{"id":8998,"date":"2026-05-29T06:27:12","date_gmt":"2026-05-29T05:27:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8998"},"modified":"2026-05-29T06:27:14","modified_gmt":"2026-05-29T05:27:14","slug":"gwtc-5-0-o-catalogo-atualizado-da-lvk-estabelece-novos-recordes-na-astronomia-de-ondas-gravitacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/05\/29\/gwtc-5-0-o-catalogo-atualizado-da-lvk-estabelece-novos-recordes-na-astronomia-de-ondas-gravitacionais\/","title":{"rendered":"GWTC-5.0 &#8211; o cat\u00e1logo atualizado da LVK estabelece novos recordes na astronomia de ondas gravitacionais"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.gla.ac.uk\/media\/Media_1267262_smxx.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7AH12Eb7_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8999\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7AH12Eb7_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7AH12Eb7_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7AH12Eb7_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7AH12Eb7_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Massas no &#8220;Cemit\u00e9rio Estelar&#8221;: imagem que mostra as massas das dete\u00e7\u00f5es de ondas gravitacionais anunciadas e de buracos negros e estrelas de neutr\u00f5es cujas massas foram anteriormente estimadas atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es eletromagn\u00e9ticas, com base no GWTC-5.0.<br>Cr\u00e9dito: LIGO-Virgo-KAGRA\/Aaron Geller\/Northwestern<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A rede internacional de detetores de ondas gravitacionais operada pela Colabora\u00e7\u00e3o LVK (LIGO-Virgo-KAGRA) anunciou a publica\u00e7\u00e3o online de um cat\u00e1logo atualizado de todos os eventos de ondas gravitacionais observados at\u00e9 \u00e0 data, denominado GWTC-5.0 (Gravitational Wave Transient Catalog-5.0), tendo os artigos cient\u00edficos correspondentes sido submetidos \u00e0s revistas The Astrophysical Journal e The Astrophysical Journal Letters. Os dados analisados neste trabalho foram recolhidos pelos detetores g\u00e9meos do LIGO (Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory) da NSF (National Science Foundation) e pelo detetor Virgo operado pelo EGO (European Gravitational Observatory), tendo a an\u00e1lise sido realizada em conjunto com a Colabora\u00e7\u00e3o KAGRA, um cons\u00f3rcio internacional centrado no detetor de ondas gravitacionais Kamioka no Jap\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este cat\u00e1logo atualizado inclui os eventos de ondas gravitacionais mais recentes que ocorreram entre 10 de abril de 2024 e 28 de janeiro de 2025, durante uma parte da quarta campanha de observa\u00e7\u00e3o (O4) conhecida como O4b. Durante este per\u00edodo, foram detetados 161 novos eventos de ondas gravitacionais, elevando o n\u00famero total de eventos confirmados observados pela rede desde a primeira dete\u00e7\u00e3o em 2015 para uns impressionantes 390.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os quase 400 eventos de ondas gravitacionais acumulados no nosso cat\u00e1logo conduziram-nos a uma nova era da astronomia estat\u00edstica &#8211; em que esta cole\u00e7\u00e3o crescente de sinais detetados permite realizar estudos populacionais e testes da relatividade geral com uma precis\u00e3o sem precedentes&#8221;, afirmou Leo Tsukada, da Universidade de Nevada, em Las Vegas. &#8220;Fundamentalmente, a inclus\u00e3o do Virgo na nossa rede de detetores foi transformadora: as suas medi\u00e7\u00f5es independentes permitem-nos triangular fontes em todo o c\u00e9u com uma precis\u00e3o de alguns graus quadrados, transformando manchas difusas de incerteza em localiza\u00e7\u00f5es precisas que podem ser utilizadas para motivar campanhas multimensageiras de acompanhamento. Isto estabelece uma base s\u00f3lida para a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de observa\u00e7\u00f5es, com uma rede expandida e global de detetores&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o lan\u00e7amento do cat\u00e1logo atualizado, s\u00f3 a quarta campanha de observa\u00e7\u00e3o representa agora cerca de 75% de todos os eventos de ondas gravitacionais detetados desde a primeira observa\u00e7\u00e3o em 2015 &#8211; um per\u00edodo de quase uma d\u00e9cada. Este resultado impressionante demonstra o qu\u00e3o cruciais s\u00e3o as atualiza\u00e7\u00f5es dos detetores para aumentar a sensibilidade, levando a um crescimento extraordin\u00e1rio no n\u00famero de eventos detetados a cada campanha de observa\u00e7\u00e3o sucessiva. De facto, a Colabora\u00e7\u00e3o LVK alterna per\u00edodos de recolha de dados (campanhas de observa\u00e7\u00e3o) com fases dedicadas a atualiza\u00e7\u00f5es e comissionamento dos detetores. \u00c9 tamb\u00e9m por isso que o cat\u00e1logo de eventos de ondas gravitacionais &#8211; incluindo dados validados e os par\u00e2metros f\u00edsicos das fontes &#8211; \u00e9 atualizado e partilhado periodicamente com a comunidade cient\u00edfica em geral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos agora a ver os impactos da astronomia de ondas gravitacionais em toda a comunidade cient\u00edfica&#8221;, afirmou Jonah Kanner, cientista s\u00e9nior do Laborat\u00f3rio LIGO no Caltech. &#8220;As nossas publica\u00e7\u00f5es de dados s\u00e3o citadas em mais de 200 artigos cient\u00edficos por ano, e milhares de jovens e aspirantes a cientistas inscreveram-se nos nossos workshops anuais. Este conjunto de dados ser\u00e1 um tesouro para os investigadores que estudam cosmologia, evolu\u00e7\u00e3o estelar, teorias da gravidade e muitas outras quest\u00f5es em aberto na f\u00edsica e na astronomia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m das novas perspetivas abertas por este n\u00famero extraordin\u00e1rio de observa\u00e7\u00f5es, o novo cat\u00e1logo inclui tamb\u00e9m v\u00e1rias dete\u00e7\u00f5es que s\u00e3o, por si s\u00f3, excecionais e estabelecem novos recordes nas observa\u00e7\u00f5es da astronomia de ondas gravitacionais: a melhor localiza\u00e7\u00e3o no c\u00e9u alguma vez alcan\u00e7ada para uma fonte de ondas gravitacionais, o sinal de ondas gravitacionais mais n\u00edtido alguma vez registado e evid\u00eancias da exist\u00eancia de buracos negros de segunda gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.gla.ac.uk\/media\/Media_1267264_smxx.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/04\/90\/XHSiSZqg_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Dez anos de dete\u00e7\u00f5es de eventos de ondas gravitacionais.<br>Cr\u00e9dito: Ryan Nowicki\/Karan Jani\/LVK\/NSF\/Vanderbilt\/emit<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A melhor localiza\u00e7\u00e3o, alguma vez alcan\u00e7ada, no c\u00e9u<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um sinal detetado pelos dois detetores LIGO nos Estados Unidos e pelo Virgo na Europa a 15 de junho de 2024 &#8211; e, por isso, denominado GW240615 &#8211; estabeleceu o recorde de localiza\u00e7\u00e3o no c\u00e9u mais precisa entre todos os eventos de ondas gravitacionais observados at\u00e9 \u00e0 data. A fonte foi identificada numa \u00e1rea de apenas 6 graus quadrados, uma por\u00e7\u00e3o relativamente pequena da esfera celeste. Este desempenho excecional foi alcan\u00e7ado gra\u00e7as \u00e0 triangula\u00e7\u00e3o utilizando dados dos tr\u00eas detetores ativos na altura, incluindo o Virgo, que se juntou novamente \u00e0 campanha de observa\u00e7\u00e3o em abril de 2024, no in\u00edcio da O4b, contribuindo significativamente para as capacidades de localiza\u00e7\u00e3o de fontes da rede.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A localiza\u00e7\u00e3o das fontes no c\u00e9u permite aos astr\u00f3nomos procurar outros sinais astron\u00f3micos que possam estar associados ao evento de ondas gravitacionais. &#8220;Sab\u00edamos que a contribui\u00e7\u00e3o do Virgo seria decisiva para melhorar a localiza\u00e7\u00e3o das fontes de ondas gravitacionais observadas&#8221;, afirmou Marie Anne Bizouard, porta-voz da Colabora\u00e7\u00e3o Virgo e investigadora do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique) em Nice, &#8220;e estamos orgulhosos do trabalho excecional realizado pela equipa respons\u00e1vel pela coloca\u00e7\u00e3o em funcionamento do detetor, que foi recompensado por este resultado recorde&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O evento de ondas gravitacionais observado com esta localiza\u00e7\u00e3o recorde foi a fus\u00e3o de dois buracos negros, com massas de cerca de 26 e 30 massas solares, que colidiram violentamente a mais de 3 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As melhorias na capacidade da rede para localizar eventos, juntamente com o aumento da dimens\u00e3o do conjunto de dados, permitiram tamb\u00e9m uma melhor estimativa da constante de Hubble, H0, cujo valor preciso \u00e9 objeto de uma significativa tens\u00e3o em curso na cosmologia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A constante de Hubble indica-nos a velocidade a que o Universo se est\u00e1 a expandir e qual a sua idade&#8221;, afirmou Hsin-Yu Chen, da Universidade do Texas em Austin. &#8220;No entanto, os diferentes m\u00e9todos de medi\u00e7\u00e3o continuam a dar respostas contradit\u00f3rias, criando a j\u00e1 conhecida &#8216;tens\u00e3o de Hubble&#8217; na cosmologia. Se esta discrep\u00e2ncia persistir, poder\u00e1 significar que a nossa compreens\u00e3o atual do Universo est\u00e1 incompleta. Utilizando um novo conjunto de fontes de ondas gravitacionais, obtivemos uma medi\u00e7\u00e3o independente da constante de Hubble com uma precis\u00e3o cerca de 25% superior \u00e0 dos resultados anteriores. Este avan\u00e7o significativo destaca o poder crescente da astronomia de ondas gravitacionais e aproxima-nos da resolu\u00e7\u00e3o de um dos maiores enigmas da cosmologia moderna&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O sinal de ondas gravitacionais mais n\u00edtido alguma vez registado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Detetar ondas gravitacionais n\u00e3o significa apenas captar um sinal, mas sim isol\u00e1-lo do ru\u00eddo que perturba os detetores. Isto requer esfor\u00e7os intensos de mitiga\u00e7\u00e3o do ru\u00eddo e an\u00e1lises altamente sofisticadas de dados, raz\u00e3o pela qual a &#8220;intensidade&#8221; ou &#8220;nitidez&#8221; de um sinal \u00e9 expressa atrav\u00e9s da rela\u00e7\u00e3o sinal-ru\u00eddo. O cat\u00e1logo publicado inclui o sinal de ondas gravitacionais &#8220;mais n\u00edtido&#8221; de sempre, com uma rela\u00e7\u00e3o sinal-ru\u00eddo de 76,9. Este sinal, GW250114 (anunciado anteriormente durante as comemora\u00e7\u00f5es do 10.\u00ba anivers\u00e1rio da primeira dete\u00e7\u00e3o de ondas gravitacionais), chegou \u00e0 Terra a 14 de janeiro de 2025 e foi gerado pela fus\u00e3o de dois buracos negros com massas quase id\u00eanticas (32 e 34 vezes a massa do Sol, respetivamente), ocorrida a mais de mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra. A sua &#8220;nitidez&#8221; levou a alguns resultados cient\u00edficos excecionais, que j\u00e1 foram publicados e anunciados pela colabora\u00e7\u00e3o LVK nos \u00faltimos meses, incluindo o teste mais preciso da relatividade geral alguma vez realizado e a confirma\u00e7\u00e3o do teorema da \u00e1rea dos buracos negros de Stephen Hawking.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buracos negros de segunda gera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro resultado not\u00e1vel, inclu\u00eddo no novo cat\u00e1logo agora publicado &#8211; embora j\u00e1 tivesse sido anunciado pela Colabora\u00e7\u00e3o LVK nos \u00faltimos meses &#8211; diz respeito a dois eventos muito especiais: GW241011 e GW241110. Estes sinais, detetados em outubro e novembro de 2024, com apenas um m\u00eas de intervalo, foram gerados por duas fus\u00f5es de buracos negros, localizadas a aproximadamente 700 milh\u00f5es e 2,4 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra, respetivamente. Certas caracter\u00edsticas destas fus\u00f5es &#8211; em particular a rota\u00e7\u00e3o dos buracos negros (isto \u00e9, a orienta\u00e7\u00e3o e a velocidade de rota\u00e7\u00e3o) &#8211; indicam que os objetos envolvidos poderiam ser buracos negros de &#8220;segunda gera\u00e7\u00e3o&#8221;, ou seja, buracos negros que s\u00e3o eles pr\u00f3prios o resultado de coalesc\u00eancias anteriores. Estes objetos provavelmente formaram-se em ambientes c\u00f3smicos muito densos e populosos, como enxames estelares, onde \u00e9 mais prov\u00e1vel que os buracos negros colidam e se fundam repetidamente. O n\u00famero crescente de eventos observados tamb\u00e9m permitiu aos investigadores estudar e, cada vez mais, identificar claramente as propriedades de diferentes popula\u00e7\u00f5es de buracos negros. Em particular, conclu\u00edram agora que estes buracos negros de segunda gera\u00e7\u00e3o podem formar um subgrupo distinto que partilha certas propriedades caracter\u00edsticas. Um dos artigos cient\u00edficos complementares publicados juntamente com o cat\u00e1logo explora esta e outras popula\u00e7\u00f5es de buracos negros em detalhe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda h\u00e1 mais dados para analisar da quarta campanha de observa\u00e7\u00e3o, estando a parte final prevista para ser divulgada publicamente em dezembro. A Colabora\u00e7\u00e3o LVK celebra esta importante atualiza\u00e7\u00e3o do cat\u00e1logo de eventos de ondas gravitacionais observados, a equipa global que a tornou poss\u00edvel e as descobertas que ainda est\u00e3o por vir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Temos uma equipa excecional de cientistas, engenheiros e pessoal de apoio que constr\u00f3i, opera e melhora estes detetores incr\u00edveis, e que analisa os dados com grande cuidado para responder a quest\u00f5es cient\u00edficas&#8221;, afirmou Peter Shawhan, porta-voz adjunto da Colabora\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica LIGO e professor de f\u00edsica na Universidade de Maryland. &#8220;Alguns mant\u00eam os observat\u00f3rios no seu m\u00e1ximo desempenho, enquanto muitos outros trabalham e estudam em universidades, faculdades e institui\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o pr\u00f3ximas e distantes. \u00c9 a equipa global e interligada de pessoas criativas e dedicadas que torna poss\u00edvel a ci\u00eancia mais ambiciosa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/ligo.org\/gwtc-5-0-updated-ligo-virgo-kagra-catalog-sets-new-records-in-precision-gravitational-wave-astronomy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ LSC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ego-gw.it\/blog\/2026\/05\/26\/the-new-ligo-virgo-kagra-catalog-sets-new-records-in-precision-gravitational-astronomy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ EGO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.virgo-gw.eu\/news\/the-new-ligo-virgo-kagra-catalog-sets-new-records-in-precision-gravitational-astronomy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Virgo (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ligo.caltech.edu\/news\/ligo20260526\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ LIGO\/Caltech (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aei.mpg.de\/1449649\/the-new-ligo-virgo-kagra-catalog-sets-records-in-precision-gravitational-wave-astronomy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Max Planck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.unlv.edu\/news\/release\/international-network-observatories-highlights-new-level-precision-gravitational-wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Nevada em Las Vegas (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.gla.ac.uk\/news\/headline_1267010_en.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Glasgow (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/structures.uni-heidelberg.de\/news.php?showId=369\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Heidelberg (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Artigos cient\u00edficos:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2605.27223\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2605.27224\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2605.27225\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Artigos cient\u00edficos complementares:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2605.27227\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2605.27090\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2605.27226\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GWTC-5.0 (Gravitational-Wave Transient Catalogue-5.0):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/gwosc.org\/eventapi\/html\/query\/show?release=GWTC-1-confident,GWTC-2.1-confident,GWTC-3-confident,GWTC-4.1,GWTC-5.0&amp;lastver=true\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GWOSC<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GW240615:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gwosc.org\/eventapi\/html\/GWTC-5.0\/GW240615_113620\/v1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados de GW240615 (GWOSC)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GW250114:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gwosc.org\/eventapi\/html\/GWTC-5.0\/GW250114_082203\/v2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados de GW250114 (GWOSC)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/GW250114\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GW241011 e GW241110:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ligo.org\/detections\/gw241011-gw241110\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da dete\u00e7\u00e3o (Colabora\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica LIGO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/ligo.org\/science-summaries\/gw241011-gw241110\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sum\u00e1rio cient\u00edfico (Colabora\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica LIGO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/gwosc.org\/eventapi\/html\/O4_Discovery_Papers\/GW241011_233834\/v1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados de GW241011 (GWOSC)<\/a><br><a href=\"https:\/\/gwosc.org\/eventapi\/html\/O4_Discovery_Papers\/GW241110_124123\/v1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados de GW241110 (GWOSC)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/latest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GraceDB (Gravitational Wave Candidate Event Database)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_detection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais &#8211; Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127286\/gravitational-wave-detectors-how-they-work\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Detetores: como funcionam &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127329\/gravitational-wave-sources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">As fontes de ondas gravitacionais &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4GbWfNHtHRg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que \u00e9 uma onda gravitacional (YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/ligo.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ligo.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/LIGO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Virgo:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.ego-gw.it\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EGO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Virgo_interferometer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>KAGRA (Kamioka Gravitational Wave Detetor):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gwcenter.icrr.u-tokyo.ac.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/KAGRA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A colabora\u00e7\u00e3o internacional LIGO-Virgo-KAGRA publicou o cat\u00e1logo GWTC-5.0, adicionando 161 novos eventos de ondas gravitacionais e elevando o total para 390 dete\u00e7\u00f5es. Entre os destaques est\u00e3o o sinal mais n\u00edtido j\u00e1 registado, a localiza\u00e7\u00e3o mais precisa de uma fonte e fortes ind\u00edcios de buracos negros &#8220;de segunda gera\u00e7\u00e3o&#8221;, formados por fus\u00f5es anteriores.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8999,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,62,1],"tags":[2117,1999,2000,2118,2102,1113,443,445,444],"class_list":["post-8998","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-cosmologia","category-telescopios-profissionais","tag-gw240615","tag-gw241011","tag-gw241110","tag-gw250114","tag-gwtc","tag-kagra","tag-ligo","tag-ondas-gravitacionais","tag-virgo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8998","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8998"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8998\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9000,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8998\/revisions\/9000"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8999"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8998"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8998"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8998"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}