{"id":9102,"date":"2026-07-03T06:38:28","date_gmt":"2026-07-03T05:38:28","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9102"},"modified":"2026-07-03T06:38:30","modified_gmt":"2026-07-03T05:38:30","slug":"acao-observatorio-vera-c-rubin-comeca-a-captar-o-maior-filme-cosmico-de-sempre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/07\/03\/acao-observatorio-vera-c-rubin-comeca-a-captar-o-maior-filme-cosmico-de-sempre\/","title":{"rendered":"A\u00e7\u00e3o! Observat\u00f3rio Vera C. Rubin come\u00e7a a captar o maior filme c\u00f3smico de sempre"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/storage.noirlab.edu\/media\/archives\/images\/publicationjpg\/noirlab2616a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"543\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/wf53ocTc_o-1024x543.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9103\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/wf53ocTc_o-1024x543.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/wf53ocTc_o-300x159.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/wf53ocTc_o-768x407.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/wf53ocTc_o-310x165.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/wf53ocTc_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem de 1,7 gigapix\u00e9is de um campo estelar na constela\u00e7\u00e3o de Lupus (Lobo) mostra a vis\u00e3o sem precedentes do Universo que o Observat\u00f3rio Vera C. Rubin nos proporciona. Equipado com a C\u00e2mara LSST &#8211; a maior c\u00e2mara digital do mundo -, o Rubin combina uma ampla vis\u00e3o do c\u00e9u com a capacidade de detetar objetos extremamente t\u00e9nues. Com esta capacidade, o Rubin consegue revelar detalhes do cosmos numa enorme variedade de escalas, desde gal\u00e1xias distantes a estrelas individuais, passando pelas nuvens t\u00e9nues de poeira espalhadas por toda a nossa Gal\u00e1xia.<br>As nuvens t\u00e9nues e brilhantes espalhadas por esta imagem s\u00e3o cirros gal\u00e1cticos: nuvens de g\u00e1s e poeira interestelares que podem ser vistas em primeiro plano na Via L\u00e1ctea. A capacidade do Rubin de capturar cenas como esta com um detalhe inigual\u00e1vel abrir\u00e1 novas perspetivas sobre a estrutura da nossa Gal\u00e1xia e do Universo para l\u00e1 dela.<br>Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Vera C. Rubin\/NOIRLab\/SLAC\/AURA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A espera acabou: o Observat\u00f3rio Rubin est\u00e1 agora a &#8220;filmar&#8221; o cosmos com um n\u00edvel de detalhe sem precedentes, transformando a forma como estudamos o Universo din\u00e2mico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir do cume de uma montanha no Chile, sob um c\u00e9u escuro e l\u00edmpido, o Observat\u00f3rio Vera C. Rubin deu in\u00edcio ao revolucion\u00e1rio LSST (Legacy Survey of Space and Time). Este levantamento de dez anos \u00e9 a iniciativa emblem\u00e1tica do Observat\u00f3rio Rubin para criar o registo cinematogr\u00e1fico do Universo mais abrangente da Hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Observat\u00f3rio Rubin \u00e9 uma instala\u00e7\u00e3o do governo dos EUA operada conjuntamente pelo NOIRLab (National Optical-Infrared Astronomy Research Laboratory) da NSF (National Science Foundation) e pelo Laborat\u00f3rio Nacional de Aceleradores SLAC do Departamento de Energia dos EUA. O NOIRLab \u00e9 gerido pela AURA (Association of Universities for Research in Astronomy).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo dos pr\u00f3ximos dez anos, o Rubin observar\u00e1 incansavelmente todo o c\u00e9u do hemisf\u00e9rio sul a cada poucas noites para criar um registo temporal ultra-amplo e em ultra-alta defini\u00e7\u00e3o do nosso Universo. Este marco t\u00e3o aguardado \u00e9 o culminar de anos de esfor\u00e7o por parte de milhares de pessoas em todo o mundo. Segue-se ao evento comemorativo &#8220;Rubin First Look&#8221;, que teve lugar em junho de 2025, ao qual se seguiram os trabalhos finais de comissionamento, uma revis\u00e3o da prontid\u00e3o operacional e o in\u00edcio do sistema de alertas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/storage.noirlab.edu\/media\/archives\/images\/publicationjpg\/noirlab2616d.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bd\/b0\/JAssRFn2_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Quanto do c\u00e9u consegue o Rubin observar numa \u00fanica semana? Este mapa mostra uma semana representativa das observa\u00e7\u00f5es do Observat\u00f3rio Rubin para o &#8220;Legacy Survey of Space and Time&#8221;. A cor de cada mosaico representa o filtro utilizado em cada exposi\u00e7\u00e3o, revelando como o Rubin constr\u00f3i rapidamente um mapa multicolorido do Universo.<br>Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Vera C. Rubin\/NOIRLab\/SLAC\/AURA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Hoje, damos in\u00edcio \u00e0 rodagem da maior obra cinematogr\u00e1fica c\u00f3smica de sempre&#8221;, afirma Brian Stone, que exerce fun\u00e7\u00f5es de diretor da NSF. &#8220;Este momento reflete d\u00e9cadas de vis\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o e o poder do investimento federal na ci\u00eancia atrav\u00e9s da NSF e do Departamento de Energia. Todas as noites, o Observat\u00f3rio Rubin ir\u00e1 expandir as fronteiras do conhecimento e refor\u00e7ar a lideran\u00e7a global dos Estados Unidos na ci\u00eancia e na inova\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com o lan\u00e7amento do Legacy Survey of Space and Time, com a dura\u00e7\u00e3o de dez anos, o Observat\u00f3rio Rubin est\u00e1 a abrir uma nova janela para o Universo. Est\u00e1 a embarcar numa miss\u00e3o que ir\u00e1 redefinir a cosmologia e a astrof\u00edsica modernas&#8221;, afirma Dar\u00edo Gil, subsecret\u00e1rio para a Ci\u00eancia do Departamento de Energia dos EUA. &#8220;Com o seu design e ferramentas de classe mundial, o Observat\u00f3rio Rubin ir\u00e1 captar a natureza din\u00e2mica do nosso cosmos e revelar perspetivas inimaginadas acerca dos maiores mist\u00e9rios do nosso Universo, desde o nosso pr\u00f3prio Sistema Solar at\u00e9 \u00e0 pr\u00f3pria estrutura do Universo. Ao procurarmos compreender os fen\u00f3menos enigm\u00e1ticos da energia escura e da mat\u00e9ria escura, n\u00e3o estamos apenas a observar as estrelas; estamos a esfor\u00e7ar-nos por compreender as leis fundamentais que regem a nossa exist\u00eancia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 incr\u00edvel e uma li\u00e7\u00e3o em humildade estar aqui, neste momento e neste local, \u00e0 medida que damos in\u00edcio ao Legacy Survey of Space and Time, ap\u00f3s mais de duas d\u00e9cadas de trabalho incr\u00edvel por parte da nossa equipa dedicada&#8221;, afirma Bob Blum, diretor do Observat\u00f3rio Rubin no NOIRLab da NSF. &#8220;O Observat\u00f3rio Rubin \u00e9 para todos; o LSST ir\u00e1 mudar a forma como fazemos astronomia e astrof\u00edsica, permitindo que investigadores de qualquer lugar participem na ci\u00eancia de vanguarda&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foram necess\u00e1rios 20 anos de ci\u00eancia rigorosa, engenharia e muito mais para chegarmos ao ponto em que podemos dar o grito de &#8216;a\u00e7\u00e3o&#8217; ao iniciarmos as grava\u00e7\u00f5es deste &#8216;blockbuster&#8217; do Universo&#8221;, afirma Phil Marshall, diretor-adjunto de Opera\u00e7\u00f5es do Rubin no SLAC. &#8220;Milh\u00f5es de alertas apenas nos \u00faltimos dois meses mostram que o Rubin est\u00e1 em pleno funcionamento como uma m\u00e1quina de descobertas. Agora estamos a juntar tudo isto&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A decis\u00e3o de dar oficialmente in\u00edcio ao LSST foi tomada ap\u00f3s um per\u00edodo de otimiza\u00e7\u00e3o do sistema e uma an\u00e1lise operacional cuidadosa da prontid\u00e3o t\u00e9cnica, do desempenho do sistema de dados e da valida\u00e7\u00e3o cient\u00edfica&#8221;, afirma \u017deljko Ivezi\u0107, diretor do LSST. Entre os fatores importantes que influenciaram esta decis\u00e3o contam-se a qualidade da imagem, a velocidade efetiva de observa\u00e7\u00e3o, o tempo de opera\u00e7\u00e3o e a fiabilidade do sistema, bem como a precis\u00e3o da calibra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"A Week in the Life of NSF\u2013DOE Rubin LSST\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cNvUF2dZluo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O design \u00fanico do Observat\u00f3rio Rubin combina um enorme poder de recolha de luz, a capacidade de se deslocar rapidamente pelo c\u00e9u e um amplo campo de vis\u00e3o. A sua c\u00e2mara de 3200 megapix\u00e9is &#8211; a maior c\u00e2mara digital do mundo &#8211; est\u00e1 agora a capturar uma nova imagem detalhada aproximadamente a cada 40 segundos. Operando com esta velocidade e sensibilidade, o Rubin funciona como um sistema unificado e bem calibrado, capaz de captar objetos t\u00e9nues e eventos fugazes com not\u00e1vel fiabilidade e consist\u00eancia todas as noites.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Rubin est\u00e1 a dar vida ao Universo, revelando um tesouro de descobertas: estrelas pulsantes, explos\u00f5es de supernova, o registo f\u00f3ssil das gal\u00e1xias, pistas para os mist\u00e9rios da energia escura e da mat\u00e9ria escura e fen\u00f3menos totalmente novos que nunca vimos antes. Alguns processos c\u00f3smicos desenrolam-se lentamente, de forma imprevis\u00edvel ou com uma raridade incr\u00edvel, raz\u00e3o pela qual um levantamento de dez anos \u00e9 essencial. Ao regressar a cada ponto do c\u00e9u cerca de 800 vezes ao longo de uma d\u00e9cada, os dados do Rubin est\u00e3o a proporcionar \u00e0 comunidade cient\u00edfica vis\u00f5es profundas e ricas em dados temporais, necess\u00e1rias para desvendar eventos subtis, captar objetos em movimento e estudar a expans\u00e3o acelerada do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Rubin n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 a ajudar a desvendar os mist\u00e9rios do Universo distante, como \u00e9 tamb\u00e9m a mais poderosa m\u00e1quina de descobertas do Sistema Solar alguma vez constru\u00edda. Ao captar cerca de mil imagens todas as noites, o Rubin est\u00e1 a compilar um censo surpreendentemente detalhado do nosso Sistema Solar, incluindo milh\u00f5es de asteroides e cometas. Em apenas m\u00eas e meio, durante os primeiros levantamentos de otimiza\u00e7\u00e3o, o Rubin descobriu mais de 11.000 asteroides nunca antes observados, incluindo 33 NEOs (&#8220;near-Earth objects&#8221;, em portugu\u00eas objetos pr\u00f3ximos da Terra) e 380 TNOs (&#8220;trans-Neptunian objects&#8221;, em portugu\u00eas objetos transneptunianos).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/storage.noirlab.edu\/media\/archives\/images\/large\/noirlab2616e.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/40\/aa\/OezMBcTe_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este infogr\u00e1fico apresenta os n\u00fameros por tr\u00e1s do &#8220;Legacy Survey of Space and Time&#8221; do Observat\u00f3rio Rubin &#8211; uma nova e importante explora\u00e7\u00e3o do c\u00e9u noturno que ir\u00e1 transformar a nossa compreens\u00e3o do Universo.<br>Cr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Vera C. Rubin\/NOIRLab\/SLAC\/AURA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Rubin ir\u00e1 tamb\u00e9m promover oportunidades para a astronomia multimensageira, que consiste no estudo de eventos c\u00f3smicos utilizando m\u00faltiplos sinais, tais como luz, ondas gravitacionais e raios c\u00f3smicos. As observa\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e ricas em cor, do observat\u00f3rio, de fen\u00f3menos transientes, tais como explos\u00f5es estelares, buracos negros ativos e colis\u00f5es entre objetos compactos, ir\u00e3o orientar os telesc\u00f3pios de todo o mundo para acompanhar estes eventos ef\u00e9meros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todas as noites, o Rubin recolhe aproximadamente dez terabytes de dados e produz at\u00e9 sete milh\u00f5es de alertas acerca de altera\u00e7\u00f5es no c\u00e9u noturno. Estes alertas s\u00e3o transmitidos para os &#8220;alert brokers&#8221; &#8211; sistemas automatizados que organizam e classificam essas altera\u00e7\u00f5es para que os cientistas possam agir rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o LSST estiver conclu\u00eddo, o conjunto final de dados ir\u00e1 conter milhares de milh\u00f5es de objetos com bili\u00f5es de medi\u00e7\u00f5es, tudo acess\u00edvel atrav\u00e9s de publica\u00e7\u00f5es regulares de dados. Esta \u00e9 a primeira vez que uma quantidade t\u00e3o grande de dados astron\u00f3micos estar\u00e1 dispon\u00edvel para tantas pessoas, abrindo as portas a novos tipos de descobertas, tanto por parte dos cientistas como do p\u00fablico em geral. O Rubin convida qualquer pessoa de todo o mundo a interagir com os seus dados e a explorar o Universo din\u00e2mico de formas nunca antes poss\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"How NSF\u2013DOE Rubin maps the Universe every night\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7V9jbJCPfCo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/news\/noirlab2616\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NOIRLab (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/rubinobservatory.org\/news\/action-rubin-lsst-begins\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio Vera C. Rubin (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nsf.gov\/news\/action-nsf-doe-vera-c-rubin-observatory-begins-capturing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NSF (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.energy.gov\/science\/articles\/action-nsf-doe-vera-c-rubin-observatory-begins-capturing-greatest-cosmic-movie\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Departamento de Energia dos EUA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www6.slac.stanford.edu\/news\/2026-06-30-action-rubin-observatory-begins-capturing-greatest-cosmic-movie-ever-made\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ SLAC (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LSST (Legacy Survey of Space and Time):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/rubinobservatory.org\/explore\/how-rubin-works\/lsst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observat\u00f3rio Vera C. Rubin<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Vera C. Rubin:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/rubinobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Vera_C._Rubin_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/VRubinObs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><br>Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rubin_observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/x.com\/VRubinObs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Rede social X<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Observat\u00f3rio Vera C. Rubin deu in\u00edcio ao seu grande levantamento do c\u00e9u, um projeto de 10 anos que produzir\u00e1 o mais detalhado &#8220;filme&#8221; do Universo de sempre. Ao observar repetidamente o c\u00e9u austral, permitir\u00e1 descobrir milh\u00f5es de asteroides, acompanhar explos\u00f5es estelares e ajudar a desvendar a mat\u00e9ria e energia escuras.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9103,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[156,1],"tags":[2137,913],"class_list":["post-9102","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-diversos","category-telescopios-profissionais","tag-lsst","tag-rst"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9102","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9102"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9102\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9104,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9102\/revisions\/9104"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9103"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9102"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9102"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9102"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}