{"id":9211,"date":"2026-08-14T06:21:20","date_gmt":"2026-08-14T05:21:20","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9211"},"modified":"2026-08-14T06:21:21","modified_gmt":"2026-08-14T05:21:21","slug":"webb-revela-a-existencia-de-poeira-e-agua-no-ambiente-extremo-em-torno-do-buraco-negro-central-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/08\/14\/webb-revela-a-existencia-de-poeira-e-agua-no-ambiente-extremo-em-torno-do-buraco-negro-central-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"Webb revela a exist\u00eancia de poeira e \u00e1gua no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2617a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"744\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/5993737c7d84-1024x744.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9212\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/5993737c7d84-1024x744.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/5993737c7d84-300x218.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/5993737c7d84-768x558.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/5993737c7d84.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem apresenta dados do NIRCam (Near Infrared Camera) e do MIRI (Mid Infrared Instrument) do Webb para captar a vis\u00e3o mais detalhada at\u00e9 \u00e0 data, no infravermelho m\u00e9dio, do campo que alberga a estrela altamente evolu\u00edda IRS 3, localizada a apenas 0,55 anos-luz de Sagit\u00e1rio A*, o buraco negro supermassivo central da Via L\u00e1ctea.<br>Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos descobriu que a poeira e a \u00e1gua podem formar-se e sobreviver surpreendentemente perto deste buraco negro supermassivo. As observa\u00e7\u00f5es revelam que a estrela evolu\u00edda IRS 3 continua a enriquecer os seus arredores com material rec\u00e9m-formado, apesar do ambiente de radia\u00e7\u00e3o intensa em torno de Sagit\u00e1rio A*.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA e CSA, F. Pei\u00dfker, J. Lu, F. Yusef-Zadeh, N. B. Sabha, C. Chan<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Recorrendo ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, uma equipa internacional de astr\u00f3nomos descobriu que a poeira e a \u00e1gua podem formar-se e sobreviver surpreendentemente perto do buraco negro supermassivo no centro da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. As observa\u00e7\u00f5es revelam que a estrela evolu\u00edda IRS 3 continua a enriquecer os seus arredores com material rec\u00e9m-formado, apesar do ambiente de radia\u00e7\u00e3o intensa em torno de Sagit\u00e1rio A*.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As novas observa\u00e7\u00f5es proporcionam a imagem mais detalhada at\u00e9 \u00e0 data, no infravermelho m\u00e9dio, da estrela altamente evolu\u00edda IRS 3, que se situa a apenas 0,55 anos-luz de Sagit\u00e1rio A*, o buraco negro supermassivo central da Via L\u00e1ctea. IRS 3 atingiu uma fase pr\u00f3xima do fim da sua vida, denominada fase do ramo assint\u00f3tico das gigantes. As estrelas nesta fase da vida s\u00e3o enormes, frias e luminosas, e lan\u00e7am g\u00e1s para o espa\u00e7o atrav\u00e9s dos seus poderosos ventos estelares. Este material estelar expelido \u00e9 uma das fontes mais importantes de poeira c\u00f3smica, mas n\u00e3o era claro se poderia ser produzido por uma estrela t\u00e3o pr\u00f3xima de um buraco negro supermassivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao analisar a luz infravermelha da estrela com o MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o identificou sinais claros de poeira rica em oxig\u00e9nio e, pela primeira vez, detetou \u00e1gua no inv\u00f3lucro que envolve a estrela. Os resultados mostram que, mesmo nas condi\u00e7\u00f5es adversas pr\u00f3ximas de um buraco negro supermassivo, estrelas evolu\u00eddas como IRS 3 ainda conseguem produzir poeira e outros materiais importantes para a cria\u00e7\u00e3o de futuras gera\u00e7\u00f5es de estrelas e planetas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2617b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/2841d9a02161.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra a localiza\u00e7\u00e3o da estrela altamente evolu\u00edda IRS 3, que se situa a apenas 0,55 anos-luz de Sagit\u00e1rio A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via L\u00e1ctea.<br>Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos descobriu que a poeira e a \u00e1gua podem formar-se e sobreviver surpreendentemente perto deste buraco negro supermassivo. As observa\u00e7\u00f5es revelam que a estrela evolu\u00edda IRS 3 continua a enriquecer os seus arredores com material rec\u00e9m-formado, apesar do ambiente de radia\u00e7\u00e3o intensa em torno de Sagit\u00e1rio A*.\u00a0<a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2617f.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ver aqui apenas a amplia\u00e7\u00e3o<\/a>.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA e CSA, F. Pei\u00dfker, J. Lu, F. Yusef-Zadeh, N. B. Sabha, C. Chan<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os centros gal\u00e1cticos est\u00e3o entre os ambientes mais extremos, pelo que compreender se as estrelas conseguem continuar a enriquecer os seus arredores nessas condi\u00e7\u00f5es \u00e9 uma quest\u00e3o importante&#8221;, afirmou o autor principal, Florian Pei\u00dfker, da Universidade de Col\u00f3nia, na Alemanha. &#8220;Com o Webb, podemos observar diretamente como as estrelas se comportam nestas condi\u00e7\u00f5es e constatar que a produ\u00e7\u00e3o de poeira se mant\u00e9m notavelmente resiliente&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IRS 3 \u00e9 uma das fontes mais brilhantes no infravermelho m\u00e9dio no Centro Gal\u00e1ctico e h\u00e1 muito que se destaca devido ao seu enorme inv\u00f3lucro de poeira. Estudos anteriores sugeriam que a estrela poderia ser rica em carbono, mas as novas observa\u00e7\u00f5es mostram um cen\u00e1rio diferente. Os dados do Webb revelaram duas fortes assinaturas infravermelhas associadas a poeira de silicato, composta por sil\u00edcio e oxig\u00e9nio. Estas caracter\u00edsticas identificam IRS 3 como uma estrela evolu\u00edda rica em oxig\u00e9nio, que se aproxima do fim da sua vida e que est\u00e1 a libertar material para o espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta foi poss\u00edvel gra\u00e7as aos altamente avan\u00e7ados instrumentos infravermelhos do Webb&#8221;, afirmou Macarena Garcia Marin, da ESA, coautora do estudo e investigadora principal do programa MICONIC (Mid-Infrared Characterisation of Nearby Iconic galaxy Centres). &#8220;Esta \u00e9 a primeira vez que foi recolhido um espetro cont\u00ednuo no infravermelho m\u00e9dio para esta estrela, permitindo-nos detetar as caracter\u00edsticas da poeira de silicato e desvendar a verdadeira identidade qu\u00edmica da estrela&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2617e.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/9d271d69d748.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra a localiza\u00e7\u00e3o da estrela altamente evolu\u00edda IRS 3, que se situa a apenas 0,55 anos-luz de Sagit\u00e1rio A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via L\u00e1ctea. As imagens apresentam uma vis\u00e3o progressivamente mais pr\u00f3xima da regi\u00e3o, utilizando dados obtidos a partir do solo e do espa\u00e7o.<br>Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos descobriu que a poeira e a \u00e1gua podem formar-se e sobreviver surpreendentemente perto deste buraco negro supermassivo. As observa\u00e7\u00f5es revelam que a estrela evolu\u00edda IRS 3 continua a enriquecer os seus arredores com material rec\u00e9m-formado, apesar do ambiente de radia\u00e7\u00e3o intensa em torno de Sagit\u00e1rio A*.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA e CSA, NOIRLab\/NSF\/AURA\/E. Slawik\/M. Zamani, ESO\/S. Guisard, NASA\/JPL-Caltech\/S. Stolovy (Centro Cient\u00edfico Spitzer\/Caltech), F. Pei\u00dfker, J. Lu<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao combinar as observa\u00e7\u00f5es do Webb do espetro da estrela com simula\u00e7\u00f5es de como a sua luz se propagaria atrav\u00e9s de diferentes modelos do inv\u00f3lucro circundante, a equipa conseguiu reconstruir a estrutura do inv\u00f3lucro da estrela. Os resultados indicam uma distribui\u00e7\u00e3o de poeira em camadas, semelhante a uma concha, que se estende por cerca de 10.000 unidades astron\u00f3micas a partir da estrela, com temperaturas que descem de aproximadamente 1200 K, perto da estrela, para cerca de 100 K nas regi\u00f5es mais externas. As observa\u00e7\u00f5es revelaram tamb\u00e9m ind\u00edcios da presen\u00e7a de \u00e1gua no interior do inv\u00f3lucro de IRS 3: a primeira dete\u00e7\u00e3o clara deste tipo para este objeto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A dete\u00e7\u00e3o de \u00e1gua \u00e9 especialmente empolgante porque demonstra que o material molecular pode sobreviver num ambiente dominado por radia\u00e7\u00e3o intensa&#8221;, afirmou Macarena. &#8220;Isto indica-nos que, mesmo perto de um buraco negro supermassivo, as estrelas podem continuar a contribuir com material de volta \u00e0 sua vizinhan\u00e7a&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir das observa\u00e7\u00f5es e da modela\u00e7\u00e3o estelar, os investigadores estimam que IRS 3 tenha uma massa de aproximadamente seis vezes a do Sol e tenha cerca de 72 milh\u00f5es de anos. A estrela parece estar a sofrer uma intensa perda de massa, ejetando material para o espa\u00e7o e criando o extenso inv\u00f3lucro observado pelo Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados sugerem que as estrelas evolu\u00eddas podem continuar a desempenhar um papel importante no fornecimento de poeira aos centros gal\u00e1cticos &#8211; regi\u00f5es que anteriormente se pensava serem especialmente hostis a estes processos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es foram realizadas em 2025 no \u00e2mbito do programa de observa\u00e7\u00f5es com tempo garantido MICONIC, utilizando o instrumento MIRI do telesc\u00f3pio Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Dust_and_water_spotted_close_to_giant_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2617\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2026\/08\/aa60243-26\/aa60243-26.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ramo assint\u00f3tico das gigantes:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asymptotic_giant_branch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Evolu\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sagit\u00e1rio A*:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sagittarius_A*\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Centro Gal\u00e1ctico:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galactic_Center\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O telesc\u00f3pio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, \u00e1gua em torno da estrela evolu\u00edda IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagit\u00e1rio A*. A descoberta mostra que, mesmo t\u00e3o perto do buraco negro supermassivo central da Via L\u00e1ctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de futuras estrelas e planetas.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9212,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,50,16,1,59],"tags":[192,181,689,387,1051,393,321,180],"class_list":["post-9211","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","category-via-lactea","tag-buraco-negro","tag-centro-galactico","tag-evolucao-estelar","tag-jwst","tag-ramo-assintotico-das-gigantes","tag-sagitario-a","tag-sgr-a","tag-via-lactea"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9211","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9211"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9211\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9213,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9211\/revisions\/9213"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9211"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9211"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9211"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}