{"id":9098,"date":"2026-06-30T06:36:01","date_gmt":"2026-06-30T05:36:01","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9098"},"modified":"2026-06-30T06:36:02","modified_gmt":"2026-06-30T05:36:02","slug":"missao-tess-revela-os-planetas-mais-inchados-ja-descobertos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/06\/30\/missao-tess-revela-os-planetas-mais-inchados-ja-descobertos\/","title":{"rendered":"Miss\u00e3o TESS revela os planetas mais &#8220;inchados&#8221; j\u00e1 descobertos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/super-puff-03-v03.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/s8j9aVVg_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9099\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/s8j9aVVg_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/s8j9aVVg_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/s8j9aVVg_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/s8j9aVVg_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma ilustra\u00e7\u00e3o que mostra a estrela TOI-791, semelhante ao Sol, e dois planetas gigantes que o Telesc\u00f3pio Espacial TESS da NASA descobriu em \u00f3rbita. Estes planetas, designados TOI-791 b e TOI-791 c, t\u00eam aproximadamente o tamanho de J\u00fapiter, mas apenas uma min\u00fascula fra\u00e7\u00e3o da sua massa, o que significa que t\u00eam uma densidade extraordinariamente baixa.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Daniel Rutter<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dados da miss\u00e3o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA revelaram dois novos planetas &#8220;superinchados&#8221;, mundos gigantes t\u00e3o leves que a sua densidade \u00e9 compar\u00e1vel \u00e0 do algod\u00e3o doce. Os cientistas calculam que estes planetas do tamanho de J\u00fapiter &#8211; denominados TOI-791 b e TOI-791 c &#8211; s\u00e3o os mundos &#8220;mais fofos&#8221; alguma vez descobertos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas orbitam uma estrela semelhante ao Sol, denominada TOI-791, que se encontra a aproximadamente 1113 anos-luz da Terra. A miss\u00e3o TESS detetou inicialmente os planetas ao observar quedas repetidas no brilho de TOI-791, um sinal revelador de que um planeta est\u00e1 em tr\u00e2nsito, ou seja, a passar \u00e0 frente de uma estrela. Estudos posteriores revelaram dois grandes planetas com caracter\u00edsticas invulgares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">TOI-791 b tem quase o mesmo tamanho que J\u00fapiter, mas cont\u00e9m apenas 3% da massa de J\u00fapiter. TOI-791 c \u00e9 ainda maior que J\u00fapiter, mas cont\u00e9m apenas 5,9% da massa de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A principal raz\u00e3o pela qual estes planetas s\u00e3o interessantes de estudar \u00e9 que n\u00e3o esper\u00e1vamos, de todo, v\u00ea-los&#8221;, afirmou Jon Jenkins, respons\u00e1vel cient\u00edfico do SPOC (Science Processing Operations Center) do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Ames da NASA, em Silicon Valley, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia, que forneceu os dados cient\u00edficos do TESS analisados neste estudo. &#8220;Eles representam um enigma que temos de resolver acerca da forma como planetas gigantes como J\u00fapiter e os &#8216;superinchados&#8217; se formam&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/toi-791-comparison-graphic-03-1.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/76\/1b\/wDN3HkHT_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra os dois planetas gigantes que orbitam a estrela TOI-791, semelhante ao Sol, em compara\u00e7\u00e3o com alguns dos planetas do nosso Sistema Solar. Estes planetas t\u00eam aproximadamente o tamanho de J\u00fapiter, mas uma fra\u00e7\u00e3o muito pequena da sua massa. A miss\u00e3o TESS da NASA detetou as sombras destes planetas quando estes passaram \u00e0 frente da sua estrela. N\u00e3o existem imagens diretas. Por conseguinte, a apar\u00eancia dos planetas de TOI-79 nesta ilustra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma interpreta\u00e7\u00e3o art\u00edstica.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Daniel Rutter<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os &#8220;superinchados&#8221; rec\u00e9m-descobertos apresentam tamb\u00e9m \u00f3rbitas invulgarmente longas, sendo que TOI\u2011791 b demora 139 dias e TOI\u2011791 c 232 dias a dar a volta \u00e0 estrela hospedeira. \u00c9 raro encontrar planetas com \u00f3rbitas t\u00e3o longas, sendo necess\u00e1rios longos per\u00edodos de observa\u00e7\u00e3o com telesc\u00f3pios para captar e confirmar as suas caracter\u00edsticas. A partir da sua posi\u00e7\u00e3o privilegiada em alta \u00f3rbita terrestre, o TESS conseguiu recolher 1122 dias de dados sobre este sistema planet\u00e1rio ao longo de sete anos, proporcionando \u00e0 equipa de investiga\u00e7\u00e3o uma grande quantidade de dados acerca do sistema planet\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma an\u00e1lise mais aprofundada revelou que TOI-791 b e TOI-791 c est\u00e3o presos num padr\u00e3o orbital que lhes permite exercerem uma atra\u00e7\u00e3o gravitacional m\u00fatua. \u00c0 medida que orbitam a sua estrela hospedeira, os planetas alternam-se na atra\u00e7\u00e3o m\u00fatua, afetando o tempo dos seus tr\u00e2nsitos pela estrela hospedeira. Os cientistas utilizaram essa varia\u00e7\u00e3o no tempo orbital para calcular as massas dos planetas, consolidando o seu estatuto de &#8220;superinchados&#8221; de baixa densidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apenas se conhecem alguns destes planetas superinchados, e \u00e9 ainda mais raro encontrar dois no mesmo sistema&#8221;, afirmou o autor principal, George Dransfield, do Departamento de F\u00edsica da Universidade de Oxford, em Oxford, Inglaterra. &#8220;As suas densidades extremamente baixas tornam-nos alvos fascinantes para compreender como os sistemas planet\u00e1rios se formam e evoluem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com mais estudos, estes &#8220;superinchados&#8221; poder\u00e3o revelar-nos mais sobre a evolu\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensa-se que a forma\u00e7\u00e3o de planetas de grandes dimens\u00f5es impulsione a evolu\u00e7\u00e3o de um sistema planet\u00e1rio, pelo que o estudo aprofundado destes planetas do tamanho de J\u00fapiter, mas com uma massa muito inferior \u00e0 de J\u00fapiter, reveste-se de grande import\u00e2ncia&#8221;, afirmou Steve Howell, investigador cient\u00edfico do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Ames da NASA que participou neste estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas esperam aprender mais sobre a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica das atmosferas dos planetas, como a sua rota\u00e7\u00e3o afeta a sua forma e como a inclina\u00e7\u00e3o da sua estrela hospedeira se compara \u00e0 das suas \u00f3rbitas. Uma investiga\u00e7\u00e3o mais aprofundada poder\u00e1 fornecer novas informa\u00e7\u00f5es sobre como TOI-791 b e TOI-791 c migraram pelo sistema planet\u00e1rio durante o seu desenvolvimento, se as suas \u00f3rbitas foram moldadas por intera\u00e7\u00f5es com outros planetas e como os planetas &#8220;superinchados&#8221; de baixa densidade se formam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo, publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, foi liderado pela Universidade de Oxford, em colabora\u00e7\u00e3o com a Universit\u00e9 C\u00f4te d\u2019Azur\/Observatoire de la C\u00f4te d\u2019Azur e a Universidade de Birmingham.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/tess\/nasas-tess-mission-reveals-the-puffiest-planets-ever-found\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ox.ac.uk\/news\/2026-06-24-researchers-discover-pair-of-giant-super-puff-planets-lighter-than-candy-floss\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Oxford (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.oca.eu\/fr\/a-la-une\/5953-deux-planetes-geantes-poids-plume-moins-denses-que-de-la-barbe-a-papa-confirmees-grace-au-telescope-astep-en-antarctique\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observatoire de la C\u00f4te d\u2019Azur (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.birmingham.ac.uk\/news\/2026\/university-of-birmingham-researchers-help-discover-candy-floss-planets-among-lightest-ever-found-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Birmingham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/549\/4\/stag864\/8715235\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-791:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TOI-791\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/exofop.ipac.caltech.edu\/tess\/target.php?id=306472057\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ExoFOP<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_791_01--11660\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-791 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_791_02--11661\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-791 c (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A miss\u00e3o TESS da NASA descobriu os dois exoplanetas mais \u201cfofos\u201d alguma vez observados: TOI-791 b e TOI-791 c. Apesar de terem dimens\u00f5es semelhantes \u00e0s de J\u00fapiter, s\u00e3o t\u00e3o pouco densos que s\u00e3o mais leves do que algod\u00e3o doce. 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