{"id":9108,"date":"2026-07-03T06:45:11","date_gmt":"2026-07-03T05:45:11","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9108"},"modified":"2026-07-03T06:45:13","modified_gmt":"2026-07-03T05:45:13","slug":"missao-tess-descobre-sistema-planetario-por-via-que-lhe-e-inedita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/07\/03\/missao-tess-descobre-sistema-planetario-por-via-que-lhe-e-inedita\/","title":{"rendered":"Miss\u00e3o TESS descobre sistema planet\u00e1rio por via que lhe \u00e9 in\u00e9dita"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"512\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o-1024x512.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9109\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o-1024x512.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o-300x150.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o-768x384.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o-660x330.jpg 660w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o-1050x525.jpg 1050w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/DcmmVLvy_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica mostra Gaia23bra b, o primeiro planeta descoberto pelo TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) atrav\u00e9s do fen\u00f3meno de microlente. Este super-J\u00fapiter orbita uma estrela an\u00e3 laranja a uma dist\u00e2ncia semelhante \u00e0 que separa J\u00fapiter do Sol.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela primeira vez, a miss\u00e3o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA identificou um planeta em \u00f3rbita de uma estrela distante gra\u00e7as a ondula\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o-tempo. Ao contr\u00e1rio dos planetas em tr\u00e2nsito que orbitam muito perto da sua estrela, que o TESS revela regularmente, o mundo rec\u00e9m-descoberto \u00e9 um super-J\u00fapiter que orbita longe da sua estrela hospedeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando o TESS foi lan\u00e7ado, ningu\u00e9m esperava que alguma vez fosse capaz de encontrar este tipo de planeta&#8221;, afirmou Diana Dragomir, professora na Universidade do Novo M\u00e9xico, em Albuquerque, EUA, coautora de um artigo cient\u00edfico que descreve os resultados. Com 1,6 vezes a massa de J\u00fapiter e uma dist\u00e2ncia orbital semelhante, seria extremamente improv\u00e1vel encontrar um planeta deste tipo atrav\u00e9s do principal m\u00e9todo de dete\u00e7\u00e3o para o qual o TESS foi concebido. &#8220;A descoberta sugere que provavelmente existem outros planetas de microlente escondidos nos dados do TESS que anteriormente nem sequer nos tinha ocorrido procurar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos encontraram o primeiro ind\u00edcio do planeta, denominado Gaia23bra b, em 2023, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial Gaia da ESA, agora aposentado. O sistema de alertas do Gaia assinalou uma estrela que se tornou mais brilhante &#8211; algo que pode acontecer quando uma estrela em primeiro plano passa \u00e0 frente de outra mais distante e amplia a sua luz atrav\u00e9s do fen\u00f3meno de microlente gravitacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais tarde, os investigadores analisaram os dados de arquivo do TESS e descobriram que este tamb\u00e9m tinha captado o fen\u00f3meno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As observa\u00e7\u00f5es do Gaia eram demasiado esparsas para detetar o planeta&#8221;, afirmou Mallory Harris, doutoranda na Universidade do Novo M\u00e9xico, que liderou o estudo. &#8220;Por acaso, o TESS estava a monitorizar a mesma \u00e1rea do c\u00e9u durante o evento, e a sua cobertura temporal mais densa revelou caracter\u00edsticas adicionais na curva de luz causadas por um planeta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise da equipa, publicada a 1 de julho na revista The Astrophysical Journal Letters, revelou que Gaia23bra b, que orbita uma an\u00e3 laranja com cerca de 80% da massa do Sol, se encontra a quase 40.000 anos-luz da Terra, excedendo em muito o raio de busca habitual do TESS, de cerca de 150 anos-luz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0s microlentes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dos mais de 6000 exoplanetas conhecidos (mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar), cerca de tr\u00eas-quartos foram descobertos atrav\u00e9s do m\u00e9todo de tr\u00e2nsito, a t\u00e9cnica t\u00edpica de dete\u00e7\u00e3o de planetas utilizada pelo TESS. Os astr\u00f3nomos monitorizam grandes conjuntos de estrelas, procurando aquelas que escurecem periodicamente \u00e0 medida que os planetas em \u00f3rbita passam \u00e0 sua frente &#8211; um fen\u00f3meno denominado tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/oPhFYHf.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/oPhFYHf.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta anima\u00e7\u00e3o ilustra o conceito de microlente gravitacional. Quando uma estrela no c\u00e9u (mostrada no centro da anima\u00e7\u00e3o) parece passar quase \u00e0 frente de outra (localizada no c\u00edrculo tracejado \u00e0 direita), do nosso ponto de vista, os raios de luz da estrela de fundo s\u00e3o desviados devido \u00e0 curvatura do espa\u00e7o-tempo em torno da estrela em primeiro plano. Esta estrela funciona como uma lupa virtual, ampliando o brilho da estrela de fundo e fazendo com que a sua posi\u00e7\u00e3o pare\u00e7a deslocar-se ligeiramente. Se a estrela mais pr\u00f3xima albergar um sistema planet\u00e1rio, ent\u00e3o esses planetas tamb\u00e9m podem funcionar como lentes, produzindo cada um deles um pequeno desvio no brilho da fonte. Quando os astr\u00f3nomos descobrem planetas desta forma, conseguem medir a sua massa e a dist\u00e2ncia orbital em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua estrela-anfitri\u00e3.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA\/CI Lab<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Menos de 5% dos exoplanetas conhecidos foram revelados atrav\u00e9s das microlentes. Este fen\u00f3meno de curvatura da luz ocorre quando duas estrelas se alinham muito pr\u00f3ximas uma da outra, do nosso ponto de vista. A luz da estrela mais distante curva-se \u00e0 medida que atravessa o espa\u00e7o-tempo distorcido pela massa da estrela mais pr\u00f3xima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se o alinhamento for especialmente preciso, a estrela mais pr\u00f3xima atua como uma lente c\u00f3smica, focando e ampliando a luz da estrela de fundo. Os planetas que orbitam a estrela em primeiro plano tamb\u00e9m podem alterar a luz da estrela distante, atuando como as suas pr\u00f3prias lentes min\u00fasculas. Os astr\u00f3nomos observam esse efeito como um pico no brilho da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O m\u00e9todo de tr\u00e2nsito \u00e9 o mais eficaz para encontrar planetas grandes que orbitam muito perto das suas estrelas hospedeiras; os planetas grandes bloqueiam mais da luz estelar, enquanto os planetas mais pr\u00f3ximos t\u00eam mais probabilidades de passar \u00e0 frente da estrela hospedeira. Estes mundos gigantescos e cheios de vapor s\u00e3o fascinantes para os cientistas, mas os astr\u00f3nomos tamb\u00e9m querem encontrar planetas semelhantes aos do nosso Sistema Solar. Essa \u00e9 a especialidade da microlente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com as microlentes, podemos descobrir planetas mais pequenos com dist\u00e2ncias orbitais maiores, incluindo mundos na zona habit\u00e1vel da sua estrela e at\u00e9 mesmo mais distantes&#8221;, comentou Mallory Harris.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O efeito de microlente n\u00e3o \u00e9 adequado para descobrir planetas enormes e pr\u00f3ximos, porque os seus sinais gravitacionais acabariam por se confundir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os tr\u00e2nsitos e as microlentes s\u00e3o complementares, porque cada m\u00e9todo revela uma categoria de planetas que o outro pode n\u00e3o ser capaz de detetar&#8221;, afirmou Dragomir. &#8220;E oferecem detalhes diferentes. Os tr\u00e2nsitos d\u00e3o-nos o tamanho de um planeta e, em conjunto com outros m\u00e9todos, podemos determinar a sua massa e densidade. As microlentes fornecem-nos as massas e as dist\u00e2ncias orbitais de planetas que, de outra forma, nunca ver\u00edamos&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/32\/d5\/dyOLN4RS_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/32\/d5\/dyOLN4RS_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este gr\u00e1fico destaca as \u00e1reas de pesquisa de tr\u00eas miss\u00f5es de procura de planetas: o futuro Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman, o Telesc\u00f3pio Espacial Kepler, j\u00e1 aposentado, e o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite). Embora o TESS descubra planetas em tr\u00e2nsito num raio de 150 anos-luz da Terra, detetou recentemente um planeta a cerca de 40.000 anos-luz de dist\u00e2ncia (assinalado pelo s\u00edmbolo de uma estrela) atrav\u00e9s de outro m\u00e9todo, denominado microlente.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas as observa\u00e7\u00f5es de microlentes s\u00e3o oportunidades limitadas no tempo. &#8220;Os eventos de microlente acontecem uma vez e desaparecem &#8211; n\u00e3o se repetem. Costumo brincar dizendo que provavelmente encontraremos o primeiro an\u00e1logo da Terra atrav\u00e9s de microlente e, depois, acenaremos para ele \u00e0 medida que passa, porque nunca mais o veremos&#8221;, afirma Harris.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isso dificulta as observa\u00e7\u00f5es detalhadas de planetas detetados por microlente. No entanto, o m\u00e9todo pode servir como uma poderosa ferramenta demogr\u00e1fica que oferece informa\u00e7\u00f5es abrangentes sobre as popula\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto \u00e9 um pouco como uma antevis\u00e3o do que o Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA ir\u00e1 fazer com os fen\u00f3menos de microlentes&#8221;, afirmou Michael Fausnaugh, professor da Universidade Texas Tech, em Lubbock, coautor do estudo. Com lan\u00e7amento previsto para 30 de agosto de 2026, o Roman ir\u00e1 observar o centro da Via L\u00e1ctea no \u00e2mbito de um dos seus principais levantamentos, revelando uns estimados 1000 planetas detetados por microlente e cerca de 100.000 planetas em tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Roman ir\u00e1 focar-se especificamente no cora\u00e7\u00e3o da Gal\u00e1xia porque as estrelas est\u00e3o muito amontoadas nessa zona, o que aumenta as probabilidades de observar eventos de microlentes. Embora essa aglomera\u00e7\u00e3o fa\u00e7a com que muitas estrelas se confundam nos pix\u00e9is maiores do TESS, este observat\u00f3rio abrange quase todo o c\u00e9u, onde as estrelas est\u00e3o mais dispersas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Uma vez que o TESS observa outras zonas do Plano Gal\u00e1ctico, consegue naturalmente detetar planetas por microlente noutras partes da Gal\u00e1xia, como demonstrado por este primeiro sistema planet\u00e1rio detetado por microlente&#8221;, afirmou Dragomir. &#8220;Isso significa que poder\u00e1 ajudar-nos a estudar planetas em regi\u00f5es com condi\u00e7\u00f5es diferentes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isso poder\u00e1 ter implica\u00e7\u00f5es na procura de mundos habit\u00e1veis. O intenso centro da Via L\u00e1ctea est\u00e1 repleto de radia\u00e7\u00e3o proveniente de explos\u00f5es de supernova mais frequentes, o que poder\u00e1 esterilizar os planetas. Al\u00e9m disso, os encontros gravitacionais entre estrelas aglomeradas podem perturbar os sistemas planet\u00e1rios. As observa\u00e7\u00f5es do TESS concentram-se numa parte mais tranquila da Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A chave do levantamento de microlentes da miss\u00e3o Roman reside na sua densa cobertura temporal, centrada no Bojo Gal\u00e1ctico&#8221;, afirmou Fausnaugh. &#8220;A miss\u00e3o TESS proporciona, de forma \u00fanica, estas observa\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas de estrelas noutras partes da Gal\u00e1xia, e a combina\u00e7\u00e3o das duas abre perspetivas para compreender a forma\u00e7\u00e3o de planetas numa popula\u00e7\u00e3o diversificada de estrelas. Uma vez que o fen\u00f3meno de microlente identifica planetas semelhantes aos do Sistema Solar, isto oferece uma nova oportunidade para compreender como sistemas planet\u00e1rios como o nosso variam em diferentes regi\u00f5es da Gal\u00e1xia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/tess\/nasas-tess-mission-finds-planetary-system-in-new-way\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae7a50\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Microlentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Microlensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/roman-space-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Rede social X<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela primeira vez, a miss\u00e3o TESS da NASA descobriu um planeta atrav\u00e9s de microlentes gravitacionais, em vez do m\u00e9todo habitual dos tr\u00e2nsitos. 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