{"id":8903,"date":"2026-04-21T06:28:50","date_gmt":"2026-04-21T05:28:50","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8903"},"modified":"2026-04-21T06:28:51","modified_gmt":"2026-04-21T05:28:51","slug":"astronomos-revelam-sistema-multiplanetario-em-constante-mudanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/04\/21\/astronomos-revelam-sistema-multiplanetario-em-constante-mudanca\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos revelam sistema multiplanet\u00e1rio em constante mudan\u00e7a"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/10cMFOZI_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/10cMFOZI_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8904\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/10cMFOZI_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/10cMFOZI_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/10cMFOZI_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/10cMFOZI_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do sistema exoplanet\u00e1rio TOI-201.<br>Cr\u00e9dito: Tedi Vick<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Astr\u00f3nomos da Universidade do Novo M\u00e9xico publicaram um novo estudo que confirma a exist\u00eancia de tr\u00eas corpos celestes no sistema de exoplanetas TOI-201. Estes incluem uma super-Terra (TOI-201 d), um J\u00fapiter morno (TOI-201 b) e uma an\u00e3 castanha (TOI-201 c). Ismael Mireles, doutorando no Departamento de F\u00edsica e Astronomia da UNM, orientado pela professora Diana Dragomir, liderou a investiga\u00e7\u00e3o. O artigo cient\u00edfico foi publicado na revista Science Advances.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O objetivo era caracterizar o sistema planet\u00e1rio TOI-201 para compreender n\u00e3o apenas quais os planetas que l\u00e1 existem, mas tamb\u00e9m como interagem dinamicamente uns com os outros&#8221;, afirmou Mireles. &#8220;Isto ajuda os cientistas a compreender como os sistemas planet\u00e1rios, tal como o nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, se formam e evoluem ao longo do tempo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A super-Terra (TOI-201 d) \u00e9 um planeta rochoso com cerca de 1,4 vezes o tamanho da Terra e aproximadamente 6 vezes a sua massa, completando uma \u00f3rbita a cada 5,85 dias. Est\u00e1 muito perto da sua estrela e provavelmente \u00e9 demasiado quente para albergar \u00e1gua l\u00edquida.<\/p>\n\n\n\n<p>O J\u00fapiter morno (TOI-201 b) \u00e9 um gigante gasoso com cerca de metade da massa de J\u00fapiter, orbitando a cada 53 dias. Os &#8220;J\u00fapiteres mornos&#8221; situam-se entre os &#8220;J\u00fapiteres quentes&#8221; mais pr\u00f3ximos (\u00f3rbitas de poucos dias) e os gigantes gasosos frios e distantes, como J\u00fapiter (~12 anos). S\u00e3o cientificamente interessantes porque os astr\u00f3nomos n\u00e3o compreendem totalmente como chegaram \u00e0s \u00f3rbitas em que se encontram.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e3 castanha (TOI-201 c) \u00e9 o corpo mais massivo do sistema, al\u00e9m da estrela, numa \u00f3rbita ampla e altamente el\u00edptica com um per\u00edodo de aproximadamente 8 anos. A sua influ\u00eancia gravitacional \u00e9 respons\u00e1vel pela maior parte do comportamento din\u00e2mico do sistema. TOI-201 c \u00e9 tamb\u00e9m o objeto em tr\u00e2nsito com o per\u00edodo mais longo j\u00e1 descoberto.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;TOI-201 c \u00e9 \u00fanica devido ao seu per\u00edodo orbital extremamente longo (~7,9 anos) e \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o num sistema com dois planetas interiores&#8221;, afirmou Mireles. &#8220;A maioria das an\u00e3s castanhas em tr\u00e2nsito conhecidas orbita muito mais perto das suas estrelas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Uma vez que a massa de TOI-201 c se situa perto do limite que separa os planetas massivos das an\u00e3s castanhas, um dos mist\u00e9rios que este sistema suscita \u00e9 se este corpo se formou como um planeta ou como uma estrela&#8221;, acrescentou a professora Dragomir.<\/p>\n\n\n\n<p>Para contextualizar, uma an\u00e3 castanha tem uma massa 13 vezes superior \u00e0 de J\u00fapiter, mas continua a ser demasiado pequena para ser classificada como uma verdadeira estrela. N\u00e3o consegue sustentar a fus\u00e3o de hidrog\u00e9nio no seu n\u00facleo, tal como o Sol.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.iac.es\/sites\/default\/files\/images\/inline-images\/image1.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/4b\/4c\/b0jkDX7p_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Arquitetura orbital do sistema TOI-201 em compara\u00e7\u00e3o com o nosso Sistema Solar. O diagrama mostra as \u00f3rbitas dos tr\u00eas objetos conhecidos de TOI-201, representadas \u00e0 escala, ao lado dos quatro planetas do Sistema Solar interior e de J\u00fapiter. As \u00f3rbitas do J\u00fapiter morno, TOI-201 b, e da super-Terra, TOI-201 d, situam-se ambas dentro da \u00f3rbita de Merc\u00fario, enquanto a \u00f3rbita altamente exc\u00eantrica da an\u00e3 castanha, TOI-201 c, a leva mais perto do Sol do que Marte e mais longe do que J\u00fapiter.<br>Cr\u00e9dito: Tedi Vick<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este \u00e9 um dos poucos sistemas em que as \u00f3rbitas planet\u00e1rias podem ser observadas a mudar ativamente em escalas de tempo humanas. Oferece uma rara janela em tempo real para as vidas din\u00e2micas dos sistemas planet\u00e1rios&#8221;, explicou Mireles. De facto, daqui a 200 anos, apenas dois dos tr\u00eas objetos continuar\u00e3o em tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores utilizaram uma combina\u00e7\u00e3o de quatro t\u00e9cnicas de observa\u00e7\u00e3o para confirmar o sistema. A primeira \u00e9 a espetroscopia (velocidades radiais), que mede a oscila\u00e7\u00e3o da estrela causada pelos planetas em \u00f3rbita e ajuda a determinar as suas massas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Utiliz\u00e1mos v\u00e1rios espetr\u00f3grafos no Chile: CORALIE, HARPS e PFS. Tamb\u00e9m utiliz\u00e1mos dados de arquivo do espectr\u00f3grafo FEROS no Chile e do MINERVA-Australis na Austr\u00e1lia&#8221;, explicou Mireles.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda t\u00e9cnica \u00e9 a fotometria de tr\u00e2nsito, que envolve registar a ligeira queda de luz da estrela quando um planeta passa \u00e0 sua frente. Foram utilizados tr\u00e2nsitos do telesc\u00f3pio espacial TESS da NASA e observa\u00e7\u00f5es terrestres do telesc\u00f3pio ASTEP na Ant\u00e1rtida &#8211; um projeto liderado pelo Observatoire de la C\u00f4te d\u2019Azur, em Nice, em parceria com a Universidade de Birmingham e a ESA. Tamb\u00e9m foram inclu\u00eddas observa\u00e7\u00f5es de tr\u00e2nsitos da rede global de telesc\u00f3pios LCOGT, com instala\u00e7\u00f5es no Chile, na Austr\u00e1lia e na \u00c1frica do Sul, que desempenharam um papel fundamental na an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A nossa contribui\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 exist\u00eancia de um telesc\u00f3pio na Ant\u00e1rtida. Embora a log\u00edstica envolvida seja dif\u00edcil, a localiza\u00e7\u00e3o \u00fanica do telesc\u00f3pio e o acesso a condi\u00e7\u00f5es astron\u00f3micas ideais s\u00e3o fundamentais para estudar sistemas exoplanet\u00e1rios com per\u00edodos orbitais longos, como TOI-201&#8221;, afirmou o professor Amaury Triaud da Universidade de Birmingham.<\/p>\n\n\n\n<p>A terceira t\u00e9cnica incluiu Varia\u00e7\u00f5es de Tempo de Tr\u00e2nsito (VTTs), que medem pequenos desvios de quando ocorrem os tr\u00e2nsitos de um planeta, indicando a presen\u00e7a da atra\u00e7\u00e3o gravitacional de outro planeta. Por fim, os investigadores utilizaram a astrometria, que recorre a dados das miss\u00f5es espaciais Hipparcos e Gaia para detetar pequenos desvios na posi\u00e7\u00e3o da estrela no c\u00e9u causados por uma companheira massiva invis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Mireles acrescenta que as observa\u00e7\u00f5es de exoplanetas geralmente mostram apenas um instant\u00e2neo da evolu\u00e7\u00e3o de um sistema. De facto, a maioria dos sistemas s\u00f3 muda em escalas de tempo de milh\u00f5es de anos. O que torna TOI-201 especial \u00e9 que os investigadores conseguem realmente observ\u00e1-lo a mudar em tempo real.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As \u00f3rbitas dos planetas est\u00e3o inclinadas umas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras e, por causa disso, est\u00e3o lentamente a puxar-se mutuamente para novas orienta\u00e7\u00f5es&#8221;, disse Mireles.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isto foi uma surpresa, porque se os planetas nasceram no plano do disco protoplanet\u00e1rio que existia no in\u00edcio da vida da estrela, espera-se que tenham \u00f3rbitas alinhadas, como os planetas do Sistema Solar. Portanto, a pr\u00f3xima quest\u00e3o a responder para TOI-201 \u00e9 como \u00e9 que estes tr\u00eas objetos acabaram por ter \u00f3rbitas t\u00e3o inclinadas&#8221;, acrescentou Dragomir.<\/p>\n\n\n\n<p>Daqui a 200 anos, a super-Terra deixar\u00e1 de transitar a estrela [da perspetiva do Sistema Solar]. Algumas centenas de anos mais tarde, o J\u00fapiter morno deixar\u00e1 de transitar e, mais tarde ainda, a an\u00e3 castanha deixar\u00e1 de transitar. No entanto, voltar\u00e3o a transitar daqui a milhares de anos, uma vez que passam por ciclos de configura\u00e7\u00f5es de tr\u00e2nsito e de n\u00e3o tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3ximo tr\u00e2nsito de TOI-201 c est\u00e1 previsto para 26 de mar\u00e7o de 2031, o que proporcionar\u00e1 uma oportunidade rara para observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento em todo o mundo, incluindo por parte de cientistas cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Foi verdadeiramente um esfor\u00e7o de v\u00e1rios anos e de uma grande equipa para estudar este sistema. Cada nova observa\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito do ASTEP e do LCOGT e cada nova medi\u00e7\u00e3o de velocidade radial levantaram gradualmente o v\u00e9u e ajudaram a revelar a arquitetura tridimensional do sistema TOI 201. E esta arquitetura \u00fanica est\u00e1 no centro das intera\u00e7\u00f5es din\u00e2micas do sistema, at\u00e9 agora nunca vistas&#8221;, concluiu Mireles.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/news.unm.edu\/news\/unm-astronomers-reveal-always-changing-multi-planet-system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Novo M\u00e9xico (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.iac.es\/en\/outreach\/news\/iac-involved-confirming-existence-always-changing-multi-planet-system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ IAC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.aef2618\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science Advances)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sistema TOI-201:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/TOI-201\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/toi-201-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-201 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_201_b--7819\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-201 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/toi-201-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI-201 c (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio de La Silla:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/lasilla\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/La_Silla_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/lasilla\/instruments\/harps.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HARPS (ESO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/High_Accuracy_Radial_Velocity_Planet_Searcher\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HARPS (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/portugal\/teles-instr\/lasilla\/swiss\/coralie\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CORALIE (ESO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/lasilla\/mpg22\/feros\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">FEROS (ESO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pios Magellan:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.lco.cl\/telescopes-information\/magellan\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observat\u00f3rio Las Campanas<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magellan_Telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/users.obs.carnegiescience.edu\/crane\/pfs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PFS (Carnegie)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio do Monte Kent:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.unisq.edu.au\/study\/why-unisq\/unisq-stories\/facilities\/mount-kent-observatory\">Universidade do Sul de Queensland<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mount_Kent_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.unisq.edu.au\/study\/why-unisq\/unisq-stories\/research-stories\/minerva-australis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MINERVA-Australis (Universidade do Sul de Queensland)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LCOGT (Las Cumbres Observatory Global Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/lco.global\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Las_Cumbres_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hipparcos:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Hipparcos_overview\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hipparcos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos da Universidade do Novo M\u00e9xico descobriram um sistema planet\u00e1rio invulgar (TOI-201) com tr\u00eas corpos &#8211; uma super-Terra, um &#8220;J\u00fapiter morno&#8221; e uma an\u00e3 castanha &#8211; cujas \u00f3rbitas mudam ao longo do tempo. 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