{"id":9146,"date":"2026-07-17T06:42:10","date_gmt":"2026-07-17T05:42:10","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9146"},"modified":"2026-07-17T06:42:12","modified_gmt":"2026-07-17T05:42:12","slug":"descoberto-o-planeta-mais-tenue-alguma-vez-observado-a-partir-da-terra-apos-mais-de-10-anos-a-brincar-as-escondidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/07\/17\/descoberto-o-planeta-mais-tenue-alguma-vez-observado-a-partir-da-terra-apos-mais-de-10-anos-a-brincar-as-escondidas\/","title":{"rendered":"Descoberto o planeta mais t\u00e9nue alguma vez observado a partir da Terra, ap\u00f3s mais de 10 anos a &#8220;brincar \u00e0s escondidas&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2609a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/xa2xJD0A_o-1024x640.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9147\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/xa2xJD0A_o-1024x640.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/xa2xJD0A_o-300x188.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/xa2xJD0A_o-768x480.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/xa2xJD0A_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem, obtida com o VLT (Very Large Telescope) do ESO, mostra Beta Pictoris d, um novo planeta descoberto em \u00f3rbita da estrela Beta Pictoris. A estrela encontra-se no centro da imagem e foi subtra\u00edda durante o processamento dos dados, revelando assim o meio que a rodeia. O novo planeta, indicado pela seta, \u00e9 o terceiro a ser descoberto em torno desta estrela. Os outros dois s\u00e3o Beta Pictoris b, a fonte brilhante \u00e0 esquerda, e Beta Pictoris c, que orbita muito mais pr\u00f3ximo da estrela e n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel na imagem. Esta imagem foi obtida com o instrumento ERIS montado no VLT. Com base no seu brilho e cor no infravermelho, o novo planeta parece ser um gigante gasoso, com uma massa de cerca de 2,4 vezes superior \u00e0 de J\u00fapiter. A faixa horizontal difusa trata-se de um disco de restos que existe em torno da estrela e que aqui vemos de perfil, constitu\u00eddo pelo material que restou da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/B. Sutlieff, M. Bonse et al.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de astr\u00f3nomos descobriu um terceiro planeta a orbitar a estrela Beta Pictoris. O novo planeta, Beta Pictoris d, \u00e9 100 vezes mais t\u00e9nue do que Beta Pictoris b &#8211; o primeiro planeta descoberto neste sistema &#8211; e est\u00e1 entre os exoplanetas mais leves alguma vez observados a partir do solo. Ap\u00f3s a dete\u00e7\u00e3o do planeta, o que foi feito com o aux\u00edlio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, a equipa descobriu que este objeto se encontrava, afinal, escondido em observa\u00e7\u00f5es de arquivo realizadas h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Trata-se de uma descoberta acidental&#8221;, afirma Ben Sutlieff, coautor principal do estudo publicado na revista The Astrophysical Journal Letters e astr\u00f3nomo na Universidade de Edimburgo, Reino Unido. &#8220;O nosso objetivo inicial era investigar com mais detalhe um dos planetas que j\u00e1 conhec\u00edamos neste sistema, Beta Pictoris b, para determinar o modo como este objeto varia no tempo&#8221;, acrescenta. No entanto, ao analisar as imagens do sistema, a equipa reparou noutro objeto, diferente de Beta Pictoris b, que acabou por levar a um resultado totalmente novo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;&#8216;Olha, h\u00e1 aqui outra coisa, est\u00e1s a ver?'&#8221;, lembra-se de ter dito Markus Bonse, astr\u00f3nomo do ESO na Alemanha e o outro coautor principal do estudo, quando os dados come\u00e7aram a ser analisados. Para confirmar a natureza da nova dete\u00e7\u00e3o, a equipa consultou o arquivo cient\u00edfico do ESO, um cat\u00e1logo de observa\u00e7\u00f5es realizadas com as infraestruturas do ESO, e encontrou o novo planeta, Beta Pictoris d, em v\u00e1rias imagens que remontam a 11 anos atr\u00e1s, incluindo uma em que o novo planeta agora detetado era apenas vis\u00edvel contra o brilho do seu vizinho maior, Beta Pictoris b. &#8220;Parece que o planeta d tem estado a brincar \u00e0s escondidas connosco h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada e s\u00f3 agora podemos dizer &#8216;encontr\u00e1mos-te!'&#8221; afirma Jayne Birkby, tamb\u00e9m coautora do estudo e astr\u00f3noma na Universidade de Oxford, Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta rec\u00e9m-descoberto, tal como os outros dois existentes neste sistema, \u00e9 um gigante gasoso semelhante a J\u00fapiter ou Saturno. Contudo, Beta Pictoris d tem uma \u00f3rbita muito maior que os planetas Beta Pictoris b e Beta Pictoris c. Al\u00e9m disso, enquanto os dois primeiros planetas t\u00eam, cada um, cerca de dez vezes a massa de J\u00fapiter, o novo planeta tem apenas 2,4 vezes a massa de J\u00fapiter, o que o torna um dos mais leves alguma vez observados a partir da Terra. Este planeta \u00e9 tamb\u00e9m relativamente frio e, por isso, extremamente t\u00e9nue quando comparado com a sua estrela hospedeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obten\u00e7\u00e3o de imagens diretas, em que a luz dum objeto \u00e9 capturada tal como numa fotografia, s\u00f3 \u00e9 vi\u00e1vel para planetas suficientemente brilhantes que se destacam das suas estrelas hospedeiras, as quais s\u00e3o, obviamente, muito mais brilhantes. Obter uma imagem direta de um planeta t\u00e3o pouco brilhante como \u00e9 o caso de Beta Pictoris d representa, portanto, um feito significativo. &#8220;O novo planeta \u00e9 100 vezes mais t\u00e9nue do que Beta Pictoris b, o famoso planeta do mesmo sistema, sendo assim o exoplaneta mais t\u00e9nue que alguma vez conseguimos capturar diretamente a partir da Terra&#8221;, explica Bonse (Beta Pictoris d \u00e9 o exoplaneta mais t\u00e9nue de sempre a ser capturado a partir da Terra, quando corrigido para a dist\u00e2ncia at\u00e9 ao sistema, ou seja, trata-se do mais t\u00e9nue em magnitude absoluta &#8211; devido apenas ao seu tamanho e temperatura &#8211; e n\u00e3o em magnitude aparente &#8211; onde a dist\u00e2ncia tamb\u00e9m contribui para a luminosidade).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso2609b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/02\/9b\/RlMGECdq_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta s\u00e9rie de imagens mostra observa\u00e7\u00f5es do exoplaneta Beta Pictoris d ao longo de mais de uma d\u00e9cada. O planeta foi descoberto pela primeira vez com o aux\u00edlio do instrumento ERIS montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO. Os astr\u00f3nomos conseguiram depois localiz\u00e1-lo em dados de arquivo do instrumento SPHERE, tamb\u00e9m montado no VLT, e do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA.<br>O novo planeta, assinalado com a seta, \u00e9 o terceiro planeta descoberto em \u00f3rbita da estrela Beta Pictoris. Os outros dois s\u00e3o Beta Pictoris b, o ponto mais brilhante vis\u00edvel nas tr\u00eas imagens superiores, e Beta Pictoris c, que n\u00e3o se encontra vis\u00edvel nas imagens, uma vez que orbita muito pr\u00f3ximo da estrela.<br>A estrela propriamente dita tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel: na imagem do ERIS, foi subtra\u00edda durante o processamento dos dados, enquanto nas imagens do JWST e do SPHERE foi bloqueada com uma m\u00e1scara especial.<br>\u00c0 medida que o tempo passa, os planetas orbitam em torno da estrela e a sua posi\u00e7\u00e3o nas imagens vai-se alterando. Nas observa\u00e7\u00f5es de 2014, os planetas d e b pareciam estar quase exatamente alinhados, quando vistos a partir da Terra. S\u00f3 depois de se remover a luz do planeta b \u00e9 que o planeta d, muito mais t\u00e9nue, p\u00f4de ser visto.<br>A faixa diagonal difusa nas imagens trata-se de um disco de restos que existe em torno da estrela e que aqui vemos de perfil, constitu\u00eddo pelo material que restou da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<br>Cr\u00e9dito: ESO\/B. Sutlieff, M. Bonse et al.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta primeira dete\u00e7\u00e3o clara de Beta Pictoris d, que se encontra a 63 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra, foi realizada com o instrumento ERIS montado no VLT por uma equipa de astr\u00f3nomos liderada por Sutlieff e Bonse. Uma equipa independente liderada por Aidan Gibbs, da Universidade da Calif\u00f3rnia, EUA, tamb\u00e9m descobriu o mesmo planeta utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, uma infraestrutura das ag\u00eancias espaciais dos EUA, da Europa e do Canad\u00e1. Os seus resultados foram tamb\u00e9m publicados na revista da especialidade The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para confirmar a descoberta dum planeta a partir duma dete\u00e7\u00e3o, os astr\u00f3nomos t\u00eam normalmente de realizar observa\u00e7\u00f5es de seguimento. No entanto, este sistema j\u00e1 tinha sido amplamente estudado anteriormente, com v\u00e1rias imagens armazenadas nos arquivos cient\u00edficos do ESO e do Webb. &#8220;Para nossa satisfa\u00e7\u00e3o, este planeta aparece em observa\u00e7\u00f5es anteriores do SPHERE&#8221;, afirma Birkby, referindo-se a outro instrumento do VLT anteriormente utilizado para observar o sistema de Beta Pictoris. O planeta foi tamb\u00e9m encontrado em observa\u00e7\u00f5es de arquivo do NIRCam, um instrumento montado no JWST. Agora que sabia onde procurar o potencial novo planeta, a equipa descobriu que &#8220;afinal ele estava escondido nos dados desde o in\u00edcio!&#8221;, afirma Birkby. O coautor Valentin Christiaens, investigador do CEA Paris-Saclay, Fran\u00e7a, acrescenta: &#8220;A dete\u00e7\u00e3o nos dados de arquivo do SPHERE n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 bastante interessante por si mesma, mas tamb\u00e9m sugere que ainda existe uma s\u00e9rie de tesouros escondidos nos arquivos dos instrumentos do VLT&#8221;!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Beta Pictoris \u00e9 agora o segundo sistema, a seguir a HR 8799, onde foi poss\u00edvel obter imagens diretas de mais de dois planetas. &#8220;Os sistemas com m\u00faltiplos exoplanetas capturados diretamente s\u00e3o o &#8220;santo Graal&#8221; das descobertas, porque nos podem ensinar muito sobre as diferen\u00e7as que existem entre exoplanetas formados num mesmo meio&#8221;, afirma Sutlieff. Beta Pictoris d esclarece-nos tamb\u00e9m sobre um mist\u00e9rio do seu sistema planet\u00e1rio, uma vez que tem exatamente a massa e a posi\u00e7\u00e3o certas para explicar a forma particular do disco de restos circundante, composto pelos res\u00edduos da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O modo como Beta Pictoris d foi descoberto incentiva-nos \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de mais observa\u00e7\u00f5es diretas de sistemas planet\u00e1rios onde planetas pouco brilhantes podem estar escondidos \u00e0 vista de toda a gente, nomeadamente com o futuro ELT (Extremely Large Telescope) do ESO. &#8220;Os planetas parecem ter amigos&#8221;, afirma Beth Biller, tamb\u00e9m coautora do artigo cient\u00edfico e astr\u00f3noma na Universidade de Edimburgo, &#8220;muitos dos famosos sistemas de exoplanetas capturados diretamente parecem ter v\u00e1rios planetas gigantes no mesmo sistema, e \u00e9 prov\u00e1vel que existam ainda mais planetas de menor massa escondidos nestes sistemas, que poder\u00e3o enfim ser revelados com o aux\u00edlio dos instrumentos do ELT.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"New exoplanet had been hiding for more than 10 years | ESO News\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SeU_tE6yaz8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/news\/eso2609\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-discovers-hidden-planet-in-famous-star-system\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae80a0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae801b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Beta Pictoris d:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/beta-pictoris-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/beta_pic_d--10878\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Beta_Pictoris#Beta_Pictoris_d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Beta Pictoris b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/beta-pictoris-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/beta_pic_b--521\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Beta_Pictoris_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Beta Pictoris:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/beta%20pictoris%20d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Beta_Pictoris\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/vlt-instr\/eris\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ERIS (ESO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/vlt-instr\/sphere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPHERE (ESO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos descobriram Beta Pictoris d, o exoplaneta mais t\u00e9nue alguma vez fotografado diretamente a partir da Terra. Com apenas 2,4 massas de J\u00fapiter, esteve escondido durante mais de uma d\u00e9cada em imagens de arquivo do Very Large Telescope. A descoberta demonstra o enorme potencial dos arquivos astron\u00f3micos para revelar novos mundos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9147,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[841,842,2148,387,107],"class_list":["post-9146","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-beta-pictoris","tag-beta-pictoris-b","tag-beta-pictoris-d","tag-jwst","tag-vlt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9146","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9146"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9146\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9148,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9146\/revisions\/9148"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9147"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9146"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9146"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9146"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}