{"id":9175,"date":"2026-07-31T06:34:06","date_gmt":"2026-07-31T05:34:06","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9175"},"modified":"2026-07-31T06:34:07","modified_gmt":"2026-07-31T05:34:07","slug":"hubble-mostra-que-a-formacao-estelar-na-galaxia-de-andromeda-esta-a-abrandar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/07\/31\/hubble-mostra-que-a-formacao-estelar-na-galaxia-de-andromeda-esta-a-abrandar\/","title":{"rendered":"Hubble mostra que a forma\u00e7\u00e3o estelar na Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda est\u00e1 a abrandar"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/hubble\/releases\/2026\/07\/STScI-01KXZZ6H029XBJTKYKRPARFJE9.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"594\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/e1044bf20e1f-1024x594.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9176\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/e1044bf20e1f-1024x594.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/e1044bf20e1f-300x174.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/e1044bf20e1f-768x445.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/e1044bf20e1f.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA proporcionou uma vis\u00e3o detalhada de milh\u00f5es de estrelas na Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda. As regi\u00f5es onde ocorreu recentemente a forma\u00e7\u00e3o de estrelas (1) apresentam-se significativamente mais azuis do que as regi\u00f5es onde a forma\u00e7\u00e3o de estrelas n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o recente (2). <a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/hubble\/releases\/2026\/07\/STScI-01KXZZ6H029XBJTKYKRPARFJE9.jpg\/jcr:content\/renditions\/Unannotated-Full-Res-JPG.jpg\">Ver aqui a imagem sem as inser\u00e7\u00f5es<\/a>.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Benjamin Williams (Universidade de Washington), Zhuo Chen (Universidade de Washington), L. Clifton Johnson (Universidade Northwestern); processamento de imagem &#8211; Joseph DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um novo estudo que utiliza dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA concluiu que a forma\u00e7\u00e3o estelar na vizinha Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda (Messier 31 ou M31) sofreu um decl\u00ednio ao longo de 500 milh\u00f5es de anos, com uma queda ainda mais acentuada nos \u00faltimos 40 milh\u00f5es de anos. Andr\u00f3meda, uma gal\u00e1xia espiral compar\u00e1vel em tamanho \u00e0 nossa Via L\u00e1ctea, fica suficientemente perto para ser vista a olho nu a partir de \u00e1reas com c\u00e9u escuro. Localizada a cerca de 2,5 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, praticamente no nosso &#8220;quintal&#8221; c\u00f3smico, Andr\u00f3meda oferece aos astr\u00f3nomos a oportunidade de examinar as suas popula\u00e7\u00f5es estelares em pormenor, levando a uma melhor compreens\u00e3o do passado de gal\u00e1xias como a nossa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados foram publicados na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para chegar a esta conclus\u00e3o, os investigadores combinaram dados de dois levantamentos do Hubble: o PHAT (Panchromatic Hubble Andromeda Treasury) e o PHAST (Panchromatic Hubble Andromeda Southern Treasury). Em conjunto, estes dois levantamentos mapearam dois-ter\u00e7os do disco de Andr\u00f3meda com um detalhe extremo. No total, a equipa mediu cerca de 200 milh\u00f5es de estrelas individuais em toda a gal\u00e1xia, o que lhes proporcionou uma imagem detalhada da atividade passada de Andr\u00f3meda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Precisamos de medir as estrelas individualmente porque elas constituem o registo f\u00f3ssil da forma\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia. O Hubble \u00e9 o \u00fanico telesc\u00f3pio capaz de proporcionar uma resolu\u00e7\u00e3o espacial suficientemente elevada numa \u00e1rea suficientemente vasta para que isso seja poss\u00edvel em Andr\u00f3meda&#8221;, afirmou Ben Williams, astr\u00f3nomo da Universidade de Washington e coautor do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas massivas s\u00e3o mais azuis e t\u00eam vida curta, enquanto as estrelas menos massivas s\u00e3o mais vermelhas e t\u00eam vida mais longa. Consequentemente, as \u00e1reas onde ocorreu forma\u00e7\u00e3o estelar recente tendem a ter uma maior propor\u00e7\u00e3o de estrelas azuis, enquanto as \u00e1reas com forma\u00e7\u00e3o estelar menos recente apresentam, normalmente, uma popula\u00e7\u00e3o mais vermelha. A equipa dividiu as imagens de Andr\u00f3meda em milhares de quadrados, com 300 anos-luz de lado, e determinou a hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o estelar em cada um desses quadrados para obter uma vis\u00e3o abrangente do passado da gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Decl\u00ednio constante<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudos anteriores revelaram que a Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda sofreu uma explos\u00e3o dram\u00e1tica de forma\u00e7\u00e3o estelar h\u00e1 cerca de 2 mil milh\u00f5es de anos, provavelmente devido a uma intera\u00e7\u00e3o ou fus\u00e3o passada com outra gal\u00e1xia. Desde ent\u00e3o, a forma\u00e7\u00e3o estelar tem vindo a diminuir de forma constante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos medem a taxa de forma\u00e7\u00e3o estelar em termos da massa, ou quantidade de g\u00e1s e poeira, convertida em estrelas por ano. Os investigadores calcularam que, h\u00e1 500 milh\u00f5es de anos, Andr\u00f3meda formava estrelas a uma taxa de cerca de uma massa solar por ano. No entanto, a taxa de forma\u00e7\u00e3o caiu para cerca de metade desse valor h\u00e1 40 milh\u00f5es de anos. A taxa atual desceu ainda mais, para cerca de um-quinto da massa do nosso Sol por ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m analisou se esse decl\u00ednio era consistente em toda a gal\u00e1xia ou se se concentrava em determinadas \u00e1reas. Descobriram que grande parte da forma\u00e7\u00e3o estelar recente ocorreu num anel de forma\u00e7\u00e3o estelar situado a cerca de 32.000 anos-luz do centro da gal\u00e1xia. Consequentemente, grande parte do decl\u00ednio que mediram deve-se \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da atividade dentro desse anel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em vez de ser o resultado de uma redu\u00e7\u00e3o do material a partir do qual novas estrelas se podem formar, \u00e9 mais prov\u00e1vel que o decl\u00ednio seja um abrandamento natural em rela\u00e7\u00e3o ao seu estado anterior, mais ativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 tal e qual como depois de correr uma maratona: \u00e0s vezes \u00e9 preciso fazer uma pequena pausa para recuperar o f\u00f4lego&#8221;, afirmou Tobin Wainer, autor principal, da Universidade de Washington.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Suspeito prov\u00e1vel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m investigou se existia alguma liga\u00e7\u00e3o entre a diminui\u00e7\u00e3o da atividade em Andr\u00f3meda e a sua proximidade com a gal\u00e1xia sat\u00e9lite M32 (Messier 32). A gal\u00e1xia M32 est\u00e1 separada de Andr\u00f3meda por cerca de 16.000 anos-luz no plano do c\u00e9u; no entanto, a sua localiza\u00e7\u00e3o tridimensional no espa\u00e7o \u00e9 incerta. Consequentemente, os astr\u00f3nomos n\u00e3o t\u00eam a certeza se, ou quando, ela poder\u00e1 ter interagido com Andr\u00f3meda no passado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Uma das principais motiva\u00e7\u00f5es para este programa foi investigar poss\u00edveis intera\u00e7\u00f5es entre M32 e o disco de Andr\u00f3meda&#8221;, afirmou Zhuo Chen, coautora do estudo, da Universidade de Washington.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do levantamento do PHAST permitiram \u00e0 equipa estudar a hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o estelar em Andr\u00f3meda perto de M32. Descobriram que esta \u00e1rea apresentava sinais de uma diminui\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o estelar, em compara\u00e7\u00e3o com outras regi\u00f5es. O momento em que esta diminui\u00e7\u00e3o ocorreu &#8211; que, segundo este estudo, teve in\u00edcio h\u00e1 cerca de 60 milh\u00f5es de anos &#8211; poder\u00e1 ajudar a determinar quando \u00e9 que a gal\u00e1xia M32 interagiu com o disco de Andr\u00f3meda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o podemos afirmar explicitamente que estamos a observar uma diminui\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o estelar devido a M32. Mas est\u00e1 mesmo ali e \u00e9 definitivamente a suspeita mais prov\u00e1vel&#8221;, afirmou Wainer.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video\"><video controls src=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/hubble\/releases\/2026\/07\/STScI-01KY7FSW9S0TZ25DQFQ0WX020P.mp4\"><\/video><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este v\u00eddeo, criado a partir de uma an\u00e1lise de dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, demonstra como a taxa de forma\u00e7\u00e3o estelar na Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda diminuiu ao longo dos \u00faltimos 500 milh\u00f5es de anos. As cores mais brilhantes indicam onde a forma\u00e7\u00e3o estelar foi mais intensa durante um determinado per\u00edodo.<br>Cr\u00e9dito: visualiza\u00e7\u00e3o &#8211; Tobin Wainer (Universidade de Washington); processamento de imagem: Joseph DePasquale (STScI); v\u00eddeo &#8211; NASA, ESA, STScI, Gregory Bacon (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa planeia continuar a analisar os dados do Hubble e combin\u00e1-los com dados de observat\u00f3rios terrestres para obter mais informa\u00e7\u00f5es sobre a hist\u00f3ria de Andr\u00f3meda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes dados de arquivo t\u00eam um grande valor cient\u00edfico. Andr\u00f3meda \u00e9 importante porque \u00e9 uma vizinha suficientemente pr\u00f3xima para que possamos observ\u00e1-la com grande detalhe, enquanto obtemos uma perspetiva global&#8221;, afirmou Raja GuhaThakurta, coautor do estudo, da Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Cruz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 prov\u00e1vel que se obtenha uma perspetiva global ainda mais abrangente com o Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA, ap\u00f3s o seu lan\u00e7amento, que poder\u00e1 ocorrer j\u00e1 no dia 30 de agosto. O gigantesco campo de vis\u00e3o do Roman pode abranger, numa \u00fanica observa\u00e7\u00e3o, uma \u00e1rea pelo menos 100 vezes superior \u00e0 do Hubble em comprimentos de onda do infravermelho pr\u00f3ximo. Um programa de observa\u00e7\u00e3o do Roman, recentemente aprovado, ir\u00e1 captar imagens de todo o disco de Andr\u00f3meda e de \u00e1reas do seu halo circundante, permitindo aos astr\u00f3nomos medir centenas de milh\u00f5es de estrelas e possibilitando novos revolucion\u00e1rios avan\u00e7os cient\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/nasas-hubble-shows-star-formation-in-andromeda-galaxy-winding-down\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ae6db9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda (Messier 31):<br><\/strong><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m031.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Andromeda_Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Messier 32:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/m\/m032.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Messier_32\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/hlsp\/phat\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHAT (Panchromatic Hubble Andromeda Treasury)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/hlsp\/phast\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHAST (Panchromatic Hubble Andromeda Southern Treasury)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados do telesc\u00f3pio Hubble revelam que a forma\u00e7\u00e3o de estrelas na gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda est\u00e1 a abrandar h\u00e1 500 milh\u00f5es de anos, com uma queda acentuada nos \u00faltimos 40 milh\u00f5es. Esta desacelera\u00e7\u00e3o, concentrada num anel de forma\u00e7\u00e3o estelar, pode ter sido influenciada por uma intera\u00e7\u00e3o com a gal\u00e1xia sat\u00e9lite M32.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9176,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,60,16,1],"tags":[135,150,134],"class_list":["post-9175","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-galaxia-de-andromeda","tag-hubble","tag-m31"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9175","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9175"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9175\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9177,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9175\/revisions\/9177"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9176"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9175"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9175"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9175"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}