{"id":9001,"date":"2026-05-29T06:30:25","date_gmt":"2026-05-29T05:30:25","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=9001"},"modified":"2026-05-29T06:30:26","modified_gmt":"2026-05-29T05:30:26","slug":"apenas-12-mil-milhoes-de-anos-apos-o-big-bang-as-galaxias-ja-eram-moldadas-pelo-local-onde-se-encontravam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/05\/29\/apenas-12-mil-milhoes-de-anos-apos-o-big-bang-as-galaxias-ja-eram-moldadas-pelo-local-onde-se-encontravam\/","title":{"rendered":"Apenas 1,2 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, as gal\u00e1xias j\u00e1 eram moldadas pelo local onde se encontravam"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/subarutelescope.org\/en\/results\/2026\/05\/25\/fig1e-20260525-science_org.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4noWIg1S_o-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9002\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4noWIg1S_o-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4noWIg1S_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4noWIg1S_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4noWIg1S_o-768x769.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4noWIg1S_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A regi\u00e3o do protoenxame Loktak. Uma imagem composta, em cores falsas, que combina observa\u00e7\u00f5es no vis\u00edvel pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble com observa\u00e7\u00f5es no infravermelho pelo JWST. Os pontos brancos assinalam gal\u00e1xias identificadas pelo Telesc\u00f3pio Subaru, enquanto o sombreado laranja indica regi\u00f5es onde as gal\u00e1xias se encontram densamente concentradas. Os contornos coloridos mostram a densidade num\u00e9rica das gal\u00e1xias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia c\u00f3smica naquele momento: 2 vezes (rosa), 5 vezes (verde), 8 vezes (azul) e 10 vezes (preto). A linha tracejada branca delineia a extens\u00e3o total do protoenxame Loktak. As amplia\u00e7\u00f5es nas caixas vermelhas e azuis mostram exemplos de gal\u00e1xias em ambientes densos e em ambientes t\u00edpicos, respetivamente.<br>Cr\u00e9dito: Laishram et al.\/NAOJ\/NASA\/ESA\/CSA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um grande protoenxame de gal\u00e1xias que existia h\u00e1 12,6 mil milh\u00f5es de anos, descoberto pela primeira vez com o Telesc\u00f3pio Subaru, foi analisado em pormenor utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST). O estudo revelou que as gal\u00e1xias em regi\u00f5es densamente povoadas s\u00e3o mais extensas do que gal\u00e1xias semelhantes em ambientes menos densos. O resultado mostra que, mesmo quando o Universo tinha apenas 1,2 mil milh\u00f5es de anos, o ambiente j\u00e1 influenciava a forma como as gal\u00e1xias cresciam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como se formaram as maiores estruturas do Universo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Universo atual, as gal\u00e1xias n\u00e3o est\u00e3o distribu\u00eddas uniformemente pelo espa\u00e7o. Elas agruparam-se, e esses grupos formam enormes enxames de gal\u00e1xias contendo centenas ou mesmo milhares de gal\u00e1xias. Mas estas estruturas gigantes n\u00e3o existiam no in\u00edcio do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Universo primitivo, regi\u00f5es ligeiramente mais densas de mat\u00e9ria cresceram gradualmente sob a a\u00e7\u00e3o da gravidade e acabaram por se desenvolver em enxames de gal\u00e1xias. Estas &#8220;sementes&#8221; de enxames de gal\u00e1xias s\u00e3o conhecidas como protoenxames.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das quest\u00f5es-chave para os astr\u00f3nomos \u00e9 quando \u00e9 que os ambientes densos come\u00e7aram a influenciar a forma como as gal\u00e1xias evoluem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Universo moderno, as gal\u00e1xias em enxames apresentam frequentemente um aspeto muito diferente das gal\u00e1xias isoladas. Tendem a ser mais massivas, t\u00eam dificuldade em formar novas estrelas e apresentam formas mais arredondadas. Este fen\u00f3meno &#8211; em que o crescimento de uma gal\u00e1xia depende do seu ambiente &#8211; \u00e9 conhecido como efeito ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, ainda n\u00e3o \u00e9 claro se tais efeitos j\u00e1 estavam presentes no Universo primitivo, ou se s\u00f3 surgiram depois de os enxames de gal\u00e1xias terem atingido a maturidade total.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O protoenxame Loktak descoberto pelo Telesc\u00f3pio Subaru<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de investiga\u00e7\u00e3o internacional, incluindo astr\u00f3nomos do NAOJ (National Astronomical Observatory of Japan), utilizou a c\u00e2mara de campo amplo do Telesc\u00f3pio Subaru, a HSC (Hyper Suprime-Cam), para realizar um grande levantamento do c\u00e9u e descobriu um protoenxame massivo que existiu h\u00e1 12,6 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias jovens com forma\u00e7\u00e3o estelar ativa emitem frequentemente um tipo especial de luz chamado emiss\u00e3o Lyman-alfa. Esta emiss\u00e3o \u00e9 produzida quando a radia\u00e7\u00e3o de estrelas jovens e quentes excita o g\u00e1s hidrog\u00e9nio circundante. As gal\u00e1xias encontradas atrav\u00e9s deste sinal s\u00e3o chamadas emissoras Lyman-alfa e s\u00e3o marcadores \u00fateis para rastrear a estrutura do Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando um filtro especial concebido para detetar esta luz, a equipa mapeou uma vasta \u00e1rea do c\u00e9u e identificou uma regi\u00e3o onde as gal\u00e1xias se encontravam fortemente concentradas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrutura rec\u00e9m-descoberta foi batizada de &#8220;Protoenxame Loktak&#8221;, em homenagem ao Lago Loktak, em Manipur, na \u00cdndia. O nome reflete a forma como quatro concentra\u00e7\u00f5es de gal\u00e1xias distintas est\u00e3o interligadas numa estrutura maior, assemelhando-se \u00e0s ilhas flutuantes do lago (imagem de cima).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os protoenxames s\u00e3o os locais de constru\u00e7\u00e3o das estruturas mais massivas do Universo atual&#8221;, afirma o autor principal, Ronaldo Laishram, do NAOJ. &#8220;Encontrar um sistema t\u00e3o claramente organizado nesta \u00e9poca primitiva d\u00e1-nos uma oportunidade rara de estudar como o ambiente afeta o crescimento das gal\u00e1xias no Universo jovem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST revela diferen\u00e7as na forma como as gal\u00e1xias cresceram<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa utilizou ent\u00e3o imagens infravermelhas do JWST para comparar gal\u00e1xias no interior do protoenxame com gal\u00e1xias em ambientes mais t\u00edpicos da mesma \u00e9poca c\u00f3smica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando observadas na luz ultravioleta &#8211; que revela as regi\u00f5es onde as estrelas se est\u00e3o a formar -, as duas popula\u00e7\u00f5es de gal\u00e1xias apresentaram poucas diferen\u00e7as em termos de tamanho. No entanto, na luz \u00f3tica (que, devido \u00e0 expans\u00e3o do Universo, se esticou para comprimentos de onda infravermelhos), que revela a distribui\u00e7\u00e3o global das estrelas formadas anteriormente, as gal\u00e1xias do protoenxame eram, em m\u00e9dia, cerca de 1,4 vezes maiores do que as gal\u00e1xias em ambientes normais (segunda imagem; em geral, as gal\u00e1xias mais massivas tendem a ser maiores. No entanto, a diferen\u00e7a de tamanho encontrada neste estudo n\u00e3o pode ser explicada somente pelas diferen\u00e7as de massa).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outras palavras, embora os n\u00facleos de forma\u00e7\u00e3o estelar parecessem semelhantes, as gal\u00e1xias no seu conjunto tinham crescido de forma diferente. Isto sugere que a forma\u00e7\u00e3o estelar nos centros das gal\u00e1xias decorreu de forma semelhante, mas as gal\u00e1xias em ambientes densos constru\u00edram as suas estruturas estelares externas mais cedo e mais rapidamente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/subarutelescope.org\/en\/results\/2026\/05\/25\/fig2e-20260525-science.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/71\/2c\/F8op3MPe_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Distribui\u00e7\u00e3o dos tamanhos das gal\u00e1xias na regi\u00e3o central do protoenxame Loktak (vermelho) e das gal\u00e1xias em ambientes m\u00e9dios na mesma \u00e9poca (azul). Esquerda: medi\u00e7\u00f5es no ultravioleta. Direita: medi\u00e7\u00f5es na luz \u00f3tica. Na luz \u00f3tica, as gal\u00e1xias no ambiente denso s\u00e3o maiores. Um valor de 1 no eixo horizontal corresponde ao tamanho t\u00edpico das gal\u00e1xias em ambientes m\u00e9dios.<br>Cr\u00e9dito: Laishram et al.\/NAOJ<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O destino de uma gal\u00e1xia depende do local onde se encontra<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A import\u00e2ncia deste resultado reside no facto de mostrar claramente que os efeitos ambientais j\u00e1 estavam a moldar as gal\u00e1xias muito antes de os enxames de gal\u00e1xias estarem totalmente formados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dos atuais 13,8 mil milh\u00f5es de anos de idade do Universo, as gal\u00e1xias aqui observadas datam de apenas 1,2 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Mesmo nessa fase t\u00e3o precoce, o crescimento de uma gal\u00e1xia dependia do local onde se encontrava. Isto significa que a evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias \u00e9 determinada n\u00e3o s\u00f3 pela sua pr\u00f3pria massa e propriedades internas, mas tamb\u00e9m pelo seu ambiente circundante desde uma fase inicial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo sugere que o aspeto das gal\u00e1xias \u00e9 moldado n\u00e3o s\u00f3 pelo que elas t\u00eam desde o nascimento, mas tamb\u00e9m pelo local onde crescem &#8211; e que este processo teve in\u00edcio nos cap\u00edtulos mais antigos da hist\u00f3ria c\u00f3smica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Futuras observa\u00e7\u00f5es utilizando o PFS (Prime Focus Spectrograph) &#8216;\u014cnohi&#8217;ula do Telesc\u00f3pio Subaru, bem como o seu sistema de \u00f3tica adaptativa de campo amplo de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o, ULTIMATE, combinadas com o acompanhamento cont\u00ednuo do JWST, ajudar\u00e3o a determinar se este tipo de efeito ambiental era comum no Universo primitivo ou exclusivo do protoenxame Loktak.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/subarutelescope.org\/en\/results\/2026\/05\/25\/3716.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Telesc\u00f3pio Subaru (comunicao de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nao.ac.jp\/en\/news\/science\/2026\/20260526-subaru.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NAOJ (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae5824\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxame de gal\u00e1xias:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_cluster\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Subaru:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.naoj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NAOJ<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Subaru_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos descobriram que, apenas 1,2 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, as gal\u00e1xias j\u00e1 eram fortemente influenciadas pelo ambiente \u00e0 sua volta. Observa\u00e7\u00f5es do telesc\u00f3pio Subaru mostram que gal\u00e1xias em regi\u00f5es densas evolu\u00edam de forma diferente das mais isoladas, indicando que a &#8220;ecologia&#8221; c\u00f3smica come\u00e7ou muito cedo na hist\u00f3ria do Universo.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9002,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[60,16,1],"tags":[595,387,2119,384],"class_list":["post-9001","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-enxames-galacticos","tag-jwst","tag-protoenxame-loktak","tag-telescopio-subaru"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9001","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9001"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9001\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9003,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9001\/revisions\/9003"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9002"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9001"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9001"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9001"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}