{"id":9038,"date":"2026-06-12T06:22:38","date_gmt":"2026-06-12T05:22:38","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9038"},"modified":"2026-06-12T06:22:39","modified_gmt":"2026-06-12T05:22:39","slug":"detetadas-variacoes-de-temperatura-no-exoplaneta-wasp-121-b","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/06\/12\/detetadas-variacoes-de-temperatura-no-exoplaneta-wasp-121-b\/","title":{"rendered":"Detetadas varia\u00e7\u00f5es de temperatura no exoplaneta WASP-121 b"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dl18cPBA_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1019\" height=\"573\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dl18cPBA_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9040\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dl18cPBA_o.jpg 1019w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dl18cPBA_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dl18cPBA_o-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1019px) 100vw, 1019px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica do exoplaneta WASP-121 b. Este pertence \u00e0 classe dos J\u00fapiteres quentes. Devido \u00e0 sua proximidade com a estrela central, a rota\u00e7\u00e3o do planeta est\u00e1 sincronizada com a sua \u00f3rbita. Como resultado, um dos hemisf\u00e9rios de WASP-121 b est\u00e1 sempre voltado para a estrela, aquecendo-o a temperaturas que chegam aos 2500\u00ba Celsius. O lado noturno est\u00e1 sempre orientado para o espa\u00e7o frio, raz\u00e3o pela qual a temperatura \u00e9 1775\u00ba Celsius mais baixa nesse lado.<br>Cr\u00e9dito: Patricia Klein e Instituto Max Planck de Astronomia<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos revelaram diferen\u00e7as distintas nas condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas entre as zonas de transi\u00e7\u00e3o matinal e noturna do planeta gasoso ultraquente WASP-121 b, zonas estas que separam o dia da noite e a que se d\u00e3o o nome &#8220;terminadores&#8221;. Esta descoberta s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 sensibilidade inigual\u00e1vel do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. Liderada por Cyril Gapp, estudante de doutoramento no Instituto Max Planck de Astronomia em Heidelberg, na Alemanha, uma equipa de investigadores detetou este fen\u00f3meno, que j\u00e1 tinha sido previsto por c\u00e1lculos te\u00f3ricos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Confirma\u00e7\u00e3o de varia\u00e7\u00f5es entre o crep\u00fasculo vespertino e matutino<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta corresponde a uma assimetria na absor\u00e7\u00e3o da luz infravermelha recebida da estrela hospedeira, que \u00e9 parcialmente filtrada pela atmosfera do planeta durante o seu tr\u00e2nsito. Os investigadores interpretam isto como o resultado de temperaturas e composi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas n\u00e3o uniformes na atmosfera do exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com a sua qualidade de observa\u00e7\u00e3o sem precedentes, o JWST d\u00e1-nos as vis\u00f5es mais detalhadas de planetas distantes at\u00e9 \u00e0 data: ao medir como a absor\u00e7\u00e3o da luz estelar muda \u00e0 medida que WASP-121 b gira, exploramos a sua atmosfera longitude a longitude&#8221;, diz Gapp.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados indicam que o terminador noturno absorve mais luz do que o lado diurno, consistente com a imagem geralmente aceite de ventos fortes que transportam calor intenso do lado diurno para o noturno. Os ventos quentes seguem a rota\u00e7\u00e3o do planeta para leste, o que aquece a zona noturna. Com o aumento das temperaturas, esta regi\u00e3o est\u00e1 destinada a expandir-se, aumentando a sec\u00e7\u00e3o transversal do planeta e permitindo-lhe absorver a radia\u00e7\u00e3o estelar de forma mais eficiente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de uma ligeira redu\u00e7\u00e3o geral no brilho no final do tr\u00e2nsito, os dados obtidos pelo instrumento NIRSpec (Near-infrared spectrograph) do Webb revelam tamb\u00e9m um aumento no sinal de mon\u00f3xido de carbono (CO). No entanto, isto parece ser um efeito da temperatura, n\u00e3o relacionado com um aumento nas mol\u00e9culas de mon\u00f3xido de carbono.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em contraste, a quantidade de \u00e1gua (H\u2082O) na atmosfera parece diminuir, o que os astr\u00f3nomos interpretam como uma diminui\u00e7\u00e3o real das mol\u00e9culas de \u00e1gua. As temperaturas na atmosfera superior s\u00e3o suficientemente elevadas para decompor as mol\u00e9culas de \u00e1gua nos seus constituintes. Este resultado corrobora, mais uma vez, a exist\u00eancia de ventos quentes que aquecem a regi\u00e3o do terminador noturno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dois lados extremos de um planeta ultraquente<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bc\/b6\/hEof4ytn_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/bc\/b6\/hEof4ytn_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vista, de cima, da \u00f3rbita do exoplaneta WASP-121 b em torno da sua estrela. A rota\u00e7\u00e3o do planeta est\u00e1 sincronizada com a sua \u00f3rbita, demorando ambas cerca de 30 horas. Como resultado, o planeta tem o mesmo lado constantemente virado para a estrela, o que d\u00e1 origem a lados diurnos e noturnos distintos. As zonas de transi\u00e7\u00e3o entre esses hemisf\u00e9rios s\u00e3o as regi\u00f5es do crep\u00fasculo matutino e vespertino. Devido \u00e0 proximidade do planeta \u00e0 estrela central, de apenas 1,9 di\u00e2metros estelares, o planeta gira cerca de 30 graus durante o seu tr\u00e2nsito.<br>Cr\u00e9dito: Instituto Max Planck de Astronomia<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para detetar estas varia\u00e7\u00f5es min\u00fasculas, os astr\u00f3nomos aproveitaram um comportamento peculiar dos planetas gasosos e quentes. A proximidade das suas estrelas hospedeiras sincroniza lentamente a sua rota\u00e7\u00e3o e o seu movimento orbital atrav\u00e9s das for\u00e7as de mar\u00e9, de tal forma que, eventualmente, uma rota\u00e7\u00e3o demora tanto tempo quanto uma revolu\u00e7\u00e3o. Por fim, estes planetas apresentam dois hemisf\u00e9rios distintos: um lado quente constantemente voltado para a estrela e um lado oposto, mais escuro e mais frio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;WASP-121 b \u00e9 particularmente extremo, com temperaturas m\u00e9dias no hemisf\u00e9rio diurno a rondarem os 2770 Kelvin, enquanto as do hemisf\u00e9rio noturno se aproximam dos 1000 Kelvin&#8221;, explica o coautor Tom Evans-Soma, da Universidade de Newcastle, na Austr\u00e1lia. Ele determinou anteriormente a amplitude de temperatura do planeta e tamb\u00e9m est\u00e1 afiliado ao Instituto Max Planck de Astronomia. Estes valores traduzem-se em quase 2500\u00ba C, no lado diurno, e aproximadamente 725\u00ba C, \u00e0 noite.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando os astr\u00f3nomos observam um planeta deste tipo a transitar \u00e0 frente de uma estrela, o planeta gira ligeiramente entre os pontos de entrada e sa\u00edda, revelando diferentes partes da sua atmosfera. Embora o planeta apresente principalmente o seu lado noturno, o nosso ponto de vista permite vislumbres para al\u00e9m do crep\u00fasculo vespertino e matutino, em dire\u00e7\u00e3o ao lado diurno brilhante, dependendo do progresso do tr\u00e2nsito. A zona \u00e0 frente da \u00f3rbita do planeta corresponde ao lado matinal, e a que segue atr\u00e1s \u00e9 o lado noturno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de registar a varia\u00e7\u00e3o da luminosidade medida ao longo do tempo, os espetr\u00f3grafos decomp\u00f5em a luz em componentes mais pequenos, a que os f\u00edsicos chamam espetro, tal como um prisma produz uma distribui\u00e7\u00e3o de cores semelhante a um arco-\u00edris. Uma vez que os gases atmosf\u00e9ricos absorvem a luz em cores ou comprimentos de onda distintos, uma an\u00e1lise detalhada revela a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O tempo decorrido converte-se em longitude<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, a varia\u00e7\u00e3o ao longo da dire\u00e7\u00e3o de rota\u00e7\u00e3o traduz-se numa altera\u00e7\u00e3o dependente do tempo do sinal filtrado. No caso de WASP-121 b, o \u00e2ngulo de rota\u00e7\u00e3o durante um tr\u00e2nsito completo ascende a cerca de 30 graus, o que \u00e9 suficiente para sondar os terminadores do amanhecer e do anoitecer com alta precis\u00e3o em longitude.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos costumam calcular a m\u00e9dia das medi\u00e7\u00f5es ao longo de todo o tr\u00e2nsito para obter um sinal mais claro. No entanto, para determinar como o sinal muda durante a trajet\u00f3ria do planeta em frente \u00e0 estrela, Gapp e os seus colegas tiveram em conta uma varia\u00e7\u00e3o temporal enquanto o planeta gira. Ao aplicar m\u00e9todos estat\u00edsticos, descobriram que o seu processo proporciona um ajuste claramente melhor aos dados, indicando que detetaram, de facto, uma varia\u00e7\u00e3o significativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lacunas significativas nos modelos atmosf\u00e9ricos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para verificar as temperaturas medidas que causariam a expans\u00e3o local, os astr\u00f3nomos executaram modelos que simulavam a distribui\u00e7\u00e3o do calor nas camadas superiores de um planeta gasoso, tendo em conta as propriedades do planeta e a configura\u00e7\u00e3o do planeta e da sua estrela hospedeira. Embora estes modelos atmosf\u00e9ricos tenham confirmado o efeito assim\u00e9trico causado pelas varia\u00e7\u00f5es espaciais de temperatura, os dados revelaram uma amplitude de sinal maior do que a prevista pelos modelos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos suspeitaram que pudessem estar em a\u00e7\u00e3o mecanismos de arrefecimento no terminador matinal que os modelos n\u00e3o tinham tido em conta. Estudos anteriores indicaram que podem existir nuvens, embora compostas n\u00e3o por got\u00edculas de \u00e1gua, mas por minerais como silicatos. As nuvens podem proteger eficazmente a luz infravermelha emitida pelas camadas gasosas quentes subjacentes, simulando temperaturas mais baixas. \u00c9 sabido que simular a f\u00edsica das nuvens, da condensa\u00e7\u00e3o e da evapora\u00e7\u00e3o num ambiente din\u00e2mico \u00e9 dif\u00edcil. Por conseguinte, os modelos f\u00edsicos normalmente aplicados \u00e0s atmosferas de exoplanetas, como o utilizado neste estudo, n\u00e3o t\u00eam em conta as nuvens, o que pode levar a resultados irrealistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s ajustar a simula\u00e7\u00e3o para aproximar melhor o efeito das nuvens na radia\u00e7\u00e3o infravermelha proveniente de camadas mais profundas, os resultados revelaram-se mais consistentes com as observa\u00e7\u00f5es. No entanto, apenas modelos mais sofisticados ser\u00e3o capazes de confirmar com seguran\u00e7a a presen\u00e7a de nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um plano para estudos futuros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As atualiza\u00e7\u00f5es do modelo tamb\u00e9m ir\u00e3o melhorar futuras investiga\u00e7\u00f5es que utilizem este m\u00e9todo. Os astr\u00f3nomos j\u00e1 identificaram alvos adicionais adequados dentro do intervalo de temperatura e velocidade de rota\u00e7\u00e3o necess\u00e1rios para sondar com sucesso as regi\u00f5es do terminador. Isto ir\u00e1 ajud\u00e1-los a estabelecer uma amostra de planetas gasosos ultraquentes, revelando a sua estrutura longitudinal e, potencialmente, a descobrir semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as entre estes mundos extremos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video\"><video controls src=\"https:\/\/streaming-eu.mpg.de\/de\/institute\/mpia\/MPIA-PM%20WASP121b%202026_Animation1080p.mp4\"><\/video><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.mpia.de\/news\/science\/2026-04-wasp-121-b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Max Planck de Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-026-02887-6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WASP-121 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3281\/wasp-121-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp_121_b--2410\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/WASP-121%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WASP-121b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o Telesc\u00f3pio James Webb, astr\u00f3nomos detetaram varia\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas acentuadas entre o lado da manh\u00e3 e o da noite no exoplaneta ultraquente WASP-121 b. Ventos fortes transportam calor para a zona do anoitecer, expandindo a atmosfera e destruindo mol\u00e9culas de \u00e1gua devido \u00e0s temperaturas extremas.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9040,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[147,387,532],"class_list":["post-9038","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-exoplaneta","tag-jwst","tag-wasp-121b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9038","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9038"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9038\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9041,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9038\/revisions\/9041"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9040"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9038"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9038"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9038"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}