{"id":9019,"date":"2026-06-05T06:17:32","date_gmt":"2026-06-05T05:17:32","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9019"},"modified":"2026-06-05T06:17:34","modified_gmt":"2026-06-05T05:17:34","slug":"cientistas-surpreendidos-por-descobrir-uma-lacuna-de-luminosidade-num-antigo-enxame-globular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/06\/05\/cientistas-surpreendidos-por-descobrir-uma-lacuna-de-luminosidade-num-antigo-enxame-globular\/","title":{"rendered":"Cientistas surpreendidos por descobrir uma &#8220;lacuna&#8221; de luminosidade num antigo enxame globular"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01KSQG18WMBA452B12B1MBA3KX.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/8sMSO7yZ_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9020\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/8sMSO7yZ_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/8sMSO7yZ_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/8sMSO7yZ_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/8sMSO7yZ_o-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/8sMSO7yZ_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem obtida pelo Euclid do enxame globular NGC 6397 est\u00e1 salpicada por centenas de milhares de estrelas, que variam em tamanho e cor. A maioria das estrelas est\u00e1 localizada no centro do enxame, onde se mant\u00eam unidas pela gravidade. Os cientistas que estudam NGC 6397 descobriram que, ao agruparem as estrelas do enxame por brilho e cor, observaram uma fina &#8220;lacuna&#8221; de brilho onde esperavam, mas n\u00e3o encontraram, estrelas de baixa massa chamadas an\u00e3s vermelhas. Pensa-se que esta lacuna esteja ligada a altera\u00e7\u00f5es que ocorrem no interior de algumas estrelas. Esta \u00e9 a primeira vez que esta caracter\u00edstica de lacuna foi descoberta num enxame globular.<br>Cr\u00e9dito: imagem &#8211; ESA, NASA, Cons\u00f3rcio Euclid; processamento de imagem &#8211; Jean-Charles Cuillandre (CEA-Saclay), Giovanni Anselmi (ESA)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cientistas do STScI (Space Telescope Science Institute), em Baltimore, no estado norte-americano de Maryland, pretendiam estudar um objeto estelar e acabaram por descobrir algo ainda mais emocionante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando dados do telesc\u00f3pio espacial Euclid da ESA e do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, a equipa planeava analisar os movimentos das estrelas dentro de um antigo aglomerado estelar denominado enxame globular. Mas o que encontraram quando agruparam as estrelas do enxame por brilho e cor, tal como observadas pelo Euclid, foi uma fina &#8220;lacuna&#8221; de estrelas de baixa massa esperadas, mas ausentes, chamadas an\u00e3s vermelhas. Pensa-se que esta lacuna esteja ligada a altera\u00e7\u00f5es que ocorrem no interior de algumas estrelas, dando aos astr\u00f3nomos um vislumbre dos processos que ocorrem no interior das estrelas, mesmo a milhares de anos-luz de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta \u00e9 a primeira vez que esta caracter\u00edstica foi descoberta num enxame globular. &#8220;A descoberta foi fortuita&#8221;, afirmou Andrea Bellini, do STScI, um dos principais autores do artigo cient\u00edfico. &#8220;N\u00e3o est\u00e1vamos \u00e0 procura da lacuna, mas encontr\u00e1mo-la.\u00bb<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Compreendendo a lacuna<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exist\u00eancia desta lacuna em estrelas relativamente pr\u00f3ximas foi descoberta em 2018 por cientistas que analisavam dados do observat\u00f3rio Gaia da ESA. Essa equipa representou graficamente cerca de 250.000 estrelas do arquivo Gaia num diagrama de Hertzsprung-Russell (HR), uma das ferramentas mais importantes nos estudos estelares. Este \u00e9 o gr\u00e1fico que os astr\u00f3nomos utilizam para classificar as estrelas e rastrear os seus ciclos de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No diagrama HR, as luminosidades estelares s\u00e3o representadas em fun\u00e7\u00e3o das suas cores, que servem como indicador das suas temperaturas. As posi\u00e7\u00f5es das estrelas no diagrama revelam fases espec\u00edficas da evolu\u00e7\u00e3o estelar. Talvez a caracter\u00edstica mais distintiva seja a faixa de estrelas da sequ\u00eancia principal que atravessa diagonalmente o diagrama.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que a precis\u00e3o e a sensibilidade da astronomia moderna melhoram, os astr\u00f3nomos conseguem posicionar as estrelas com maior precis\u00e3o no gr\u00e1fico. Os dados do Gaia revelaram uma caracter\u00edstica at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida &#8211; uma faixa estreita e diagonal de estrelas, na sua maioria ausentes, que atravessa a sequ\u00eancia principal no meio da regi\u00e3o das an\u00e3s vermelhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que causa, ent\u00e3o, esta lacuna? Parece que, em algumas an\u00e3s vermelhas, o combust\u00edvel acumulado nos seus centros pode desencadear uma explos\u00e3o de energia que resulta em instabilidade estrutural no interior da estrela. Com massas entre 0,34 e 0,36 vezes a do Sol, as an\u00e3s vermelhas sofrem pequenas varia\u00e7\u00f5es que alteram o seu tamanho, brilho e temperatura. Como apenas um pequeno n\u00famero de estrelas est\u00e1 a sofrer estas altera\u00e7\u00f5es, h\u00e1 uma escassez de an\u00e3s vermelhas com estes brilhos espec\u00edficos. Isto reflete-se no diagrama HR como uma lacuna.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0f\/97\/pO7M6GUQ_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/0f\/97\/pO7M6GUQ_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este gr\u00e1fico mostra a lacuna de brilho que os cientistas descobriram com o Euclid ao agruparem as estrelas do enxame globular NGC 6397 por brilho e cor. O que observaram foi uma estreita &#8220;lacuna&#8221; de estrelas de baixa massa, conhecidas como an\u00e3s vermelhas, que se esperava encontrar mas que estavam em falta. As observa\u00e7\u00f5es correspondem bem \u00e0 previs\u00e3o do seu modelo. Pensa-se que esta lacuna esteja ligada a altera\u00e7\u00f5es que ocorrem no interior de algumas estrelas, dando aos astr\u00f3nomos um vislumbre dos processos que decorrem no interior das estrelas, mesmo a milhares de anos-luz de dist\u00e2ncia. Esta \u00e9 a primeira vez que esta caracter\u00edstica de lacuna foi descoberta num enxame globular.<br>Cr\u00e9dito: Massimo Griggio (STScI), Leah Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Permitindo estimativas de dist\u00e2ncia mais precisas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso do Gaia, as estrelas encontravam-se a uma multiplicidade de dist\u00e2ncias diferentes e tinham idades, hist\u00f3rias e composi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas vari\u00e1veis. Em contraste, as estrelas dentro de um enxame globular partilham uma hist\u00f3ria comum, tendo-se formado no mesmo ambiente e aproximadamente no mesmo momento do tempo c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os enxames globulares s\u00e3o os laborat\u00f3rios ideais para estudar a evolu\u00e7\u00e3o estelar e as popula\u00e7\u00f5es estelares&#8221;, afirma Massimo Griggio, do STScI, autor principal do artigo cient\u00edfico. &#8220;Neste enxame globular, as estrelas encontram-se basicamente \u00e0 mesma dist\u00e2ncia e t\u00eam aproximadamente a mesma idade&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa do STScI utilizou o Euclid para estudar NGC 6397, um dos enxames globulares mais pr\u00f3ximos da Terra. Localizado a cerca de 8000 anos-luz de dist\u00e2ncia, na constela\u00e7\u00e3o austral de Ara (ou Altar), cont\u00e9m centenas de milhares de estrelas e estima-se que tenha 13,4 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como conseguimos determinar o brilho no local da lacuna com grande precis\u00e3o e sabemos para que massas estelares ela ocorre, podemos utilizar esta informa\u00e7\u00e3o para estimar a dist\u00e2ncia do enxame&#8221;, afirmou Russell Ryan, do STScI, outro dos principais investigadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Gaia descobriu a lacuna ao observar estrelas na vizinhan\u00e7a local, que s\u00e3o normalmente mais jovens do que as estrelas nos enxames globulares. Agora, a equipa do Euclid descobriu que o mesmo processo ocorre exatamente no interior de estrelas mais distantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ferramentas do Hubble abrem caminho para novas descobertas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta descoberta n\u00e3o teria sido poss\u00edvel sem o software e as t\u00e9cnicas originalmente desenvolvidas no STScI para o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble ao longo de mais de duas d\u00e9cadas. A equipa utilizou estas ferramentas, desenvolvidas principalmente por Jay Anderson do STScI, para realizar as medi\u00e7\u00f5es de alta precis\u00e3o necess\u00e1rias para detetar esta caracter\u00edstica no ambiente extremamente denso de um enxame globular. Embora o campo de vis\u00e3o do Hubble seja muito, muito menor, quando estas ferramentas foram combinadas com a vis\u00e3o panor\u00e2mica do Euclid, a lacuna tornou-se claramente vis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com estas ferramentas, demonstramos que podemos empurrar os limites do Euclid e, no futuro, do Telesc\u00f3pio Espacial Roman, num amplo campo de vis\u00e3o&#8221;, afirmou Mattia Libralato, membro da equipa, anteriormente no STScI e atualmente no INAF (Italian National Institute for Astrophysics) em P\u00e1dua, It\u00e1lia. &#8220;Investiga\u00e7\u00f5es adicionais com o Euclid e, no futuro, com o Roman, permitir-nos-\u00e3o, esperamos, perceber melhor esta caracter\u00edstica tamb\u00e9m noutros enxames globulares&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados da equipa foram publicados na revista Astronomy &amp; Astrophysics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/contents\/news-releases\/2026\/news-2026-405\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/202660441\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Diagrama de Hertzsprung\u2013Russell:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hertzsprung%E2%80%93Russell_diagram\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hertzsprung%E2%80%93Russell_diagram#The_diagram_seen_by_ESA's_Gaia_mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Diagrama visto pela miss\u00e3o Gaia da ESA (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGC 6397:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/asset\/hubble\/ngc-6397-2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_6397\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxame globular:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Globular_cluster\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Euclid:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Euclid\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Euclid_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/ESA_Euclid\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas do STScI (Space Telescope Science Institute) descobriram, pela primeira vez, uma &#8220;lacuna&#8221; de brilho entre an\u00e3s vermelhas num enxame globular muito antigo, usando dados do telesc\u00f3pio espacial Euclid. Esta lacuna, j\u00e1 observada em estrelas pr\u00f3ximas pela miss\u00e3o Gaia, fornece pistas sobre processos que ocorrem no interior das estrelas e ajuda a testar modelos da sua evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9020,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1],"tags":[374,1398,370,748,311,150,1030],"class_list":["post-9019","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-anas-vermelhas","tag-diagrama-h-r","tag-enxames-globulares","tag-euclid","tag-gaia","tag-hubble","tag-ngc-6397"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9019","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9019"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9019\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9021,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9019\/revisions\/9021"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9020"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9019"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9019"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9019"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}