{"id":9068,"date":"2026-06-19T06:27:31","date_gmt":"2026-06-19T05:27:31","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9068"},"modified":"2026-06-19T06:27:32","modified_gmt":"2026-06-19T05:27:32","slug":"webb-e-hubble-revelam-uma-reliquia-da-formacao-da-nossa-galaxia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/06\/19\/webb-e-hubble-revelam-uma-reliquia-da-formacao-da-nossa-galaxia\/","title":{"rendered":"Webb e Hubble revelam uma rel\u00edquia da forma\u00e7\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2611a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"749\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/kBc5MLuO_o-1024x749.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9069\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/kBc5MLuO_o-1024x749.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/kBc5MLuO_o-300x219.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/kBc5MLuO_o-768x562.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/kBc5MLuO_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Novas observa\u00e7\u00f5es do Webb, combinadas com v\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es do Hubble, comprovam que Terzan 5 \u00e9 um sistema estelar aut\u00f3nomo e auto-enriquecedor que cont\u00e9m at\u00e9 quatro popula\u00e7\u00f5es estelares distintas. Este sistema orbita no interior do bojo central da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Giorgia Zullo (Universidade de Bolonha), Francesco Ferraro (Universidade de Bolonha); processamento de imagem &#8211; Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Investigadores confirmaram uma nova classe de objetos na nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea: sobreviventes denominados &#8220;fragmentos f\u00f3sseis do bojo&#8221;. Terzan 5 \u00e9 o prot\u00f3tipo destes vest\u00edgios da forma\u00e7\u00e3o inicial da nossa Gal\u00e1xia. Recorrendo ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA e ao Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, os investigadores demonstraram que Terzan 5 n\u00e3o \u00e9 um enxame globular, como tinha sido anteriormente classificado. Em vez disso, trata-se de algo muito mais estranho e raro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O enxame cont\u00e9m quatro gera\u00e7\u00f5es distintas de estrelas, o que o confirma como o prot\u00f3tipo de um &#8220;fragmento f\u00f3ssil do bojo&#8221;. H\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, enxames primordiais semelhantes espalharam-se e fundiram-se para formar o bojo da Via L\u00e1ctea, mas Terzan 5 permaneceu intacto at\u00e9 aos dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo estudo, que combinou observa\u00e7\u00f5es recentes do Webb com dados recolhidos ao longo de 12 anos pelo Hubble, revelou que Terzan 5 passou por at\u00e9 quatro epis\u00f3dios distintos de forma\u00e7\u00e3o estelar, confirmando que n\u00e3o se trata de um verdadeiro enxame globular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um enxame globular de estrelas tem, normalmente, apenas uma popula\u00e7\u00e3o de estrelas antigas. Novos dados n\u00e3o s\u00f3 confirmam a exist\u00eancia de duas popula\u00e7\u00f5es distintas de estrelas em Terzan 5, como tamb\u00e9m fornecem evid\u00eancias de duas &#8220;rondas&#8221; mais recentes de forma\u00e7\u00e3o estelar. Embora localizado no povoado bojo da Via L\u00e1ctea &#8211; a regi\u00e3o central e esf\u00e9rica da nossa Gal\u00e1xia, composta por estrelas mais antigas -, Terzan 5 era suficientemente massivo para manter a sua identidade separada, enquanto sistemas mais leves se espalharam e se misturaram para formar o bojo h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos. \u00c9 como um grumo numa massa de bolo que, de resto, est\u00e1 bem misturada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As novas observa\u00e7\u00f5es do Webb no infravermelho pr\u00f3ximo, cruzadas com observa\u00e7\u00f5es de arquivo do Hubble, deram-nos uma imagem muito mais clara da hist\u00f3ria de Terzan 5&#8221;, afirmou Giorgia Zullo, que liderou a investiga\u00e7\u00e3o e \u00e9 doutoranda na Universidade de Bolonha, em It\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram apresentados numa confer\u00eancia de imprensa na passada ter\u00e7a-feira, durante a 248.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana, e foram publicados na revista Astronomy &amp; Astrophysics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quatro gera\u00e7\u00f5es de estrelas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Descoberto em 1968 pelo astr\u00f3nomo Azop Terzan, Terzan 5 assemelha-se, em muitos aspetos, a um enxame globular. No entanto, em 2009, descobriu-se que este sistema albergava duas popula\u00e7\u00f5es distintas de estrelas. Em 2016, o Hubble forneceu a primeira estimativa das suas idades, revelando que uma se formou h\u00e1 cerca de 12 mil milh\u00f5es de anos (na altura em que a pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea se estava a formar) e a outra h\u00e1 cerca de 5 mil milh\u00f5es de anos, pouco antes de a Terra come\u00e7ar a formar-se. Isto apontava para uma hist\u00f3ria mais complexa do que a de um enxame globular t\u00edpico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo de Terzan 5 \u00e9 complicado pela sua localiza\u00e7\u00e3o numa regi\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia repleta de estrelas e fortemente obscurecida pela poeira. Foi aqui que o Webb entrou em a\u00e7\u00e3o. A sua vis\u00e3o infravermelha permitiu \u00e0 equipa de investiga\u00e7\u00e3o ver atrav\u00e9s da poeira e catalogar muitas mais estrelas, incluindo mais t\u00e9nues, do que em trabalhos anteriores. Ao medir as cores e o brilho das estrelas, os astr\u00f3nomos podem classific\u00e1-las em popula\u00e7\u00f5es de diferentes idades e composi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb conseguiu medir estas propriedades-chave para todas as estrelas dentro do campo de vis\u00e3o no c\u00e9u &#8211; tanto as estrelas dentro de Terzan 5 como as estrelas de primeiro plano n\u00e3o relacionadas. Para isolar as estrelas de Terzan 5, a equipa contou com a pot\u00eancia e a longevidade do Hubble. O intervalo de 12 anos entre as exposi\u00e7\u00f5es do Hubble permitiu \u00e0 equipa medir movimentos muito pequenos de estrelas individuais, conhecidos como movimentos pr\u00f3prios, para determinar quais as estrelas que pertencem a Terzan 5 e quais fazem parte do bojo da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao combinar dados do Webb e do Hubble, os investigadores encontraram fortes ind\u00edcios da exist\u00eancia de mais duas popula\u00e7\u00f5es estelares, uma que se formou h\u00e1 3,8 mil milh\u00f5es de anos e outra h\u00e1 apenas 2,5 mil milh\u00f5es de anos. Conseguiram tamb\u00e9m determinar as idades das popula\u00e7\u00f5es estelares j\u00e1 conhecidas com uma precis\u00e3o sem precedentes, descobrindo que estas se formaram h\u00e1 12,5 mil milh\u00f5es e 4,7 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com as duas gera\u00e7\u00f5es de estrelas anteriormente conhecidas, os astr\u00f3nomos n\u00e3o podiam excluir a possibilidade de que Terzan 5 tivesse interagido com outro objeto, como um enxame globular ou uma nuvem molecular gigante, enriquecendo-se com novo g\u00e1s e poeira que desencadearam uma segunda ronda de forma\u00e7\u00e3o estelar. Com quatro gera\u00e7\u00f5es estelares, essas explica\u00e7\u00f5es foram descartadas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video\"><video controls src=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2026\/06\/STScI-01KTXXWFR8EYR7A9WMQ2MTP3C0.mp4\"><\/video><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As medi\u00e7\u00f5es da composi\u00e7\u00e3o estelar das popula\u00e7\u00f5es de Terzan 5, realizadas no Observat\u00f3rio W. M. Keck e no VLT (Very Large Telescope) do ESO, tamb\u00e9m apontam para popula\u00e7\u00f5es muito distintas. &#8220;A par das idades destas popula\u00e7\u00f5es, o enxame preserva um registo f\u00f3ssil do enriquecimento progressivo de elementos pesados por supernovas&#8221;, afirmou o coautor R. Michael Rich, astr\u00f3nomo investigador da Universidade da Calif\u00f3rnia, em Los Angeles.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Terzan 5 deu origem a v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es de estrelas porque conseguiu reter as mat\u00e9rias-primas necess\u00e1rias. Existem ind\u00edcios de poderosas explos\u00f5es de supernova em Terzan 5 que formaram elementos mais pesados, os quais foram absorvidos pelas gera\u00e7\u00f5es subsequentes de estrelas. Em sistemas de menor massa, a pr\u00f3pria for\u00e7a das explos\u00f5es poderia ter ejetado os elementos resultantes, bem como varrido o g\u00e1s e a poeira remanescentes. O progenitor de Terzan 5 tinha massa suficiente para reter essas eje\u00e7\u00f5es estelares, permitindo que novas gera\u00e7\u00f5es de estrelas se formassem ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Fragmento f\u00f3ssil do bojo&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados mostram que Terzan 5 \u00e9, muito provavelmente, o remanescente de um sistema estelar muito mais massivo que se formou inicialmente h\u00e1 12,5 mil milh\u00f5es de anos. Terzan 5 \u00e9 extraordin\u00e1rio porque sobreviveu &#8211; e nunca se fundiu nem se &#8220;misturou&#8221; totalmente com o bojo da Via L\u00e1ctea. &#8220;Por alguma raz\u00e3o, este aglomerado peculiar de estrelas formou-se separadamente do bojo e n\u00e3o foi destru\u00eddo quando o pr\u00f3prio bojo se formou&#8221;, afirmou Francesco R. Ferraro, professor na Universidade de Bolonha e investigador principal das observa\u00e7\u00f5es do Webb. &#8220;Terzan 5 \u00e9 o que hoje chamamos de &#8216;fragmento f\u00f3ssil do bojo&#8217;, porque se assemelha aos aglomerados primordiais que contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o do bojo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 \u00e0 data, existe outro objeto c\u00f3smico conhecido semelhante a Terzan 5. Liller 1 foi o segundo a ser reclassificado de enxame globular para fragmento f\u00f3ssil do bojo. Tamb\u00e9m cont\u00e9m v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es de estrelas. Pode haver mais objetos semelhantes. Entre 40 a 50 enxames globulares adicionais que orbitam no interior do bojo ser\u00e3o examinados pela equipa de Ferraro para determinar se as suas popula\u00e7\u00f5es estelares s\u00e3o todas iguais, como nos enxames globulares, ou se apresentam v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es, como nos fragmentos f\u00f3sseis do bojo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Poss\u00edveis paralelos para a forma\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias pr\u00f3ximas e distantes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em \u00faltima an\u00e1lise, esta investiga\u00e7\u00e3o poder\u00e1 melhorar o que sabemos sobre a maneira como os bojos centrais das gal\u00e1xias se formam ao longo de centenas de milh\u00f5es de anos. &#8220;Com base em observa\u00e7\u00f5es e simula\u00e7\u00f5es detalhadas, pensamos que as gal\u00e1xias no Universo primitivo possu\u00edam enormes discos de g\u00e1s que se fragmentaram em aglomerados e formaram estrelas. Estes aglomerados migraram para o centro das gal\u00e1xias e muitos fundiram-se para formar os seus bojos&#8221;, afirmou Barbara Lanzoni, coautora e professora associada da Universidade de Bolonha. Por exemplo, o Webb revelou v\u00e1rios exemplos de gal\u00e1xias &#8220;grumosas&#8221; que se estavam a formar ativamente quando o Universo tinha apenas algumas centenas de milh\u00f5es de anos, como os aglomerados na gal\u00e1xia chamada Firefly Sparkle. &#8220;Terzan 5 poder\u00e1 fornecer evid\u00eancias diretas que ajudem a explicar como se formaram os bojos nas gal\u00e1xias em todo o Universo&#8221;, afirmou Barbara.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_Hubble_reveal_relic_of_our_galaxy_s_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasa-webb-hubble-reveal-history-of-relic-of-milky-ways-formation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2611\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2026\/05\/aa59349-26\/aa59349-26.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Terzan 5:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Terzan_5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxames globulares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/spider.seds.org\/spider\/MWGC\/mwgc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Globular_cluster\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Bojo gal\u00e1ctico:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galactic_bulge\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00f5es dos telesc\u00f3pios espaciais Webb e Hubble revelaram que o objeto Terzan 5 n\u00e3o \u00e9 um enxame globular comum, mas um raro &#8220;fragmento f\u00f3ssil&#8221; da forma\u00e7\u00e3o inicial da Via L\u00e1ctea. O sistema cont\u00e9m quatro gera\u00e7\u00f5es distintas de estrelas, preservando um registo \u00fanico dos primeiros est\u00e1gios de forma\u00e7\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9069,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1,59],"tags":[943,370,150,387,706,180],"class_list":["post-9068","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","category-via-lactea","tag-bojo-galactico","tag-enxames-globulares","tag-hubble","tag-jwst","tag-terzan-5","tag-via-lactea"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9068","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9068"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9068\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9070,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9068\/revisions\/9070"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9069"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9068"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9068"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9068"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}