{"id":8958,"date":"2026-05-12T06:17:12","date_gmt":"2026-05-12T05:17:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8958"},"modified":"2026-05-12T06:17:14","modified_gmt":"2026-05-12T05:17:14","slug":"astronomos-descobrem-as-origens-de-um-par-invulgar-de-planetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/05\/12\/astronomos-descobrem-as-origens-de-um-par-invulgar-de-planetas\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos descobrem as origens de um par invulgar de planetas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/sites\/default\/files\/download\/202605\/MIT-Mini-Neptune-01-press.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/wC3hWK6t_o-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8959\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/wC3hWK6t_o-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/wC3hWK6t_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/wC3hWK6t_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/wC3hWK6t_o-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/wC3hWK6t_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este par invulgar de um mini-Neptuno e um J\u00fapiter quente provavelmente formou-se para al\u00e9m da &#8220;linha de gelo&#8221; da sua estrela, na regi\u00e3o mais fria do disco protoplanet\u00e1rio.<br>Cr\u00e9dito: Kamalika Chakraborty<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um invulgar par planet\u00e1rio orbita uma estrela a cerca de 190 anos-luz da Terra. Um J\u00fapiter quente, normalmente &#8220;solit\u00e1rio&#8221;, partilha o espa\u00e7o com um mini-Neptuno, numa combina\u00e7\u00e3o rara e improv\u00e1vel que tem intrigado os astr\u00f3nomos desde a descoberta do sistema em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) conseguiram vislumbrar a atmosfera do mini-Neptuno, que orbita dentro da \u00f3rbita do seu companheiro do tamanho de J\u00fapiter, e descobriram pistas para explicar as origens deste sistema planet\u00e1rio invulgar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num estudo publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, os cientistas relatam novas medi\u00e7\u00f5es da atmosfera do mini-Neptuno, realizadas com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST) da NASA. \u00c9 a primeira vez que os astr\u00f3nomos medem a composi\u00e7\u00e3o de um mini-Neptuno que reside dentro da \u00f3rbita de um J\u00fapiter quente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As suas medi\u00e7\u00f5es revelam que o planeta mais pequeno tem uma atmosfera &#8220;pesada&#8221;, rica em vapor de \u00e1gua, di\u00f3xido de carbono, di\u00f3xido de enxofre e tra\u00e7os de metano. Uma atmosfera t\u00e3o pesada n\u00e3o teria sido adquirida pelo planeta se este se tivesse formado na sua localiza\u00e7\u00e3o atual, muito perto da sua estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em vez disso, os cientistas afirmam que as descobertas apontam para uma teoria alternativa sobre a sua origem: tanto o mini-Neptuno como o J\u00fapiter quente podem ter-se formado muito mais longe, na regi\u00e3o mais fria do disco protoplanet\u00e1rio. A\u00ed, os planetas poderiam ter acumulado lentamente atmosferas de gelo e outros compostos vol\u00e1teis. Com o tempo, os planetas foram provavelmente atra\u00eddos para a estrela num processo gradual que os manteve pr\u00f3ximos, com as suas atmosferas intactas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados da equipa s\u00e3o os primeiros a mostrar que os mini-Neptunos podem formar-se para al\u00e9m da &#8220;linha de gelo&#8221; de uma estrela. Esta fronteira refere-se \u00e0 dist\u00e2ncia m\u00ednima de uma estrela onde a temperatura \u00e9 suficientemente baixa para que a \u00e1gua se condense instantaneamente em gelo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 a primeira vez que observamos a atmosfera de um planeta que se encontra dentro da \u00f3rbita de um J\u00fapiter quente&#8221;, afirma Saugata Barat, investigador de p\u00f3s-doutoramento no Instituto Kavli de Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT e autor principal do estudo. &#8220;Esta medi\u00e7\u00e3o indica-nos que este mini-Neptuno se formou efetivamente para al\u00e9m da linha de gelo, confirmando que este canal de forma\u00e7\u00e3o de facto existe&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa \u00e9 composta por astr\u00f3nomos de todo o mundo, incluindo Andrew Vanderburg, professor assistente convidado no MIT, e coautores de v\u00e1rias outras institui\u00e7\u00f5es, incluindo o Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian, a Universidade do Sul de Queensland, a Universidade do Texas em Austin e a Universidade de Lund.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um sistema &#8220;\u00fanico&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tal como o pr\u00f3prio nome indica, os mini-Neptunos s\u00e3o planetas com uma massa inferior \u00e0 de Neptuno. S\u00e3o considerados an\u00f5es gasosos, compostos principalmente por g\u00e1s, com um n\u00facleo interno rochoso. Os mini-Neptunos s\u00e3o os planetas mais comuns na Via L\u00e1ctea, embora, curiosamente, n\u00e3o exista nenhum mundo deste tipo no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar. Os astr\u00f3nomos observaram muitos planetas a orbitar uma grande variedade de estrelas em diversos sistemas planet\u00e1rios. Os mini-Neptunos, portanto, s\u00e3o geralmente considerados planetas comuns.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas em 2020, Chelsea X. Huang, ent\u00e3o bolseira de p\u00f3s-doutoramento no MIT (agora membro do corpo docente da Universidade do Sul de Queensland), descobriu um mini-Neptuno numa circunst\u00e2ncia rara e intrigante: o planeta parecia estar a orbitar a sua estrela com um companheiro improv\u00e1vel &#8211; um J\u00fapiter quente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos fizeram a sua descoberta utilizando o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA. Analisaram as medi\u00e7\u00f5es do TESS relativas a TOI-1130, uma estrela localizada a 190 anos-luz da Terra, e detetaram sinais de um mini-Neptuno e de um J\u00fapiter quente, orbitando a estrela a cada quatro e oito dias, respetivamente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/sites\/default\/files\/download\/202605\/MIT-Mini-Neptune-02-press.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/09\/70\/uRO0hU4C_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Na parte superior, h\u00e1 muito tempo e ao longo de um per\u00edodo de 10 milh\u00f5es de anos, um mini-Neptuno (TOI-1130 b) e um J\u00fapiter quente (TOI-1130 c) formaram-se na &#8220;linha de gelo&#8221; da sua estrela. Os c\u00edrculos azuis \u00e0 volta do mini-Neptuno representam seixos ricos em material gelado. Em baixo, representando a idade atual de mais de mil milh\u00f5es de anos, os planetas aproximaram-se da estrela, para longe da linha de gelo. Os seixos gelados evaporaram mol\u00e9culas como \u00e1gua e di\u00f3xido de carbono na atmosfera de TOI-1130 b.<br>Cr\u00e9dito: Kamalika Chakraborty<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este era um sistema \u00fanico&#8221;, afirma Huang. &#8220;Os J\u00fapiteres quentes s\u00e3o &#8216;solit\u00e1rios&#8217;, o que significa que n\u00e3o t\u00eam planetas companheiros dentro das suas \u00f3rbitas. S\u00e3o t\u00e3o massivos e a sua gravidade \u00e9 t\u00e3o forte que tudo o que se encontra dentro da sua \u00f3rbita acaba por ser disperso. Mas, de alguma forma, neste J\u00fapiter quente, um companheiro interior sobreviveu. E isso levanta quest\u00f5es sobre como \u00e9 que um sistema deste tipo se poderia ter formado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um instant\u00e2neo certeiro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta, em 2020, de TOI-1130 e do seu estranho par planet\u00e1rio inspirou Huang, Vanderburg e os seus colegas a observar mais de perto os planetas e, especificamente, as suas atmosferas, com o JWST. No novo estudo, a equipa apresenta a sua an\u00e1lise de TOI-1130 b &#8211; o mini-Neptuno em \u00f3rbita interior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Captar o planeta no momento certo foi o seu primeiro desafio. A maioria dos planetas orbita a sua estrela com um per\u00edodo regular e previs\u00edvel, como o tiquetaque de um rel\u00f3gio. Mas descobriu-se que o mini-Neptuno e o J\u00fapiter quente se encontravam em &#8220;resson\u00e2ncia de movimento m\u00e9dio&#8221;, o que significa que cada um pode afetar o movimento do outro, puxando e empurrando, variando ligeiramente o tempo que cada um demora a orbitar a sua estrela. Isto tornou dif\u00edcil prever quando o JWST poderia obter uma vis\u00e3o n\u00edtida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa, liderada por Judith Korth, da Universidade de Lund, reuniu o maior n\u00famero poss\u00edvel de observa\u00e7\u00f5es anteriores do sistema e desenvolveu um modelo para prever quando cada planeta passaria pela estrela num \u00e2ngulo que o JWST pudesse observar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi uma previs\u00e3o desafiante e tivemos de ser precisos&#8221;, afirma Barat.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No final, a equipa conseguiu captar uma imagem direta e detalhada de ambos os planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A beleza do JWST reside no facto de n\u00e3o observar apenas numa cor, mas em diferentes cores, ou comprimentos de onda&#8221;, explica Barat. &#8220;E os comprimentos de onda espec\u00edficos que um planeta absorve podem revelar muito sobre a composi\u00e7\u00e3o da sua atmosfera&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir das medi\u00e7\u00f5es do JWST, a equipa descobriu que o planeta absorvia comprimentos de onda espec\u00edficos da \u00e1gua, do di\u00f3xido de carbono, do di\u00f3xido de enxofre e, em menor grau, do metano. Estas mol\u00e9culas s\u00e3o mais pesadas do que o hidrog\u00e9nio e o h\u00e9lio, que constituem atmosferas mais leves. Os astr\u00f3nomos tinham assumido que, se os mini-Neptunos se formassem muito perto da sua estrela, deveriam ter atmosferas leves.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas os novos resultados da equipa contrariam essa suposi\u00e7\u00e3o e apresentam uma nova forma como os mini-Neptunos se poderiam ter formado. Uma vez que foram encontradas mol\u00e9culas mais pesadas na atmosfera de TOI-1130 b, que orbita muito pr\u00f3ximo da sua estrela, os cientistas afirmam que a \u00fanica explica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel para a sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 que o planeta se formou muito mais longe do que a sua localiza\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta provavelmente acumulou a sua atmosfera densa de \u00e1gua e outros compostos vol\u00e1teis, como di\u00f3xido de carbono e di\u00f3xido de enxofre, na regi\u00e3o gelada para al\u00e9m da linha de gelo da estrela. Neste ambiente muito mais frio, a \u00e1gua condensa-se nas part\u00edculas de poeira para formar pedrinhas geladas, que um planeta em forma\u00e7\u00e3o pode atrair para a sua atmosfera. A \u00e1gua evapora-se \u00e0 medida que migra lentamente para mais perto da sua estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Barat afirma que a dete\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas pesadas na atmosfera de TOI-1130 b pela equipa confirma que o planeta &#8211; e provavelmente o seu companheiro J\u00fapiter quente &#8211; se formou na periferia do sistema. Atrav\u00e9s de uma migra\u00e7\u00e3o gradual, os dois planetas teriam sido capazes de permanecer pr\u00f3ximos um do outro e manter as suas atmosferas intactas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este sistema representa uma das arquiteturas mais raras que os astr\u00f3nomos j\u00e1 encontraram&#8221;, afirma Barat. &#8220;As observa\u00e7\u00f5es de TOI-1130 b fornecem a primeira indica\u00e7\u00e3o de que tais mini-Neptunos, que se formam para al\u00e9m da linha de \u00e1gua\/gelo, est\u00e3o de facto presentes na natureza&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2026\/astronomers-pin-down-origins-planetary-odd-couple-0505\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae5f8b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema TOI-1130:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/TOI-1130\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/toi-1130-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-1130 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_1130_b--7325\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-1130 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/toi-1130-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-1130 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_1130_c--7326\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-1130 c (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos do MIT estudaram o raro sistema TOI-1130, onde um &#8220;J\u00fapiter quente&#8221; orbita juntamente com um mini-Neptuno, algo considerado improv\u00e1vel. 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