{"id":9172,"date":"2026-07-31T06:31:32","date_gmt":"2026-07-31T05:31:32","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9172"},"modified":"2026-07-31T06:31:33","modified_gmt":"2026-07-31T05:31:33","slug":"o-webb-explora-a-arvore-genealogica-dos-pequenos-pontos-vermelhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/07\/31\/o-webb-explora-a-arvore-genealogica-dos-pequenos-pontos-vermelhos\/","title":{"rendered":"O Webb explora a \u00e1rvore geneal\u00f3gica dos pequenos pontos vermelhos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2026\/07\/STScI-01KVTW3MA3BWZ66MW2C9HG0601.png\/jcr:content\/renditions\/16191x7844.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"496\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/a8dbbbebb777-1024x496.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9173\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/a8dbbbebb777-1024x496.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/a8dbbbebb777-300x145.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/a8dbbbebb777-768x372.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/a8dbbbebb777.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Com base na sua an\u00e1lise da gal\u00e1xia espiral WISEA J123635.56+621424.2, apelidada de &#8220;Saguaro&#8221;, os cientistas propuseram um percurso que os pequenos pontos vermelhos podem seguir \u00e0 medida que o Universo amadurece. Sugerem que os pequenos pontos vermelhos podem ser uma fase tempor\u00e1ria de buracos negros supermassivos altamente ativos.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Pierluigi Rinaldi (Observat\u00f3rio Steward); processamento de imagem &#8211; Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde a sua descoberta pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, em 2022, que os &#8220;Pequenos Pontos Vermelhos&#8221; (ou LRDs, sigla inglesa para &#8220;Little Red Dots&#8221;) t\u00eam sido objeto de grande interesse por parte dos astr\u00f3nomos. Compreender a natureza destas fontes vermelhas extremamente distantes e compactas tem sido um desafio cient\u00edfico intrigante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma teoria popular \u00e9 que os LRDs s\u00e3o buracos negros supermassivos conhecidos como n\u00facleos gal\u00e1cticos ativos, embora apresentem caracter\u00edsticas diferentes dos n\u00facleos gal\u00e1cticos ativos mais pr\u00f3ximos. Embora pare\u00e7am abundantes em altos desvios para o vermelho nas fases iniciais do Universo, o seu n\u00famero diminui rapidamente em desvios para o vermelho mais baixos (quanto maior for o desvio para o vermelho, maior \u00e9 a dist\u00e2ncia que a luz percorreu no Universo). Esta mudan\u00e7a intrigante no n\u00famero levanta a quest\u00e3o: o que acontece aos pequenos pontos vermelhos \u00e0 medida que o Universo amadurece?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de investigadores liderada por Pierluigi Rinaldi, do Observat\u00f3rio Steward da Universidade do Arizona, atualmente no STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, EUA, baseou-se na sua investiga\u00e7\u00e3o anterior para a publica\u00e7\u00e3o de um novo estudo na revista The Astrophysical Journal e prop\u00f4s um caminho que os LRDs podem seguir \u00e0 medida que o Universo envelhece: embora possam parecer uma popula\u00e7\u00e3o \u00fanica de gal\u00e1xias, estes pontos s\u00e3o afetados por um vi\u00e9s observacional &#8211; algumas caracter\u00edsticas simplesmente n\u00e3o aparecem em desvios para o vermelho mais elevados com a tecnologia atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As suas conclus\u00f5es baseiam-se na an\u00e1lise da gal\u00e1xia espiral de baixo desvio para o vermelho WISEA J123635.56+621424.2, apelidada de &#8220;Saguaro&#8221; devido aos seus bra\u00e7os proeminentes, semelhantes ao cacto nativo do Deserto de Sonora, no sudoeste dos Estados Unidos. Uma caracter\u00edstica particularmente intrigante desta gal\u00e1xia com desvio para o vermelho de 2 &#8211; o que corresponde a aproximadamente 3,3 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang &#8211; \u00e9 o seu centro, semelhante a um pequeno ponto vermelho, que lembra o fruto vermelho-rubi produzido pela planta do deserto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tudo o que foi criado no Universo primitivo deve evoluir para algo que nos rodeia. T\u00ednhamos pouca no\u00e7\u00e3o do que se tornariam os LRDs, mas estes resultados mostram-nos finalmente como encontrar a sua descend\u00eancia&#8221;, afirmou o coautor George Rieke, da Universidade do Arizona. Estudos anteriores realizados pelo Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer, agora aposentado, forneceram a primeira pista acerca da popula\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias compactas e obscurecidas pela poeira no Universo de menor desvio para o vermelho, \u00e0 qual Saguaro pertence, abrindo caminho para as an\u00e1lises de alta resolu\u00e7\u00e3o dos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e James Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Saguaro \u00e9 importante porque \u00e9 um prot\u00f3tipo desses pequenos pontos vermelhos e \u00e9 um dos poucos que encontr\u00e1mos com desvio para o vermelho mais baixo. Pode ser utilizado para estudar a evolu\u00e7\u00e3o destes pontos ao longo do tempo c\u00f3smico&#8221;, afirmou Fabio Pacucci, do Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts, EUA, coautor do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os milhares de fontes que Rinaldi analisou em v\u00e1rios levantamentos, Saguaro foi um exemplo do local certo &#8211; devido \u00e0 sua perfeita posi\u00e7\u00e3o no campo de vis\u00e3o de um dos instrumentos do Webb &#8211; e do momento certo &#8211; por se encontrar num desvio para o vermelho mais baixo. Para obter uma vis\u00e3o t\u00e3o abrangente quanto poss\u00edvel da gal\u00e1xia espiral ao longo do espetro eletromagn\u00e9tico, a equipa utilizou, respetivamente, as imagens no ultravioleta do Hubble e os dados espetrosc\u00f3picos e de imagem do Webb no infravermelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como Saguaro se encontra num desvio para o vermelho mais baixo, podemos observar a gal\u00e1xia, muito bela e brilhante, em alta resolu\u00e7\u00e3o e com grande detalhe com o Webb e o Hubble&#8221;, afirmou Zihao Wu, do Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian e coautor do estudo. &#8220;As observa\u00e7\u00f5es do Webb podem ajudar-nos a compreender como a gal\u00e1xia e o seu pequeno n\u00facleo, semelhante a um ponto vermelho, est\u00e3o ligados&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa adotou v\u00e1rias abordagens para verificar se o n\u00facleo vermelho compacto de Saguaro correspondia \u00e0s caracter\u00edsticas de um LRD protot\u00edpico. Em particular, os dados do Hubble e do Webb mostraram que o n\u00facleo \u00e9 mais brilhante tanto no ultravioleta como no infravermelho do que no vis\u00edvel, tal como acontece com os distantes LRDs. A equipa tamb\u00e9m separou cuidadosamente a luz emitida pela gal\u00e1xia e pelo n\u00facleo, e teve em conta a presen\u00e7a de emiss\u00e3o de raios X.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a maioria dos pequenos pontos vermelhos com elevado desvio para o vermelho n\u00e3o seja detet\u00e1vel em raios X, o Observat\u00f3rio de raios X Chandra da NASA detetou uma fraca emiss\u00e3o de raios X proveniente de Saguaro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que as observa\u00e7\u00f5es em raios X revelam \u00e9 que esta gal\u00e1xia possui um n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo, um n\u00facleo muito obscurecido, ainda por cima&#8221;, afirmou Carys Gilbert, estudante de mestrado na Universidade da Cidade do Cabo, na \u00c1frica do Sul, e coautora do artigo cient\u00edfico. &#8220;N\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 obscurecido, como tamb\u00e9m apresenta fraca emiss\u00e3o de raios X. Esse tipo de combina\u00e7\u00e3o poderia explicar a aus\u00eancia de emiss\u00e3o de raios X que observamos em todos os outros pequenos pontos vermelhos. Encaixa perfeitamente no enigma dos pequenos pontos vermelhos&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2026\/07\/STScI-01KA98D227BAE6W9HBYGZP1A45.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.imgchest.com\/files\/399efec5a790.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os cientistas alteraram sinteticamente Saguaro, uma gal\u00e1xia espiral com baixo desvio para o vermelho, para um desvio para o vermelho mais elevado, a fim de descobrir como se apresentaria se estivesse no Universo primitivo. A sua apar\u00eancia vermelha e compacta sugere que os pequenos pontos vermelhos correspondem a uma fase de buracos negros supermassivos altamente ativos.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Pierluigi Rinaldi (Observat\u00f3rio Steward); processamento de imagem &#8211; Alyssa Pagan (STScI); ilustra\u00e7\u00e3o &#8211; Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de demonstrar como a fonte vermelha compacta central de Saguaro se enquadra nos crit\u00e9rios dos pequenos pontos vermelhos, a equipa deslocou sinteticamente a gal\u00e1xia para um desvio para o vermelho mais elevado, a fim de explorar como este ambiente gal\u00e1ctico se apresentaria aos observadores se estivesse localizado no Universo primitivo. Tal como esperado, a estrutura gal\u00e1ctica circundante de Saguaro desvanece-se, de modo que apenas a fonte brilhante, semelhante a um LRD, no seu centro, fica vis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A nossa teoria \u00e9 que a maioria destas fontes distantes \u00e9 afetada por este efeito cosmol\u00f3gico, criando um enviesamento observacional&#8221;, afirmou Rinaldi. &#8220;Simplesmente n\u00e3o conseguimos analisar o ambiente imediato dos pequenos pontos vermelhos de elevado desvio para o vermelho, porque o que os rodeia \u00e9 demasiado t\u00e9nue para ser observado, mesmo com o Webb. Os pequenos pontos vermelhos s\u00e3o muito mais complexos do que apenas um ponto. S\u00e3o apenas a ponta do iceberg &#8211; de um buraco negro supermassivo a interagir com o que o rodeia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tendo em conta o estudo de caso de Saguaro, a equipa pensa que os LRD podem n\u00e3o ser uma popula\u00e7\u00e3o \u00fanica de gal\u00e1xias, mas sim uma fase tempor\u00e1ria de buracos negros supermassivos altamente ativos. Ser\u00e1 que esta teoria pode ser a liga\u00e7\u00e3o entre os numerosos pequenos pontos vermelhos de elevado desvio para o vermelho observados pelo Webb e o Universo local?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora Saguaro n\u00e3o seja representativa de todos os LRD, a equipa prop\u00f5e que esta seja uma das fases destas fontes vermelhas compactas. Para refor\u00e7ar a confian\u00e7a, \u00e9 necess\u00e1rio um estudo mais aprofundado de Saguaro, bem como a procura de outras gal\u00e1xias semelhantes a Saguaro com menor desvio para o vermelho. A equipa tamb\u00e9m pretende analisar minuciosamente os abundantes dados de arquivo do Webb para criar um censo dos pequenos pontos vermelhos, a fim de estudar como os seus ambientes podem influenciar a forma como amadurecem. Todas estas diferentes abordagens visam ajudar a desvendar a \u00e1rvore geneal\u00f3gica dos LRDs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasa-webb-explores-family-tree-of-newly-discovered-distant-objects\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/chandra.harvard.edu\/press\/26_releases\/press_072926.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Chandra\/Harvard (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ae80cd\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pequenos Pontos Vermelhos (ou LRDs, \u201cLittle Red Dots\u201d):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Little_red_dot_(cosmological_object)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Desvio para o vermelho:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Redshift\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de raios X Chandra:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission\/chandra-x-ray-observatory\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/chandra.harvard.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Harvard<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chandra_X-ray_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Cient\u00edfico Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos usaram os telesc\u00f3pios James Webb e Hubble para estudar a gal\u00e1xia espiral Saguaro, descobrindo que os misteriosos pequenos pontos vermelhos correspondem a uma fase tempor\u00e1ria de buracos negros supermassivos hiperativos, cuja gal\u00e1xia hospedeira fica invis\u00edvel a grandes dist\u00e2ncias devido a limita\u00e7\u00f5es de observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9173,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,60,16,1],"tags":[192,1068,150,387,1867,167,240,2152],"class_list":["post-9172","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-buraco-negro","tag-desvio-para-o-vermelho","tag-hubble","tag-jwst","tag-lrds","tag-chandra","tag-spitzer","tag-wisea-j123635-56621424-2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9172","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9172"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9172\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9174,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9172\/revisions\/9174"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9173"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9172"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9172"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9172"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}