluindo cristas de crateras, montanhas e at\u00e9 mesmo pequenas sali\u00eancias, impedem que a luz alcance os terrenos mais baixos. Isto cria zonas de sombra que podem permanecer frias e preservar a \u00e1gua, bem como proteger mol\u00e9culas fr\u00e1geis e poss\u00edveis microrganismos da radia\u00e7\u00e3o letal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tendo em conta este contexto cient\u00edfico, a equipa decidiu testar quais os microrganismos terrestres capazes de sobreviver a condi\u00e7\u00f5es polares extremas. Concentraram-se em organismos frequentemente encontrados em ambientes de voos espaciais e naqueles comuns na pele humana. Al\u00e9m do Aspergillus niger, estes inclu\u00edam o Bacillus subtilis, o Staphylococcus aureus, o Deinococcus radiodurans e v\u00e1rias esp\u00e9cies de Fusarium. Com base numa an\u00e1lise de estudos anteriores, os cientistas identificaram a quantidade m\u00e1xima de calor e radia\u00e7\u00e3o ultravioleta (UV) que cada organismo consegue suportar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em seguida, os organismos foram testados em simula\u00e7\u00f5es de tr\u00eas regi\u00f5es pr\u00f3ximas do polo sul lunar &#8211; na borda da cratera Nobile, numa crista que liga as crateras Shackleton e De Gerlache e na borda da cratera De Gerlache. Essas simula\u00e7\u00f5es utilizaram mapas ambientais detalhados, elaborados a partir de dados de altitude e temperatura recolhidos por instrumentos a bordo da LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter) da NASA, combinados com modelos que simulam a forma como a radia\u00e7\u00e3o incide sobre a superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os modelos mostraram mapas de &#8220;nichos de sobreviv\u00eancia&#8221; cujo tamanho varia desde o fundo de uma cratera com quil\u00f3metros de largura at\u00e9 \u00e0 pegada da bota de um astronauta. O fungo Aspergillus niger, que se revelou o mais resistente \u00e0 radia\u00e7\u00e3o UV, conseguiu sobreviver mesmo em \u00e1reas com alguma exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar. A radia\u00e7\u00e3o UV \u00e9 t\u00e3o letal para a maioria dos micr\u00f3bios que \u00e9 utilizada para esteriliza\u00e7\u00e3o em hospitais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando pensamos na Lua, normalmente n\u00e3o pensamos em biologia&#8221;, afirmou Heather Graham, coautora do artigo cient\u00edfico no Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA, que ajuda a desenvolver ferramentas e t\u00e9cnicas para detetar formas de vida que podem n\u00e3o se assemelhar em nada \u00e0s da Terra. &#8220;Mas a Lua \u00e9 um local onde uma c\u00e9lula pode sobreviver, pelo que a nossa primeira explora\u00e7\u00e3o destes lugares deve prestar especial aten\u00e7\u00e3o aos nossos &#8216;passageiros clandestinos&#8217; microbianos e trabalhar arduamente para caracterizar a qu\u00edmica lunar antes que as nossas visitas alterem o que iremos encontrar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/humans-in-space\/human-related-microbes-may-survive-moons-south-pole-nasa-finds\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.aec0811\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science Advances)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lua:<\/strong><br><a rel=\"noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Moon\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lunar_south_pole\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Polo sul (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nobile_(crater)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cratera Nobile (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Shackleton_(crater)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cratera Shackleton (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/De_Gerlache_(crater)\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cratera De Gerlache (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Aspergillus niger:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Aspergillus_niger\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Bacillus subtilis:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Bacillus_subtilis\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Staphylococcus aureus:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Staphylococcus_aureus\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Deinococcus radiodurans:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Deinococcus_radiodurans\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fusarium:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Fusarium\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/LRO\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lunar_Reconnaissance_Orbiter\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo da NASA concluiu que alguns microrganismos terrestres transportados inadvertidamente por astronautas poder\u00e3o sobreviver em zonas permanentemente \u00e0 sombra do polo sul da Lua. A descoberta refor\u00e7a a necessidade de controlar a contamina\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, que poder\u00e1 dificultar a distin\u00e7\u00e3o entre material lunar aut\u00f3ctone e organismos trazidos da Terra &#8211; uma preocupa\u00e7\u00e3o que se estende a Marte.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9240,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[73,9,16],"tags":[319,152],"class_list":["post-9239","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-astrobiologia","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-lro","tag-lua"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9239","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9239"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9239\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9241,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9239\/revisions\/9241"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}