{"id":9042,"date":"2026-06-12T06:25:49","date_gmt":"2026-06-12T05:25:49","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9042"},"modified":"2026-06-12T06:25:50","modified_gmt":"2026-06-12T05:25:50","slug":"webb-encontra-as-evidencias-mais-fortes-ate-a-data-da-existencia-de-uma-estrela-buraco-negro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/06\/12\/webb-encontra-as-evidencias-mais-fortes-ate-a-data-da-existencia-de-uma-estrela-buraco-negro\/","title":{"rendered":"Webb encontra as evid\u00eancias mais fortes at\u00e9 \u00e0 data da exist\u00eancia de uma &#8220;estrela-buraco negro&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2610a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/SzWBsGLJ_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9043\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/SzWBsGLJ_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/SzWBsGLJ_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/SzWBsGLJ_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/SzWBsGLJ_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/SzWBsGLJ_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Pequeno Ponto Vermelho que viria a ser conhecido como GLIMPSE-17775 foi, felizmente, captado pelo campo de vis\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, enquanto este observava o enxame de gal\u00e1xias Abell S1063 para um objetivo cient\u00edfico diferente. GLIMPSE-17775 est\u00e1 localizado atr\u00e1s do enxame de gal\u00e1xias e tem um desvio para o vermelho de 3,5, o que significa que existia cerca de 1,8 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<br>Uma vez que enxames de gal\u00e1xias como Abell S1063 s\u00e3o alguns dos objetos mais massivos do Universo, a luz emitida por objetos mais distantes pode ficar distorcida ao chegar ao telesc\u00f3pio. Este efeito \u00e9 conhecido como lente gravitacional. A combina\u00e7\u00e3o das 30 horas de tempo de observa\u00e7\u00e3o do Webb e da lente gravitacional permitiu aos cientistas obter o espetro mais profundo at\u00e9 \u00e0 data de um LRD. O resultado: a evid\u00eancia mais forte at\u00e9 \u00e0 data de um casulo de g\u00e1s quente e denso conhecido como &#8220;estrela- buraco negro&#8221;.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, V. Kokorev (Universidade do Texas em Austin), A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O complexo puzzle dos objetos conhecidos como &#8220;Pequenos Pontos Vermelhos&#8221; (ou LRDs, sigla inglesa para &#8220;Little Red Dots&#8221;) tem-se tornado gradualmente mais completo desde a sua descoberta inicial pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, em 2022. Agora, o espetro de um LRD em particular est\u00e1 a ajudar a ligar muitas das pe\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de astr\u00f3nomos liderada por Vasily Kokorev, da Universidade do Texas em Austin, identificou o feliz ponto em quest\u00e3o: GLIMPSE-17775. Ao analisar cuidadosamente o espetro do ponto captado pelo Webb &#8211; o espetro mais profundo at\u00e9 \u00e0 data de um Pequeno Ponto Vermelho -, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o identificou m\u00faltiplas linhas de evid\u00eancia, todas elas a apoiar a interpreta\u00e7\u00e3o de que GLIMPSE-17775 \u00e9 um buraco negro supermassivo envolto num denso casulo de g\u00e1s parcialmente ionizado. O artigo cient\u00edfico que descreve os resultados foi publicado na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Penso que parte da comunidade cient\u00edfica est\u00e1 a convergir para uma imagem singular &#8211; que os Pequenos Pontos Vermelhos podem ser explicados por modelos de estrelas-buracos negros. Mas nenhum dos Pequenos Pontos Vermelhos anteriores tinha todas as evid\u00eancias reunidas no mesmo lugar&#8221;, afirmou Kokorev, autor principal do estudo. &#8220;Com GLIMPSE-17775, podemos testar estes modelos devido \u00e0 profundidade e ao car\u00e1cter surpreendente do espetro desta fonte&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Juntando as pe\u00e7as do puzzle<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pouco depois de o Webb ter iniciado as suas opera\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, descobriu um novo e misterioso tipo de objeto no Universo primitivo \u2013 objetos vermelhos abundantes que surgiram cerca de 600 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Os cientistas t\u00eam explorado v\u00e1rias explica\u00e7\u00f5es para estes Pequenos Pontos Vermelhos, incluindo o cen\u00e1rio de estrela-buraco negro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um conjunto de circunst\u00e2ncias fortuitas deu origem a este espetro elaborado de um LRD. O Pequeno Ponto Vermelho que viria a ser conhecido como GLIMPSE-17775 foi, felizmente, inclu\u00eddo nos esfor\u00e7os de imagem e espetroscopia do Webb para um projeto que procurava estrelas da Popula\u00e7\u00e3o III e gal\u00e1xias t\u00e9nues no enxame de gal\u00e1xias Abell S1063. Este LRD est\u00e1 mais distante do que o enxame de gal\u00e1xias e \u00e9 ampliado por uma lente gravitacional (GLIMPSE-17775 tem um desvio para o vermelho de 3,5, o que significa que existia cerca de 1,8 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A fonte foi descoberta atrav\u00e9s do programa GLIMPSE, que foi concebido para revelar as fontes mais t\u00e9nues do Universo primitivo&#8221;, afirmou Hakim Atek, do Institut d\u2019Astrophysique de Paris, em Fran\u00e7a, coautor do estudo e investigador principal do programa GLIMPSE. &#8220;Al\u00e9m disso, a amplia\u00e7\u00e3o por lente gravitacional tamb\u00e9m permite uma caracteriza\u00e7\u00e3o mais detalhada de objetos mais brilhantes, incluindo LRDs como GLIMPSE-17775&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora o Webb tenha fornecido um espectro de 30 horas do Pequeno Ponto Vermelho, o efeito de lente gravitacional tornou-o equivalente a 80 horas de tempo de observa\u00e7\u00e3o. Esta combina\u00e7\u00e3o da sensibilidade infravermelha do Webb com a &#8220;lupa&#8221; natural ampliou a quantidade de detalhes que foi poss\u00edvel obter de GLIMPSE-17775. O resultado foram mais de 40 linhas espetrais desta pequena fonte vermelha, o mais detalhado espetro de um LRD at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando vimos o espetro pela primeira vez, foi como ter todas as pe\u00e7as de um puzzle espalhadas pelo ch\u00e3o&#8221;, disse Kokorev. &#8220;Apanh\u00e1mos cada pe\u00e7a do puzzle, medimos as linhas e come\u00e7\u00e1mos a combinar as diferentes pe\u00e7as num mosaico. Talvez algumas pe\u00e7as n\u00e3o parecessem nada \u00e0 primeira vista, mas depois algumas delas encaixaram-se e percebemos que havia algo ali&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados espetrosc\u00f3picos recolhidos pelo Webb cont\u00eam m\u00faltiplas linhas de evid\u00eancia que apoiam a interpreta\u00e7\u00e3o de que o Pequeno Ponto Vermelho GLIMPSE-17775 \u00e9 uma estrela-buraco negro: um buraco negro em r\u00e1pida acre\u00e7\u00e3o, ou em crescimento, envolto num denso casulo de g\u00e1s, que est\u00e1 a reprocessar a luz emitida perto do buraco negro e a produzir as caracter\u00edsticas observadas no espectro.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2610b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/30\/0f\/kRlJcLr1_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os dados espetrosc\u00f3picos do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA relativos ao Pequeno Ponto Vermelho GLIMPSE-17775 cont\u00eam mais de 40 linhas espetrais. O espetro cont\u00e9m v\u00e1rios indicadores independentes que corroboram a teoria de que este LRD \u00e9 uma estrela-buraco negro: um buraco negro em r\u00e1pida acre\u00e7\u00e3o, ou em crescimento, envolto num casulo de g\u00e1s quente e denso. Este ambiente em camadas, semelhante a uma concha, est\u00e1 a reprocessar a luz emitida nas proximidades do buraco negro e a produzir as caracter\u00edsticas observadas no espectro.<br>Por exemplo, os cientistas descobriram que muitas das linhas espetrais, tais como as do hidrog\u00e9nio, oxig\u00e9nio e h\u00e9lio, n\u00e3o correspondem a um modelo simples de nuvem de g\u00e1s em rota\u00e7\u00e3o. O modelo que melhor se ajusta inclui um efeito de dilata\u00e7\u00e3o conhecido como dispers\u00e3o de eletr\u00f5es, um sinal revelador de que um casulo de g\u00e1s denso e em camadas envolve a fonte.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, V. Kokorev (Universidade do Texas em Austin), A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Linhas de evid\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as mais de 40 linhas que a equipa detetou no espetro de GLIMPSE-17775, encontravam-se v\u00e1rios indicadores independentes que se coadunam com o cen\u00e1rio de estrela-buraco negro. Por exemplo, a equipa descobriu que muitas das linhas espetrais (como as do hidrog\u00e9nio, oxig\u00e9nio e h\u00e9lio) n\u00e3o se enquadram num modelo simples de uma nuvem de g\u00e1s em rota\u00e7\u00e3o. Em vez disso, o modelo que melhor se ajusta inclui um efeito de dilata\u00e7\u00e3o conhecido como dispers\u00e3o de eletr\u00f5es: um sinal revelador de que um casulo de g\u00e1s denso e em camadas envolve esta fonte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A intensidade e os r\u00e1cios entre certas linhas, mais notavelmente as 16 linhas de ferro que comp\u00f5em o que a equipa apelidou de &#8220;floresta de ferro&#8221; e certas linhas de oxig\u00e9nio, requerem uma fonte altamente energ\u00e9tica para as produzir, como um buraco negro em r\u00e1pida acre\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, os astr\u00f3nomos observaram a fluoresc\u00eancia e a absor\u00e7\u00e3o de h\u00e9lio no espetro, as quais, individualmente, sugerem que existe um meio denso a envolver uma fonte poderosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cen\u00e1rio de estrela-buraco negro n\u00e3o s\u00f3 se adequa a GLIMPSE-17775, como tamb\u00e9m explica por que raz\u00e3o a maioria dos LRDs \u00e9 fraca em raios X, uma vez que qualquer emiss\u00e3o desse tipo \u00e9 provavelmente absorvida pelo denso inv\u00f3lucro de g\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um elemento que falta no puzzle de GLIMPSE-17775 \u00e9 a parte do espetro que revelaria o que se conhece como &#8220;descontinuidade de Balmer&#8221;, ou seja, uma forte queda na luz emitida que constitui uma assinatura caracter\u00edstica dos Pequenos Pontos Vermelhos. Para construir uma compreens\u00e3o mais abrangente deste LRD, a equipa incorporou dados complementares de dois programas de observa\u00e7\u00e3o que utilizaram o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA: os programas Frontier Fields e BUFFALO (Beyond Ultra-deep Frontier Fields And Legacy Observations).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do Webb e do Hubble, em conjunto, ajudam a explicar por que raz\u00e3o a descontinuidade de Balmer \u00e9 mais fraca do que a normalmente encontrada noutros Pequenos Pontos Vermelhos: uma gal\u00e1xia hospedeira gigante rodeia GLIMPSE-17775. Embora a gal\u00e1xia hospedeira de um LRD n\u00e3o seja algo que tenha sido habitualmente observado a tal escala anteriormente, n\u00e3o \u00e9 inconsistente com o modelo do casulo de g\u00e1s denso. O modelo de estrela-buraco negro dos Pequenos Pontos Vermelhos atribui o excesso de luz azul \u00e0s estrelas da gal\u00e1xia hospedeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o Webb descobriu pela primeira vez os LRDs, alguns investigadores pensaram que estes objetos tinham &#8220;desmoronado a cosmologia&#8221;, sem saber como \u00e9 que as gal\u00e1xias poderiam ter crescido tanto e t\u00e3o rapidamente no Universo primitivo para explicar toda esta luz proveniente das suas estrelas. No entanto, a equipa pensa que a pe\u00e7a do puzzle GLIMPSE-17775 encaixa perfeitamente no quadro existente da hist\u00f3ria evolutiva do Universo, porque as massas dos buracos negros n\u00e3o precisam de ser t\u00e3o elevadas para explicar as linhas largas de emiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tudo se encaixa, nada est\u00e1 partido, e acho que isso torna o puzzle que \u00e9 o nosso Universo ainda melhor&#8221;, disse Kokorev. &#8220;Olhando para o futuro, estou ansioso por aprofundar e aprender mais sobre o que est\u00e1 a alimentar os motores centrais dos Pequenos Pontos Vermelhos. Embora pensemos que seja um buraco negro, h\u00e1 outras teorias interessantes a serem propostas, o que \u00e9 empolgante. Talvez daqui a um ou dois anos tenhamos a resposta definitiva acerca do que alimenta estas fontes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2610\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasa-webb-finds-strongest-evidence-yet-for-black-hole-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ae4ed7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pequenos Pontos Vermelhos (ou LRDs, \u201cLittle Red Dots\u201d):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Little_red_dot_(cosmological_object)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrela-buraco negro:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quasi-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Abell S1063:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Abell_S1063\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dispers\u00e3o de eletr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Electron_scattering\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Descontinuidade de Balmer:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Balmer_jump\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer 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