{"id":8893,"date":"2026-04-17T06:26:09","date_gmt":"2026-04-17T05:26:09","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8893"},"modified":"2026-04-17T06:26:10","modified_gmt":"2026-04-17T05:26:10","slug":"entre-a-noite-e-o-dia-eternos-os-rostos-de-dois-primos-da-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/04\/17\/entre-a-noite-e-o-dia-eternos-os-rostos-de-dois-primos-da-terra\/","title":{"rendered":"Entre a noite e o dia eternos, os rostos de dois primos da Terra"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.eso.org\/images\/large\/eso1706n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"449\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/LRqgnR6v_o-1024x449.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8894\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/LRqgnR6v_o-1024x449.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/LRqgnR6v_o-300x132.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/LRqgnR6v_o-768x337.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/LRqgnR6v_o.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica mostra TRAPPIST-1 e os seus planetas refletidos numa superf\u00edcie. A possibilidade de exist\u00eancia de \u00e1gua em cada um desses mundos \u00e9 tamb\u00e9m representada pelo gelo, pelas po\u00e7as de \u00e1gua e pelo vapor que envolvem a cena.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/R. Hurt\/T. Pyle<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Uma equipa internacional que inclui a Universidade de Berna (UNIBE) e a Universidade de Genebra (UNIGE), membros do NCCR PlanetS (National Centre of Competence in Research PlanetS), conseguiu, pela primeira vez, mapear o clima de exoplanetas rochosos com massas semelhantes \u00e0s da Terra. Este importante avan\u00e7o baseia-se em observa\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas realizadas com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. Os dois planetas estudados pertencem ao ic\u00f3nico sistema planet\u00e1rio TRAPPIST-1, descoberto h\u00e1 dez anos. Este sistema de sete planetas \u00e9 um laborat\u00f3rio para os cientistas que estudam a vida no Universo, particularmente em torno de estrelas an\u00e3s vermelhas. Os dois planetas n\u00e3o parecem ter atmosferas, uma vez que as observa\u00e7\u00f5es revelam diferen\u00e7as de temperatura entre o dia e a noite superiores a 500 graus Celsius. Os resultados foram publicados na revista Nature Astronomy.<\/p>\n\n\n\n<p>As estrelas an\u00e3s vermelhas &#8211; mais frias e mais pequenas do que o nosso Sol &#8211; constituem mais de 75% das estrelas da nossa Gal\u00e1xia. Os astr\u00f3nomos demonstraram que planetas pequenos, semelhantes \u00e0 Terra, s\u00e3o comuns em torno deste tipo de estrela. Consequentemente, a quest\u00e3o do aparecimento da vida nestes mundos, t\u00e3o diferentes do nosso, rapidamente se tornou uma quest\u00e3o central.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os sistemas planet\u00e1rios descobertos em torno de an\u00e3s vermelhas, TRAPPIST-1, que celebra este ano o seu d\u00e9cimo anivers\u00e1rio, ocupa um lugar de destaque na investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Os astr\u00f3nomos assinalaram este anivers\u00e1rio com uma campanha de observa\u00e7\u00e3o utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST), centrando-se nos dois planetas mais interiores do sistema, TRAPPIST-1 b e TRAPPIST-1 c. Estas observa\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas descartaram a hip\u00f3tese de atmosferas densas nos dois planetas, confirmando que as condi\u00e7\u00f5es adversas em torno destas estrelas podem influenciar a evolu\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O sistema TRAPPIST-1 \u00e9 incr\u00edvel! Sete planetas, alguns com massas semelhantes \u00e0 da Terra, orbitam a mesma estrela. Pelo menos tr\u00eas planetas situam-se na zona habit\u00e1vel da estrela, onde as temperaturas \u00e0 superf\u00edcie permitiriam a presen\u00e7a de \u00e1gua l\u00edquida. \u00c9 o campo de estudo perfeito para a planetologia comparativa, desvendando os mist\u00e9rios deste tipo de planeta e testando as nossas hip\u00f3teses sobre o desenvolvimento da vida em torno destas estrelas&#8221;, entusiasma-se Emeline Bolmont, professora no Departamento de Astronomia da Faculdade de Ci\u00eancias, diretora do CVU (Centre for Life in the Universe) da UNIGE e coautora do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bombardeamentos de energia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora as estrelas an\u00e3s vermelhas e os seus planetas sejam comuns na nossa Gal\u00e1xia, a sua habitabilidade n\u00e3o est\u00e1 necessariamente garantida. Em primeiro lugar, estas estrelas s\u00e3o muito ativas e bombardeiam os seus planetas com radia\u00e7\u00e3o ultravioleta intensa e fluxos de part\u00edculas energ\u00e9ticas, o que poderia corroer as suas atmosferas e erradicar qualquer forma de vida que pudesse existir.<br><br>Em segundo lugar, os planetas na zona habit\u00e1vel de uma an\u00e3 vermelha orbitam muito perto da sua estrela, e as for\u00e7as de mar\u00e9 sincronizam a sua rota\u00e7\u00e3o com o seu per\u00edodo orbital, tal como acontece com a Lua e a Terra. Estes planetas completam, portanto, uma rota\u00e7\u00e3o em torno do seu eixo ao mesmo tempo que orbitam a sua estrela. O resultado \u00e9 um dia permanente num lado e uma noite permanente no outro.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A presen\u00e7a de uma atmosfera em torno destes planetas com acoplamento de mar\u00e9s poderia permitir a transfer\u00eancia de energia entre os lados diurno e noturno, resultando em temperaturas mais moderadas em todo o planeta, o que teria um impacto significativo na sua potencial habitabilidade&#8221;, acrescenta Brice-Olivier Demory, professor e diretor do CSH (Center for Space and Habitability) da UNIBE, coautor do estudo. &#8220;Detetar com sucesso a atmosfera de um destes planetas tornou-se, portanto, um objetivo fundamental para a nossa comunidade, destacando a import\u00e2ncia do sistema TRAPPIST-1 com o JWST&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sessenta horas de observa\u00e7\u00f5es de TRAPPIST-1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es com o JWST envolveram a observa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua dos dois planetas mais pr\u00f3ximos da estrela, e, portanto, mais expostos \u00e0 sua influ\u00eancia, em luz infravermelha ao longo de uma \u00f3rbita completa. Estas 60 horas de observa\u00e7\u00f5es permitiram aos cientistas, pela primeira vez, mapear o clima de planetas do tamanho da Terra. Ao medir o fluxo de luz proveniente de TRAPPIST-1 e dos planetas &#8220;b&#8221; e &#8220;c&#8221;, os astr\u00f3nomos conseguiram determinar as temperaturas superficiais de ambos os planetas com grande precis\u00e3o, tanto no lado diurno como no lado noturno.<br><br>TRAPPIST-1 b e TRAPPIST-1 c apresentam uma diferen\u00e7a significativa de temperatura entre os seus dois hemisf\u00e9rios. Durante o dia, as temperaturas superficiais dos dois planetas ultrapassam os 200\u00b0 C e os 100\u00b0 C, respetivamente, enquanto as noites s\u00e3o mergulhadas em temperaturas g\u00e9lidas abaixo dos -200\u00b0 C. Este enorme contraste sugere uma falta de redistribui\u00e7\u00e3o de energia entre os dois lados dos planetas e, consequentemente, a aus\u00eancia de atmosferas. Se os dois planetas possu\u00edam atmosferas durante a sua forma\u00e7\u00e3o, estas foram completamente eliminadas pelas condi\u00e7\u00f5es extremas impostas pela sua estrela.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A busca continua<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A aus\u00eancia de uma atmosfera densa nos dois planetas interiores do sistema TRAPPIST-1 apoia a hip\u00f3tese de que a radia\u00e7\u00e3o intensa e as eje\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas das an\u00e3s vermelhas desempenham um papel significativo na evolu\u00e7\u00e3o dos planetas em torno deste tipo de estrela.<br><br>E quanto aos planetas ligeiramente mais distantes, localizados na zona habit\u00e1vel? O Telesc\u00f3pio Webb est\u00e1 atualmente a observar o planeta &#8220;e&#8221; do sistema, que se encontra dentro da zona habit\u00e1vel da estrela &#8211; a regi\u00e3o onde pode existir \u00e1gua l\u00edquida na superf\u00edcie.<br><br>&#8220;TRAPPIST-1 serve como sistema de refer\u00eancia. Os nossos modelos te\u00f3ricos mostram que os planetas mais externos do sistema TRAPPIST-1 podem possuir uma atmosfera, apesar desta aus\u00eancia nos dois planetas interiores. Isto \u00e9 semelhante a Merc\u00fario, o planeta mais pr\u00f3ximo do nosso Sol, que n\u00e3o tem atmosfera, enquanto V\u00e9nus e a Terra mantiveram as suas. Estamos ansiosos por continuar a explora\u00e7\u00e3o do sistema TRAPPIST-1!&#8221;, conclui Emeline Bolmont.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.unige.ch\/medias\/en\/2026\/entre-nuit-et-jour-eternels-le-visage-de-deux-cousines-de-la-terre\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Genebra (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-026-02806-9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sistema TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/trappist-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/Caltech\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5500\/trappist-1-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_b--2630\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5501\/trappist-1-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_c--2631\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5502\/trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_d--2632\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3453\/trappist-1-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_e--6526\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3454\/trappist-1-f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_f--6527\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3458\/trappist-1-g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1 g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_g--6528\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3459\/trappist-1-h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_h--6529\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00f5es do James Webb permitiram mapear, pela primeira vez, o clima de dois exoplanetas do sistema TRAPPIST-1. 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