{"id":8983,"date":"2026-05-22T06:26:16","date_gmt":"2026-05-22T05:26:16","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8983"},"modified":"2026-05-22T06:26:18","modified_gmt":"2026-05-22T05:26:18","slug":"fermi-avista-a-fonte-de-energia-das-supernovas-superluminosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/05\/22\/fermi-avista-a-fonte-de-energia-das-supernovas-superluminosas\/","title":{"rendered":"Fermi avista a fonte de energia das supernovas superluminosas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/dynamicimage\/assets\/science\/missions\/glast\/news\/2026\/supercharged-supernovae\/N3191_SN2017egm-panel.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"515\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/16JgK9k2_o-1024x515.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8984\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/16JgK9k2_o-1024x515.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/16JgK9k2_o-300x151.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/16JgK9k2_o-768x386.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/16JgK9k2_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A supernova superluminosa SN 2017egm foi descoberta pela miss\u00e3o Gaia da ESA no dia 23 de maio de 2017. Explodiu numa enorme gal\u00e1xia espiral barrada conhecida como NGC 3191, mostrada \u00e0 esquerda antes da explos\u00e3o. A imagem \u00e0 direita, captada a 1 de julho de 2017, mostra a supernova a brilhar mais do que toda a gal\u00e1xia.<br>Cr\u00e9dito: esquerda &#8211; SDSS e PS1; direita &#8211; NOT+ALFSOC\/Bose et al., 2020<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional que estuda dados do Telesc\u00f3pio Espacial de Raios Gama Fermi concluiu que a miss\u00e3o detetou uma supernova rara e invulgarmente luminosa. Os investigadores afirmam que esta provavelmente obteve a sua energia de uma estrela de neutr\u00f5es supermagnetizada, nascida do colapso estelar que desencadeou a explos\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A miss\u00e3o Fermi faz parte da frota de observat\u00f3rios da NASA que monitoriza as mudan\u00e7as no cosmos para ajudar a humanidade a compreender melhor como o Universo funciona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Durante quase 20 anos, os astr\u00f3nomos t\u00eam procurado nos dados do Fermi sinais de raios gama provenientes de milhares de supernovas e, embora tenham sido relatadas algumas pistas intrigantes, nenhuma era definitiva at\u00e9 agora&#8221;, afirmou o l\u00edder do estudo, Fabio Acero, do CNRS (Centre national de la recherche scientifique), Fran\u00e7a, e da Universidade de Paris-Saclay.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico que descreve as descobertas foi publicado quarta-feira na revista Astronomy &amp; Astrophysics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As supernovas de colapso do n\u00facleo ocorrem quando o centro produtor de energia de uma estrela com uma massa muitas vezes superior \u00e0 do nosso Sol fica sem combust\u00edvel, colapsa sob o seu pr\u00f3prio peso e explode. Durante o colapso, pode formar-se uma estrela de neutr\u00f5es do tamanho de uma cidade ou um buraco negro ainda mais pequeno. Uma onda de choque expulsa o resto da estrela, que se expande rapidamente como uma nuvem quente e densa de g\u00e1s ionizado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, foram identificadas cerca de 400 excecionais supernovas de colapso do n\u00facleo. Cada um destes eventos, denominados supernovas superluminosas, produziu 10 ou mais vezes a quantidade de luz vis\u00edvel normalmente observada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2024, um estudo liderado por Li Shang na Universidade de Anhui, em Hefei, China, observou que o LAT (Large Area Telescope) do Fermi pode ter detetado raios gama &#8211; a forma mais energ\u00e9tica de luz &#8211; provenientes de uma supernova superluminosa que ocorreu anos antes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Denominada SN 2017egm, esta explos\u00e3o superpotente ocorreu na gal\u00e1xia NGC 3191, localizada a cerca de 440 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o da Ursa Maior. Mesmo a esta dist\u00e2ncia, a explos\u00e3o continua a ser uma das mais pr\u00f3ximas do seu tipo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Procur\u00e1mos raios gama provenientes das seis supernovas superluminosas mais pr\u00f3ximas observadas durante os primeiros 16 anos da miss\u00e3o do Fermi&#8221;, afirmou Guillem Mart\u00ed-Devesa, investigador anteriormente na Universidade de Trieste, em It\u00e1lia, e agora bolseiro no Instituto de Ci\u00eancias Espaciais, em Barcelona, Espanha. &#8220;Apenas SN 2017egm apresenta ind\u00edcios de raios gama, confirmando sugest\u00f5es anteriores de que algumas supernovas podem ser t\u00e3o luminosas em raios gama como o s\u00e3o no vis\u00edvel. Isto abre uma nova janela para o estudo destes eventos fascinantes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os te\u00f3ricos t\u00eam debatido as poss\u00edveis fontes de energia que conferem a estas explos\u00f5es a sua for\u00e7a adicional. No topo da lista est\u00e1 a forma\u00e7\u00e3o de um magnetar, um tipo de estrela de neutr\u00f5es com os campos magn\u00e9ticos mais intensos que se conhecem &#8211; at\u00e9 1000 vezes a intensidade das estrelas de neutr\u00f5es t\u00edpicas. \u00c9 10 bili\u00f5es de vezes mais forte do que um t\u00edpico \u00edman que se coloca num frigor\u00edfico.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/dynamicimage\/assets\/science\/missions\/glast\/news\/2026\/supercharged-supernovae\/sigmap_optical_montage.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/41\/60\/1FQMP8su_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta composi\u00e7\u00e3o apresenta duas perspetivas de SN 2017egm: no vis\u00edvel (inser\u00e7\u00e3o) e em raios gama (fundo). A imagem \u00f3tica mostra a supernova &#8211; o objeto mais brilhante na imagem &#8211; e a sua gal\u00e1xia hospedeira, no dia 1 de julho de 2017. O mapa de fundo mostra uma ampla \u00e1rea do c\u00e9u em torno da posi\u00e7\u00e3o da supernova. As cores mais brilhantes indicam maior probabilidade estat\u00edstica de que os raios gama estejam associados \u00e0 explos\u00e3o. O mapa inclui raios gama detetados pelo LAT do Fermi entre 5 de julho de 2017 e 25 de outubro de 2017, ou seja, entre 43 e 155 dias ap\u00f3s a descoberta da supernova.<br>Cr\u00e9dito: fundo &#8211; NASA\/DOE\/Colabora\u00e7\u00e3o LAT do Fermi e Acero et. al. 2026; inser\u00e7\u00e3o &#8211; NOT+ALFSOC\/Bose et al., 2020<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa realizou uma an\u00e1lise mais aprofundada das caracter\u00edsticas \u00f3ticas e de raios gama observadas na supernova para comparar a capacidade de diferentes modelos te\u00f3ricos em reproduzi-las. Um modelo desenvolvido pelos coautores Indrek Vurm, da Universidade de Tartu, na Est\u00f3nia, e Brian Metzger, da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, rastreou a forma como a luz e as part\u00edculas produzidas por um magnetar rec\u00e9m-formado se deslocariam para o exterior e interagiriam com os detritos em expans\u00e3o da supernova.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas esperam que um magnetar rec\u00e9m-formado gire algumas centenas de vezes por segundo. Esta rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida produz um forte fluxo de eletr\u00f5es e positr\u00f5es, as suas contrapartes de antimat\u00e9ria, que forma uma vasta nuvem de part\u00edculas energ\u00e9ticas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentro desta nuvem &#8211; denominada nebulosa de vento de magnetar &#8211; v\u00e1rias intera\u00e7\u00f5es alimentam a produ\u00e7\u00e3o e a absor\u00e7\u00e3o de raios gama. Por exemplo, um eletr\u00e3o e um positr\u00e3o podem aniquilar-se, formando um par de fot\u00f5es de raios gama, ou dois raios gama podem colidir e produzir as part\u00edculas. Desta e de outras formas, os raios gama interagem com os detritos da supernova. Incapazes de escapar diretamente, s\u00e3o reprocessados, convertidos em luz vis\u00edvel de menor energia, o que confere \u00e0 supernova um aumento adicional de luminosidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Cerca de tr\u00eas meses ap\u00f3s o colapso, \u00e0 medida que os detritos da supernova se expandem e arrefecem, os raios gama podem come\u00e7ar a escapar&#8221;, disse Acero. &#8220;Este modelo de magnetar reproduz melhor a luminosidade da supernova e o tempo de chegada dos seus raios gama durante os primeiros meses, mas vemos margem para melhorias em fases posteriores, quando a luz vis\u00edvel se desvanece de forma bastante irregular&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Acero e os seus colegas sugerem que processos adicionais provavelmente desempenharam pap\u00e9is importantes durante o longo desvanecimento de SN 2017egm. Estes incluem detritos a cair de volta sobre o magnetar e intera\u00e7\u00f5es entre a onda de choque e a mat\u00e9ria ejetada pela estrela nos s\u00e9culos anteriores ao seu colapso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m analisou a capacidade de uma nova instala\u00e7\u00e3o terrestre de dete\u00e7\u00e3o de raios gama, o CTAO (Cherenkov Telescope Array Observatory), para detetar eventos como SN 2017egm. Segundo eles, com cerca de 50 horas de tempo de observa\u00e7\u00e3o, seria poss\u00edvel detetar uma supernova semelhante a uma dist\u00e2ncia de cerca de 500 milh\u00f5es de anos-luz. A nossa compreens\u00e3o de fen\u00f3menos como SN 2017egm ir\u00e1 melhorar gra\u00e7as \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o entre essas instala\u00e7\u00f5es e a frota de observat\u00f3rios espaciais da NASA que monitorizam mudan\u00e7as r\u00e1pidas no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O mecanismo do motor central do magnetar discutido neste artigo cient\u00edfico baseia-se em muitos avan\u00e7os observacionais e te\u00f3ricos sobre magnetares ao longo dos \u00faltimos 20 anos&#8221;, afirmou Judy Racusin, cientista adjunta do projeto da miss\u00e3o Fermi no Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA, em Greenbelt, Maryland, EUA. &#8220;A observa\u00e7\u00e3o de raios gama provenientes de supernovas ir\u00e1 proporcionar-nos uma nova forma de explorar o seu funcionamento interno&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Fermi Spies a Supercharged Supernova\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Oq9C7XTrFxk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/fermi\/nasas-fermi-glimpses-power-source-of-supercharged-supernovae\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.lsu.edu\/science\/news\/2026\/05\/nasa-fermi-gammaray.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Estado do Louisiana (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2026\/05\/aa58547-25\/aa58547-25.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova superluminosa:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Superluminous_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Magnetar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial de Raios Gama Fermi:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/GLAST\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/GLAST_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CTAO (Cherenkov Telescope Array Observatory):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ctao.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cherenkov_Telescope_Array_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial Fermi detetou raios gama provenientes de supernovas extremamente energ\u00e9ticas, ajudando a identificar a sua fonte de energia. Os dados indicam que estas explos\u00f5es s\u00e3o alimentadas por magnetares &#8211; estrelas de neutr\u00f5es com campos magn\u00e9ticos intens\u00edssimos &#8211; capazes de injetar enormes quantidades de energia no material expelido pela supernova.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8984,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62,50,16,1],"tags":[2109,313,282,2110,477,388],"class_list":["post-8983","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-cosmologia","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-ctao","tag-estrelas-de-neutroes","tag-magnetares","tag-sn-2017egm","tag-supernova-superluminosa","tag-telescopio-fermi"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8983","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8983"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8983\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8985,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8983\/revisions\/8985"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8984"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8983"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8983"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8983"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}