{"id":9181,"date":"2026-08-04T06:15:50","date_gmt":"2026-08-04T05:15:50","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9181"},"modified":"2026-08-04T06:15:51","modified_gmt":"2026-08-04T05:15:51","slug":"as-luas-interiores-de-neptuno-podem-ser-restos-fragmentados-de-antigos-mundos-gelados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/08\/04\/as-luas-interiores-de-neptuno-podem-ser-restos-fragmentados-de-antigos-mundos-gelados\/","title":{"rendered":"As luas interiores de Neptuno podem ser restos fragmentados de antigos mundos gelados"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2022\/09\/STScI-01GCVNDSA55PFHD0JP3JSEKAZ1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/6c5d1e52fe21-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9182\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/6c5d1e52fe21-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/6c5d1e52fe21-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/6c5d1e52fe21-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/6c5d1e52fe21-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/6c5d1e52fe21.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem do sistema de Neptuno, captada pelo instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA em 2022, revela vistas impressionantes dos an\u00e9is do planeta &#8211; que n\u00e3o eram vistos com esta nitidez h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas -, juntamente com as luas interiores do planeta.<br>Cr\u00e9dito: imagem &#8211; NASA, ESA, CSA, STScI; processamento da imagem &#8211; Joseph DePasquale (STScI), Naomi Rowe-Gurney (Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1989, a miss\u00e3o Voyager 2 descobriu seis novas luas em \u00f3rbita de Neptuno, incluindo cinco min\u00fasculas que orbitam logo para l\u00e1 dos an\u00e9is principais do planeta. Devido ao seu pequeno tamanho e localiza\u00e7\u00e3o, estes sat\u00e9lites t\u00eam sido dif\u00edceis de estudar a partir da Terra. Agora, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, uma equipa de investigadores do Caltech observou os an\u00e9is de Neptuno e tr\u00eas dessas luas &#8211; Larissa, Galateia e Proteu &#8211; e descobriu que a sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 \u00fanica entre os corpos do Sistema Solar exterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas descobertas apontam para a exist\u00eancia de um sistema original de luas que foi destru\u00eddo quando Trit\u00e3o, a maior lua de Neptuno, foi provavelmente capturada pela gravidade do planeta ap\u00f3s se ter formado noutro local do Sistema Solar. Os investigadores pensam que os vest\u00edgios deixados por esta colis\u00e3o se uniram posteriormente para formar as luas interiores que vemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se Neptuno teve outrora um sistema de luas semelhante ao que vemos hoje em \u00darano, esperamos que tenha sido completamente destru\u00eddo pelo processo de captura de Trit\u00e3o&#8221;, afirma a ex-aluna de doutoramento do Caltech, Ryleigh Davis, autora principal de um artigo cient\u00edfico sobre as descobertas da equipa, publicado a 29 de julho na revista Science Advances. &#8220;Esta \u00e9 uma nova e empolgante evid\u00eancia de que algo catastr\u00f3fico aconteceu em Neptuno, que destruiu completamente os seus sat\u00e9lites originais, e estamos a come\u00e7ar a ver as marcas deixadas por esse processo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neptuno \u00e9 um planeta curioso, pois \u00e9 o \u00fanico no Sistema Solar que n\u00e3o possui um sistema lunar &#8220;t\u00edpico&#8221; composto por sat\u00e9lites grandes e ordenados, o que significa que o seu percurso evolutivo tamb\u00e9m poder\u00e1 ser \u00fanico. De facto, outro estudo recente do mesmo programa de investiga\u00e7\u00e3o do Webb, liderado pelo investigador de p\u00f3s-doutoramento do Caltech, Matthew Belyakov, fornece evid\u00eancias independentes da exist\u00eancia do sistema original de sat\u00e9lites, sugerindo que a lua de Neptuno, Nereida, poder\u00e1 ser o \u00fanico membro intacto sobrevivente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para procurar mais pistas que pudessem ajudar a reconstruir a hist\u00f3ria de Neptuno, Davis (que fez os seus estudos no laborat\u00f3rio de Mike Brown, no Caltech) e a equipa voltaram-se para as luas interiores do planeta.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/0ade56edffa0.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagens da lua de Neptuno, Larissa, e dos an\u00e9is, captadas pelo instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb, em duas ocasi\u00f5es em que Larissa se encontrava em lados opostos de Neptuno. Os pontos brilhantes correspondem a Larissa e os an\u00e9is brilhantes s\u00e3o vis\u00edveis com clareza. O pr\u00f3prio Neptuno est\u00e1 posicionado no centro e as posi\u00e7\u00f5es calculadas dos an\u00e9is de Neptuno est\u00e3o sobrepostas a cinzento.<br>Cr\u00e9dito: Davis et al. 2026; dados do Webb &#8211; NASA\/ESA\/CSA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 recentemente, n\u00e3o existiam dados espetrosc\u00f3picos sobre essas luas. Os espetr\u00f3grafos, como o do Webb, dividem a luz nos seus diversos comprimentos de onda para obter informa\u00e7\u00f5es sobre a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica dos alvos astron\u00f3micos, permitindo aos cientistas identificar as mol\u00e9culas presentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em colabora\u00e7\u00e3o com Belyakov, Davis concebeu e coliderou um programa de investiga\u00e7\u00e3o utilizando dados do Telesc\u00f3pio Webb para determinar a composi\u00e7\u00e3o dos sat\u00e9lites, com o objetivo de verificar se a equipa poderia aprender mais sobre como esses objetos se ter\u00e3o formado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os filossilicatos nunca tinham sido detetados em nenhum local do Sistema Solar exterior para al\u00e9m de J\u00fapiter, pelo que isso n\u00e3o constava da nossa lista de elementos a procurar&#8221;, afirma Davis, que \u00e9 atualmente investigador de p\u00f3s-doutoramento na Universidade da Calif\u00f3rnia em San Diego. &#8220;Fic\u00e1mos surpreendidos ao encontrar as argilas observadas, que teriam de provir de objetos muito, muito maiores do que as pequenas luas do anel interior de Neptuno&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um resultado interessante, diz Davis, \u00e9 que foram encontrados sinais de filossilicatos ricos em magn\u00e9sio nos espetros de Larissa, Galateia e dos an\u00e9is &#8211; minerais que s\u00f3 se formam na presen\u00e7a de \u00e1gua l\u00edquida. No entanto, nenhum dos espetros das tr\u00eas luas estudadas, nem dos seus an\u00e9is, indica a presen\u00e7a de gelo de \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isso \u00e9 realmente surpreendente, porque tudo nesta parte do Sistema Solar \u00e9 realmente gelado&#8221;, afirma ela. &#8220;Por isso, estamos bastante confiantes de que tiveram de provir das profundezas de algo que fosse suficientemente grande para gerar calor suficiente para derreter o seu gelo de \u00e1gua. Pensamos que o local mais prov\u00e1vel seria um sistema original de luas geladas, embora seja um pouco misterioso para onde o gelo possa ter ido&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/2c38321b029d.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/2c38321b029d.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este diagrama ilustra a origem proposta para o atual sistema de luas interiores e an\u00e9is de Neptuno. Neptuno possu\u00eda outrora um sistema de grandes luas que foram destru\u00eddas quando Trit\u00e3o &#8211; um objeto capturado da Cintura de Kuiper &#8211; chegou. A destrui\u00e7\u00e3o exp\u00f4s minerais argilosos provenientes das profundezas desses mundos antigos, e uma pequena fra\u00e7\u00e3o dos detritos reagrupou-se, formando as pequenas luas interiores e os an\u00e9is que observamos hoje.<br>Cr\u00e9dito: R. Davis<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brown recorda que todos na equipa tiveram a mesma grande pergunta quando viram os espetros dos sat\u00e9lites: &#8220;O que \u00e9 isto?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi preciso um trabalho de investiga\u00e7\u00e3o meticuloso da parte de Ryleigh para que compreend\u00eassemos o que est\u00e1vamos a ver&#8221;, afirma ele. &#8220;Por vezes, na ci\u00eancia, tentamos encontrar evid\u00eancias para avaliar uma hip\u00f3tese espec\u00edfica e, outras vezes, algo em que nem sequer t\u00ednhamos pensado surge de repente, bem \u00e0 nossa frente&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, os filossilicatos n\u00e3o estavam presentes em Proteu, a maior das pequenas luas investigadas, sugerindo que esta pode ter sofrido uma reacre\u00e7\u00e3o a partir de uma regi\u00e3o diferente do disco de detritos ou ter sofrido um aquecimento subsequente que destruiu quaisquer minerais argilosos presentes. Al\u00e9m disso, a equipa descobriu que cada uma das tr\u00eas luas possui o mesmo mineral hidratado que a equipa ainda n\u00e3o conseguiu identificar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vemos algo que n\u00e3o se parece realmente com nada do que j\u00e1 identific\u00e1mos no Sistema Solar; n\u00e3o corresponde a nada que tenhamos nas nossas bibliotecas espetrais&#8221;, afirma Davis. &#8220;Assumimos que se trate tamb\u00e9m de alguma forma de rocha hidratada proveniente das luas, mas ainda h\u00e1 muito mist\u00e9rio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a equipa defenda o cen\u00e1rio da destrui\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites primordiais, salienta que n\u00e3o se pode excluir uma explica\u00e7\u00e3o alternativa: a fragmenta\u00e7\u00e3o, por for\u00e7as de mar\u00e9, de um grande objeto diferenciado da Cintura de Kuiper, de tamanho semelhante ao de Plut\u00e3o, que passou demasiado perto de Neptuno e foi despeda\u00e7ado pela gravidade do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Seja como for, o que estamos a observar nestas luas teve de provir das profundezas de algo muito maior&#8221;, afirma Davis, salientando que as luas interiores de Neptuno s\u00e3o o \u00fanico local no Sistema Solar onde podemos observar diretamente a composi\u00e7\u00e3o do interior profundo de um grande mundo gelado. &#8220;Esse material est\u00e1 normalmente enterrado de forma permanente &#8211; s\u00f3 podemos inferir o que l\u00e1 est\u00e1. Aqui, um evento catastr\u00f3fico virou, essencialmente, estas luas antigas do avesso, e podemos ver o que estava escondido no seu interior&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela real\u00e7a que as descobertas da equipa deixam mais quest\u00f5es em aberto do que d\u00e3o respostas; projetos futuros, diz ela, poder\u00e3o analisar a din\u00e2mica da evolu\u00e7\u00e3o do processo de destrui\u00e7\u00e3o e recria\u00e7\u00e3o das luas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se considerarmos Trit\u00e3o e destruirmos as nossas grandes luas, pensamos que apenas cerca de 1% desse material permaneceu no sistema&#8221;, afirma Davis. &#8220;Mas o comportamento real desse material pode ser muito diferente se Trit\u00e3o continuar l\u00e1 a agitar as coisas durante muito tempo. Assim, olhando para o futuro, seria interessante compreender como esse processo decorre na realidade. A partir da\u00ed, a quest\u00e3o \u00e9: &#8216;Ser\u00e1 que podemos aprender alguma coisa sobre o tamanho que as luas iniciais teriam de ter para se terem formado e fornecido este material?'&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/neptunes-inner-moons-may-be-shattered-remains-of-ancient-icy-worlds\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Caltech (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.aeb1437\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science Advances)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Neptuno:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/neptune\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/nineplanets.org\/neptune\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Nine Planets<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neptune_(planet)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Rings_of_Neptune\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">An\u00e9is de Neptuno (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Larissa:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/neptune\/moons\/larissa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Larissa_(moon)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Galateia:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/neptune\/moons\/galatea\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galatea_(moon)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Proteu:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/neptune\/moons\/proteus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Proteus_(moon)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Trit\u00e3o:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/neptune\/moons\/triton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Triton_(moon)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Voyager 2:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/voyager.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/theskylive.com\/voyager2-info\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Sky Live<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Voyager_2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo sugere que as pequenas luas interiores de Neptuno s\u00e3o os fragmentos de antigos mundos gelados destru\u00eddos por colis\u00f5es violentas. Simula\u00e7\u00f5es mostram que estes sat\u00e9lites poder\u00e3o ter sido formados a partir dos destro\u00e7os de luas maiores, remodelando a compreens\u00e3o da hist\u00f3ria din\u00e2mica do sistema de Neptuno e da evolu\u00e7\u00e3o dos sat\u00e9lites dos planetas gigantes.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9182,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,16,1],"tags":[2154,387,2153,355,357,358,359],"class_list":["post-9181","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-galateia","tag-jwst","tag-larissa","tag-neptuno","tag-proteu","tag-tritao","tag-voyager-2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9181","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9181"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9181\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9183,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9181\/revisions\/9183"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9182"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9181"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9181"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9181"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}