{"id":9118,"date":"2026-07-07T06:35:26","date_gmt":"2026-07-07T05:35:26","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9118"},"modified":"2026-07-07T06:35:28","modified_gmt":"2026-07-07T05:35:28","slug":"webb-estuda-como-um-planeta-sobreviveu-a-morte-da-sua-estrela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/07\/07\/webb-estuda-como-um-planeta-sobreviveu-a-morte-da-sua-estrela\/","title":{"rendered":"Webb estuda como um planeta sobreviveu \u00e0 morte da sua estrela"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2026\/07\/exoplanet_wd_1856_b_artist_s_concept\/27358511-2-eng-GB\/Exoplanet_WD_1856_b_artist_s_concept.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/PCZV0Y2A_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9119\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/PCZV0Y2A_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/PCZV0Y2A_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/PCZV0Y2A_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/PCZV0Y2A_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O exoplaneta WD 1856 b, representado nesta imagem conceptual, \u00e9 um gigante gasoso que sobreviveu \u00e0 morte da sua estrela. Atualmente, orbita uma an\u00e3 branca a uma dist\u00e2ncia 50 vezes mais pr\u00f3xima do que a Terra orbita o Sol. As observa\u00e7\u00f5es realizadas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA n\u00e3o s\u00f3 determinaram a temperatura do planeta como tamb\u00e9m detetaram mol\u00e9culas na sua atmosfera. A medi\u00e7\u00e3o fornece evid\u00eancias de que WD 1856 b migrou para a sua posi\u00e7\u00e3o atual milhares de milh\u00f5es de anos depois de a sua estrela se ter tornado uma an\u00e3 branca.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, R. Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, da NASA\/ESA\/CSA, para observar o exoplaneta WD 1856 b, do tamanho de J\u00fapiter, a transitar pela sua estrela hospedeira, medindo a massa e a temperatura do planeta e detetando at\u00e9 a sua atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Descobriram que o planeta \u00e9 significativamente mais quente do que o esperado e determinaram como \u00e9 que, muito provavelmente, atingiu a sua \u00f3rbita muito \u00edntima em torno da estrela, uma an\u00e3 branca. Os resultados constituem a nossa primeira janela para o futuro de planetas como J\u00fapiter ap\u00f3s a morte do Sol, daqui a milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb est\u00e1 a proporcionar-nos novas informa\u00e7\u00f5es sobre o distante futuro de sistemas solares como o nosso. H\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, uma estrela semelhante ao Sol, a aproximar-se do fim da sua vida, inchou tremendamente at\u00e9 se tornar uma gigante vermelha, antes de ejetar as suas camadas exteriores, deixando um n\u00facleo remanescente e quente conhecido como an\u00e3 branca. Enquanto gigante vermelha, a estrela deveria ter engolido e destru\u00eddo quaisquer planetas pr\u00f3ximos. No entanto, os astr\u00f3nomos descobriram um exoplaneta do tamanho de J\u00fapiter a orbitar a an\u00e3 branca a cada 34 horas, a uma dist\u00e2ncia inferior a 3 milh\u00f5es de quil\u00f3metros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados foram publicados a 1 de julho de 2026 na revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">WD 1856 b foi descoberto em 2020 por cientistas que utilizavam o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) e o Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer, orbitando a an\u00e3 branca denominada WD 1856+534, a cerca de 80 anos-luz da Terra. &#8220;O planeta tem aproximadamente o tamanho de J\u00fapiter, mas a an\u00e3 branca em torno da qual orbita tem o tamanho da Terra, pelo que o planeta \u00e9 sete vezes maior do que a sua estrela&#8221;, afirmou o autor principal, Ryan MacDonald, da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">WD 1856 b orbita extremamente perto da sua estrela hospedeira, a uma dist\u00e2ncia 50 vezes mais pr\u00f3xima do que a que a Terra ocupa em rela\u00e7\u00e3o ao Sol. Se WD 1856 b tivesse orbitado originalmente a essa dist\u00e2ncia, teria sido destru\u00eddo quando a estrela era uma gigante vermelha. Como \u00e9 que sobreviveu \u00e0 morte da sua estrela hospedeira e acabou por ficar na sua posi\u00e7\u00e3o atual?<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2026\/07\/exoplanet_wd_1856_b_nirspec_transmission_spectrum\/27358558-1-eng-GB\/Exoplanet_WD_1856_b_NIRSpec_transmission_spectrum.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/2f\/67\/ZrDNEGuu_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, da NASA\/ESA\/CSA, mediu os constituintes do exoplaneta WD 1856 b enquanto este passava \u00e0 frente da sua estrela, tendo detetado sinais de metano. WD 1856 b orbita uma an\u00e3 branca do tamanho da Terra. Consequentemente, o planeta bloqueia mais de metade da luz da estrela. As faixas vermelhas indicam os pontos do espetro onde se observam picos que revelam que a atmosfera deste planeta cont\u00e9m metano.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, J. Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Qual \u00e9 o seu tamanho e temperatura?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo estudo utilizou o Webb para observar o planeta a passar \u00e0 frente da sua estrela. Este tr\u00e2nsito revelou informa\u00e7\u00f5es \u00fanicas sobre a massa do planeta, que se situa entre quatro e onze vezes a massa de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m conseguiu determinar a temperatura do planeta. Durante o tr\u00e2nsito, a luz da estrela foi parcialmente bloqueada, mas a luz infravermelha sofreu uma redu\u00e7\u00e3o menor do que os outros comprimentos de onda. A diferen\u00e7a correspondia \u00e0 luz infravermelha emitida pelo pr\u00f3prio planeta devido ao seu calor. Os dados indicaram que o planeta tem uma temperatura de cerca de 126 \u00b0C &#8211; significativamente mais quente do que seria se a sua \u00fanica fonte de calor fosse a luz da an\u00e3 branca. Esta descoberta intrigante revelou-se o elemento-chave que provou como o planeta deve ter alcan\u00e7ado a sua \u00f3rbita atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Christopher O&#8217;Connor, da Universidade Northwestern, nos EUA, coautor do artigo cient\u00edfico, foi respons\u00e1vel por recuar no tempo para determinar a temperatura do planeta. O&#8217;Connor afirmou: &#8220;A grande quest\u00e3o \u00e9 como \u00e9 que WD 1856 b acabou por ficar onde est\u00e1 hoje, e existem duas teorias. Uma \u00e9 que o planeta foi engolido pela estrela hospedeira quando esta estava a morrer e conseguiu sobreviver no seu interior. A outra \u00e9 que a migra\u00e7\u00e3o ocorreu devido ao efeito gravitacional de outros objetos no sistema. A an\u00e3 branca faz parte de um sistema estelar triplo, e as estrelas companheiras exteriores podem ter influenciado a \u00f3rbita de WD 1856 b&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores perceberam que n\u00e3o existia atualmente nenhuma fonte de energia capaz de gerar aquele calor, pelo que deve tratar-se de energia residual de uma \u00e9poca anterior, em que o planeta foi aquecido. Utilizando modelos que simulam a forma como objetos subestelares, como WD 1856 b, arrefecem ao longo do tempo, em conjunto com os novos dados do Webb sobre a massa do planeta e a sua temperatura atual, a equipa conseguiu projetar a sua temperatura no passado e deduzir h\u00e1 quanto tempo o aquecimento deve ter ocorrido. A cronologia \u00e9 fundamental para determinar se o aquecimento resultou de ter sido engolido pela gigante vermelha ou de uma migra\u00e7\u00e3o para o interior do sistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conclu\u00edram que o aquecimento ocorreu muito provavelmente entre 3 e 5,5 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s a estrela se ter tornado uma an\u00e3 branca. Neste cen\u00e1rio, o planeta encontrava-se numa \u00f3rbita larga que o mantinha a salvo da estrela durante a sua fase destrutiva de gigante vermelha, tendo migrado para a sua localiza\u00e7\u00e3o atual apenas mais tarde. &#8220;\u00c0 medida que o planeta se deslocava para o interior, as suas intera\u00e7\u00f5es com a forte gravidade da an\u00e3 branca ter\u00e3o feito com que aquecesse consideravelmente, e tem vindo a arrefecer desde ent\u00e3o&#8221;, afirmou O&#8217;Connor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A luz da estrela que atravessou a atmosfera do planeta tamb\u00e9m revelou informa\u00e7\u00f5es sobre a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. &#8220;Observ\u00e1mos sinais reveladores de pequenas part\u00edculas de nuvens e hidrocarbonetos, muito provavelmente metano, o que constitui a primeira vez que observamos uma atmosfera num planeta que transita uma estrela morta&#8221;, afirmou a coautora Victoria Boehm, da Universidade de Cornell, nos EUA. &#8220;Recentemente, observ\u00e1mos mais quatro tr\u00e2nsitos de WD 1856 b com o Webb para analisar mais detalhadamente a qu\u00edmica da sua atmosfera e mal podemos esperar para ver os resultados&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O poss\u00edvel futuro do Sistema Solar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Daqui a cerca de cinco mil milh\u00f5es de anos, o Sol esgotar\u00e1 o seu combust\u00edvel de hidrog\u00e9nio no n\u00facleo e inchar\u00e1 at\u00e9 ficar mais de 100 vezes maior do que \u00e9 agora, transformando-se numa estrela gigante vermelha. Em seguida, perder\u00e1 as suas camadas exteriores e terminar\u00e1 a sua vida como uma an\u00e3 branca. Merc\u00fario, V\u00e9nus e, possivelmente, a Terra ser\u00e3o destru\u00eddos pela gigante vermelha. No entanto, o destino dos planetas mais distantes, em particular dos gigantes gasosos, n\u00e3o \u00e9 claro. Encontrar e estudar planetas em \u00f3rbita em torno dos remanescentes de estrelas semelhantes ao Sol ap\u00f3s a sua morte \u00e9 uma forma de compreender o que poder\u00e1 acontecer no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar num futuro long\u00ednquo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos habituados a olhar para o passado quando usamos telesc\u00f3pios, mas esta \u00e9 a primeira vez que conseguimos antecipar o que poder\u00e1 acontecer aos planetas exteriores em torno do remanescente de uma estrela semelhante ao Sol&#8221;, afirmou MacDonald. &#8220;\u00c9 como usar uma m\u00e1quina do tempo para espreitar o futuro distante do nosso Sistema Solar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_studies_how_a_planet_survived_the_death_of_its_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2614\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-studies-how-planet-survived-death-of-its-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.st-andrews.ac.uk\/archive\/stellar-death-is-not-the-end-new-discovery-glimpses-what-will-happen-when-our-sun-dies\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de St. Andrews (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.northwestern.edu\/stories\/2026\/07\/astronomers-discover-how-giant-planet-survived-its-stars-death\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Northwestern (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2026\/07\/international-team-sheds-light-how-planet-survived-its-stars-death\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-026-10514-7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WD 1856 b:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/wd-1856534-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/WD%201856+534\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">IPAC<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wd_1856_534_ab--7277\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WD_1856+534\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3 branca:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/science\/objects\/dwarfs2.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><br>Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Cient\u00edfico Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb estudou um raro sistema onde um planeta sobreviveu \u00e0 morte da sua estrela, agora uma an\u00e3 branca. As observa\u00e7\u00f5es revelam como o planeta resistiu \u00e0 fase de gigante vermelha e como a sua \u00f3rbita evoluiu. A descoberta oferece uma poss\u00edvel antevis\u00e3o do destino do Sistema Solar dentro de milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9119,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[310,147,387,240,309,920],"class_list":["post-9118","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-anas-brancas","tag-exoplaneta","tag-jwst","tag-spitzer","tag-tess","tag-wd-1856-b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9118","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9118"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9118\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9120,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9118\/revisions\/9120"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9119"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9118"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9118"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9118"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}