{"id":9143,"date":"2026-07-17T06:38:54","date_gmt":"2026-07-17T05:38:54","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9143"},"modified":"2026-07-17T06:38:56","modified_gmt":"2026-07-17T05:38:56","slug":"hubble-descobre-o-primeiro-dos-buracos-negros-desaparecidos-de-um-enxame-globular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/07\/17\/hubble-descobre-o-primeiro-dos-buracos-negros-desaparecidos-de-um-enxame-globular\/","title":{"rendered":"Hubble descobre o primeiro dos buracos negros &#8220;desaparecidos&#8221; de um enxame globular"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2610a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/9708soyL_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9144\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/9708soyL_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/9708soyL_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/9708soyL_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/9708soyL_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/9708soyL_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os astr\u00f3nomos descobriram o primeiro buraco negro de massa estelar em Omega Centauri, que possui uma estrela companheira vis\u00edvel, aqui apresentada com maior detalhe. Para fazer esta descoberta, utilizaram dados recolhidos ao longo de mais de 20 anos pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e dados recentes do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. <a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2409a.jpg\">Ver aqui a imagem sem a inser\u00e7\u00e3o<\/a>.<br>Cr\u00e9dito: ESA, NASA, Maximilian H\u00e4berle (MPIA), Joseph DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O enorme enxame globular Omega Centauri intriga os astr\u00f3nomos h\u00e1 d\u00e9cadas. Deveria estar repleto de buracos negros deixados por estrelas que explodiram, mas as evid\u00eancias da sua exist\u00eancia s\u00e3o escassas. Agora, utilizando dados de arquivo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e observa\u00e7\u00f5es complementares do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, os astr\u00f3nomos localizaram finalmente o seu primeiro buraco negro de massa estelar neste enxame. A descoberta do primeiro exemplar desta popula\u00e7\u00e3o de buracos negros &#8220;desaparecidos&#8221; ajudar\u00e1 a aperfei\u00e7oar as teorias atuais sobre a forma\u00e7\u00e3o de buracos negros em ambientes como Omega Centauri. As conclus\u00f5es da equipa foram publicadas na passada segunda-feira na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Omega Centauri \u00e9 composto por 10 milh\u00f5es de estrelas ligadas gravitacionalmente. Embora a comunidade astron\u00f3mica j\u00e1 tivesse encontrado anteriormente, com o Hubble, evid\u00eancias de que um buraco negro de massa interm\u00e9dia se esconde no seu centro, os modelos sugerem que este enxame globular tamb\u00e9m deveria conter cerca de 10.000 buracos negros mais pequenos de massa estelar. Esta not\u00e1vel popula\u00e7\u00e3o de buracos negros escapou \u00e0 dete\u00e7\u00e3o em estudos observacionais anteriores, que utilizaram o m\u00e9todo da velocidade radial ou procuraram emiss\u00f5es de r\u00e1dio e raios X provenientes de material caindo nos buracos negros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta nova descoberta recorre a uma abordagem diferente, conhecida como astrometria, para medir movimentos muito pequenos das estrelas ao longo do tempo. Ao analisar mais de 20 anos de dados de arquivo do Hubble e incorporar dados recentes do Webb para aperfei\u00e7oar ainda mais as suas medi\u00e7\u00f5es astrom\u00e9tricas, a equipa localizou uma estrela a orbitar um objeto invis\u00edvel t\u00e3o massivo que s\u00f3 pode ser um buraco negro. Apelidado de oMEGACat BH-2, \u00e9 o primeiro buraco negro de massa estelar detetado em Omega Centauri e apresenta algumas caracter\u00edsticas surpreendentes. O buraco negro oMEGACat BH-2 tem uma massa inferior \u00e0 esperada e, juntamente com a sua estrela companheira vis\u00edvel, a dupla buraco negro-estrela tem o per\u00edodo orbital mais longo de qualquer sistema bin\u00e1rio de buracos negros conhecido at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com os dados do Hubble e do Webb, conseguimos observar o movimento da estrela vis\u00edvel de sequ\u00eancia principal que faz parte deste sistema bin\u00e1rio, que se encontra a cerca de 18.000 anos-luz de dist\u00e2ncia, no ambiente denso de Omega Centauri&#8221;, afirmou Matthew Whitaker, da Universidade do Utah, em Salt Lake City, EUA, autor principal do artigo cient\u00edfico. &#8220;A precis\u00e3o destas medi\u00e7\u00f5es \u00e9 incr\u00edvel, chegando a uma fra\u00e7\u00e3o de um pixel nos detetores do Hubble e do Webb. N\u00e3o teria sido poss\u00edvel encontrar este buraco negro sem estes dois telesc\u00f3pios espaciais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas da equipa aperfei\u00e7oam um estudo anterior realizado por um grupo diferente de cientistas, que sugeria que este sistema bin\u00e1rio inclu\u00eda uma estrela de neutr\u00f5es. Ao complementar os dados do Hubble da investiga\u00e7\u00e3o anterior com medi\u00e7\u00f5es astrom\u00e9tricas de arquivo do Hubble, relativas ao per\u00edodo de 2002 a 2023, e ao integrar dados no infravermelho pr\u00f3ximo do Webb para melhorar a precis\u00e3o, a equipa liderada pela Universidade do Utah conseguiu determinar com maior precis\u00e3o a massa da companheira escura da estrela vis\u00edvel, descartando a possibilidade de se tratar de uma estrela de neutr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora j\u00e1 soub\u00e9ssemos que a estrela tinha 0,78 massas solares, agora podemos calcular a massa do buraco negro, que \u00e9 de 4,46 massas solares e, por isso, demasiado grande para ser uma estrela de neutr\u00f5es. No entanto, a sua massa \u00e9 muito inferior \u00e0 que seria esperada num ambiente pobre em metais como o de Omega Centauri. Isto \u00e9 surpreendente e emocionante&#8221;, afirmou Anil Seth, da Universidade do Utah, coautor do estudo. &#8220;Sabemos agora que uma estrela pobre em metais \u00e9 capaz de formar um buraco negro como este, e precisamos de descobrir como \u00e9 que isso acontece. Esta dete\u00e7\u00e3o est\u00e1 a fornecer alguns dados \u00e0queles que fazem esse tipo de modela\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>H\u00e1 muito esperado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nos dados precisos do Hubble e do Webb, a equipa conseguiu rastrear a trajet\u00f3ria da estrela ao longo de mais de 20 anos, durante a sua aproxima\u00e7\u00e3o m\u00e1xima ao buraco negro que a acompanha, quando se deslocava mais rapidamente pelo c\u00e9u. A partir desses dados exaustivos, a equipa determinou que a estrela vis\u00edvel orbita oMEGACat BH-2 uma vez a cada 94 anos, tornando-o o sistema bin\u00e1rio com um buraco negro de per\u00edodo mais longo jamais conhecido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O seu longo per\u00edodo orbital tamb\u00e9m d\u00e1 uma pista acerca da origem deste sistema bin\u00e1rio. Provavelmente, formou-se dinamicamente, o que significa que a estrela e o seu companheiro, o buraco negro, n\u00e3o come\u00e7aram juntos, mas sim que se encontraram neste enxame. Os investigadores calcularam que um sistema como oMEGACat BH-2 sobreviver\u00e1 menos de mil milh\u00f5es de anos antes de ser destru\u00eddo por colis\u00f5es com estrelas pr\u00f3ximas, um per\u00edodo muito mais curto do que a idade do enxame globular (aproximadamente 12 mil milh\u00f5es de anos).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 importante compreender as popula\u00e7\u00f5es de buracos negros nos enxames globulares, porque existe incerteza quanto \u00e0 sua f\u00edsica e forma\u00e7\u00e3o&#8221;, afirmou Seth. &#8220;Mais especificamente, compreender o processo de forma\u00e7\u00e3o dos buracos negros e, posteriormente, a forma\u00e7\u00e3o din\u00e2mica de sistemas bin\u00e1rios \u00e9 vital, pois isso afeta a nossa capacidade de interpretar e compreender os eventos de ondas gravitacionais. Ambientes como o de Omega Centauri s\u00e3o os principais locais onde pensamos que os sistemas bin\u00e1rios est\u00e3o a fundir-se e a criar estas ondas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta do buraco negro de massa estelar oMEGACat BH-2, com base no conjunto de dados do Hubble e do Webb, \u00e9 apenas o in\u00edcio da busca por estas popula\u00e7\u00f5es de buracos negros esquivos nos enxames globulares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com o Hubble e o Webb, podemos continuar a observar Omega Centauri e a alargar a nossa busca por sistemas semelhantes noutros enxames&#8221;, afirmou Whitaker. &#8220;Estamos tamb\u00e9m muito entusiasmados com o lan\u00e7amento do Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA, porque ir\u00e1 captar imagens do denso Bojo Gal\u00e1ctico, incluindo o Centro Gal\u00e1ctico, com grande regularidade, com uma resolu\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 do Hubble e com um campo de vis\u00e3o muito mais amplo. Esperamos conseguir encontrar sistemas bin\u00e1rios de buracos negros como este, gra\u00e7as \u00e0 cad\u00eancia regular das observa\u00e7\u00f5es do Roman&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/nasas-hubble-discovers-first-of-star-clusters-missing-black-holes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2610\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/attheu.utah.edu\/facultystaff\/nasas-hubble-discovers-first-of-star-clusters-missing-black-holes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Utah (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae7a5c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Omega Centauri:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Omega_Centauri\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.constellation-guide.com\/omega-centauri-ngc-5139\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Constellation Guide<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/xtra\/ngc\/n5139.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxames globulares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/spider.seds.org\/spider\/MWGC\/mwgc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Globular_cluster\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buracos negros:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Buraco negro de massa estelar (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Intermediate-mass_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Buraco negro de massa interm\u00e9dia (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recorrendo a dados dos telesc\u00f3pios Hubble e James Webb, os astr\u00f3nomos descobriram o primeiro buraco negro de massa estelar no enxame globular Omega Centauri. O objeto, batizado oMEGACat BH-2, orbita uma estrela vis\u00edvel a cada 94 anos, ajudando a compreender a evolu\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o destes misteriosos corpos celestes.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9144,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,50,16,1],"tags":[192,370,150,387,1619,2147],"class_list":["post-9143","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-buraco-negro","tag-enxames-globulares","tag-hubble","tag-jwst","tag-omega-centauri","tag-omegacat-bh-2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9143","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9143"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9143\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9145,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9143\/revisions\/9145"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9144"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9143"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9143"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9143"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}